Teodomiro Romeiro dos Santos

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Teodomiro Romeiro dos Santos entra na história do Brasil como o primeiro condenado à pena de morte no período republicano.

Descrição[editar | editar código-fonte]

Em 27 de outubro de 1970, na avenida Vasco da Gama, em Salvador, Bahia, Teodomiro Romeiro, Getúlio de Oliveira e Paulo Pontes, todos membros do então clandestino Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), receberam voz de prisão de quatro agentes do governo. Na ocasião Getúlio conseguiu fugir, sendo perseguido por um dos agentes, mas Teodomiro e Paulo Pontes foram presos e algemados um ao outro. Com a mão esquerda livre, ao entrar no automóvel que os condiziria à prisão, Teodomiro sacou do revolver que estava em sua pasta e disparou três vezes, acertando dois dos agentes, um sargento da aeronáutica, que morreu com um dos tiros, e um agente da polícia federal, que saiu ferido. Preso, Teodomiro foi condenado à morte naquele mesmo ano, mas teve essa pena comutada para prisão perpétua em 1971.

Sabendo-se excluído da anistia política de 1979, Teodomiro Romeiro dos Santos protagonizou, em agosto daquele ano, uma fuga da prisão. Atualmente, Teodomiro Romeiro dos Santos é juiz do Tribunal Regional do Trabalho de Pernambuco.