Teoria da força vital

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de Teoria da Força Vital)
Ir para: navegação, pesquisa
Question book.svg
Esta página ou se(c)ção não cita fontes fiáveis e independentes (desde Abril de 2008). Por favor, adicione referências e insira-as no texto ou no rodapé, conforme o livro de estilo. Conteúdo sem fontes poderá ser removido.

Teoria da força vital foi uma antiga teoria em que se acreditava que apenas seres vivos pudessem produzir matéria orgânica.

Já no século XVIII, o químico francês Antoine Laurent de Lavoisier (1743-1794), experimentou os atomos de carbono juntamente com os de hidrogênio concluiu que o elemento carbono está presente nas substâncias orgânicas, e que raramente, eram necessarios nos processos.

Em 1776, o químico sueco Torbern Olof Bergman (1735-1784) classificou a Química em:

Algumas substâncias orgânicas como o álcool etílico e o ácido acético eram conhecidas desde a Idade Media, mas nada se sabia sobre a composição química dessas substâncias nem sobre como elas estavam relacionadas, por exemplo, como o álcool etílico do vinho se transformava no ácido acético do vinagre.

Até o início do século XVIII, sabia-se pouco sobre a química orgânica. Haviam fracassado todas as tentativas de sintetizar substâncias orgânicas a partir do material inorgânico. Enquanto se conseguia produzir compostos inorgânicos artificialmente. Foi então que surgiu a Teoria da Força Vital'.

Em 1807, Jöns Jacob Berzelius (químico sueco, 1779-1848) lançou a ideia de que somente os seres vivos possuiriam uma “força vital” capaz de produzir os compostos orgânicos; em outras palavras, criava-se a ideia de que substâncias orgânicas jamais poderiam ser sintetizadas, isto é, serem preparadas artificialmente num laboratório ou numa indústria.

Segundo essa teoria, os elementos, nos organismos vivos, obedecem a leis totalmente diferentes das que regem o material inanimado. Ela foi prontamente aceita, o que constituiu um verdadeiro entrave ao progresso da química orgânica (carece de fonte).

De fato, essa concepção vitalista, amplamente aceita na época, não dava margens a questionamentos sobre a possibilidade da síntese de substancias orgânicas em laboratório, portanto não havia discussões nem pesquisas a respeito (carece de fonte).

Fim da Teoria da Força Vital[editar | editar código-fonte]

Em 1828, Friedrich Wöhler (químico alemão: 1800-1882), discípulo de Berzelius, a partir do cianato de amônio, produziu a uréia; começando, assim, a queda da teoria da força vital. Essa obtenção ficou conhecida como síntese de Wöhler.

Pierre Eugene Marcellin Berthelot (1827-1907) realizou toda uma série de experiências a partir de 1854 e em 1862 sintetizou o acetileno, utilizando um arco elétrico entre dois eletrodos de carbono em atmosfera de hidrogênio. Em 1866, Berthelot obteve, por aquecimento, a polimerização do acetileno em benzeno. E “enterra” a teoria da força vital.

Ícone de esboço Este artigo sobre Química é um esboço. Você pode ajudar a Wikipédia expandindo-o.