Teoria de Arrhenius

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Para explicar o fato de algumas substâncias conduzirem e outras não conduzirem a corrente elétrica em solução aquosa, surgiu a Teoria da Dissociação Eletrolítica de Arrhenius no século XVIII.

Forma de pensamento[editar | editar código-fonte]

De acordo com esta teoria, quando uma substância se dissolve em água, vai-se dividindo em partículas cada vez menores, que se dispersam em H2O; em alguns casos, a divisão para as moléculas (partículas neutras), e a solução não conduz corrente elétrica, isto é, as moléculas se dividem (desassociam) em partículas ainda menores e dotadas de corrente elétrica, chamada íons; neste caso, as soluções conduzem correntes elétricas. Exemplos: *soluções eletrolíticas, ao contrário, do que é provado, nas soluções não-eletrolíticas.

Assim, de acordo com a teoria de Arrhenius, quando a sacarose se dissolve em água, a divisão para nas moléculas; as partículas dispersas em água são moléculas de sacarose; como estas são neutras, a solução não conduz corrente elétrica. Quando o cloreto de sódio se dissolve em água, a divisão na água, a divisão vai além das "moléculas", cada molécula de NaCl se divide em partículas ainda menores, dispersas com carga elétrica, que são íons de Na + Cl; as partículas dispersas na água são, portanto, íons, e como estes têm carga elétrica, a solução conduz a corrente elétrica. O próprio Arrhenius admitiu que as reações de dissociações eletrolíticas e iônicas, são reversíveis, isto é, realizam-se simultaneamente em dois sentidos:

(* Direto x * inverso) Arrhenius foi o pioneiro a equacionar dissociações Eletrolíticas e Iônicas.

  • NaCl - Na + Cl
  • HCl - H + Cl
  • NaOH - Na + OH

Estabelecido a teoria da dissociação eletrolítica de Arrhenius, os ácidos passaram a ser definidos como substâncias que em solução aquosa se dissossiam iônicamente, libertando como cátions ou íons positivos de hidrogênio (H). Assim o HCl, HNO3, H2SO4 eram ácidos pela teoria de Arrhenius.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]