Teoria de Skopos

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A Teoria de Skopos (em alemão: Skopostheorie) é um conceito da área dos estudos de tradução e da tradutologia.

Skopos é uma palavra de origem grega (em grego: σκοπός) que significa «propósito».

Esta teoria foi criada pelo linguista Hans Vermeer e pressupõe a ideia de que a tradução e a interpretação devem ter em conta a função dos textos de partida e chegada.

Paul Kussmaul escreveu acerca desta teoria: «a abordagem funcionalista possui uma grande afinidade com a Teoria de Skopos. A função de uma tradução depende do conhecimento, expectativas, valores e normas dos leitores do texto traduzido, que por sua vez estão condicionados pela situação e cultura em que se encontram. Estes factores determinam entre si a função do texto de partida ou se algumas passagens desse mesmo texto se podem salvaguardar, ou se se devem modificar na tradução.»[1]

Como referido por Christiane Nord, o princípio que condiciona qualquer processo de tradução é a finalidade à qual é dirigida a acção tradutória. Esta caracteriza-se pela sua intencionalidade, que é uma das características que define qualquer acção.

Referências

  1. Paul Kussmaul, Training The Translator, John Benjamins Publishing Co, 1995
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