Terrorismo islâmico

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Um militante palestino com seu fuzil M-16. Os grupos de guerrilheiros palestinos, formado principalmente por fundamentalistas são considerados pelo ocidente como terroristas.

Terrorismo islâmico (em árabe: إرهاب إسلامي, transl. ʾirhāb ʾislāmī ), também conhecido como terrorismo islamita ou terrorismo jihadista, é uma forma de terrorismo religioso[1] cometida por extremistas islâmicos com o propósito de atingir variadas metas políticas e/ou religiosas. O terrorismo islâmico foi identificado como tendo ocorrido em locais do Oriente Médio, África, Europa, Ásia Meridional (incluindo Índia e Paquistão, Sudeste Asiático, e nos Estados Unidos, desde pelo menos a década de 1970. Organizações terroristas islâmicas se envolveram em táticas que incluem ataques suicidas, sequestros, sequestros de aviões e vêm recrutando novos membros através da Internet.

História[editar | editar código-fonte]

Alguns estudiosos, como Mark Burgess, do Center for Defense Information, traçam as raízes do terrorismo islâmico aos Assassinos, do século XI, uma ordem do xiismo ismaelita que tinha como alvo oponentes políticos e religiosos que se interpunham à ideologia sectária do grupo. Ao propor uma continuidade entre as manifestações medievais e modernas do terrorismo islâmico, Burgess identifica um motivo subjacente comum a ambos, mais especificamente uma lealdade a um imperativo divino, bem como táticas semelhantes, tais como a procura consciente do martírio.

O surgimento do terrorismo islâmico moderno tem suas raízes no século XIX.[2] O movimento wahhabista, um movimento fundamentalista árabe que foi formado no século XVIII, visava estabelecer um grande grupo de seguidores durante o período, e gradualmente inspirou outros movimentos fundamentalistas durante o século seguinte. Diversas ondas de movimentos terroristas de motivação política surgidos na Europa durante o século XIX (como o Narodnaya Volya, a Irmandade Republicana Irlandesa e a Federação Revolucionária Armênia) e no início do século XX (como o IRA e o Irgun) serviram como inspiração e modelo para os militantes islamitas no decorrer do século XX.[3] Durante a Guerra Fria, os Estados Unidos e o Reino Unido apoiaram a ascensão de grupos fundamentalistas no Oriente Médio e na Ásia Meridional como forma de se opor à expansão soviética na região e como forma de enfraquecer movimentos nacionalistas anti-ocidentais em alguns países.[4]

Para Burgess, a escalada do terrorismo durante o fim do século XX tem suas raízes em três eventos cruciais ocorridos em torno de 1979: a Revolução Iraniana, o renascimento religioso global que se seguiu ao fim da Guerra Fria, e a retirada soviética do Afeganistão. Estes eventos, segundo ele, teriam sido responsáveis por fazer que alguns grupos recorressem ao terrorismo religioso.[5] [6] O historiador americano Walter Laqueur descreveu a invasão soviética do Afeganistão como o "gatilho global" do terrorismo islâmico.[7]

Motivações e o terrorismo islâmico[editar | editar código-fonte]

Diversos argumentos foram propostos para explicar a causa original do terrorismo islâmico.

A visão de que a política externa ocidental é a motivação para o terrorismo[editar | editar código-fonte]

Alguns autores, como o cientista político americano Robert Pape, argumentam que ao menos os terroristas que se utilizam de ataques suicidas - uma forma especialmente eficaz[8] de ataque terrorista - não são impulsionados por qualquer forma de islamismo mas sim por "um objetivo estratégico claro: forçar as democracias modernas a retirar suas forças militares do território que os terroristas veem como suas pátrias."[9] Já outro estudioso americano, no entanto, Martin Kramer, que debateu com Pape a respeito da origem dos atentados suicidas, opôs-se à posição de Pape, afirmando que a motivação para os ataques suicidas não seria apenas uma lógica estratégica mas também uma interpretação do islamismo que fornecia a tais atos uma lógica moral; como exemplo, ele cita o fato do Hizbollah ter iniciado uma campanha de atentados suicidas após uma reforma complexa do conceito do martírio naquela religião. Segundo Kramer, a ocupação israelense do Líbano teria aumentado a temperatura necessária para esta interpretação do islamismo, porém apenas a ocupação não teria sido suficiente para gerar o terrorismo suicida.[10] "A única maneira de colocar um freio no terrorismo suicida", segundo ele, "é enfraquecer a sua lógica moral, encorajando os muçulmanos a ver a sua incompatibilidade com seus próprios valores."

O ex-analista da CIA Michael Scheuer argumenta que os ataques terroristas (especialmente da Al-Qaeda aos Estados Unidos) não seriam motivados por um ódio de matiz religioso à cultura americana ou às religiões daquele país, mas sim à crença de que a política externa americana teria oprimido, assassinado ou provocado danos aos muçulmanos no Oriente Médio,[11] resumida na frase "eles nos odeiam pelo que fazemos, não pelo que somos." Entre os atos da política externa americana que Scheuer acredita ter incensado o terror islâmico estariam a intervenção americana no Afeganistão e a invasão do Iraque; as relações entre os Estados Unidos e Israel, especialmente o apoio financeiro, militar e político;[12] [13] [14] [15] [16] O apoio americano aos estados policiais "apóstatas" em países muçulmanos como a Arábia Saudita, Egito, Paquistão, Argélia, Marrocos e Kuwait;[17] o apoio americano à Administração Transicional das Nações Unidas em Timor Oriental e à criação de um Timor-Leste independente num território dominado anteriormente por um país muçulmano, a Indonésia; o suposto apoio ou aprovação dos americanos a ações militares contra insurgentes muçulmanos na Índia, Filipinas, Chechênia e Palestina;[18] a presença de tropas americanas na 'terra santa' islâmica na Arábia Saudita; a discriminação religiosa do mundo ocidental contra os imigrantes muçulmanos; além de justificativas históricas, como as Cruzadas.

Alguns acadêmicos argumentam que esta forma de terrorismo deveria ser vista como uma reação estratégica ao poder americano; que os Estados Unidos seriam um império, e como tal provocaria esta resistência na forma de terrorismo. Para estes analistas, os impérios Russo, Otomano e Habsburgo, por exemplo, teriam sofrido com ataques terroristas de grupos como a Mão Negra, a Jovem Bósnia, e a Narodnaya Volya, surgidos de seus diversos grupos étnicos, religiões e identidades nacionais.[19] Por outro lado, outros analistas argumentam que a intervenção americana no Afeganistão e no Iraque teriam levado a eleições livres naqueles países.

A visão de que o terrorismo islâmico seria anterior às ações estadunidenses é justificado pelos ensinamentos corânicos[editar | editar código-fonte]

De acordo com alguns estudiosos do islã, o terrorismo islâmico estaria associado à prática das ações militares sancionadas por Deus contra os apóstatas,[20] [21] motivada pelo antagonismo em direção a sua seita, geralmente um grupo religioso, que podem incluir a sunita, o xiita, o Ahmadi e grupos religiosos cristãos. De acordo com o grupo de direitos humanos Human Rights Watch, em 2011 e 2012, as minorias paquistanesas xiitas no Paquistão sofreram "perseguições sem precedentes no país" por outras seitas islâmicas.[22] [23] Os ataques contra santuários sunitas por "militantes" sufistas também têm sido grandemente relatados.[24]

Porém diversos grupos islâmicos, incluindo o Conselho para as Relações Americano-Islâmicas, argumentam que as referências à violência nas fontes islâmicas estariam sendo tiradas de contexto por estes críticos.[25] [26] [27]

Para estes grupos, estas ayahs corânicas estariam se referindo apenas a atos de autodefesa quando infiéis ameaçam a vida de um muçulmano, o que é porém desmentido pelos fatos, como os frequentes atentados entre os Xiitas e Sunitas em diversos paises.[28] Ou em casos que envolve a execução sumaria de muçulmanos da mesma seita, para silenciar as vozes moderadas, como no caso do assassinato de 13 clérigos muçulmanos sunitas em junho de 2014 em Mosul, num claro exemplo de atrocidades cometidas contra seu próprio povo.[29]

Apesar disso, o Corão é contra o uso político do terrorismo,[30] [31] porém parece haver alguma ambiguidade relativamente à causar ferimentos a não-combatentes. Em versos do Alcorão, os muçulmanos foram aconselhados a ... lutar contra aqueles que não acreditam em Alá e que não adotam a religião da verdade (o Islã).[32]

Motivações sócio-econômicas[editar | editar código-fonte]

O acadêmico Scott Atran, diretor de pesquisa envolvido no grupo da OTAN que estuda o terrorismo suicida, aponta que não haveria uma única causa para o terrorismo; segundo Atran, um dos maiores provocadores dos atentados suicidas não seria a religião, e sim a dinâmica de grupo: "dinâmicas de pequenos grupos, envolvendo amigos e famílias, que formam a célula de irmandade e camaradagem na diáspora, na qual se baseia a onda crescente dos atos de martírio".[33]

O mundo islâmico vem sofrendo com uma estagnação econômica por muitos séculos. Em 2011, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou que, com exceção dos petróleo e seus derivados, as exportações de todo a região conhecida como o Grande Oriente Médio, habitada por cerca de 400 milhões de pessoas, seria aproximadamente equivalente às exportações da Suíça.[34] Estima-se também que as exportações da Finlândia, um país europeu de apenas cinco milhões de habitantes, seriam superiores às exportações de todo o mundo árabe, habitado por 260 milhões de indivíduos (excetuando-se os lucros obtidos com petróleo).[carece de fontes?] Esta estagnação econômica é tida por alguns historiadores, como David Fromkin em seu livro A Peace to End All Peace, como tendo se iniciado a partir do fim do Califado Otomano, em 1924, quando rotas comerciais foram interrompidas e sociedades divididas com o surgimento de novas nações-estado; anteriormente, o Oriente Médio teria uma economia próspera e diversificada, e uma prosperidade geral maior.

Perfis[editar | editar código-fonte]

O psiquiatra forense e ex-oficial do United States Foreign Service, Marc Sageman, fez um "estudo intensivo dos dados biográficos de 172 participantes da jihad" em seu livro Understanding Terror Networks.[35] Sageman concluiu que as redes sociais, os "laços estreitos de família e amizade", e não os distúrbios emocionais e comportamentais gerados pela "pobreza, trauma, loucura ou ignorância", teriam inspirado jovens muçulmanos alienados a empreender jihad e matar outras pessoas.[36]

O autor americano Lawrence Wright descreveu a característica de "deslocamento" dos membros do grupo terrorista islâmico mais famoso, a Al-Qaeda:

"O que os recrutas tendem a ter em comum - além de sua urbanidade, suas origens cosmopolitanas, sua educação, sua facilidade com idiomas e suas habilidades em computação - era o deslocamento. A maior parte daqueles que empreendem jihad o fazem num país diferente daquele no qual foram criados. Eram argelinos vivendo em enclaves de expatriados na França, marroquinos na Espanha ou iemenitas na Arábia Saudita. Apesar de suas realizações, tinham pouca reputação nas sociedades onde viviam."[37]

O acadêmico francês Olivier Roy descreve a experiência de centenas de terroristas globais (ao contrário dos locais) que foram presos ou mortos e que foram registrados pelas autoridades, como tendo um passado ocidentalizado surpreendente; ressalta a falta de palestinos, iraquianos e afegãos dispostos a "vingar o que acontece em seus países"; a sua falta de religiosidade antes de decidirem "renascer" num país estrangeiro; a alta porcentagem de convertidos ao islamismo entre eles; seus "passados desterritorializados" - "Por exemplo, eles podem ter nascido num país, serem educados noutro, e vão combater num terceiro país para então buscar refúgio num quarto"; sua crença não-tradicional de que a jihad é permanente, global, e "não está ligada com um território específico".[38]

Este perfil difere daquele que foi encontrado entre os homens-bomba islamistas recentemente encontrados no Afeganistão, de acordo com um estudo de 2007 de 110 destes indivíduos feito pelo patologista afegão Yusef Yadgari. Yadgari descobriu que 80% dos terroristas tinha algum tipo de deficiência mental ou física. Os terroristas suicidas também "não eram celebrados como seus equivalentes nos países árabes. Os homens-bomba afegãos não eram estampados em pôsteres ou em vídeos como mártires".[39] Daniel Byman, um estudioso do Oriente Médio no Instituto Brookings, e Christine Fair, uma professora-assistente de estudos de paz e segurança na Universidade de Georgetown, afirmam que muitos dos terroristas islâmicos são "tolos" e "destreinados", e talvez até mesmo "intreináveis".[40]

Controvérsias[editar | editar código-fonte]

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As controvérsias em redor do assunto recaem em determinar se o ato terrorista é autodefesa ou agressão, autodeterminação nacional ou supremacia islâmica; o alvejar não-combatentes; se o Islão alguma vez poderá compactuar com terrorismo; se alguns ataques descritos como terrorismo Islâmico são meramente actos terroristas cometidos por Muçulmanos ou nacionalistas; quanto apoio ao terrorismo há no mundo Islâmico, se o Conflito Árabe-Israelita é a raíz do terrorismo Islâmico, ou simplesmente uma causa.

O termo terrorismo Islâmico é controverso, pois alguns especialistas concluem que tal termo pode negativizar tudo relacionado com o Islão.

Bernard Lewis acredita que o termo é adequado devido à característica política da religião Islâmica que a distingue das outras religiões.

Karen Armstrong argumenta que usar o termo terrorismo Muçulmano é perigosamente contraproducente, pois pode levar o ocidente a associar o Islão a tais atrocidades. Armstrong sugere antes o uso dos termos "terrorismo Wahhabi" e/ou "terrorismo Qutbio".

Embora seja vulgar em se falar de terrorismo islâmico, na verdade o mais correcto seria dizer de matriz islâmica.

Terrorismo é um método que consiste na utilização ilegal de força ou de violência planeada contra pessoas ou património, na tentativa de coagir ou intimidar governos ou sociedade para atingir objectivos políticos ou ideológicos.

O Islão é uma religião, ou seja, um conjunto de crenças relacionadas com aquilo que os seus praticantes/crentes consideram como divinas e sagradas. A palavra Islão, que deriva da palavra arábica 'Silm" / "Salam', cujo significado é paz. 'Salam' pode também significar "saudar um ao outro com paz". Mas, mais do que isso: submissão a Um só Deus, e viver em paz com o Criador, consigo mesmo, com outras pessoas e com o ambiente. Assim o Islão constitui, um sistema, não apenas espiritual religioso, mas também ideológico. O Islão é, por isso, um sistema compreensivo, com uma lei (Alcorão) que premeia e molda o tecido social. Perante estas duas definições, concluímos que Terrorismo tem o sinónimo de terror/violência e o Islão de paz. Então por definição e significados estas duas palavras são opostas, constituindo sempre que associadas um oxímoro. Porém, e apesar do Islão significar paz alguns grupos de terrorista cometem actos violentos e de terror invocando o nome de Deus (Allah) ou a religião Islâmica.

Os motivos reais de organizações como Al Qaeda, são inequivocamente de ordem política e de estratégia. Inicialmente alguns dos seus ataques tinham como objectivos a libertação de alguns dos seus companheiros. Contudo nos dias de hoje, os seus motivos, prendem-se com a tentativa de mudança de alguns regimes existentes em países árabes, entre outro motivos. Os objectivos destas organizações são o de libertar a interferência ocidental no Médio Oriente, por exemplo, no caso do Iraque, é libertar este da influência americana. Para alcançar estes objectivos, estas organizações não olham a meios. E, instrumentalizando o Islão, conseguem criar células terroristas em todo mundo. Contudo, as pessoas que eles escolhem para realizarem ataques bombistas, são indivíduos que estão fragilizados psicologicamente e são por isso mais vulneráveis. São pessoas que se sentem humilhadas, que não são ouvidas, que são «pisadas», que tiveram um ente querido morto de uma maneira injusta (raids’s aéreos ou incursões militares), ou que sentem um elo entre elas e a causa que julgam estar correcta (por exemplo a paz na Palestina e esta ser reconhecida oficialmente como país). As organizações terroristas escolhem para treinar pessoas que possam moldar, que lhe possam incutir uma ideia, a qual é um pecado grave, e fazê-las cumprir. Tudo isto é feito a longo prazo, com muito planeamento. Estas organizações terroristas, mostram pois um carácter “empresarial”, tem um sistema de comunicação em rede, com uma hierarquia própria, funções específicas, autonomia de acção.

Ver também[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Falk, Avner. Islamic terror : conscious and unconscious motives. [S.l.]: Praeger Security International, 2008. p. 4. ISBN 978-0-313-35764-0.
  2. Dreyfuss (2006), p. 2
    Cooper (2008), p.272
  3. Cooper (2008), p.272
  4. Dreyfuss (2006), p. 1-4
  5. Burgess, Mark (20 de maio de 2004). Explaining Religious Terrorism Part 1. Visitado em 3-8-2011. "This continuity in terrorist motivations is particularly salient with regard to religion."
  6. Burgess, Mark (2 de julho de 2003). A Brief History of Terrorism. Visitado em 3-8-2011. "While it is impossible to definitively ascertain when it was first used, that which we today call terrorism traces its roots back at least some 2,000 years. Moreover, today’s terrorism has, in some respects come full circle, with many of its contemporary practitioners motivated by religious convictions – something which drove many of their earliest predecessors."
  7. Laqueur, Walter. Voices of terror : manifestos, writings, and manuals of Al-Qaeda, Hamas and other terrorists from around the world and throughout the ages. Naperville, Ill.: Sourcebooks, 2004. 440 pp. ISBN 978-1-59429-035-0.
  8. De acordo com Pape, por exemplo, de 1980 a 2003 os ataques suicidas formaram apenas 3% de todos os ataques terroristas, porém foram responsáveis por 48% das mortes ocasionadas por atos terroristas - excluindo-se os ataques de 11 de setembro - ver Pape, Dying to Win, (2005), p. 28
  9. McConnell, Scott (2005). The Logic of Suicide Terrorism The American Conservative. Visitado em 25-6-2006.
  10. Suicide Terrorism in the Middle East: Origins and Response. Visitado em 25-4-2010.
  11. Scheuer (2004), p. 9
    "A ameaça focada e letal à segurança nacional dos Estados Unidos não vem do fato dos muçulmanos serem ofendidos pelo que os Estados Unidos são, mas sim pela sua perce(p)ção plausível de que as coisas que eles mais amam e dão valor - Deus, o islã, seus irmãos, e as terras muçulmanas - estariam sendo atacadas pelos EUA."
  12. US Support for Israel was the cause of 9/11: Interviews: Nabila Harb. Visitado em 2-3-2011.
  13. US Support for Israel prompted 9/11 AFP[desambiguação necessária] (14 de setembro de 2009).
  14. Mearsheimer, John J. e Walt, Stephen. The Israel Lobby and U.S. Foreign Policy. Nova York: Farrar, Straus and Giroux, 2007. ISBN 0-374-17772-4.
  15. Six shot, one killed at Seattle Jewish federation Seattle Post-Intelligencer (27 de julho de 2006).
  16. Purdy, Matthew (25 de fevereiro de 1997). The Gunman Premeditated The Attack, Officials Say The New York Times.
  17. Frontline: Al Qaeda's New Front: Interviews: Michael Scheuer. Visitado em 8-3-2008. "Bin Laden has had success because he's focused on a limited number of U.S. foreign policies in the Muslim world, policies that are visible and are experienced by Muslims on a daily basis: our unqualified support for Israel; our ability to keep oil prices at a level that is more or less acceptable to Western consumers. Probably the most damaging of all is our 30-year support for police states across the Islamic world: the Al Sauds and the Egyptians under [Hosni] Mubarak and his predecessors; the Algerians; the Moroccans; the Kuwaitis. They're all police states."
  18. Scheuer (2004), p. 11-13
  19. Albert J. Bergesen e Omar Lizardo. (março de 2004). "Theories of Terrorism: A Symposium". Sociological Theory 22 (1): 38–52. DOI:10.1111/j.1467-9558.2004.00203.x.
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  22. "Timeline: Persecution of religious minorities", 4 novembro 2012.
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  25. Bible, Quran easily quoted out of context
  26. Islam - Verses of Qur'an That Condone "Killing the Infidel"?
  27. Kevin J. Hayes. . "How Thomas Jefferson Read the Qur'ān".
  28. / Bombings kill 115 people in Pakistan (em en) AP News (10 janeiro 2013). Visitado em 10 janeiro 2013.
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  30. Juan Cole (17). Top Ten Ways Islamic Law forbids Terrorism (HTML) (em Língua inglesa) Informed Comment Informed Comment. Visitado em 3 de julho de 2014.
  31. JIHAD AND THE ISLAMIC LAW OF WAR
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  39. Disabled Often Carry Out Afghan Suicide Missions. Visitado em 25-4-2010.
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Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]