O Exorcismo de Emily Rose
| The Exorcism of Emily Rose | |
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| O Exorcismo de Emily Rose (PT/BR) | |
| Estados Unidos 2005 • cor • 110 min |
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| Produção | |
| Direção | Scott Derrickson |
| Roteiro | Scott Derrickson Paul Harris Boardman |
| Elenco original | Jennifer Carpenter Laura Linney Tom Wilkinson(ver mais) |
| Género | Terror Drama Suspense |
| Idioma original | inglês |
IMDb: (inglês) (português) |
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| Projeto Cinema • Portal Cinema | |
O Exorcismo de Emily Rose (Título original em inglês: The Exorcism of Emily Rose) é um filme estadunidense de terror, lançado em 2005, baseado em um caso verídico ocorrido em Leiblfing, Alemanha, com Anneliese Michel, uma jovem católica que acreditava ter sido possuída por, pelo menos, seis demônios, tendo sido submetida a uma intensa série de sessões de exorcismo.
É considerado o primeiro filme do gênero terror e tribunal da história do cinema. Os nomes reais foram trocados, com a localização da narrativa mudada para os Estados Unidos.
Índice |
[editar] História
Emily Rose é considerada doente pelos médicos que a tratam. Os médicos declaram que trataram de casos semelhantes, em que o paciente tem, ao mesmo tempo, surtos de esquizofrenia, psicose e epilepsia, mas admitem que nem todos os sintomas que a moça tem são previstos.
A prescrição médica que a jovem recebe é considerada inútil pelas testemunhas da defesa, uma vez que o caso de Emily não seria de ordem natural. É dito que tais medicamentos são drogas entorpecentes, sedativos tornariam a jovem ainda mais suscetível à possessão e impossibilitada de lutar contra ela.
A certa altura dos acontecimentos, o padre Moore, convencido do estado de possessão da jovem, a aconselha a parar de tomar os medicamentos. A jovem vem a falecer, e padre Moore é acusado de negligência e homicídio doloso, e levado à corte.
No julgamento, ocorre intenso debate entre o promotor público, Ethan Thomas, e a advogada de defesa, Erin Bruner. O promotor é um metodista que se auto-declara "homem de fé, mas também um homem de fatos"; a advogada se define como sendo uma agnóstica. Ela, contudo, demonstra certa mudança de atitude durante o filme.
Cenas no tribunal são intercaladas com reconstituições do que teria acontecido, de acordo com a visão daquele que está prestando depoimento no momento. Ao passo que a advogada passa a apostar na validade da possessão demoníaca como estratégia para inocentar o réu, o promotor oferece evidências de caráter pessoal (da vítima) e científico para explicar comportamentos como as línguas que Emily Rose usa para se comunicar durante o suposto estado de possessão e também o aparecimento de duas vozes em uma fita que contém a gravação do ritual de exorcismo.
Padre Moore revela uma carta escrita por Emily Rose e entregue a ele. Na carta, ela afirma ter se encontrado diante de Nossa Senhora, que a interpela, perguntando se ela deseja partir naquele momento e ir em paz para os céus, ou se ela quer retornar ao seu corpo possesso e fazer com que muitas pessoas saibam de seu padecimento e venham a crer na existencia de demônios. Emily opta por retornar ao seu corpo. Emily teria recebido os estigmas (marcas das supostas chagas de Cristo) em suas mãos; novamente, é oferecida a hipótese de que Emily teria, na verdade, cortado a si própria com o arame farpado da propriedade, próximo ao local onde foi encontrada com as chagas.
[editar] Elenco
- Jennifer Carpenter (Emily Rose)
- Laura Linney (Erin Bruner)
- Tom Wilkinson (Padre Richard Moore)
- Campbell Scott (Ethan Thomas)
- Colm Feore (Karl Gunderson)
- Joshua Close (Jason)
- Kenneth Welsh (Dr. Mueller)
- Duncan Fraser (Dr. Cartwright)
- JR Bourne (Ray)
- Mary Beth Hurt (Juiz Brewster)
- Henry Czerny (Dr. Briggs)
- Shohreh Aghdashloo (Dra. Adani)
- Mary Black (Dra. Vogel)
[editar] Ver também
[editar] Ligações externas
- Origem do artigo licenciado pela GNU Free Documentation License;
- Sony Pictures em Inglês: Site oficial do filme com artigos originais do jornais da época, uma excelente sinopse e comentários do diretor do filme.
- Yahoo Movies em Inglês
- CAI em Inglês: Um artigo de um padre apologista.