The House of the Dead: Overkill

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The House of the Dead: Overkill
Produtora Headstrong Games
Editora(s) Sega
Plataforma(s) Wii
Série The House of the Dead
Data(s) de lançamento
Gênero(s) Rail shooter, Survival horror
Modos de jogo Single player, multiplayer
Classificação Inadequado para menores de 18 anos i DEJUS (Brasil)[1]
Permitido para maiores de 16 anos OFLCN (Nova Zelândia)[2]
BBFC (Reino Unido)
Inadequado para menores de 17 anos i CERO (Japão)
Inadequado para menores de 17 anos i ESRB (América do Norte)
Inadequado para menores de 15 anos i OFLCA (Austrália)
Inadequado para menores de 18 anos i PEGI (Europa)
Média Nintendo optical disc
Controles Wii Remote, Wii Zapper

The House of the Dead: Overkill é um jogo eletrônico de rail shooter em primeira pessoa desenvolvido pela Headstrong Games e publicado pela Sega para o Wii. É o primeiro jogo da série The House of the Dead a ser realizado somente para plataforma de console. O jogo foi lançado na América do Norte e nas regiões PAL em fevereiro de 2009[3] e em setembro do mesmo ano no Japão.

História[editar | editar código-fonte]

O jogo serve como prequela ao primeiro jogo da série, tomando-se lugar no ano de 1991 onde o Agente Especial G – o protagonista da série The House of the Dead – recebe sua primeira missão. Com a parceria do Detetive Washington, eles são enviados para investigar a história de desaparecimento misteriosos em uma pequena cidade no estado de Louisiana, Estados Unidos, além de enfrentarem um vilão conhecido como Papa Caesar. A dupla não sabe quase nada sobre os mutantes que o esperam na cidade de Bayou.[3]

Personagens[editar | editar código-fonte]

  • Agent G: Chamado apenas por "G". Apesar de inexperiente, possui um treinamento pesado. Foi graduado como o melhor em sua classe na academia AMS e está a trabalhar em sua primeira missão.
  • Detective Washington: Viciado em bebidas e com fama de destruir sentimentos das mulheres a qual se relaciona, possui a vingança constante pela morte de seu pai pelas mãos de Papa Caesar.
  • Varla Guns: A mais famosa Stripper de Bayou City,Varla é também a irmã do gênio da ciência Jasper Guns. Ela se junta aos agentes para acabar com o Papa Caesar, um triângulo amoroso é criado pelo trio.
  • Papa Caesar: Criminosos de alto perigo, Caesar forçou Jasper, o irmão de Varla, a desenvolver um componente estranho com efeitos mutagênicos. Com a ajuda dos prisioneiros da cidade, ele transforma habitantes inocentes de Bayou City em zombies e monstros.

Jogabilidade[editar | editar código-fonte]

O jogo faz introduções de diversas novas opções para a série, incluindo a habilidade chamada "Mo-Fo Time" onde o tempo é pausado para facilitar as oportunidades de headshots, e uso do sensor de movimentos do Wii Remote para ataques corporais. O jogo ainda possui um sistema de pontuações de combos que aumenta o número de pontos ganhos por cada batida em um inimigo, chegando ao ponto culminante de 1000 pontos por morte chamado "Goregasm". Uma nova opção chamada "Battle Screen" adiciona mais desafio ao jogo, onde a câmera deve ser expandida pela tela, forçando aos jogadores se moverem de seu ponto de vista. O modo história é feito por sete episódios, se passando em locações como trem, hospital e em um carnaval, todos com características de um filme do gênero grindhouse. Depois de terminar o modo história, o jogador desbloqueia o modo "Director's Cut" o qual possui novas partes de cenários, inimigos e continues ilimitados. O jogo também possui três mini-jogos para até 4 jogadores. Mais uma vez, o modo cooperativo multiplayer é disponibilizado, desbloqueada ao completar o modo "Director's Cut".

Recepção[editar | editar código-fonte]

 Recepção
Resenha crítica
Publicação Nota
IGN 8,3 de 10[4]
Eurogamer 8 de 10[5]
Edge 8 de 10
Wii Brasil 86% de 100%


A Eurogamer deu a Overkill a nota 8 de 10, citando o valor do jogo e sua apresentação, além do sistema de pontuações, mas ressaltou problemas no equilíbrio das armas. A análise da IGN atribuiu uma nota 8,3 de 10 ao jogo, considerando-o "obrigatório para os jogadores hardcores com Wii", mas notou problemas no framerate.

Em sua análise, o site Wii Brasil destacou a fluidez e o som do jogo, mas lamentou os gráficos ultrapassados e a falta de polimento. Mesmo assim, consagrou-o como um dos jogos mais caprichados para o console pela originalidade e adequação do contexto do jogo à sua ambientação. A recomendação final foi de 86%.[6]

O jogo entrou para o Guiness Book por ser considerado o jogo mais profano pela quantidade de palavrões. Em 3 horas de diálogos no jogo foram contadas cerca de 189 palavrões.[7]

Referências

  1. Classificação Indicativa – The House of the Dead: Overkill. DJCTQ (2008). Página visitada em 31 de janeiro de 2010.
  2. Classificação. OFLCN (2009). Página visitada em 31 de janeiro de 2010.
  3. a b http://wii.ign.com/articles/899/899925p1.html
  4. Matéria sobre The House of the Dead: Overkill (em inglês). IGN.
  5. Matéria sobre The House of the Dead: Overkill (em inglês). Eurogamer.
  6. Moreira, Thales (03 2009). Análise – The House of the Dead: Overkill. Wii Brasil. "Uma coisa é certa: Overkill é um dos jogos mais caprichados dos últimos tempos para o Wii por conseguir passar exatamente a atmosfera que deseja e, com isso, envolver o jogador."
  7. http://www.eurogamer.pt/articles/house-of-dead-overkill-bate-recorde-mundial-do-guiness

Ligações externas[editar | editar código-fonte]