The Man Who Shot Liberty Valance

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The Man Who Shot Liberty Valance
O Homem que Matou Liberty Valance (PT)
O Homem que Matou o Facínora (BR)
 Estados Unidos
1962 • p&b • 123 min 
Direção John Ford
Produção John Ford
Willis Goldbeck
Roteiro James Warner Bellah
Willis Goldbeck
Dorothy M. Johnson
Elenco John Wayne
James Stewart
Lee Marvin
Vera Miles
Edmond O’Brien
Andy Devine
Género Western
Idioma inglês
Edição Otho Lovering
Distribuição Paramount Pictures
Página no IMDb (em inglês)

The Man Who Shot Liberty Valance (O Homem que Matou o Facínora (título no Brasil) ou O Homem que Matou Liberty Valance (título em Portugal)) é um filme de 1962, do gênero western, dirigido por John Ford. O roteiro foi adaptado de um conto da escritora Dorothy M. Johnson.

Foi o último filme da atriz de cinema mudo Helen Gibson, cujo nome não aparece nos créditos.[1] Foi também o último filme do ator de Western Jack Perrin, igualmente não creditado, que atuou, ainda, em algumas séries de televisão.[2]

Elenco[editar | editar código-fonte]

  • James Stewart ... Ransom Stoddard
  • John Wayne ... Tom Doniphon
  • Vera Miles ... Hallie Stoddard
  • Lee Marvin ... Liberty Valance
  • Edmond O'Brien ... Dutton Peabody
  • Andy Devine ... Delegado Link Appleyard
  • Ken Murray ... Doc Willoughby
  • John Carradine ... Maj. Cassius Starbuckle
  • Jeanette Nolan ... Nora Ericson
  • John Qualen ... Peter Ericson
  • Willis Bouchey ... Jason Tully (condutor)
  • Carleton Young ... Maxwell Scott
  • Woody Strode ... Pompey
  • Denver Pyle ... Amos Carruthers
  • Strother Martin ... Floyd
  • Lee Van Cleef ... Reese
  • Robert F. Simon ... Handy Strong
  • O.Z. Whitehead ... Herbert Carruthers
  • Paul Birch ... Prefeito Winder
  • Joseph Hoover ... Charlie Hasbrouck (repórter do 'The Star')
  • Helen Gibson (não-creditada)
  • Jack Perrin ... membro do estado na audiência (não-creditado).

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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A história começa quando as pessoas estão preparando um funeral. Um senador dos Estados Unidos da América e sua esposa estão de volta à pequena cidade de Shinbone, num território do Oeste não identificado (provavelmente o Colorado, com menções ao Rio Picketwire). O senador começa contar a um jornalista a razão de estar ali para o enterro. Na medida em que os fatos são relatados, aparecem as cenas em flashback.

O senador é Ransom Stoddard, na sua juventude um advogado que acreditava na lei e na ordem, mas que se recusava a carregar um revólver. Ele era amigo de Tom Doniphon, um pistoleiro que via nas armas a melhor forma de fazer justiça.

Doniphon e Stoddard mantiveram um tenso relacionamento, pois ambos se interessavam por Hallie. Hallie acabou preferindo Stoddard, para desilusão de Doniphon. (O personagem de John Wayne chamou de "Pilgrim" seu rival amoroso interpretado por James Stewart, cerca de 23 vezes no filme. O termo acabou se tornando característico de Wayne, sendo continuamente imitado, porém só voltou a usá-lo em McLintock!).

Quando o fora-da-lei Liberty Valance retornou faminto à cidade, causou desordem nos saloons e restaurantes. Valance temia apenas um homem: Tom Doniphon. O bandido roubara e espancara Stoddard quando este chegara à cidade, obrigando-o a trabalhar no restaurante para pagar pela comida e estadia. Quando viu Stoddard, Valance o provocou, mas Tom intercedeu.

Valance continuou a aterrorizar a cidade. Stoddard decidiu fazer alguma coisa e acabou desafiando Valance para um duelo. Completamente desajeitado com uma arma, Stoddard era, porém, presa fácil para o bandoleiro.

Depois que deixou o bar para duelar com Ransom Stoddard, curiosamente Liberty Valance vencera uma rodada de pôquer com um par de "ases" e um par de "oitos". (Esta é a famosa "Dead man's hand" (mão do homem morto), chamada assim porque eram essas cartas que estavam na mão de Wild Bill Hickok quando ele foi assassinado por Jack McCall em Deadwood, Dakota do Sul, em 2 de agosto de 1876).

Mas, quando chegou o duelo, coisas misteriosas e surpreendentes aconteceram. Ao final da narrativa para o jornalista Maxwell Scott, Stoddard revelou quem realmente matara Valance, e perguntou: “Vai usar essa história, Mr. Scott?”. A resposta foi a famosa frase: "This is the West, sir. When the legend becomes fact, print the legend". (“Este é o Oeste, senhor. Quando a lenda antecede os fatos, publique-se a lenda”).

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Notas e referências[editar | editar código-fonte]

Premiações[editar | editar código-fonte]

Referências bibliográficas[editar | editar código-fonte]

  • LEPIANE, João (1990), Filmes Inesquecíveis: O Homem que Matou o Facínora, Rio de Janeiro: EBAL. ISBN Cinemin n. 62, pp. 20 - 21
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