The Miracle

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The Miracle
Álbum de estúdio de Queen
Lançamento 22 de maio de 1989
Gravação Janeiro de 1988 a janeiro de 1989
Gênero(s) Rock
Duração 41:05
Formato(s) CD, LP, cassete
Gravadora(s) Parlophone (UK), Capitol/Hollywood Records (EUA)
Produção Queen e David Richards
Cronologia de Queen
Último
Último
A Kind of Magic
(1986)
Innuendo
(1991)
Próximo
Próximo
Singles de The Miracle
  1. "I Want It All"
    Lançamento: 2 de maio de 1989
  2. "Breakthru"
    Lançamento: 19 de junho de 1989
  3. "The Invisible Man"
    Lançamento: 7 de agosto de 1989
  4. "Scandal"
    Lançamento: 9 de outubro de 1989
  5. "The Miracle"
    Lançamento: 27 de novembro de 1989

The Miracle é o décimo terceiro álbum de estúdio da banda de rock Queen, lançado em maio de 1989, sendo produzido pelo próprio grupo em parceria com David Richards.

O álbum destaca-se na discografia do Queen por ser o primeiro álbum do conjunto após o diagnóstico de AIDS do vocalista Freddie Mercury, e pelas tensões que envolviam a vida pessoal do guitarrista Brian May. Após uma série de crises interpessoais entre os membros da banda, se reuniram em 1988 para gravar um novo álbum e experimentar um novo método de composição, no qual previa um trabalho mais coletivo. Deste projeto, resultaram-se músicas como "I Want It All", "Breakthru" e outras que atraíram o gosto do público e fez o álbum alcançar o primeiro lugar nas paradas do Reino Unido.

Com críticas mistas da mídia especializada, The Miracle é tido por muitos como um dos pontos altos do Queen durante a década de 80, mesclando o estilo característico do grupo em seus primeiros anos com as influências pop rock que introduziram nos últimos tempos. Os clipes gravados para as músicas dos álbuns também acompanham algumas das últimas performances de Freddie Mercury antes de sua saúde decair a níveis insustentáveis.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Brian May, durante a época, estava tendo crises recorrentes de depressão.

Em 1986, o Queen havia lançado o álbum A Kind of Magic e realizado uma turnê lucrativa, no entanto, o relacionamento entre os integrantes do quarteto era instável. As brigas e discussões internas se estendiam desde 1982, quando Hot Space e seu fracasso em termos comerciais e críticos passaram a ser parte da história do grupo.[1] Entre a ascensão musical e a decadência pessoal, o Queen como um todo, segundo o guitarrista Brian May, vivia as consequências pelos exageros e excessos pelos quais o grupo se envolveu naqueles anos.[2]

Cquote1.svg Como uma banda, nós estávamos sempre tentando chegar a um lugar que nunca tinha sido atingido antes e excesso é uma parte disso. Tudo era como uma fantasia para ver até onde se poderia chegar. E isso começou a ter um preço para nós. Estávamos todos fora de controle. Nós tínhamos ido a um lugar que era difícil de regressar.[2] Cquote2.svg

Durante esta época, cada integrante passou a trabalhar em algum projeto paralelo. O baterista Roger Taylor fundou sua própria banda, a The Cross.[3] John Deacon, o baixista, chegou a lançar uma canção com o grupo The Immortals, intitulada "No Turning Back".[4] Brian May, guitarrista, por sua vez tinha iniciado o Star Fleet Project, ainda em 1983.[5] Freddie Mercury, vocalista e pianista, lançou seu primeiro álbum solo Mr. Bad Guy, com composições autorais, porém distinguindo-se do Queen por adotar um som pouco próximo do rock.[2] [6]

Em 1987, após testes de HIV nos quais Freddie fez nos anos anteriores, nos quais deram negativo, o cantor foi diagnosticado com o vírus na submissão de um novo exame. O artista, no entanto, manteve o assunto em segredo. Apenas pessoas próximas, como sua ex-noiva Mary Austin souberam da notícia, no início.[7] [8] Quando Freddie viu dois de seus amigos morrerem pela doença, o músico decidiu mudar o seu estilo de vida.[2] Os demais integrantes do Queen também foram informados a respeito do ocorrido através de Mercury.[7]

Pouco tempo após ter o diagnóstico de AIDS, e consciente de que, caso não fosse curado seu tempo de vida era curto, Freddie Mercury decidiu realizar o mais rápido possível um de seus sonhos, que, no qual era a gravação de um álbum com a cantora de ópera Montserrat Caballé. A artista aceitou o convite, e Barcelona começou a ser produzido[9] ainda no início de 1987. John Deacon colaborou em "How Can I Go On" tocando baixo.[10]

Composição, gravação e estilo[editar | editar código-fonte]

John Deacon, baixista da banda escreveu muitas canções para o álbum, maioria juntamente com Freddie Mercury.

Em janeiro de 1988, o Queen se reuniu para a gravação de um novo álbum, enquanto paralelamente Mercury trabalhava em Barcelona e Taylor com a banda The Cross. Diferentemente dos discos anteriores, nos quais as composições estavam cada vez mais individuais, as composições passaram a ser creditadas ao Queen como um todo, mesmo que, algumas delas não tenham sido um trabalho coletivo.[7]

Freddie Mercury e John Deacon trabalharam juntos em três músicas. A faixa-título, "The Miracle" teve seus acordes escritos em conjunto por Deacon e Mercury, e é creditada como uma das canções mais complexas da banda em seus últimos anos. "My Baby Does Me" foi criada através de uma comum ideia entre os dois de uma canção simples. "Rain Must Fall", porém, se diferencia das anteriores por conter colaboração exclusiva de Deacon na letra e de Mercury no arranjo. A participação de Freddie Mercury nas composições se estenderam, principalmente na música "Was It All Worth It", escrita com participação praticamente exclusiva do cantor. O mesmo ocorreu com "Khashoggi's Ship", que é uma continuação de "Party", canção na qual abre o álbum. Esta última foi escrita por Freddie, juntamente com John Deacon e Brian May em uma jam session.[11]

O baterista Roger Taylor escreveu sozinho "The Invisible Man", cogitada inicialmente para ser a faixa-título do álbum. Em "Breakthru", a maior parte da música veio de Roger. É uma junção com outra canção do grupo, "A New Life Is Born", de Freddie, na qual tornou-se a introdução da supracitada.[12]

O guitarrista Brian May, que durante o processo de composição estava passando por problemas pessoais, principalmente de origens conjugais, desabafou em "Scandal" a respeito da imprensa britânica, o "isolamento" de Freddie Mercury após ser diagnosticado com o vírus da AIDS, o divórcio de May e o seu relacionamento com Anita Dobson. Nesta canção, Mercury gravou os vocais em apenas um take. Ainda, Dobson influenciou-no na composição de "I Want It All", canção que, posteriormente tornaria-se o maior sucesso do álbum.[13] A participação de Brian nas composições em The Miracle foram substancialmente menores que nos demais álbuns do Queen. Em contrapartida, as colaborações de John Deacon se destacaram.[11]

Ainda, para o álbum foram escritas várias canções nas quais foram lançadas como B-sides, ou ficaram apenas como versões demo inacabadas. "Stealin", por exemplo teve processo criativo similar à "Party", com uma jam, com colaborações advindas principalmente de Freddie. Ainda, "Hang On In There", exclusiva na versão em CD foi feita com a colaboração de todos os membros. O instrumental "Chinese Torture" foi feito exclusivamente por Brian May, enquanto "Hijack My Heart" é um trabalho de Roger Taylor. Integrante do álbum Made in Heaven de 1995, "My Life Has Been Saved" foi gravada nas sessões de The Miracle, e é, de todas as canções a única escrita exclusivamente por John Deacon.[11] [14]

A sonoridade do álbum é predominantemente hard rock, retomando, com maior força características na sonoridade do Queen que foram abandonadas a partir do álbum Hot Space como, principalmente, as multicamadas de guitarra de Brian May. David Richards, além de atuar como produtor musical tocou teclado em algumas músicas.[15] [11]

Cquote1.svg Para todos nós, o estúdio sempre foi uma grande fuga das inquietações e das preocupações da vida real, porque você precisa entrar e estar completamente imerso na música. Freddie era sempre uma alegria no estúdio. Sempre cheio de idéias. Isso continuou até o fim. Para ele, a música era como um bote salva-vidas. Então, essas últimas gravações não eram apenas tentativas. Muito pelo contrário. Cquote2.svg
Brian May sobre a participação de Freddie nos últimos dias da banda.[2]

Projeto gráfico[editar | editar código-fonte]

O software Quantel Paintbox, em utilização num computador.

A capa de The Miracle,[16] feita por Richard Gray através de uma ideia da banda foi produzida utilizando a tecnologia Quantel Paintbox, utilizando fotografias dos quatro integrantes metamorfoseadas, como forma de representar o coletivismo do grupo em detrimento do antigo individualismo na concepção de músicas. O verso, seguindo a ideia da capa frontal apresenta os olhos dos músicos, dispostos ao lado do outro. Derek Riggs, mais conhecido por ser o design de alguns projetos do Iron Maiden, afirma que o Queen possivelmente "roubou" a ideia para a capa de The Miracle a partir do single "The Clairvoyant". As fotos do álbum foram feitas por Simon Fowler.[17] [18]

Os singles do trabalho tiveram suas capas baseadas no projeto gráfico do álbum, exceto "Scandal", que utilizou-se do cenário da gravação do clipe de "The Invisible Man".[19]

Lançamento[editar | editar código-fonte]

The Miracle foi lançado em 22 de maio de 1989. Inicialmente, o álbum chamaria The Invisible Man, mas semanas antes do lançamento a banda decidiu mudar o título.[20] [21] Diferentemente do que o Queen fez com outros álbuns, não houve turnê de divulgação. A decisão veio, principalmente por Freddie Mercury, que não queria fazer turnês. Segundo Brian May, a doença de Mercury não era, em nenhum momento, tema de alguma conversa, e que a escolha do cantor foi respeitada sem maiores discussões. Os integrantes chegavam a mentir para os familiares afim de preservar e respeitar o silêncio do músico. Por outro lado, o disco estreava com êxito nas paradas de sucesso do Reino Unido, chegando ao primeiro lugar. No entanto, nos EUA, onde a banda não tinha o mesmo sucesso do início da década, o trabalho alcançou o vigésimo quarto lugar nas paradas.[22] [23] [7]

Cquote1.svg Freddie não queria ser visto como um objeto de piedade e curiosidade. E ele não queria ver abutres circulando sobre sua cabeça. Nós pensamos em anunciar que ele tinha AIDS nos seus últimos dias de vida, quando já era tarde demais para incomodá-lo. Cquote2.svg
Roger Taylor sobre o silêncio de Freddie a respeito de sua doença.[2]

Divulgação[editar | editar código-fonte]

Demonstração de um trem, semelhantemente ao que foi utilizado na gravação do clipe de "Breakthru".

Para promover o álbum, cinco singles foram lançados durante todo o ano de 1989. O primeiro, de "I Want It All" foi distribuído vinte dias antes do lançamento do álbum, e alcançou o terceiro lugar na UK Singles Chart. Sua versão em clipe foi produzida por David Mallet, com filmagens num estúdio.[24]

Os demais singles, "Breakthru", "The Invisible Man", "Scandal" e "The Miracle" tiveram clipes dirigidos por Rudi Dolezal e Hannes Rossacher. O mais caro foi o de "Breakthru", com imagens registradas na Nene Valley Railway, na Inglaterra. A banda performou em cima de um trem de modelo GWR 2884 Class. Além do custo de 300 mil com a gravação, em caso de acidentes, a banda tinha um seguro de vida no valor de dois milhões de libras.[25] A então namorada de Roger Taylor, a atriz Debbie Leng participou das filmagens.[26] [21] Mais tarde, as gravações foram consideradas importantes para elevar a autoestima da banda como um todo, sobretudo devido às crises de depressão que Brian May estava tendo, e a saúde de Freddie Mercury, na qual começava a decair.[27] Na gravação do clipe de "The Miracle", a banda recrutou quatro atores mirins para representar os membros do Queen. Da mesma forma, um elenco foi formado para "The Invisible Man", que tem como enredo um jogo que tem como título o mesmo nome da canção. Ainda, "Scandal" trabalha com um palco projetado para se parecer um jornal. Dos demais, destaca-se pela aparente perca de peso de Freddie.[21] [24]

Análise da crítica[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 3.5 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar half.svgStar empty.svg[15]
Rolling Stone 2 de 5 estrelas.Star full.svgStar empty.svgStar empty.svgStar empty.svg[28]
Q Magazine 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[29]
The Times (mista)[30]
Sun-Sentinel (favorável)[31]
Newsday (Melville, NY) (favorável)[32]
The Dallas Morning News (favorável)[33]

The Miracle recebeu avaliações em maioria mistas da crítica especializada. O jornal Sun-Sentinel destacou as interpretações vocais de Freddie Mercury e o ecletismo da banda, sem deixar espaço para interpretações previsíveis.[31] O Newsday, assim como o Sun-Sentinel elogiou o desempenho vocal de Mercury, definindo-o como sólido e estável, os riffs de Brian May como "flexíveis e chamativos".[32]

Em contrapartida, a revista Rolling Stone foi mais incisiva nos aspectos negativos do álbum. Atribuindo dois pontos de cinco, a resenha afirmou que The Miracle não representa o retorno do Queen às suas origens, e que o excesso de sintetizadores apresentado desde Hot Space continua. No entanto, em meio à críticas ao papel limitado de Brian May nas canções, Freddie foi elogiado em sua performance vocal. "Pelo menos The Miracle oferece pequenos fragmentos da ex-majestade do Queen".[28]

Análises mais recentes tendem a ser mais positivas a respeito do disco. O Allmusic definiu-o, depois de The Game como o melhor álbum do Queen durante a década de 80, recordando elementos do som da banda que remetem à fase de A Day at the Races.[15]

Faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as faixas creditadas ao Queen. Abaixo estão listados os respectivos compositores.[11]

Lado A
N.º Título Compositor(es) Vocais Duração
1. "Party"   John Deacon, Brian May, Freddie Mercury Freddie Mercury e Brian May 2:24
2. "Khashoggi's Ship"   Queen Freddie Mercury 2:47
3. "The Miracle"   Freddie Mercury e John Deacon Freddie Mercury 5:02
4. "I Want It All"   Brian May Freddie Mercury e Brian May 4:41
5. "The Invisible Man"   Roger Taylor Roger Taylor e Freddie Mercury 3:55
Lado B
N.º Título Compositor(es) Vocais Duração
1. "Breakthru"   Roger Taylor e Freddie Mercury Freddie Mercury 4:07
2. "Rain Must Fall"   John Deacon e Freddie Mercury Freddie Mercury 4:20
3. "Scandal"   Brian May   4:42
4. "My Baby Does Me"   John Deacon e Freddie Mercury Freddie Mercury 3:22
5. "Was It All Worth It"   Freddie Mercury Freddie Mercury 5:45

Desempenho nas paradas e certificações[editar | editar código-fonte]

Certificações[editar | editar código-fonte]

País Certificadora Certificações Vendas
 Áustria IFPI-A Gold.png Ouro [50] 25.000
Flag of Spain.svg Espanha PROMUSICAE Platinum.png Platina[51] 100.000
 Finlândia Musiikkituottajat Gold.png Ouro [52] 43.130
 França SNEP Gold.png Ouro[53] 600.000
 Reino Unido BPI Platinum.png Platina [54] 500.000
 Países Baixos NVPI Platinum.png Platina[55] 100.000
 Polónia ZPAV Platinum.png Platina[56] 20.000
Suíça IFPI Switzerland Platinum.png Platina[57] 50.000

Ficha técnica[editar | editar código-fonte]

Lista-se abaixo os profissionais envolvidos na produção de The Miracle.[11]

Músicos convidados e outros
  • David Richards - teclado em "I Want It All", "The Invisible Man" e "Breakthru", sampler em "Scandal", programação em "Rain Must Fall", "My Baby Does Me" e "Breakthru", produção musical e engenharia de áudio
  • Assistentes de engenharia de áudio - Andrew Bradfield, John Brough, Angelique Cooper, Claude Frider, Andy Mason, Justin Shirley-Smith
  • Masterização por Kevin Metcalf e Gordon Vickary
  • Programação de computadores por Brian Zellis
  • Capa por Richard Gray
  • Fotografias por Simon Fowler

Referências

  1. Regis Tadeu. Discos que tinham tudo para dar certo, mas deram MUITO errado - parte 1 Yahoo. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
  2. a b c d e f Queen: “It was all like a fantasy to see how far we could go” Uncut. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
  3. Shove It - Cross Allmusic. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
  4. John Deacon - Biography Allmusic. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
  5. Star Fleet Project - Brian May Allmusic. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
  6. Mr. Bad Gay - Freddie Mercury Allmusic. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
  7. a b c d 25 Years Ago: Queen releases 'The Miracle' Ultimate Classic Rock. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
  8. I was cursed by Freddie's fortune: Queen star's lover got his millions, was cruelly attacked by jealous rivals and even abandoned by Mercury's own band mates Daily Mail. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
  9. Freddie Mercury: the great enigma The Guardian. Visitado em 10 de dezembro de 2014.
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  11. a b c d e f (2011) Créditos do álbum The Miracle (remaster 2011) por Queen. Island Records.
  12. Sutcliffe, Phil; Hince, Peter and Mack, Reinhold. Queen: The Ultimate Illustrated History of the Crown Kings of Rock. [S.l.: s.n.]. ISBN 978-0-7603-3719-6.
  13. Jenkins, Jim (2000). Créditos do álbum The Platinum Collection por Queen, pg. 12. Parlophone.
  14. (1995) Créditos do álbum Made in Heaven por Queen. Hollywood Records.
  15. a b c Prato, Greg (6 de julho de 1989). The Miracle – Queen AllMusic. Visitado em 12 de agosto de 2011.
  16. Rocklogia - Mídia física ou digital: qual a melhor? O Propagador. Visitado em 9 de dezembro de 2014.
  17. The Miracle O Dono da Capa. Visitado em 9 de dezembro de 2014.
  18. The Miracle Ultimate Queen. Visitado em 9 de dezembro de 2014.
  19. (1989) Créditos do álbum Scandal por Queen. Hollywood Records.
  20. Resenha - Miracle - Queen Whiplash.net. Visitado em 9 de dezembro de 2014.
  21. a b c Queen: 25 anos de The Miracle Van do Halen. Visitado em 9 de dezembro de 2014.
  22. a b Queen – The Miracle Chart Stats (13 January 1990). Visitado em 12 August 2011. Cópia arquivada em 30 de julho de 2012.
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  25. Sky, Rick. The show must go on: the life of Freddie Mercury. [S.l.: s.n.], 1994. Capítulo 4. ISBN 0-8065-1506-6.
  26. Música do dia - Queen - "Breakthru" Meteorópole. Visitado em 9 de dezembro de 2014.
  27. Freestone, Peter & Evans, David. Freddie Mercury: An Intimate Memoir by the Man who Knew Him Best. [S.l.: s.n.], 2001. p. 129. ISBN 978-0-7119-8674-9.
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  29. Q Magazine 08/01/1994
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  45. Steffen Hung. Queen – The Miracle hitparade.ch. Visitado em 12 de agosto de 2011.
  46. Título não preenchido, favor adicionar Hung Medien. Visitado em 1 de agosto de 2010.
  47. Título não preenchido, favor adicionar RPM. Visitado em 3 de outubro de 2011.
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