The Nativity Story

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The Nativity Story
O Nascimento de Cristo (PT)
Jesus: A História do Nascimento (BR)
Estados Unidos Estados Unidos
2006 • cor • 101 min 
Direção Catherine Hardwicke
Roteiro Mike Rich
Elenco Hiam Abbass
Shohreh Aghdashloo
Keisha Castle-Hughes
Ciarán Hinds
Oscar Isaac
Alexander Siddig
Shaun Toub
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)

Jesus: A História do Nascimento ou O Nascimento de Cristo é um filme estadunidense do gênero drama lançado em 2006 e que aborda o nascimento de Jesus. Estrelando a atriz Keisha Castle-Hughes no papel de Maria, nomeada para o Oscar pela atuação em The Whale Rider, e a atriz Shohreh Ahdashoo, indicada ao Oscar pela atuação em House of Sand and Fog. Sob a direção de Catherine Hardwicke, as filmagens começaram em 1º de Maio de 2006 em Matera, Itália e Ouarzazate, Marrocos. Outras cenas foram filmadas em Craco, cidade fantasma na região italiana de Basilicata, e Cinecittà, em Roma.[1] O lançamento do filme teve lugar em 1º de dezembro de 2006 pela New Line Cinema.

Acuidade bíblica[editar | editar código-fonte]

Mike Rich, um cristão de não-denominação, fora roteirista de The Rookie. Ao escrever o roteiro de The Nativity Story estudou profundamente os quatro evangelhos. E como que se tivesse pouca informação, Rich teve o cuidado de consultar vários teólogos Protestantes, Católicos e Judeus entre outros historiadores e peritos em ecumenismo. Quando Mike Rich contou ao seu pastor sobre o projeto que ele estava iniciando, o pastor exclamou: “That’s an idea!!” e imediatamente o colocou em uma corrente de oração em sua Igreja e por lá ele ficou por um longo tempo.

História[editar | editar código-fonte]

O filme conta a vida da Virgem Maria e José, seu marido, desde o momento da Anunciação em Nazaré passando pelo nascimento de Jesus em Belém, e finalizando na fuga da família sagrada para o Egito.

A anunciação[editar | editar código-fonte]

O filme todo tem este caráter realista que em sua realidade bruta nos desvenda vários mistérios: o modo com que o anjo Gabriel se aproxima de Maria em meio aos seus afazeres é bem intuitivo e espontâneo. E a resposta de Maria, pronta: faça-se em mim segundo a Tua palavra (Lucas 1:38. Desde deste momento, Maria passa por um processo de auto-descobrimento pelas cenas do filme. Logo após ter sido dada como futura esposa de José que segundo o costume judeu a possuiria somente após um ano[carece de fontes?], ela se apressa em viajar para casa de sua prima, Isabel, que já estava grávida de seis meses de quem seria João Batista.

A visitação[editar | editar código-fonte]

Logo de início, ao chegar em casa de sua prima, Maria se apercebe grávida, sem ter conhecido a varão algum. Assim, desde a recitação do Magnificat até o nascimento de quem seria João Batista, existe todo um suspense no filme, e tanto Isabel como seu esposo, Zacarias, convidam a Maria para ficar na casa deles, pois sabiam do risco que ela corria ao regressar a Nazaré, casa de seus pais. Também costume judeu, Maria corria o risco de ser apedrejada, pois José não a reconheceria como mãe do filho dele, pois eles nunca tinham até então coabitado. A despeito de todas as ameaças, confiante nas palavras de Deus, e no rumo da história, Maria se deixa levar: retorna a casa de seus pais, pois a José tinha sido prometida.

O retorno à casa paterna[editar | editar código-fonte]

No meio de todo o conflito, entre o desentendimento do ocorrido e a explicação de Maria, todos se chocam: Joaquim, Ana, e José. Quando ainda no meio do que parece não ter solução, e ainda não convencido de sua história, o filme eleva o personagem de José o fazendo decidido a não mais levantar uma acusação pública contra Maria. Foi somente em meio a um sonho quando um anjo lhe aparece, dizendo: "não tema em receber Maria como sua esposa, <pois o que nela foi gerado é do Espírito Santo".(Mateus 1:20-21) que José percebe a grandeza da situação.

O nascimento[editar | editar código-fonte]

Agora, aquilo que fora um ato de misericórdia de José, se torna ato de fé. Ele não só presencia o ocorrido, tomando a Maria e seu filho, como esposa, mas acredita no testemunho dela, e segue seu sonho: homem de fé, segue o rumo da história, segue a rumo de Belém. Concomitantemente, para lá marcham os Três Reis Magos. Seguidores de suas ciências, conhecedores das estrelas, e dos princípios universais, para lá marcham em nome das gentes não judias. Foi quando tudo parece uma extrema coincidência, com a estrela brilhando sobre a pequena gruta, conduzindo não só os reis Magos, mas aqueles outros vários pastores ouvintes do chamado angélico, que todos caminham para cá na gruta de Belém a adorar um Deus feito homem, nas palavras do roteirista.

Os três reis Magos[editar | editar código-fonte]

Logo após Gaspar, Belquior e Baltasar terem presenteado o recém nascido com ouro, pois ele era um rei; com incenso, pois ele era o sumo-sacerdote; e com mirra, pois ele era o sacrifício, o filme contrapõe a vida do recém nascido com a morte, da decisão de Herodes, para matá-lo. Vence a vida, que escapa da morte.

A fuga para o Egito[editar | editar código-fonte]

O filme termina em fuga. A Sagrada Família fugindo para o Egito é dramático, mas de novo, José e Maria, com o Deus feito homem em seus braços, pessoas de fé, seguem seus sonhos, seguem suas histórias. No meio dessas cenas dramáticas, Catherine Hardwicke (a diretora), põe no coração de Maria, uma oração de esperança.

Elenco[editar | editar código-fonte]

Referências

  1. Nativity (2006) Filming Locations (em inglês). imdb.com. Página visitada em 8 de dezembro 2013.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]