The Rocky Horror Picture Show

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The Rocky Horror Picture Show
Festival Rocky de Terror (PT)
The Rocky Horror Picture Show (BR)
 Estados Unidos
1975 • cor • 100 min 
Direção Jim Sharman
Roteiro Richard O'Brien
Jim Sharman
Elenco Tim Curry
Susan Sarandon
Barry Bostwick
Género musical / comédia dramática / terror
Idioma inglês
Página no IMDb (em inglês)
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The Rocky Horror Picture Show (br: Rocky Horror Show / pt: Festival Rocky de Terror) (lançado primeiramente no Reino Unido em 14 de agosto de 1975) é uma comédia musical de horror, dirigida por Jim Sharman a partir da peça de autoria dele mesmo e de Richard O'Brien, que compôs as canções. O filme foi baseado no musical "The Rocky Horror Show", escrito por Richard O'Brien, que estreou num teatro do Reino Unido, em 14 de Agosto de 1973.

O filme foi banido na África do Sul várias semanas após ter sido lançado nos cinemas locais. Esta atitude foi tomada pelo Conselho de Censura local, o que não impediu que o filme fosse visto por mais de 250 mil pessoas no país, contudo é considerado cult em alguns países de língua inglesa, como por exemplo no Canadá e EUA, provocando performances de jovens que cantam, dançam e "interagem" com os atores na tela durante a projeção.[1]

No Brasil, estreou com atraso de 5 anos e não foi tão bem recebido. Na Inglaterra ficou em cartaz por quatro anos seguidos.

O filme costuma ser exibido em sessões da meia-noite, onde não há problemas de censura. Em um cinema de Munique está em cartaz desde o seu lançamento, no recorde mundial de maior tempo de permanência. O filme passa na sessão da meia noite. recorde similar ao da Volkswagen Kombi que é o veiculo que está há mais tempo em produção no mundo, embora, obviamente, não é o mais popular e sim o que supre um segmento quase que único do mercado.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

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Brad Majors e Janet Weiss, dois jovens que acabaram de ficar noivos, decidem visitar o Dr. Everett Scott, seu professor de ciências dos tempos da faculdade, para agradecê-lo por tê-los apresentado e convidá-lo para o casamento.

A caminho da cidade de Denton, no interior dos Estados Unidos, onde o Dr. Scott mora, o pneu do carro de Brad e Janet fura e eles são forçados a pedir ajuda em um castelo a alguns quilômetros dali. Porém, o que eles encontram no interior do lugar vai muito além do que eles imaginavam: Um cientista louco, travesti e transexual chamado Dr. Frank-N-Furter (O roteiro original de The Rocky Horror Picture Show previa que no início, o filme seria em preto e branco, até o surgimento do Dr. Frank-N-Furter no elevador, e que após um close em seus lábios, o filme passaria a ser a cores.); seus servos, os irmãos e amantes Riff Raff e Magenta; e sua assistente, Colúmbia, dançando algo conhecido como "a Dobra Temporal" ao lado de um grupo de indivíduos exêntricos.

Frank, que clama vir da "Transilvânia Transsexual", convida Brad e Janet para ficarem e testemunharem o nascimento de sua última criação: Rocky, um ser humano artificial criado por Frank por motivos que ficam muito claros.

Após o "nascimento" de Rocky, um homem chamado Eddie emerge de um congelador gigante em uma motocicleta e revela que é um entregador que foi seduzido por Frank a ficar no castelo, assim como Brad e Janet, para que metade de seu cérebro pudesse ser usado na criação de Rocky. Ao descobrir que Eddie e Colúmbia estavam namorando, Frank mata Eddie com uma picareta.

Naquela noite, Frank seduz tanto Brad quanto Janet, que são incapazes de resistir a ele. Janet, incapaz de se controlar, sai à procura de mais pessoas com que pode dormir e acaba ficando com Rocky, que estava fugindo de Riff Raff, que o atormenta, enquanto Magenta e Colúmbia assistem.

Eis que surge o Dr. Everett Scott no castelo. Ele revela-se como o tio de Eddie e diz estar à procura do sobrinho, mas Frank suspeita que ele tenha sido enviado pelo governo americano para estudar relatos da aparição de ÓVNIs na região.

O jantar é servido e, como logo é revelado, são os restos mortais de Eddie. Janet, assustada, abraça Rocky, levando um enciumado Frank a perseguí-la pelo castelo. Brad, Dr. Scott, Rocky e Colúmbia tentam ajudá-la, mas todos são capturados por Frank, que usa um aparelho conhecido como Indutor Medusa para transformá-los em estátuas.

Os cinco são forçados a participar de um Show de Cabaré, que é interrompido por Riff Raff e Magenta. É revelado que eles e Frank são alienígenas do planeta Transilvânia, da galáxia Transsexual, enviados à Terra para estudar os métodos de reprodução dos humanos com o objetivo de dar continuidade à sua espécie, onde o contato íntimo tornou-se tão comum quanto um aperto de mão.

Colúmbia e os outros moradores do castelo são apenas indivíduos desajustados de Denton cujas mentes foram distorcidas por Frank graças à "Dobra Temporal", que é, na verdade, uma dança de acasalamento alienígena. Frank também planejou furar o pneu de Brad e Janet.

Riff Raff e Magenta, cansados de aguardar seu retorno ao seu planeta-natal, matam todos os presentes, exceto Brad, Janet e o Dr. Scott. Em seguida, eles deixam a Terra no castelo, que é, na verdade, uma espaçonave.

Elenco principal[editar | editar código-fonte]

Canções[editar | editar código-fonte]

  • Science Fiction/Double Feature
  • Dammit Jannet
  • Over at the Frankenstein Place
  • The Time Warp
  • Sweet Transvestite
  • The Sword of Damocles
  • I Can Make You a Man (também conhecida como The Charles Atlas Song)
  • Hot Patootie
  • I Can Make You a Man: Reprise
  • Once in a While (cena removida do filme)
  • Touch-a, Touch-a, Touch Me
  • Eddie
  • You'd Better Wise Up (às vezes citada como Planet Schmanet Janet)
  • Rose Tint My World
  • Don't Dream It, Be It
  • Wild And Untamed Things
  • I'm Going Home
  • Superheroes (música cortada de algumas versões norte-americanas antigas do filme)
  • Science Fiction/Double Feature: Reprise

Outros projetos[editar | editar código-fonte]

Antes do início do filme, um curta-metragem chamadoWithin the Woods foi exibido. O curta era na verdade um protótipo para o longa metragem cult The Evil Dead de Sam Raimi lançado em 1981 Em 1981, a Sharman se reuniu com O'Brien para fazer o filme Shock Treatment . Este filme era parcialmente uma sequência do filme original, mas sem seguir roteiros semelhantes, apenas o estilo. Alguns anos mais tarde, O'Brien escreveu outro roteiro intitulado Revenge of the Old Queen. O produtor Michael White esperava para começar a trabalhar na produção e descreveu o roteiro como sendo "... no mesmo estilo que o outro. Ele tem reflexos do passado nele." Embora o roteiro não tenha sido publicado , cópias piratas podem ser lidas na Internet. O roteiro atualmente está protegido pela 20 Century Fox , que produziu os dois filmes originais. A maioria dos indivíduos associados ao projeto, incluindo O'Brien, concordam que o filme provavelmente nunca será feito, devido ao fracasso de Shock Treatment e do envelhecimento do elenco.

Homenagem aos 35 anos do Filme[editar | editar código-fonte]

Em 28 de Outubro de 2010, aconteceu uma apresentação para celebrar os 35 anos do filme, que reuniu vários atores de séries americanas. Em 28 de outubro de 2010, aconteceu uma apresentação que celebrou os 35 anos do filme.[2] O espetáculo foi uma combinação de cenas do filme com a remontagem de alguns dos números musicais, uma espécie de “sing-along”.[3]

A apresentação realizada no teatro The Wiltern em Los Angeles, contou com as presenças de Matthew Morrison e Lea Michele, da série “Glee”, que interpretaram os recém casados Brad e Janet. Mas só quando eles cantavam. Nas músicas em que os personagens aparecem apenas na coreografia, os atores foram substituídos por figurantes.

Jack Nicholson e Danny DeVito, dividiram o personagem do criminologista. Jorge Garcia, da série “Lost” interpretou Eddie; Lucas Grabeel, dos filmes “High School Musical”, foi Riff Raff; Melora Hardin da série “The Office”, interpretou Columbia; o comediante George Lopez foi o Dr. Scott; Evan Rachel Wood, de “True Blood”, interpretou Magenta e Nicole Scherzinger, foi Trixie. Mas a surpresa da noite foi o ator Julian McMahon, de “Nip/Tuck”, que deu vida ao cientista Dr. Frank-N-Furter.

Durante a música “Time Warp”, Tim Curry e Barry Bostwick, que interpretaram o Dr. Frank e Brad no filme, respectivamente, uniram-se aos atores no palco.

A renda do espetáculo será revertida para o "The Painted Turtle", instituição financeira criada por Paul Newman para auxiliar crianças doentes.[4]

Principais prêmios e indicações[editar | editar código-fonte]

Academy of Science Fiction, Fantasy & Horror Films (EUA)

  • Indicado na categoria de melhor filme.

The Rocky Horror Picture Show na Cultura Popular[editar | editar código-fonte]

  • O mote central de RHPS (como o filme também é chamado pelos fãs) é a sátira aos filmes e séries de ficção científica. Isso pode ser verificado na idéia de que um cientista que tenta criar um homem em laboratório, o faz por desejo sexual, até às citações explícitas à personagens como Flash Gordon e produtoras de tais filmes, como RKO.
  • O cantor Mick Jagger queria interpretar o Dr. Frank-N-Furter, mas acabou sendo preterido por Tim Curry.[5]
  • O roteiro original de The Rocky Horror Picture Show previa que no início, o filme seria em preto e branco, até o surgimento do Dr. Frank-N-Furter no elevador, e que após um close em seus lábios, o filme passaria a ser a cores.
  • O castelo do Dr. Frank-N-Furter fora anteriormente utilizado em diversos filmes de terror produzidos pela Hammer.
  • Tim Curry (Dr. Frank-N-Furter), Richard O'Brien (Riff Raff), Patricia Quinn (Magenta) e Little Nell (Columbia) estão presentes na cena do casamento, logo no inicio do filme. Tim está como padre, já Richard e Patricia estão vestidos como um casal de fazendeiros similar a pintura American Gothic. Little Nell aparece já dentro da igreja fazendo parte do backing vocal da música Dammit Jannet.
  • Os cenarios do filme guardam referencias a diversos outros artes plasticas, como a capela sistina, a Monalisa e cita/plagéia/satiriza/referencia outras tantas obras cinematográficas.
  • A série Cold Case (Arquivo Morto no Brasil) exibiu um episódio (2ª temporada - Episódio 21: "Creatures Of The Night") que faz referências ao filme, inclusive tocando uma de suas canções ao final ("Over at the Frankenstein Place" - Susan Sarandon, Barry Bostwick & Richard O'Brien feat. Cast of The Rocky Horror Picture Show).
  • Exibido na mostra Musicais, no Festival do Rio 2003.[6]
  • O grupo musical mexicano RBD canta, em seu primeiro DVD, intitulado como "RBD - Tour Generación" a música "The Time Warp", do musical, em uma versão em espanhol, conhecida por "El Baile Del Sapo". A música se encontra nos Medleys, parte que não há no DVD vendido no Brasil.
  • O seriado americano "Glee" fez uma homenagem ao filme em um episódio de Halloween chamado "The Rocky Horror Glee Show". O episódio, o 5º da 2ª temporada, foi ao ar nos EUA no dia 26 de outubro de 2010, sendo dirigido por Adam Shankman.[7]

Referências

http://loganlerman.com.br/blog/2011/07/11/cena-de-as-vantagens-de-ser-invisivel/

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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