The Seven Minutes

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The Seven Minutes (no Brasil, Os sete minutos) é um romance escrito por Irving Wallace e publicado em 1969.

Trata sobre pornografia e liberdade de expressão. Versa sobre um julgamento fictício relacionado com o tema da obscenidade, mas concretamente relacionado a um livro banido, The Seven Minutes, cujo conteúdo eram os pensamentos de uma mulher durante sete minutos de relações sexuais. Posteriormente, foi feito um filme em 1971, baseado na obra de Wallace, realizado por Russ Meyer.

O livro esteve incluído na lista de best sellers do New York Times (New York Times Adult Best Seller Lists) durante o ano de 1970.

Em 1971, Russ Meyer dirigiu o filme The Seven Minutes, com roteiro baseado no livro de Wallace.


Enredo[editar | editar código-fonte]

Três policiais em Oakwood (Califórnia) vão a uma livraria prender o livreiro Ben Fremont por vender o livro "Os sete minutos", de J J Jadway, considerado obsceno. Enquanto isso, Mike Barrett, um advogado que largara o emprego numa firma de advocacia, recebe um telefonema de Phillip Sanford, um editor amigo dele, que conta o ocorrido em Oakwood. Barrett tenta um acordo com o promotor público, Elmo Duncan, mas sem sucesso. Nesse meio-tempo, Jerry Griffith, filho do publicitário Frank Griffith, é preso por estuprar uma moça em Los Angeles. Os policiais descobrem um exemplar do livro "Os sete minutos" no carro dele. Duncan, influenciado por um industrial chamado Luther Yerkes, decide assumir o caso e acusar o livro "Os sete minutos" de obscenidade.

No dia seguinte, Sanford telefona a Barrett e relata a prisão de Griffith. Depois, Barrett aceita defender o livro, junto com outro advogado, Abraham Zelkin, e começa a lê-lo. A acusação e a defesa se preparam para o julgamento do livro. Nesse meio-tempo, Barrett salva Griffith de uma tentativa de suicídio e conhece Maggie Russell, a prima deste. A defesa ainda perde duas testemunhas e descobre-se que o escritório dos advogados estava com os telefones grampeados. Nesse meio-tempo, Barrett rompe o namoro com Faye Osborn, filha de Willard Osborn III (ambos são contra o livro).

Começa o julgamento e descobre-se que o autor J J Jadway (que estava supostamente morto) tivera uma filha e um anacronismo sobre um comentário de Jadway a respeito de uma luta de boxe. Barrett voa até Nova Iorque, mas descobre que a filha de Jadway está em Los Angeles. Barrett volta e descobre que a mesma tornou-se uma freira carmelita. Nesse ínterim, Maggie lhe declara que tem como levá-lo até Cassie McGraw, que fora amante de Jadway e lhe inspirara a escrever o livro. Em troca, Barrett não interrogou Jerry no julgamento.

Maggie é expulsa da casa dos Griffith e Barrett descobre o paradeiro de Cassie, em Washington, DC. Descobre-se que esta tornara-se uma idosa sem memória. E isto leva ao senador Thomas Bainbridge. Este sabe algumas informações sobre Jadway, mas recusa-se a dizê-las a Barrett. A vítima do estupro morre (no suposto estupro, ela batera com a cabeça na quina de uma mesa do apartamento dela e entrara em coma) e Jerry é mandado a uma penitenciária.

Maggie consegue convencer Bainbridge a depor no julgamento e revela que ele era J J Jadway! Logo depois, o julgamento transcorre normalmente e o livro é inocentado, assim como Ben Fremont. Depois, Barrett e Maggie comemoram a vitória no apartamento dele.

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