Panzerkampfwagen VI Tiger II

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Panzer VI Tiger II
King Tiger 1.jpg

Tiger II em exposição pública. La Gleize, Bélgica.

Tipo Carro de combate pesado
Local de origem  Alemanha Nazi
História operacional
Guerras Segunda Guerra Mundial 1944-1945
Histórico de produção
Fabricante Henschel & Son / Krupp (torre)
Quantidade
produzida
492
Especificações
Peso 151 014 lb (68 500 kg)
Comprimento 21 ft (6 401 mm)
Largura 12,4 ft (3 780 mm)
Altura 10,2 ft (3 109 mm)
Equipa 5 comandante, atirador, municiador, operador de rádio e motorista.

Calibre 88 mm (9 cm)

Blindagem do veículo in (25 mm)
a 7 in (178 mm)
Armamento
primário
Um Canhão de 8.8 cm KwK 43 L/71
Armamento
secundário
Uma Metralhadora MG34 de 0,3 in (8 mm)
Motor Maybach HL 230 P30 V12
700PS (690hp, 515kW)
Transmissão Maybach OLVAR EG 40 12 16 B (8 à frente e 4 à ré)
Suspensão Barra de tensão
Capacidade de combustível 190 galão imperial (860 Litros)
Alcance
Operacional
110 mi (177 km), estrada
75 mi (121 km), fora de estrada.
Velocidade 41,5 km/h


O Königstiger, cuja tradução literal em alemão é "tigre rei", foi um dos mais poderosos tanques de guerra usados pelo eixo na Segunda Guerra Mundial (é necessário ressaltar que havia também a definição de Tanque antitanque, não estando entre eles o Königstiger; o veículo de guerra blindado mais poderoso da Segunda Guerra Mundial era o Jagdtiger). Há diversas controvérsias sobre seu verdadeiro nome, sendo inicialmente chamado de "Tiger II", e apelidado de "Tiger King" pelos britânicos. Os alemães também o chamavam de "Tigre de bengala".

A necessidade da sua construção, decorre das análises feitas pelos oficiais alemães aos tanques soviéticos depois do inicio do conflito em 1941. No caso dos carros médios (como o T-34) optou-se por produzir o tanque «Panther» mas no caso dos tanques mais pesados, continuava a existir a possibilidade de os soviéticos conseguirem superar os tanques alemães, como o Tiger I que foi concebido no final da década de 1930, não incluindo por exemplo laterais inclinadas.

A sua blindagem permitia-lhe resistir a média e longa distância a praticamente todo o arsenal blindado aliado e completamente imune a qualquer tiro disparado por qualquer arma antitanque da época. No entanto o seu reduzido número (uma produção total de 489 unidades, chegando-se a atingir uma média de apenas 15 dias para a produção de cada unidade.), falhas mecânicas, seu peso excessivo e a perda da supremacia aérea levou a que nada influenciasse o resultado final da II Guerra Mundial. Não se encontrava integrado nas divisões Panzer de forma habitual sendo adstrito às mesmas somente em necessidade encontrando-se organizados em batalhões de tanques pesados independentes.

Embora fosse um carro de combate superior aos T-34 e Shermans utilizados pelos aliados, sua produção, em parte pela complexidade do veículo, e em parte pela deterioração do parque industrial alemão e falta de matérias primas, era reduzida, e portanto a produção em massa dos demais venceu a primazia técnica deste veículo formidável.

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