Tomás Maldonado

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Tomás Maldonado (1922, Buenos Aires, Argentina) é um professor e pintor argentino, designer e teórico.

Inciou o ensino em 1955 na escola alemã "Hochschule für Gestaltung Ulm" (HFG), por convite de Max Bill (reitor da escola) em 1945, posição que teria a partir de 1964-1966.

Enquanto professor da HFG, Maldonado foi considerado um dos principais fundadores do modelo Ulm, doutrina que ainda exerce influência em todas as escolas de design industrial, por todo o mundo. Actualmente vive em Itália.

Biografia[editar | editar código-fonte]

Em 1922, Nasce em Buenos Aires, Argentina. A sua formação académica iniciou-se na Escuela Nacional de Bellas Artes Prilidiano Pueyrredon, iniciando assim todo um percurso sedimentado na defesa de uma abstracção ponderada e racional.

Em 1946 foi publicado na revista Arte Concreto-Invención, em Buenos Aires, o manifesto Invencionista assinado por Tomás Maldonado, Jorge Brito, Alfredo Hlito, e Claudio Girola. Nele é reafirmado o fim da arte como representação e ilusão, e que "a estética científica substituirá a milenar estética especulativa e idealista.1 2

Em 1948 conhece Max Bill; seis anos depois é convidado a leccionar na Hochschule für Gestaltung Ulm-HFG, onde mais tarde será reitor.

De 1955 a 1967, lecciona design na Escola de Ulm Hochschule für Gestaltung Ulm-HFG, Alemanha. De 1964 a 1966, é reitor desta mesma instituição.

Em 1965 é Lethaby Lecturer do Royal College of Arts de Londres. Em 1966 é considerado parceiro do Council of Humanities Princeton University.

De 1966 a 1969, torna-se presidente da comissão executiva do ICSID. De 1976 a ?, é professor de letras e filosofia na Universidade de Bolonha, em simultâneo professor de eco-design (environmental design), no Politécnico de Milão.

De 1979 a 1983, torna-se director da revista de arquitectura Casabella.3

Prémios[editar | editar código-fonte]

Obra[editar | editar código-fonte]

Citações[editar | editar código-fonte]

"O engenheiro trabalha com o quilômetro, o arquiteto com o metro, o designer com o centímetro".

Bibliografia[editar | editar código-fonte]

Trabalhos[editar | editar código-fonte]

Referências