Torcida Organizada Império Alviverde

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A Torcida Organizada Império Alviverde, conhecida apenas por Império Alviverde ou pelo acrônimo IAV, é uma torcida organizada de futebol. Tem como presidente, desde 2001, Luiz Fernando Corrêa, o Papagaio.

Imperio Alviverde

História[editar | editar código-fonte]

1977 a 1991[editar | editar código-fonte]

O ano era 1977, o jogo era um Atletiba, final do primeiro turno do Campeonato Paranaense. Foi quando um grupo de amigos tiveram a idéia de fazer duas bandeiras e assistir ao jogo. Durante algum tempo estes amigos iam aos jogos apenas para levar suas bandeiras, foi quando o pessoal da Camisa Zero, uma das torcidas do clube na época, chamou os garotos para irem aos jogos com eles. “A gente foi com eles e começou a se enturmar com o pessoal. Daí nós achamos bacana aquele negócio de torcida organizada e começamos a se organizar para montar a nossa”, relembrou Luizão Stellfeld.

Nascia então, no dia 2 de outubro de 1977, a Império Alviverde. O jogo era a final do Campeonato Paranaense daquele ano, contra o Grêmio Maringá. A partida foi disputada no Couto Pereira, terminando com o placar de 1x1.

Inicialmente a Império se resumia a um grupo de amigos que se reuniam todos os finais de semana para assistirem aos jogos do Coritiba (foto). Esses jovens nunca imaginaram que a torcida poderia aumentar tanto, mas, com o passar dos anos, o Coritiba necessitaria de uma torcida que incentivasse e defendesse a nação Coxa-Branca, e a Império Alviverde assume este papel no início do ano de 1988. Em 1991, a torcida rompe com a diretoria do Coritiba após discutir com Evangelino Neves, tornando-se independente.

Foi uma das melhores épocas para o crescimento da torcida. A torcida não tinha sede e as camisetas eram vendidas por apenas R$ 10,00 (Dez reais), o que fez com que muitos participassem, foi à década dos “comandos gigantes”, grupos de torcedores de diversas regiões de Curitiba.

1992 a 2004[editar | editar código-fonte]

Na década de 90 se consolida como a maior torcida organizada do Coritiba, quando, na noite de 13 de dezembro de 1995, proporciona o maior show pirotécnico que uma torcida paranaense havia realizado até então. Com o Couto Pereira repleto de sinalizadores, fogos de artifícios e bandeiras, o Coritiba aplica uma goleada inesquecível de 3x0 no rival e retorna à primeira divisão. Definitivamente, um show pirotécnico de arrepiar a alma alviverde.

Novamente em um AtleTiba, a Império Alviverde impressiona, ainda no ano de 1995: um total de 100 bandeiras, somadas às outras 42 já existentes, são estendidas por toda a extensão do estádio. Comprovando a sua grandiosidade, a torcida encerra o ano com a maior quantidade de bandeiras dentre as torcidas do Brasil, 242.

Em 2001, Luizão Stellfeld deixa a presidência da Império. Quem assume então é Luiz Fernando Correa, o Papagaio.

A Império fica reconhecida pelas suas inovações, e vai além: cria novos artifícios de manifestação, como a fumaça verde e o show de luzes, marcas registradas da torcida. Em 2001, num AtleTiba, estréia seu bandeirão, um dos mais bonitos do Brasil, que mede 60x17m.

Em 2002, a torcida lança seu site na internet, e, em 2003, é criado o estatuto oficial da Império. Somente após 26 anos, a mesma é registrada perante a lei.

No ano de 2004, na disputa da Copa Libertadores da América, a torcida inaugura seu segundo bandeirão, medindo 50x12m, e renova suas faixas, incluindo as verticais, que são esticadas do 2º ao 3º anel da curva de entrada do Couto Pereira, bandeiras e instrumentos, a torcida busca uma melhor organização.

2005 a 2010[editar | editar código-fonte]

Ao longo de sua existência a Império sempre promoveu ações sociais isoladas. A partir de novembro de 2006 estas ações se tornaram um projeto grandioso. O projeto da Torcida Social surgiu não só para ampliar as ações sociais como apresentar um novo modelo de torcida organizada, passando a fazer parte da cultura do torcedor.

Ainda em 2006, a Império Alviverde comemora seu aniversário de 29 anos organizando um show com bandas famosas no espaço Callas. Festa essa que proporcionou a gravação do primeiro DVD de festas da organizada, feito que se repete desde então devido ao grande sucesso da festa, sendo a primeira torcida a fazer um evento deste porte no Paraná.

Em 07 de julho 2007, depois de sete anos proibidas nos estádios, a Império voltou a usar bandeiras com mastros de bambu ao Alto da Glória. Foi no jogo contra o CRB, vitória do Coritiba por 2x1. Já no dia 12 de outubro de 2007, na data do aniversário de 98 anos do Coritiba, a torcida estreou seu primeiro camisão. A estréia ocorreu no jogo contra o Criciúma, vencido pelo Coritiba por 1x0 perante 36 mil pessoas.

Em 31 de março de 2008 inaugura sua loja de 600m2 em frente ao estádio Couto Pereira. Em 2009 a Império lança um novo site com loja virtual.

A Império Alviverde é uma torcida grandiosa e crescente, faz parte da história do clube e tem como único objetivo apoiar o Coritiba ao longo dos tempos.

A Império se destaca da mídia como uma das maiores e mais bonitas torcidas do Brasil, sendo manchete em vários jornais com o Green Hell, um verdadeiro espetáculo na arquibancada. Ao mesmo tempo, após a queda do Coritiba para Série B, a imagem da organizada ficou prejudicada após ser apontada pela mídia como responsável pela "Batalha Campal" ocorrida no dia 6 de dezembro de 2009, na partida contra o Fluminense.

Green Hell[editar | editar código-fonte]

O Green Hell é uma festa incrível feita pela torcida do Coritiba, e principalmente a IAV, o Green Hell surgiu em 2009 em uma semi-final da Copa do Brasil contra o Internacional.

Desde então essa festa vêm tendo grande repercussão e é constantemente elogiada pela mídia brasileira.

Desde a proibição de fogos de artifício nos estádios, a I.A.V inovou no Green Hell realizado no dia 11/07/12 o "Green Hell Tecnológico"

Aliadas[editar | editar código-fonte]