Tractatus Theologico-Politicus

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Tractatus Theologico-Politicus

Escrito pelo filósofo holandês, de origem portuguesa, Baruch Spinoza o Tractatus Theologico-Politicus ou Tratado político-teológico foi um dos textos mais controversos do início do período moderno, tendo sido publicado em 1670 de forma anônima. Esse trabalho foi uma defesa para o trabalho posterior de Spinoza, Ética_(livro), pois já nessa obra ficam expressos algumas de suas ideias filosóficas, teológicas e propostas de liberdade de pensamento. O livro foi banido em 1674.[1]

Esse trabalho foi publicado de forma anônima em 1670 por Jan Rieuwertsz em Amsterdam. Para proteger o autor e o editor de possíveis revides políticos, a cidade da publicação consta como Hamburg e o editor como Henricus Kunraht. A obra foi escrita em latim novo ao invés do holandês popular como forma de evitar a censura das autoridade holandesas.

As duas influências filosóficas mais significantes no Political-Theological Treatise foram Moses Maimônides e Thomas Hobbes. Enquanto a visão de cada pensador corre ao longo do texto, Maimonides influenciou fortemente a perspectiva de Spinoza da religião, a filosofia política dos últimos capítulos tem grande influência de Hobbes.

Conteúdo[editar | editar código-fonte]

O livro provê uma crítica da intolerância religiosa e faz um apelo para uma sociedade secular, enquanto trata de duas questões principais: crítica da religião e filosofia política.

Referências

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