Trancoso

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Trancoso
Brasão de Trancoso Bandeira de Trancoso
Brasão Bandeira
Trancoso2.jpg
Localização de Trancoso
Gentílico Trancosense ou Trancosano
Área 361,52 km²
População 9 878 hab. (2011)
Densidade populacional 27,32 hab./km²
N.º de freguesias 21
Presidente da
Câmara Municipal
Amílcar Salvador (PS)
Fundação do município
(ou foral)
1157
Região (NUTS II) Centro
Sub-região (NUTS III) Beira Interior Norte
Distrito Guarda
Antiga província Beira Alta
Orago Santa Maria e São Pedro
Feriado municipal 29 de Maio
Código postal 6420
Sítio oficial http://www.cm-trancoso.pt
Municípios de Portugal Flag of Portugal.svg

Trancoso é uma cidade portuguesa, pertencente ao Distrito da Guarda, região Centro e sub-região da Beira Interior Norte, com cerca de 3 200 habitantes, situada num planalto em que o ponto mais alto tem 898 m de altitude. Foi elevada a cidade em 9 de Dezembro de 2004.

É sede de um município com 361,52 km² de área[1] e 9 878 habitantes (2011),[2] [3] subdividido em 21 freguesias.[4] O município é limitado a norte pelo município de Penedono, a nordeste por Meda, a leste por Pinhel, a sul por Celorico da Beira, a sudoeste por Fornos de Algodres, a oeste por Aguiar da Beira e a noroeste por Sernancelhe.

Trancoso é um dos poucos municípios de Portugal territorialmente descontínuos,[5] estando uma das suas freguesias (Guilheiro) separada do resto do município por uma estreita faixa de território pertencente à freguesia de Arnas, do concelho de Sernancelhe; uma vez que este último município pertence ao distrito de Viseu, isto torna territorialmente descontínuo o distrito da Guarda (existência de um exclave),[6] criando um enclave no interior do distrito de Viseu,[7] casos únicos em Portugal.[8]

Praça D. Dinis e Igreja da Misericórdia.

Topónimo[editar | editar código-fonte]

A origem do nome "Trancoso" motiva hoje em dia a especulação e a imaginação[9] . Existem pelo menos duas explicações, ambas de pendor mitológico. Tais explicações, contudo, poderão não ser tão fantasiosas como à partida seríamos levados a pensar. Uma destas explicações refere que o nome deriva de "troncoso", ou seja, o nome ficaria a dever-se ao facto de existirem árvores de grande porte na região em que a cidade foi fundada. De facto, Artur Taborda de Morais[10] , no estudo "As árvores notáveis de Portugal", descreve individualmente o "Castanheiro do Campo - Castanea sativa Mili[11] " e o "Freixo Grande de Trancoso - Fraxinus oxicarpa Willd"[12] . O segundo, que foi considerado por Charles Joly (1818-1902)[13] , em 1893, uma das maiores árvores da Europa[14] , já não existe, mas ainda hoje é possível observar árvores impressionantes como a "Tília Grande de Trancoso". Outra explicação, que específica concretamente um ato de fundação, um pouco à semelhança de Roma (cf. Fundação de Roma), refere que a cidade terá sido fundada por um emissário vindo do Egipto ou da Etiópia. O nome do emissário seria Awseya Tarakos, que mais tarde viria a ser rei da Etiópia, da dinastia salomónica[15] . Existem, também, outras cidades europeias cujos nomes têm algumas semelhanças com Trancoso, podendo haver alguma relação entre eles (Tarragona, Tarascon, etc.). Em Portugal, atualmente, é possível encontrar a designação Trancoso para outras localidades e lugares. Existe, ainda, um rio no norte de Portugal, afluente do rio Minho, que tem esse nome[16] .

História[editar | editar código-fonte]

Igreja de São Pedro do século XVII

Com os seus numerosos monumentos, da arquitectura civil, religiosa e militar constitui um dos mais expressivos e belos centros históricos do país[17] , visitado anualmente por muitos milhares de pessoas. Estes monumentos distribuem-se um pouco por todo o concelho.

Na arquitectura religiosa, destacam-se na sede de concelho, as igrejas paroquiais, de Santa Maria e de São Pedro, e a igreja da Misericórdia. Na arquitectura civil, encontramos a Casa dos Arcos, do século XVI, a Casa do Gato Preto (um curioso edifício do antigo bairro judaico), e o Pelourinho[18] [19] [20] [21] [22] , bela peça do mais puro estilo manuelino.

Nesta cidade nasceram também o profeta e sapateiro António Gonçalves Annes Bandarra e o Padre Francisco Costa.

Pré-história e Antiguidade[editar | editar código-fonte]

A cidade de Trancoso, devido à sua localização, entre os rios Douro, Côa e Mondego faz parte de um conjunto de fortalezas situadas junto da serra da Estrela e da fronteira com Espanha. A sua localização privilegiada constitui um importante ponto de observação por sobre algumas das principais vias romanas que cruzam a região[23] [24] [25] , nomeadamente aquela que fazia a ligação entre Braga e Mérida. Em todo o caso, este é um assunto até agora pouco aprofundado, tanto mais que, numa época mais próxima de nós, até mesmo o estudo das vias de comunicação existentes no Portugal da Idade Média se encontra ainda numa fase embrionária[26] .

Assim, dada a sua localização, compreende-se a importância que esta cidade já tinha antes da fundação de Portugal. Durante a Reconquista trata-se de umas das praças fortes que mais disputa suscitou. Luís de Camões refere que a conquista de Beja, por D. Afonso Henriques, correspondeu a uma espécie de vingança pelo facto de Trancoso ter sido destruída ("Já na cidade Beja vai tomar / Vingança de Trancoso destruída[27] ").

Não muito longe da cidade, encontra-se um importante sítio arqueológico considerado Património Mundial: sítios de arte rupestre do Vale do Coa. Desse modo, somos levados a pensar que toda esta região é habitada desde tempos imemoriais.

Época Medieval[editar | editar código-fonte]

Trancoso encontra-se hoje rodeada de muralhas, da época dionisiana, com um belo castelo, também medieval, a coroar esse majestoso conjunto fortificado.

Aqui se travaram importantes batalhas, entre as quais a de Trancoso[28] , em 1385, num planalto a poucos quilómetros do centro histórico, que impôs pesada derrota às tropas invasoras e que antecipou o resultado da batalha de Aljubarrota.

Trancoso Contemporâneo[editar | editar código-fonte]

Trancoso foi elevada a cidade em 9 de Dezembro de 2004.

Não esquecendo a antiguidade, porém, Trancoso mantêm traços medievais no centro histórico quase inalteráveis, sendo o exterior um meio urbano já moderno e planeado.

Na contemporaneidade, o município de Trancoso tem vindo a estabelecer diversas parcerias com outros municípios aos níveis nacional e internacional. No caso de ligações directas com outros municípios destacam-se as geminações. Neste caso, até ao presente momento, constata-se que a cidade de Trancoso encontra-se geminada com outros municípios em Portugal, Brasil e Cabo Verde. No caso de ligações envolvendo diversos municípios, o município faz parte da Comunidade Intermunicipal das Beiras e Serra da Estrela (CIM-BSE).

A nível internacional, no âmbito dos projectos de cooperação transfronteiriça, o município integra a comunidade de trabalho Beira Interior Norte - Diputación de Salamanca (BINSAL), constituindo esta comunidade uma das regiões transfronteiriças entre Portugal e Espanha. Este espaço pode ser brevemente descrito nos seguintes termos:

"O espaço transfronteiriço que engloba a Comunidade de Trabalho da Beira Interior Norte – Deputación de Salamanca, é composto em território português por nove Municípios, que são: Almeida, Figueira de Castelo Rodrigo, Celorico da Beira, Guarda, Manteigas, Meda, Pinhel, Sabugal e Trancoso. Da parte espanhola a Diputacion de Salamanca tem a seu cargo as Comarcas: Alba de Tormes, Ciudad Rodrigo, Fuente de San Esteban, La Sierra, Ledesma, Peñaranda de Bracamonte, Salamanca e Vitigudino[29] ."

Curiosidades[editar | editar código-fonte]

Histórias de Trancoso[editar | editar código-fonte]

O contista Gonçalo Fernandes Trancoso, considerado um dos primeiros contistas da língua portuguesa, escreveu os Contos & Histórias de Proveito & Exemplo (1575). Este livro foi editado também no Brasil e está na origem de uma expressão brasileira para designar uma série de contos infantis e, de um modo geral, a literatura fantástica de tradição popular.

Alguns exemplos da presença da expressão no Brasil:

"Nossa cultura é muito rica em demasiadas histórias, das mais diversas as mais absurdas. As regiões brasileiras contam com imenso acervo de lendas, costumes, causos, folclores, histórias populares, de trancoso (ou troncoso) etc. Os nossos avós e pais cresceram ouvindo esses mitos, repassando para a gente como forma de nos intimidar e colocar regras, principalmente nos mais traquina[30] ."

"As histórias de Trancoso são uma tradição popular que permanece viva até os dias de hoje na região do Cariri. Isabel Maria é uma contadora de histórias da cidade de Juazeiro do Norte, no Ceará, que resgata os contos e histórias de antigamente"[31] .

A única cópia da primeira edição do livro de Gonçalo Fernandes Trancoso encontra-se em Washington, DC:

"A primeira edição dos Contos & Histórias de Proveito & Exemplo data do ano de 1575, altura em que foram impressos por António Gonçalves. O texto foi adquirido no ano de 1923 pelo historiador e diplomata brasileiro Manuel de Oliveira Lima. Falecendo em 1928, nos E.U.A., terá legado este volume juntamente com a sua biblioteca, à biblioteca da Universidade Católica da América, a qual integra actualmente a Biblioteca Oliveira Lima, em Washington, DC (DUARTE, 2008: 97-98)[32] ."

No começo do séc. XX, em 1921, Agostinho de Campos reeditou o livro das Histórias de Trancoso, denominando-as "Antologia Portuguesa". Mais recentemente, em 1982, Irene Avilez Teixeira, uma antiga professora primária, legou para a posterioridade um livro intitulado Trancoso - Terra de Sonho e Maravilha, que pode ser considerado uma versão contemporânea dos contos de Trancoso. Esta tradição, por assim dizer, ainda está de algum modo patente na recente apresentação da peça O Segredo da Arca de Trancoso, de Luiz Felipe Botelho, no Teatro Nacional D. Maria II.

Um exemplo típico do que poderia ser uma verdadeira História de Trancoso:

"Iniciou-se então a exploração até à estação de Mondim da Beira em 1910; de Mondim da Beira até Moimenta da Beira, via Salzedas em 1912; de Moimenta da Beira a Ponte do Abade em 1913, via Arcozelos, Faia e Vila da Ponte; de Ponte do Abade a Trancoso em 1915; e de Trancoso a Celorico da Beira em 1916, via Chafariz dos Ventos e Frexes (cf. Linha Férrea Entre-Douro e Beira[33] ."

Terras de D. Urraca[editar | editar código-fonte]

D. Pedro Afonso Viegas nascido em 1130 e neto de D. Egas Moniz foi Tenente na localidade de Trancoso em 1184 e na localidade de Neiva em 1187. Pedro Viegas era possuidor de extensos domínios ao Sul do rio Douro.

Naquele tempo de guerras e vida atribulada era o noivo quem dava o dote à noiva, como garantia de segurança, em caso de morte. Foi assim que D. Urraca, filha do rei D. Afonso Henriques e dos seus amores com D. Elvira Gualter recebeu muitos terrenos com a morte do marido. Essas terras actualmente pertencem ao concelho da Mêda e continuam conhecidos por Terras de D. Urraca.

As condições climáticas e a situação na transição do granito para o xisto, permitiram que nessas terras se produzisse um vinho famoso, que se destaca pelas suas qualidades que provém cepa régia que lhe deu origem e que actualmente nasceu um Vinho Denominação de Origem Controlada - DOC 2001 - "Dona Urraca".

Transportes[editar | editar código-fonte]

O principal e único centro ferroviário do município fica em Vila Franca das Naves, na linha da Beira Alta. Desse modo, por essa mesma linha, é possível, por um lado, em direcção ao litoral, viajar de comboio entre Trancoso, Coimbra e Lisboa. Por outro, na direcção da fronteira, a cidade é ligada à Guarda e, do lado espanhol, com Salamanca e Madrid, bem como existe uma ligação até Paris através do Sud Expresso. Além disso, a cidade de Trancoso fica perto doutras estações importantes na referida linha da Beira Alta e na linha do Douro.

Esteve projectada uma ligação entre as linhas do Douro e da Beira Alta, tendo sido construída uma ponte no Peso da Régua. Infelizmente, tal linha ainda não foi realizada, facto este que contribui para que toda a região estivesse privada das necessárias ligações ao resto do país e ao estrangeiro por via férrea. A recente conclusão da auto-estrada que liga Trancoso à A25 veio mitigar as deficiências existentes nas vias de comunicação, mas a situação está longe de ser resolvida.

Demografia[editar | editar código-fonte]

População do concelho de Trancoso (1801 – 2011)
1801 1849 1900 1930 1960 1981 1991 2001 2011
10 349 13 910 17 966 17 602 18 224 13 099 11 484 10 889 9 878

Economia[editar | editar código-fonte]

Feiras de Trancoso[editar | editar código-fonte]

As feiras de Trancoso, desde a Idade Média, têm uma expressão significativa na região[34] [35] , inclusivamente em Castela[36] , na vizinha Espanha.

Feira de São Bartolomeu[editar | editar código-fonte]

A feira realiza-se em Trancoso durante o mês de agosto, desde 1273:

"Apresenta inclusa carta de D. Afonso, feita pelo notário Pero Pais, em Lisboa, a 8 de Agosto de 1311 E. C. [1273 d. C.], mandando fazer uma feira anual na vila de Trancoso. A feira deverá começar oito dias antes do dia de S. Bartolomeu e durar 15 dias[37] ."

Esta feira anual de Trancoso realiza-se numa altura escolhida para a realização doutras feiras no mundo. Destaca-se, em particular, a realizada em Londres ("Bartholomew Fair"), entre 1133 e 1855[38] . Na vizinha Espanha, por exemplo, realiza-se também uma feira de São Bartolomeu em Martos ("Feria y Fiestas de San Bartolomé"[39] ), na provincia de Jaén.

Turismo[editar | editar código-fonte]

A cidade de Trancoso mantém ainda a traça de um centro histórico medieval, que outras cidades portuguesas, como por exemplo Viseu[40] , por virtude dos processos de crescimento da cidade durante o séc. XIX, não preservaram. Desse modo, uma visita a Trancoso constitui uma viagem no tempo e permite ao visitante apreender e questionar a evolução das cidades e das suas formas ao longo do tempo.

Contudo, apesar de ter preservado grande parte da sua cintura amuralhada, uma visita à cidade de Trancoso, ao seu centro histórico, revela alterações na sua morfologia e arquitetura. Ora, estes são sinais da existência ainda hoje de um espaço histórico vivo e dinâmico, que distingue a cidade doutros dos núcleos urbanos da rede de Aldeias Históricas de Portugal.

O turismo cultural em Trancoso possibilita incursões em universos do saber que estão relacionados com a própria história da cidade (ex.: Medievalística, etc.).

A cidade, procurando desenvolver o turismo de natureza cultural, tem estabelecido algumas parcerias com outras cidades. Em Portugal, como foi referido acima, faz parte da rede de Aldeias Históricas. Em termos europeus, existem condições para o estabelecimento de novas parcerias e redes que poderão contribuir para o desenvolvimento do potencial turístico da cidade. Neste último caso, por exemplo, encontram-se a Associação Europeia de Cidades e Regiões Históricas, a associação internacional Cidades Europeias Amuralhadas e o Fórum Ibérico de Cidades Amuralhadas.

Cultura e Património[editar | editar código-fonte]

Gastronomia[editar | editar código-fonte]

Monumentos[editar | editar código-fonte]

Monumentos Nacionais[editar | editar código-fonte]

  • Castelo de Trancoso (desde 1921)
  • Castelo de Moreira de Rei (desde 1932)
  • Igreja de Sta. Marinha - Moreira de Rei (desde 1932)
  • Planalto da Batalha de São Marcos (desde 2004)
  • Pelourinho de Trancoso (desde 1910)
  • Pelourinho de Moreira de Rei (desde 1932)
  • Muralhas de Trancoso (desde 1921)
  • Sepulturas Antropomórficas de Moreira de Rei (desde 1932)

Imóveis de Interesse Público[editar | editar código-fonte]

  • Capela Sta. Luzia - Trancoso (desde 1953)
  • Igreja Matriz - Torre do Terrenho (desde 1977)
  • Igreja Nossa Sra. da Fresta - Trancoso (desde 1944)
  • Pelourinho de Guilheiro (desde 1933) 
  • Sepulturas Antropomórficas - Trancoso (desde 1978) 
  • Solar dos Brasis - Torre do Terrenho (desde 1977) 
  • Via antiga do Sintrão (desde 1997) 

Judiaria de Trancoso[editar | editar código-fonte]

Existia na cidade de Trancoso uma importante judiaria ou bairro judeu.

No centro da cidade é possível observar alguns edifícios com características da arquitectura judaica.

  • Casa do Gato Preto
  • Centro de Interpretação Isaac Cardoso
  • Marcas da Judiaria de Trancoso

Educação[editar | editar código-fonte]

  • Agrupamento de Escolas de Trancoso
  • Escola Profissional de Trancoso

Desporto[editar | editar código-fonte]

No concelho de Trancoso praticam-se diversas modalidades desportivas.

O Grupo Desportivo de Trancoso foi fundado em 1964[41] .

Trancosenses Ilustres[editar | editar código-fonte]

Freguesias[editar | editar código-fonte]

Freguesias do concelho de Trancoso.

O concelho de Trancoso está dividido em 21 freguesias:

Cidades gémeas[editar | editar código-fonte]

Galeria de Imagens[editar | editar código-fonte]

Notas e Referências

  1. Instituto Geográfico Português (2013). Áreas das freguesias, municípios e distritos/ilhas da CAOP 2013 (XLS-ZIP). Carta Administrativa Oficial de Portugal (CAOP), versão 2013. Direção-Geral do Território. Página visitada em 28/11/2013.
  2. INE. Censos 2011 Resultados Definitivos – Região Centro. Lisboa: Instituto Nacional de Estatística, 2012. p. 114. ISBN 978-989-25-0184-0 ISSN 0872-6493 Página visitada em 27/07/2013.
  3. INE (2012). Quadros de apuramento por freguesia (XLSX-ZIP). Censos 2011 (resultados definitivos). Instituto Nacional de Estatística. Página visitada em 27/07/2013. "Tabelas anexas à publicação oficial; informação no separador "Q101_CENTRO""
  4. Lei n.º 11-A/2013, de 28 de janeiro: Reorganização administrativa do território das freguesias. Anexo I. Diário da República, 1.ª Série, n.º 19, Suplemento, de 28/01/2013.
  5. Instituto Geográfico do Exército (cartografia): Limites do concelho de Trancoso
  6. Instituto Geográfico do Exército (cartografia): Limites do distrito da Guarda
  7. Instituto Geográfico do Exército (cartografia): Limites do distrito de Viseu
  8. Jornal Nova Guarda, "A Guarda, o distrito descontínuo", notícia de 17/03/2010. Acedida a 13/08/2011.
  9. TEIXEIRA, Irene Avilez (1982). Trancoso - Terra de sonho e maravilha. Trancoso.
  10. Universidade de Coimbra. MORAIS, Artur Augusto Taborda de (1902-?). URL: http://www.uc.pt/org/historia_ciencia_na_uc/autores/MORAIS_arturaugustotabordade. Consulta em 17 de março de 2014
  11. MORAIS, Artur Taborda (1937). "Castanheiro do Campo - Castanea sativa Mili", Anuário da Sociedade Broteriana, Ano III, pp. 34-37.
  12. MORAIS, Artur Taborda (1937). "Freixo Grande de Trancoso - Fraxinus oxicarpa Willd", Anuário da Sociedade Broteriana, Ano III, pp. 38-41.
  13. BnF. Notice d'autorité personne. Joly, Charles (1818-1902) forme internationale. URL: http://catalogue.bnf.fr/servlet/autorite?ID=11628490&idNoeud=1.1&host=catalogue. Consulta em 17 de março de 2014
  14. JOLY, Ch. (1893). "Note sur quelques Arbres géants du Portugal", Journal de la Société Nationale d'Horticulture de France, Tome XV, 3e Série, pp.2-3.
  15. Ethiopedia or Encyclopedia for Ethiopia (2007). Kings and Queens of Ethiopia 4470 B.C.E. to 1930 A.D. URL: http://ethiopedia.blogspot.pt/2007/01/kings-and-queens-of-ethiopia-4470-bce.html. Consulta em 17 de março de 2014
  16. INFOPÉDIA. Rio Minho. Porto: Porto Editora, 2003-2014. URL: http://www.infopedia.pt/$rio-minho. Consulta em 17 de março de 2014
  17. CORREIA, Joaquim Manuel (1989). Trancoso. Notas para uma monografia. Trancoso.
  18. CARDOSO, Nuno Catarino (1936). Pelourinhos das Beiras. Lisboa.
  19. CHAVES, Luís (1938). Os Pelourinhos. Elementos para o seu catálogo geral. Lisboa.
  20. MALAFAIA, E. B. de Ataíde (1997). Pelourinhos Portugueses, Tentâmen de Inventário Geral. Lisboa.
  21. REAL, Mário Guedes (1968). "Pelourinhos da Beira Alta", Beira Alta, vol. XXVII. Viseu.
  22. SOUSA, Júlio Rocha e (1998). Pelourinhos do Distrito da Guarda. Viseu.
  23. FIGUEIREDO, C. (1952). Subsídios para o estudo da viação romana das Beiras, Beira Alta. Viseu.
  24. FIGUEIREDO, C. (1953). Subsídios para o estudo da viação romana das Beiras, Beira Alta. Viseu.
  25. MAIA, Manuel (1979). Vias romanas no território dos "Interannienses". Lisboa: Dir.-Geral do Património Cultural.
  26. MONTEIRO, Helena (2012). A estrada de Beira: reconstituição de um traçado medieval. Dissertação de mestrado em História, especialização em História Medieval. Faculdade de Ciências Sociais e Humanas, Universidade Nova de Lisboa. URL: http://run.unl.pt/handle/10362/8340. Consulta em 17 de março de 2014
  27. The Project Gutenberg EBook of Os Lusíadas, by Luís Vaz de Camões. URL: http://www.gutenberg.org/files/3333/3333-h/3333-h.htm. Consulta em 17 de março de 2014
  28. ARNAUT, Salvador Dias (1986). Acerca da Batalha de Trancoso. Trancoso.
  29. http://www.territoriobinsal.com/interreg.html BINSAL - Apresentação
  30. Cf. http://www.caldeiraodochico.com.br/lendas-folclores-e-historias-de-trancoso/
  31. Cf. http://www.ebc.com.br/infantil/galeria/audios/2013/05/izabel-maria-contadora-de-historias-de-trancoso
  32. DUARTE, C. (2008). "Os contos de Trancoso: análise linguística", Revista Philologus, n.° 41, pp. 97-110. URL: http://filologia.org.br/revista/41/os_contos_de_trancoso_analise_linguistica.pdf.
  33. Cf. http://sernancelhe-castanha.planetaclix.pt/Linha-ferrea-beira-01.htm
  34. RAU, Virgínia (1982). Feiras medievais portuguesas: subsídios para o seu estudo. Lisboa Editorial Presença.
  35. MORENO, H. (1988). "A feira de Trancoso nos séculos XIV e XV", Revista de Ciências Históricas, Vol.3, pp. 217-221.
  36. PEREIRA, A. (1999). "Centralidades históricas no interior beirão". In Marques Reigado e António J.F. Matos (Coord.), Beira Interior como região de fronteira: actualidade e perspectivas. Actas do Seminário da Beira Interior. Covilhã: Universidade da Beira Interior.
  37. http://digitarq.dgarq.gov.pt/details?id=3871242 | À vila de Trancoso, confirmação de vários privilégios.
  38. Chisholm, Hugh, ed. (1911). "Bartholomew Fair". Encyclopædia Britannica (11th ed.). Cambridge University Press.
  39. http://www.martos.es/index2.cfm?codigo=3399 | Feria y Fiestas de San Bartolomé. Consulta em 16 de março de 2014
  40. IGESPAR | Muralhas e Portas Antigas da Cidade | 17 de março de 2014 | url=http://www.igespar.pt/pt/patrimonio/pesquisa/geral/patrimonioimovel/detail/70675/
  41. Associação de Futebol da Guarda. Consulta em 18 de março de 2014

Ligações externas[editar | editar código-fonte]


Concelhos do Distrito da Guarda Localização do distrito de Guarda
Aguiar da Beira
Almeida
Celorico da Beira
Figueira de Castelo Rodrigo
Fornos de Algodres
Gouveia
Guarda
Manteigas
Mêda
Pinhel
Sabugal
Seia
Trancoso
Vila Nova de Foz Coa
Aguiar da Beira
Almeida
Celorico da Beira
Figueira de Castelo Rodrigo
Fornos de Algodres
Gouveia
Guarda
Manteigas
Mêda
Pinhel
Sabugal
Seia
Trancoso
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