Trekking

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Trekking

Trekking é uma palavra de origem sul-africana que significa seguir um trilho[1] ou o chamado percurso pedestre e fazê-lo a pé. Como desporto está inserido na modalidade de pedestrianismo. Só há quem não lhe chame de caminhada porque é talvez mais competitiva, é longa e implica dormir “fora”, em abrigos ou tendas, mudando de lugar como se um excursionista ou um peregrino a pé se trata-se, enquanto numa vulgar ou mais comum se regressa ao ponto de partida para passar a noite[2] , no fim, é um passeio na Natureza por mais que um dia seguido.

Enduro a pé de regularidade[editar | editar código-fonte]

O Trekking ou Enduro a pé de regularidade é um esporte constituído de provas onde se devem percorrer trilhas preestabelecidas em planilhas que fornecem informações como figuras representativas sobre o caminho, direções para navegação por bússola, velocidade de caminhada e comprimento dos trechos do percurso. Os desenhos ajudam a identificar o percurso a ser seguido. Esses desenhos podem representar árvores caídas, cercas, rios, mata-burros, porteiras, construções, etc. A velocidade média em cada trecho geralmente é fornecida em metros por minuto e o comprimento de cada trecho em metros.

As equipes comumente utilizam equipamentos como bússola, calculadora, Palm top, equipamentos digitais ou mecânicos para contabilizar passos durante a prova e também notebooks. Geralmente proíbe-se o uso de equipamentos capazes de medir distâncias como canetas laser, ultra-som, trenas, réguas, GPS, entre outros. Também proíbe-se o uso de aparelhos ou recursos de comunicação como telefones celulares, rádio, internet, dentre outros.

Para a verificação da regularidade utiliza-se Postos de Controle - também conhecidos como PCs - posicionados aleatoriamente ao longo do percurso. Os postos de controle podem operar de uma das seguintes formas:

  • equipamentos eletrônicos de registro ao quais se conecta um pequeno dispositivo que identifica a equipe (também conhecido como chip) e que permite armazenar informações sobre o desempenho durante a prova. Geralmente o chip é um Pendrive, isto é, uma Memória_Flash que se pode conectar a uma interface USB.
  • receptores de GPS capazes de registrar o horário de passagem de cada equipe em determinados pontos do percurso.
  • organizadores da prova que registram o horário de passagem da equipe. Atualmente em desuso devido ao fato de os recursos eletrônicos permitirem maior imparcialidade no registro e apuração das provas.

Os PCs podem ser dos seguintes tipos:

  • tempo: registram o horário de passagem da equipe.
  • virtual: a equipe deve informar a distância entre uma determinada referência do percurso e o ponto onde se encontra este PC.
  • roteiro: verifica se a equipe cumpriu precisamente o trajeto especificado na planilha
  • erro: penaliza a equipe que descumprir o percurso informado na planilha

Equipes[editar | editar código-fonte]

As equipes podem ter de 3 até 6 membros que desempenham principalmente, mas não se limitando, a uma das seguintes atividades:

  • Navegação: interpretação e localização das referências informadas na planilha fornecida pela organização.
  • Cálculo: realização das contas necessárias para que a equipe se mantenha na velocidade média exigida pela planilha e cronometragem do tempo utilizado para cumprir cada trecho do percurso.
  • Contagem de passos: determinação da distância percorrida e da velocidade ideal da caminhada. Também cabe ao contador de passos juntamente com calculista controlar a velocidade das passadas, isto é, a velocidade média.
  • Registro de tempo e distância nos postos de controle: marcação do horário em que a equipe está passando pelo PC (PC de tempo) ou da distância medida de determinado percurso (PC virtual). O responsável por essa atividade é geralmente conhecido como chipeiro, pois é quem carrega o chip para o registro junto aos PCs.

Apuração de resultados[editar | editar código-fonte]

A pontuação geralmente é atribuída na forma de pontos cumulativos referentes ao atraso ou adiantamento durante o percurso. Também se atribui pontos pelas marcações indevidas de PCs de erro, pela não marcação de PCs de roteiro ou por medida de distância errônea em PCs virtuais. No Brasil, geralmente penaliza-se com um ponto a cada segundo atrasado e/ou a cada metro a mais ou a menos medido em PCs virtuais ou dois pontos a cada segundo adiantado. Ganha a prova a equipe que ao cumprir corretamente o percurso informado na planilha e no tempo esperado para as velocidades estipuladas, isto é, a equipe que obtiver o mínimo de penalidades.

Referências

  1. Introdução ao trekking - guia para andar por aí. Alma de Viajante. Almadeviajante.com.
  2. Introdução ao trekking - guia para andar por aí. Alma de Viajante. Almadeviajante.com.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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