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Tricotilomania é uma doença que é mais conhecida por seus sintomas do que pelo seu nome. Pessoas que sofrem desse distúrbio de controle de impulsos arrancam os fios de cabelo para controlar a ansiedade e o nervosismo. Algumas enrolam os fios no dedo para depois puxá-los. Nos casos mais graves acabam ficando calvas ou com grandes falhas no couro cabeludo.
O ato de arrancar os fios de cabelo não ocorre, geralmente, na presença de outras pessoas (exceto membros da família imediata), e em situações sociais isso pode ser evitado. Existe registro de pessoas que chegam até mesmo a comer o cabelo Arrancado, é a (Tricotilofagia), esse hábito pode causar perda de apetite, vômito, dores etc. e ainda o acúmulo de cabelos no estômago e freqüentemente exige cirurgia para a remoção do novelo de cabelos que se forma no estômago e até nos intestinos.
Pessoas que sofrem de TTM, costumam brincar com os cabelos que arrancam, examinando a raiz, passando os cabelos nos seus lábios, mordendo e até mesmo comendo-os (Tricotilofagia). Essas pessoas sabem perfeitamente que esse comportamento não faz sentido algum, e por isso envergonham-se e tentam esconder a TTM.
Para muitas pessoas esse comportamento começa ainda na infância ou adolescência e dura por toda a vida, levando- as a calvície total.
Existem várias teorias envolvendo a TTM. Elas são:[1]
a) A TTM pode ser causada por um desequilíbrio químico;
b) A TTM pode ser um problema genético;
c) A TTM pode ter origem alérgica, provocada por uma dieta inapropriada.
A verdade é que ainda não se sabe qual é a causa da Tricotilomania e pesquisas ainda estão sendo efetuadas com fins de descobrir mais sobre esse distúrbio.
Casos de tricotilomania (TTM) tem cura, e médicos afirmam que a depressão e o estresse causados por algum trauma (quando criança ou adulto) podem ser fatores desencadeantes da doença. Terapias (alternativas e tradicionais) funcionam em 60% dos casos. Em outros, medicamentos, como antidepressivos, são indicados.
Esse mal atinge principalmente as mulheres. Na maioria das vezes, elas não conseguem sair das crises sozinhas; precisam de ajuda psicológica de profissionais e parentes próximos. Conhecida por afetar gravemente a auto-estima, a tricotilomania resulta em reclusão e depressão. Por desconhecimento dos sintomas da doença, amigos se afastam e maridos pedem a separação,alegando que as vítimas da tricotilomania estão fora de si. As poucas pessoas que conseguem tratar o distúrbio conseguem ter uma vida normal e feliz novamente. Uma vez recuperada dos traumas, há chances de os fios de cabelo voltarem a crescer. Contudo, o processo demora, em média, de dois a seis anos.
Especialistas recomendam que, ao primeiro sinal do problema, um médico deva ser consultado.
[editar] Referências
- ↑ http://tricotilomaniaonline.tripod.com/
[editar] Ligações externas
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