Tutoria

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A tutoria também chamada de mentoring é um método muito utilizado para efectivar uma interacção pedagógica. Os tutores acompanham e comunicam-se com seus alunos de forma sistemática, planejando, dentre outras coisas, o seu desenvolvimento e avaliando a eficiência de suas orientações de modo a resolver problemas que possam ocorrer durante o processo.

Uma de suas aplicações, por exemplo, pode ser dentro do processo pedagógico aplicado em instituições educacionais, onde exista a tendência de desistência do aluno frente aos desafios encontrados. Neste caso, o contacto com o aluno começa pelo conhecimento de toda a estrutura do curso e é necessário que o acompanhamento ocorra com freqüência regular, de forma rápida e eficaz.

Índice

[editar] Figura do Tutor

Um tutor (do latim: "tutor "," protector ") está presente em universidades ou colégios e consiste numa pessoa envolvida na gestão da informação e outras funções. Esta forma especial do curso é também chamada Tutoria, Tutoriat ou tutorial onde o tutor observa os problemas dos estudantes e ajuda, prestando assistência de forma mais célere, eficaz e imediata. O tutor pode ser, ele próprio, ainda um estudante. Este facto tem a vantagem de propiciar um contacto menos formal junto do aluno tutorado de forma a que a mensagem transmitida pelo tutor seja mais rapidamente compreendida e assimililada o que facilita o acesso ao conhecimento, e que numa relação demasiado formal poderá ser dificultada ou mesmo impedida.

[editar] Hoje

Na universidade os tutores são, na Alemanha, os Hiwi, empregados estudantes ou doutorandos que exercem ou guiam as tutorias. Há também alunos tutores que prestam o seu contributo de forma voluntária [1].

Um tutorial ou uma tutoria em uma universidade é um curso de estudos básicos no qual estudantes de um curso avançado, é apoiado pelos estudantes com conhecimentos básicos e habilidades aprofundadas e tem como exigência imprescindível as capacidades oratória e pedagógica dos mesmos. Já aos docentes não são exigidas tais capacidades. No entanto, no âmbito da Tutoria esta exigência é fundamental, visto que a sua existência tem como meta colmatar a falta de comunicação entre os estudantes e os docentes, provocada pela grandeza das universidades, pelo número elevado de alunos, o que impossibilita que um professor conheça as dificuldades de cada um de seus alunos e mantenha um diálogo com cada um deles ao longo do curso. Na maioria dos casos este diálogo é, decididamente, um privilégio de poucos.

A aprendizagem tutorial exige uma estrutura predeterminada e predefinida. Este tipo de aprendizagem tem suas raízes no cognitivismo. O tutor guia o tutorado com auxílio de um fio condutor que atravessa uma grande parte linear das disciplinas. O tutor conhece as necessidades e soluções, pelo facto de ter vivenciado semelhantes dificuldades e por conhecer formas de superá-las. Ele pode ser um grande amparo para o aluno em todo o momento em que o aluno tutorado estiver sobrecarregado, intervindo e auxiliando-o. Esta estratégia de condução da aprendizagem agrada muitos alunos, porque sentem-na pouco restritiva, pouco limitadora, simplesmente porque acabam por aprender a dominar um bloco de disciplinas de maneira muito eficiente, por ser-lhes também dada uma série de dicas sobre métodos de estudo e formas de apreensão das matérias. Representantes do construtivismo rejeitam esta estratégia e concentram-se na descoberta da aprendizagem, o que o treinador será mais qualificado.

[editar] Ligações externas

[editar] Ver também


[editar] Referências

  • Em Português:
    • Bernhoeft, Rosa Elvira Alba de, Mentoring, Gente (2001)
    • Merlevede, Patrick E. / Bridoux, Denis C. Dominando o mentoring e o coaching - (2008)
    • Shea, Gordon F., Mentoring - Como Desenvolver O Comportamento, Qualitymark (2001)
  • Em Inglês:
    • Bozeman,B. and Feeney, M. K. (2007). Toward a useful theory of mentoring: A conceptual analysis and critique. "Administrative and society." 39 (6),719 - 739. [2]
    • Buell, C.(2004) Models of mentoring in communication. "Communication Education." 53(3),56-73.
    • Bullis, C. and Bach, W. B. (1989). Are mentor relationships helping organizations? An exploration of developing mentee-mentor -organizational identification using turning point analysis. "Communicatiion Quaterly" 37 (3),199 -213.
    • Clutterbuck, David - Everyone needs a mentor
    • Pompper, D. and Adams, J.(2006).Under the microscope: Gender and mentor-protege relationships. "Science Direct" Public Relations Review 32, 309 -315. www.sciencedirect.com


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