USS Iowa (BB-61)

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USS Iowa
BB61 USS Iowa BB61 broadside USN.jpg
O USS Iowa dispara seus canhões calibre 50 em 15 de agosto de 1984 durante uma demonstração de fogo após sua modernização.
Carreira  Estados Unidos
Operador Marinha dos Estados Unidos
Homônimo O Estado de Iowa
Data de encomenda 1 de julho de 1939
Estaleiro Brooklyn Navy Yard
Batimento de quilha 27 de junho de 1940
Lançamento 27 de agosto de 1942
Comissionamento 23 de janeiro de 1943
Descomissionamento 26 de outubro de 1990
Indicativo visual BB-61
Estado Navio-museu
Outro(s) nome(s) "The Big Stick"
Emblema do navio
USS Iowa COA 2.png
Características gerais
Tipo de navio Couraçado
Classe Iowa
Tonelagem 45 000 t
Comprimento 270,43 m
Boca 32,97 m
Calado 11,33 m
Velocidade 33 nós (61 km/h)
Blindagem Cinturão de 307,3 mm
Anteparas de 287 mm
Barbetas de 294,6 a 439,4 mm
Torreta de 500 mm
Convés de 190,5 mm
Armamento 1943:
9 canhões de 406 mm
20 canhões de 127 mm
80 canhões automáticos de 40 mm
49 canhões automáticos de 20 mm


1984:
9 canhões de 406 mm
12 canhões de 127 mm
32 mísseis BGM-109 Tomahawk
16 mísseis Boeing AGM-84 Harpoon
4 CIWS de 20 mm
Sensores 1984:
Radar aéreo AN/SPS-49
Radar de superfície AN/SPS-67
Radar de fogo AN/SPQ-9
Aeronaves Hidroaviões, helicópteros e
veículos aéreos não tripulados
Tripulação 2 788

O USS Iowa (BB-61) é um navio couraçado da Marinha dos Estados Unidos e o primeiro de sua classe, nomeado em homenagem ao estado de Iowa. Por causa do cancelamento da Classe Montana, o Iowa foi o último couraçado dos Estados Unidos e a única embarcação de sua classe a servir no Atlântico Norte durante a Segunda Guerra Mundial.

Durante a guerra, ele transportou o presidente Franklin D. Roosevelt em 1943 até Mers El Kébir, Argélia, no caminho para um importante encontro com Winston Churchill e Josef Stalin em Teerã. Quando foi transferido para a Frota do Pacífico no ano seguinte, o Iowa atacou posições fortes em Kwajalein e Enewetak antes de desembarques aliados e protegeu porta-aviões operando nas Ilhas Marshall. O navio também serviu como a nau capitânia da Terceira Frota, hastiando a bandeira do almirante William Halsey na rendição do Japão na Baía de Tóquio. Durante a Guerra da Coreia, o Iowa estava envolvido em ataques na costa norte coreana; depois disso ele foi descomissionado para a Reserva Naval da Marinha dos Estados Unidos, também conhecida como "frota naftalina". Ele foi reativado em 1984 como um plano da marinha para operar tanto no Oceano Pacífico e Atlântico a fim de conter a expansão da Marinha Soviética. Em abril de 1989, uma explosão de origem indeterminada destruiu a torre de artilharia 2, matando 47 marinheiros.

O Iowa foi descomissionado pela última vez em 1990 e foi inicialmente acometido em 1995 para o Registro de Embarcações Navais. Ele foi reintegrado de 1999 a 2006 para cumprir leis federais que requeriam a manutenção dos navios restantes da Classe Iowa. A embarcação foi doada para o Centro dos Couraçados do Pacífico em Los Angeles em 2011, sendo movida permanentemente para o Encoradouro 87 no Porto de Los Angeles no ano seguinte. Atualmente, o Iowa está aberto ao público como navio-museu e memorial.

Construção[editar | editar código-fonte]

O USS Iowa foi a primeira embarcação de sua classe de "couraçados rápidos" planejados em 1938 pelo Ramo Preliminar de Projetos no Escritório de Construção e Reparos. Ele foi lançado em 27 de agosto de 1942, tendo a presença da primeira-dama Eleanor Roosevelt e batizado por Ilo Wallace (esposa do vice-presidente Henry A. Wallace), sendo comissionado em 22 de fevereiro de 1943 com o capitão John L. McCrea no comando.[1] O Iowa foi o primeiro navio de sua calsse a ser comissionado pela Marinha dos Estados Unidos.[2]

A bateria principal do Iowa era formada por nove canhões Mark 7 de 16 mm calibre 50, capazes de disparar projéteis de 1 200 kg a 37 km. Sua bateria secundária consistia em vinte canhões Mark 20 de 127 mm calibre 38 montados em dupla, que podiam atirar em alvos a 22 km de distância. Com o advento do poder aéreo e a necessidade de ganhar e manter a supremacia aérea, junto veio a necessidade de proteger a crescente frota de porta-aviões aliados; para isso o Iowa foi equipado com um conjunto de canhões antiaéreos Oerlikon 20 mm e Bofors 40 mm para defesa de ataques inimigos.[3]

Segunda Guerra Mundial[editar | editar código-fonte]

Testes e serviço no Atlântico[editar | editar código-fonte]

O Iowa testando sua bateria antiaérea em maio de 1943.

O Iowa foi colocado para testes na Baía de Chesapeake e ao longo da costa Atlântica em 14 de fevereiro de 1943. Ele foi enviado para Argentia, Terra Nova, Canadá, em 27 de agosto para conter a ameaça do couraçado alemão Tirpitz que alegadamente estava em águas norueguesas, retornando para os Estados Unidos em 25 de outubro para duas semanas de manutenção no Norfolk Naval Shipyard.[4]

Depois reabastecer e reunir sua escolta, o Iowa levou até Mers El Kébir, Argélia, o presidente Franklin D. Roosevelt, o secretário de estado Cordell Hull, o chefe de estado almirante William D. Leahy, chefe de estado do exército general George Marshall, chefe de operações navais almierante Ernest King, comandante das forças aéreas norte-americanas general Henry H. Arnold, conselheiro Harry Hopkins e outros militares, parte da jornada até a Conferência de Teerã.[5] Entre as embarcações que escoltavam o Iowa estava o contratorpedeiro USS William D. Porter, que se envolveu em uma série de percalços, com o mais sério envolvendo um exercício de torpedo que deu errado e acabou enviando um torpedo de seu tubo na direção do couraçado. O Iowa virou bruscamente ao ser avisado para evitar o impacto e o torpedo acabou detonando na esteira do navio. A embarcação não foi danificada e acabou treinando suas armas principais no William D. Porter, temendo que o contratorpedeiro fizesse parte de alguma tentativa de assassinato do presidente.[6]

O Iowa terminou sua missão de escolta presidencial em 16 de dezembro ao voltar para os Estados Unidos.[6] Roosevelt discursou para a tripulação antes de ir embora e afirmou que "... de tudo que eu vi e ouvi, o Iowa é um 'navio feliz', e tendo servido na Marinha por muitos anos, eu sei – e vocês sabem – o que isso significa". Ele também comentou o progresso realizado na conferência antes de concluir o discurso com "... boa sorte, e lembrem-se que estou com vocês em espírito, todos e cada um de vocês".[7]

Serviço na Divisão 7[editar | editar código-fonte]

O Iowa no Pacífico; o USS Indiana pode ser visto ao fundo.

O Iowa partiu dos Estados Unidos em 2 de janeiro de 1944 para o Oceano Pacífico como a capitânia da Divisão de Couraçados 7, passando pelo Canal do Panamá no dia 7 para ter seu primeiro combate na campanha pelas Ilhas Marshall. Ele apoiou ataques de porta-aviões realizados pelo Grupo de Tarefas 38.3 do contra-almirante Frederick C. Sherman de 29 de janeiro a 3 de fevereiro contra os atóis de Kwajalein e Enewetak. Sua missão seguinte foi apoiar ataques aéreos contra a grande base naval japonesa em Chuuk, Ilhas Carolinas. O Iowa na companhia de outros navios foram separados do grupo de opoio no dia 16 de fevereiro para realizar uma varredura perto de Chuuk, com o objetivo de destruir navios inimigos que tentassem escapar para o norte. A embarcação acompanhou a Força Tarefa de Porta-Aviões (FT 58 ou FT 38, dependendo se estava fazendo parte da Quinta Frota ou da Terceira Frota) enquanto realizava os primeiros ataques contra Saipan, Tinian, Rota e Guam nas Ilhas Marianas. Durante essa ação o Iowa e ser irmão o USS New Jersey afundaram o cruzador rápido japonês Katori, que havia escapado de Chuuk um dia antes do ataque aéreo da Operação Hailstone.[4]

O navio se juntou ao bombardeio do Atol Mili em 18 de março de 1944, hastiando a bandeira do vice-almirante Willis Augustus Lee. Apesar de ter sido atingido por dois projéteis japoneses de 120 mm, o Iowa praticamente não sofreu nenhum dano. Ele voltou em 30 de março para a FT 58 de Porta-Aviões e apoiou ataques aéreos contra Palau e Woleai por vários dias.[1]

O couraçado apoiou de 22 a 28 de abril os ataques aéreos contra Hollandia, Aitape e Ilha Wake a fim de ajudar as forças do exército em Aitape e nas baías de Tanahmerah e Humboldt na Nova Guiné. Ele se juntou ao segundo ataque da Força Tarefa contra Chuuk nos dias 29 e 30, e bombardeou em 1 de maio instalações japonesas em Ponape.[1]

O Iowa dispara seus canhões principais durante um exercício de tiro no Pacífico, c. 1944.

O Iowa protegeu em 12 de junho porta-aviões durante as primeiras fases da Campanha nas Ilhas Mariana e Palau enquanto realizavam ataques aéreos nas ilhas Saipan, Tinian, Guam, Rota e Pagan. Nos dias 13 e 14 ele se separou para bombardear instalações inimigas em Saipan e Tinian, resultando na destruição de uma reserva de armamentos japonesa. A embarcação participou em 19 de junho de um confronto conhecido como a Batalha do Mar das Filipinas como parte de uma linha da FT 58 para repelir quatro grandes ataques aéreos lançados pela Frota Japonesa do Meio. A batalha terminou com a destruição quase completa das forças de porta-aviões japonesas, com o Iowa reivindicando a destruição de três aeronaves inimigas. O couraçado então se juntou a perseguição da frota que fugia, abatendo um torpedeiro e ajudando a derrubar outro.[1] [4]

O navio permaneceu nas Marianas durante julho apoiando ataques aéreos em Palau e desembarques em Guam. Depois de um mês de descanço, partiu para Eniwetok como parte da Terceira Frota e ajudou na Batalha de Peleliu em 17 de setembro. Ele protegeu porta-aviões durante ataques aéreos contra a Filipinas Central para neutralizar o poderio aéreo inimigo e permitir a invasão. O Iowa chegou em Okinawa em 10 de outubro para uma série de ataques aéreos contra Ryūkyū e Formosa. Em seguida apoiou em 18 de outubro ataques aéreos em Luzon e continuou na mesma função no desembarque em Leyte do general Douglas MacArthur no dia 20.[1]

Em uma última tentativa a fim de parar a campanha norte-america para recapturar as Filipinas, a Marinha Imperial Japonesa contra-atacou com o Shō-Gō 1, um ataqueem três frontes para destruir as forças Aliadas no Golfo de Leyte. O plano envolvia o vice-almirante Jisaburō Ozawa utlizando os porta-aviões japoneses restantes para atrair os porta-aviões americanos da FT 38 para longe das praias filipinas, permitindo que os almirantes Takeo Kurita, Kiyohide Shima e Shōji Nishimura assumissem forças terrestres pelos estreitos de San Bernardino e Surigao onde atacariam as forças norte-americanas instaladas nas praias.[8] [9] O Iowa acompanhou a FT 38 durante os ataques contra a Força Japonesa Central sob o comando do almirante Kurita enquanto subia o Mar de Sibuyan até o Estreito de San Bernardino. Os relatos dos resultados desses ataques e a aparente retirada da Força Central, levaram o almirante William Halsey a acreditar que essa força havia sido neutralizada como um grupo efetivo; como resultado, o Iowa e a FT 38 foram atrás da Força Japonesa do Norte no Cabo Engaño. Em 25 de outubro, quando dos navios da Força do Norte estavam quase ao alcance das armas do Iowa, chegaram informações que a Força Central estava atacando um grupo de porta-aviões pequenos em Samar. Essa ameaça às forças norte-americanas nas praias forçaram a FT 38 de Porta-Aviões a voltar para proteger a escolpa vulnerável. Entretanto, a feroz resistência da Sétima Frota na Batalha de Samar fez com que os japoneses se retirassem e o Iowa não chegou a entrar em combate. O navio permaneceu em águas filipinas depois da Batalha de Leye protegendo porta-aviões durante ataques aéreos contra Luzon e Formosa. Ele partiu para a Costa Oeste em dezembro de 1944.[1]

O Iowa em São Francisco para reparos e modernização depois do Tufão Cobra.

Os navios da FT 38 – sete porta-aviões, seis porta-aviões leves, oito couraçados, quinze cruzadores e aproximadamente cinquenta contratorpedeiros – encontraram-se inesperadamente lutando por suas vidas em 18 de dezembro quando o Tufão Cobra os atingiu enquanto tentavam reabastecer. Os navios estavam operando por volta de 480 m ao leste de Luzon no Mar das Filipinas.[10] Os porta-aviões haviam completado três dias de bombardeios contra campos de pouso japoneses enquanto mantinham ocupadas aeronaves inimigas durante uma operação anfíbia contra Mindoro nas Filipinas. A força tarefa se encontrou em 17 de dezembro com o grupo de reabastecimento o capitão Jasper T. Acuff com o objetivo de reabastecer todos os navios e substituir os aviões perdidos.[11] O tufão deu poucos indícios de sua aproximação, mesmo com o mar ficando cada vez mais agitado com o passar do dia. O pequeno mas violento tufão atingiu a força tarefa no dia 18 enquanto muitas embarcações reabasteciam. Vários navios foram pegos no centro da tempestade e atingidos por grandes ondas e ventos fortíssimos. Três contratorpedeiros – USS Hull, USS Monaghan e USS Spence – emborcaram com quase toda tripulação, enquanto um cruzador, cinco porta-aviões e três contratorpedeiros sofreram sérios danos.[10] Por volta de 790 pessoas morreram e outras oitenta ficaram feridas. Incêndios ocorreram em três porta-aviões quando os aviões se soltaram dentro dos hangares, e 146 aeronaves caíram no mar ou foram danificadas por fogo e impacto além de reparos financeiramente viáveis.[11] O Iowa não relatou marinheiros feridos,[12] porém perdeu um de seus hidroaviões e teve um de seus eixos danificado.[4] [11] O eixo danificado forçou o navio a voltar para os Estados Unidos, chegando em São Francisco em 15 de janeiro de 1945. Ele teve a área de sua ponte fechada e recebeu novos radares e sistemas de controle de fogo.[4]

Bombardeio do Japão[editar | editar código-fonte]

O USS Missouri (esquerda) transfere pessoal para o Iowa antes da cerimônia de rendição.

O Iowa viajou para Okinawa em 19 de março de 1945, chegando no dia 15 de abril para substiutir seu irmão New Jersey. A partir do dia 24 o navio apoiou operações de porta-aviões que tinham o objetivo de estabelecer superioridade aérea para as forças terrestres durante a batalha pela ilha. Ele então apoiou ataques aéreos no sul de Kyushu de 25 de maio a 13 de junho. Em seguida o Iowa foi para o norte em direção de Honshu e Hokkaido, participando de ataques aéreos nas ilhas japonesas entre 14 e 15 de julho ao bombardear Muroran, destruindo metalúrgicas e outros alvos. A cidade de Hitachi foi atacada a partir da noite do dia 17. O Iowa treinou suas armas em Kahoolawe nos dias 29 e 30 de julho e continuou a apoiar ataques de porta-aviões até o fim das hostilidades em 14 de agosto como resultado dos bombardeamentos de Hiroshima e Nagasaki.[1] [4]

Honras[editar | editar código-fonte]

O Iowa ganhou nove estrelas de serviço pela Segunda Guerra Mundial e duas pela Guerra da Coreia.[1] Ele também ganhou as seguintes condecorações:[13]

Navy Meritorious Unit Commendation ribbon.svg Battle-e-ribbon 3rd award.png
American Campaign Medal ribbon.svg Asiatic-Pacific Campaign ribbon.svg World War II Victory Medal ribbon.svg
Army of Occupation ribbon.svg National Defense Service Medal ribbon.svg Korean Service Medal - Ribbon.svg
AFEMRib.svg Sea Service Deployment Ribbon.svg Presidential Unit Citation (Philippines).svg
Presidential Unit Citation (Korea).svg Phliber rib.png United Nations Service Medal for Korea ribbon.png
Comenda de Unidade de Mérito da Marinha Fita E da Marinha
Medalha da Campanha Americana Medalha da Campanha Asiática-Pacífico Medalha de Vitória da Segunda Guerra Mundial
Medalha de Serviço Ocupacional da Marinha Medalha de Serviço Nacional de Defesa Medalha de Serviço da Coreia
Medalha das Forças Armadas Expedicionárias Fita de Aplicação de Serviços no Mar Citação de Unidade Presidencial Filipina
Citação de Unidade Presidencial Coreana Medalha de Libertação das Filipinas Medalha da Coreia das Nações Unidas

Referências

  1. a b c d e f g h Iowa Dictionary of American Naval Fighting Ships. Visitado em 14 de março de 2014.
  2. Iowa Naval Vessel Register. Visitado em 14 de março de 2014.
  3. <erro: informou coautor(es) mas não informou o autor principal>The Battleships. Londres: Channel 4. p. 120. ISBN 0-7522-6188-6.
  4. a b c d e f USS IOWA(BB-61) Detailed History USS Iowa Veterans Association. Visitado em 3 de junho de 2014.
  5. Franklin D. Roosevelt: Day by Day – November 20th, 1943 FDR Presidential Library. Visitado em 27 de dezembro de 2014v.
  6. a b The Ill-Fated USS WILLIAM D. PORTER USS Iowa. Visitado em 27 de dezembro de 2014.
  7. Remarks on Leaving the U.S.S. Iowa The American Presidency Project John T. Woolley e Gerhard Peters. Visitado em 4 de janeiro de 2015.
  8. Fuller, J. F. C.. The Decisive Battles of the Western World. Londres: Eyre & Spottiswoode, 1956. vol. 3. ISBN 1135317909.
  9. Morison, Samuel Eliot. History of United States Naval Operations in World War II: Leyte, June 1944 – January 194. Champaign: University of Illinois Press. vol. 12. ISBN 0252070631.
  10. a b Typhoons and Hurricanes: Pacific Typhoon, 18 December 1944 Naval Historical Center. Visitado em 14 de janeiro de 2015.
  11. a b c Morison, Samuel Eliot. Typhoon Cobra and Third Fleet - December 1944 History of US Naval Operations in World War II. Visitado em 14 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 18 de outubro de 2005.
  12. Pacific Typhoon, 18 December: Personnel Casualties Suffered by Third Fleet, 17–18 December 1944, Compiled from Official Sources Naval Historical Center. Visitado em 14 de janeiro de 2015.
  13. Sansberg, Joseph C. (11 de outubro de 1988). Official U.S. Navy Photograph # DN-SC-90-02980 Department of Defense Still Media Collection. Visitado em 27 de dezembro de 2014.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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