Under the Dome
Under the Dome é um romance de ficção-científica de Stephen King, publicado em novembro de 2009 pela editora Scribner. É uma reescrita de uma novela que King tentou publicar duas vezes no final dos anos 1970 e no começo dos anos 1980, sob os títulos The Cannibals e Under The Dome.1 Como King declarou em seu site oficial, estas duas obras inacabadas "foram duas tentativas muito diferentes de utilizar a mesma ideia, que se preocupa com a forma como as pessoas se comportam quando são cortadas a partir da sociedade que sempre pertenceram". "Além disso", prosseguiu o escritor, "minha memória de The Cannibals é que, como Needful Things, era uma espécie de comédia social." Do material originalmente escrito, apenas o primeiro capítulo está incluído no novo romance.2
Sinopse[editar]
Em um dia normal de outono, na cidade de Chester Mill, Maine, a cidade é inexplicável e repentinamente isolada do resto do mundo por um campo de força invisível. Aviões colidem e caem do céu em chamas, a mão de um jardineiro é cortada na "cúpula", as pessoas são separadas de suas famílias e os carros explodem com o impacto. Ninguém pode imaginar o que essa barreira é, de onde veio, e quando — ou se — ela irá embora.
Dale Barbara, veterano no Iraque e agora um cozinheiro de pequenas-ordens, encontra-se unido com alguns cidadãos intrépidos — a dona de um jornal local Julia Shumway, assistente de um médico no hospital, uma seleta mulher e três filhos corajosos. Contra eles está Big Jim Rennie, um político que não vai parar por nada — nem assassinatos — de segurar as rédeas do poder, e seu filho, que está mantendo um segredo horrível em uma despensa escura. Mas o seu principal adversário é a própria cúpula. Porque o tempo não é apenas curto. Ele está se esgotando.
Pré-lançamento[editar]
Em janeiro de 2008 a revista Time citou King dizendo que iria "matar muitas árvores" com seu próximo romance.3 O primeiro projeto foi concluído em agosto de 2008, com o manuscrito pesando dezenove libras (8,6 kg). King afirmou que o romance é o dobro (em páginas) que Duma Key e "mais de 1,5 mil páginas em manuscrito".