Universidade Federal de Mato Grosso
| UFMT Universidade Federal de Mato Grosso |
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| Lema | Virtus et sapientia |
|---|---|
| Fundação | 10 de dezembro de 1970 |
| Tipo de instituição | Pública |
| Orçamento anual | R$ 447.998.868,89 (2010) |
| Docentes | 962 (2010) |
| Total de estudantes | 22 160(2008) |
| Graduação | 19 945 (2008) |
| Pós-graduação | 5 265 (2008) |
| Reitor(a) | Maria Lucia Cavalli Neder |
| Vice-reitor(a) | Francisco José Dutra Souto |
| Estado | Mato Grosso |
| Afiliações | CRUB, RENEX |
| Página oficial | www.ufmt.br |
| Instituições de ensino superior do Brasil |
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A Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) é uma universidade pública federal criada em 1970 e vinculada ao Ministério da Educação (Brasil), com campi em Cuiabá onde se situa a atual sede, Rondonópolis, Pontal do Araguaia, Barra do Garças e Sinop no estado de Mato Grosso, Brasil. As atividades de ensino, pesquisa e extensão estão concentradas em 69 cursos de graduação (incluídas as habilitações) e 60 de especialização sustentados em núcleos de investigação e extensão, onde mais de 20 000 estudantes realizam seus estudos. A reitora atual é Maria Lucia Cavalli Neder.
Índice |
[editar] História
A universidade foi criada em 10 de dezembro de 1970, pela Lei n° 5647, a partir da fusão da Faculdade de Direito de Cuiabá (que foi criada em 1952) e do Instituto de Ciências e Letras de Cuiabá. Nesse ano foram abertos os 11 primeiros cursos, oferecidos no campus universitário, na região do Coxipó. Foram criados os primeiros centros e iniciadas as obras de construção dos blocos.
Na década de 1980 é implantado o Hospital Universitário Júlio Müller e iniciado o processo de interiorização do ensino. São criados os campi de Rondonópolis, do Médio Araguaia e de Sinop. Começa também a oferta de turmas especiais de graduação e ensino à distância, em diversas cidades e pólos espalhados pelo estado, que não contavam até então com acesso ao ensino superior.
Durante a década de 1990 continuam os projetos de turmas especiais e graduação parcelada em todos os estados, juntamente com a expansão significativa da oferta de cursos de graduação nos campi. O início da década de 2000 é marcada pela diminuição do orçamento da instituição. Apesar disso novos cursos e turmas são criados, e a universidade investe em programas de licenciatura voltados para professores de escolas públicas e nos de graduação parcelada nos municípios do interior. Em 2006 finalmente é consolidado o campus de Sinop, com a criação de vários cursos de graduação, lá e também nos outros campi interioranos, graças ao programa de expansão universitária do Governo Federal. No total, são 11 novos cursos e 500 vagas abertas no segundo semestre, em vestibular extraordinário. Já foram contradados professores e técnicos para atender a esses cursos, e em breve começarão as obras do novo campus.
Referências bibliográficas relacionadas a história da UFMT:
ALONSO, Katia Morosov. Formação de professores em exercício, educação a distância e a consolidação de um projeto de formação: o caso da UFMT. Tese de Doutorado, Unicamp, 2005.
ALONSO, Katia Morosov. Educação a distância: sobre discursos e práticas. Brasília: Liber Livro Editora, 2005b. p. 15-46.
BERALDO, Tânia Maria Lima. Caminhos do curso de pedagogia na modalidade parcelada: percalços e avanços de uma experiência desenvolvida pela UFMT no interior de Mato Grosso. Tese de Doutorado. Campinas, PPPGEDU, 2005.
DORILEO, Benedito Pedro. Raízes da Universidade de Mato Grosso ano X. Prolegômenos, 1982.
DORILEO, Benedito Pedro. O Ensino Superior em Mato Grosso: até a implantação da UFMT. Campinas: Komedi, 2005.
DORILEO, Benedito Pedro. Pensar para Fazer. Cuiabá: Imprensa Universitária, 1984.
DORILEO, Benedito Pedro. Universidade: O fazejamento. Cuiabá: UFMT, 1977.
GIANEZINI, Quelen. O processo de expansão do ensino superior em Mato Grosso. Dissertação de Mestrado. Programa de Pós-Graduação em Sociologia da UFRGS, 2009.
TAVARES, Renata Neves. Universidade Federal de Mato Grosso: memórias de uma conquista. Cuiabá: UFMT. Dissertação de Mestrado, 2001.
TAVARES DE BARROS FREITAS, Renata Neves. Veredas da memória: a conquista do ensino superior em Mato Grosso. Cuiabá: UFMT, 2004.
[editar] Estrutura
A UFMT é formada por 10 institutos e 9 faculdades distribuídas nos quatro campi, sendo o maior e sede das instituições administrativas o situado na capital, o Campus Universitário Gabriel Novis Neves. A cidade universitária abriga também a reitoria, as pró-reitorias, a Biblioteca Central, o Restaurante Universitário, o Teatro Universitário, a TV Universitária, o Centro de Processamento de Dados, o zoológico, o complexo esportivo, o Hospital Veterinário, a editora universitária (a EdUFMT), o centro cultural e três museus, o Museu Rondon, com artefatos indígenas, o Museu de Arte e Cultura Popular e o Museu de Geologia com exposição de rochas, minerais e fósseis. Em Cuiabá também fica a fazenda experimental e a ala de Graduação.
Os outros três campi possuem área total parecida com a da cidade universitária (cerca de 600 mil m² cada, a cidade tem 782 mil m²), mas, pela oferta menor de cursos e por todos os edifícios administrativos estarem na sede, a área construída é bem menor. Em Sinop serão construídos o campus universitário e um hospital universitário, para atender a implantação dos novos cursos.
[editar] Estatísticas
A UFMT ocupa uma área total de 4 360 hectares (contando com os 1775 ha da fazenda experimental) e 149 mil metros quadrados de área construída, distribuidos pelos campi. São ofertados em 2004 69 cursos de graduação (sendo 39 noturnos), 3 403 vagas na graduação, 60 cursos de pós-graduação (sendo 50 cursos de especialização, 19 de mestrado e 2 de doutorado). São 7 365 alunos em Cuiabá, 2 193 em Rondonópolis, 734 no Médio Araguaia e 5 454 nas turmas especiais, na graduação, e 3 449 alunos na pós-graduação. Atualmente 77% dos professores são mestres ou doutores e 86% trabalham em regime de dedicação exclusiva.
[editar] Administração
A estrutura administrativa da UFMT é formada pelos órgãos deliberativos, órgãos de assessoramento superior, órgão esxecutivos e os órgãos vinculados diretamente à reitoria e à vice-reitoria.
- Órgãos Deliberativos
- Conselho Diretor (CD)
- Conselho Universitário (CONSUNI)
- Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CONSEPE)
- Órgãos de Assessoramento Superior
- Auditoria Geral
- Procuradoria Geral Federal (PGF)
- Órgãos Executivos
- Reitoria
- Pró-Reitoria de Ensino de Graduação (PROEG)
- Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PROPG)
- Pró-Reitoria de Pesquisa (PROPEQ)
- Pró-Reitoria de Planejamento (PROPLAN)
- Pró-Reitoria Administrativa (PROAD)
- Pró-Reitoria de Cultura, Extensão e Vivência (PROCEV)
- Órgãos Vinculados Diretamente à Reitoria
- Coordenação de Comunicação Social (ASCOM)
- Núcleo Interdisciplinar de Estudos em Planejamento Energético (NIEPE)
- Órgãos Vinculados Diretamente à Vice-Reitoria
- Biblioteca Central
- Coordenação de Assistência e Benefícios ao Servidor (CABES)
- Coordenação de Cultura
- Editora Universitária
- Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM)
- Hospital Veterinário (HOVET)
[editar] Ensino
A UFMT oferece cursos de graduação e pós-graduação, nos níveis de lato sensu e stricto sensu (mestrado e doutorado). Como apoio e incentivo aos alunos, mantém cursos de extensão e bolsas permanência, moradia, monitoria, alimentação e de iniciação científica.
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[editar] Ônibus
Segue aqui a lista de Ônibus Que passam pela Universidade.
17 (Intermunicipal)- Terminal Maggi - UNIVAG (Várzea Grande), UNIC- UFMT (Cuiabá)
103 - Cid. Verde - Centro - UFMT - Jd. Imperial
306 - Terminal do CPA III - Miguel Sutil - UFMT - Grande Terceiro
330 - Terminal do CPA III - Jardim Italia - UFMT - Shopping 3 Americas
405 - Santa Cruz - Boa Esperança - UFMT - Centro
514 - Coxipó - UFMT - Jardim Itália - CPA III
519 - Jd. Imperial II via Resid. Maria de Lourdes - UFMT - Centro
525 - Resid. Maria de Lourdes via Santa Cruz I - UFMT - Centro