Universidade de São Paulo

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Nota: Se procura outras acepções, consulte USP (desambiguação).

USP
Universidade de São Paulo
Lema Scientia Vinces (Vencerás pela Ciência)
Fundação 25 de janeiro de 1934
Tipo de instituição Universidade Pública Estadual
Mantenedora {{{mantenedora}}}
Orçamento anual R$ 2.369.207.876,00 (Tesouro do Est. SP) [1]
Funcionários 15.221
Docentes 5.434
Total de estudantes 86.187
Ensino Fundamental
Ensino Médio
Ensino Médio integrado ao Técnico
Ensino Técnico de nível médio
Graduação 54.361[2]
Pós-graduação 25.433[3]
Reitor(a) Suely Vilela Sampaio
Vice-reitor(a) Franco Maria Lajolo
Diretor(a)
Vice-diretor(a)
Localização São Paulo (reitoria), Piracicaba, São Carlos, Ribeirão Preto, Bauru, Pirassununga e Lorena
Cores
Afiliações ABRUEM [4], CRUB e RENEX[5]
Nomes anteriores
Página oficial [1]
Contato
[[Imagem:|250px]]
[[Imagem:|250px]]
Instituições de ensino superior do Brasil

A Universidade de São Paulo (USP) é uma das mais importantes instituições brasileiras de ensino superior, exercendo atividades de ensino, pesquisa e extensão universitária em todas as áreas do conhecimento. A USP está posicionada entre as maiores universidades do Brasil: é a sexta maior universidade brasileira em número de alunos, sendo a maior entre as públicas. Contribuindo com cerca de um quarto da produção científica brasileira, recentemente foi eleita como a 94ª melhor universidade do mundo e a melhor universidade da América Latina deixando em segundo lugar no subcontinente a Universidade Nacional Autónoma do México (UNAM)[6][7]. É uma instituição pública caracterizada como autarquia, sendo mantida pelo governo do estado de São Paulo.

Suas unidades de ensino estão distribuídas em sete campi universitários: São Paulo, Bauru, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos.

O lema da USP é a frase em latim Scientia Vinces, em português, significa Vencerás pela ciência.

Índice

[editar] Visão geral

Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, na Zona Oeste de São Paulo. Em destaque, na imagem, os edifícios da FAU-USP e da FEA-USP.

Entre as universidades públicas, é aquela com o maior número de vagas de graduação e de pós-graduação no Brasil, sendo responsável também pela formação do maior número de mestres e doutores do mundo[8], bem como responsável por metade de toda a produção científica do estado de São Paulo e mais de 25% da brasileira [9]. Como o Brasil é responsável por cerca de 2% da produção mundial, pode-se dizer que a USP é responsável por 0,5% das pesquisas do mundo[10]. Além disso, entre as pós-graduações no Brasil com conceitos 6 e 7 da Capes (os mais altos conceitos), 25% estão na USP, chegando à porcentagem de 55% se considerado apenas o território paulista[11]. Em conseqüência disto, muitas universidades brasileiras possuem em seus quadros docentes formados pela USP, de forma que ela é considerada muito importante para o pensamento acadêmico brasileiro[12].

Em pesquisas feitas por diversos institutos, a USP é reconhecida como destaque na América Latina: é considerada a melhor universidade dessa região e uma das 130 melhores do mundo ,de acordo com a edição de 2007 do Academic Ranking of World Universities [13]. Em 2008, foi classificada pela revista "The Times" (The Times Higher Education Supplement) como a melhor universidade da América Latina e a 196ª do mundo[14].

No Brasil, a USP tem assumido sistematicamente esse papel de destaque, atuando na criação de infra-estrutura científica e tecnológica e na formação da elite intelectual do país. A contribuição da USP para a história brasileira é evidente mesmo nos detalhes mais superficiais: mais de uma dezena de presidentes brasileiros se formaram na universidade, como o sociólogo Fernando Henrique Cardoso e o advogado Jânio Quadros - este último e outros dez apenas na Faculdade de Direito, que também formou 53 ministros na história do Supremo Tribunal Federal[15] e cuja fundação precede em 108 anos a da própria Universidade.

Como as duas outras universidades estaduais paulistas (Unicamp e Unesp), a USP é mantida principalmente através da arrecadação do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), por parte do Governo do estado de São Paulo. Tal dotação orçamentária é fixa: desta forma, a USP (assim como as duas outras universidades citadas) é uma das poucas instituições públicas do país a possuir autonomia financeira. Recebe também verbas de instituições de fomento à pesquisa e ao ensino superior (como a FAPESP e o CNPq). Como terceira fonte de arrecadação, conta com uma série de fundações privadas que atuam em forma de parceria com a universidade, utilizando-se de seus pesquisadores e instalações e fornecendo em troca verbas e know-how específico. Tais fundações são questionadas no tocante ao seu interesse público: críticos afirmam que elas representam o início de um processo de privatização do ensino superior público.

O ensino na USP é regimentalmente gratuito (ou seja, é considerada ilegal a oferta de cursos universitários pagos em suas dependências) e o ingresso à graduação, aberto a qualquer pessoa que tenha concluído o ensino médio, se dá por concurso público (conhecido como vestibular), realizado pela Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular), orgão autônomo ligada à universidade. No concurso para o ano letivo de 2009, foram quase 140.000 candidatos a umas das 10.557 vagas oferecidas pela USP, além de 100 oferecidas pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo e 50 oferecidas pela Academia de Polícia Militar do Barro Branco. Tais números colocam o exame aplicado pela Fuvest como o maior e um dos mais concorridos do país[16].

[editar] História

A USP surgiu da união da recém-criada Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL) com as já existentes Escola Politécnica de São Paulo, Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", Faculdade de Medicina, Faculdade de Direito e Faculdade de Farmácia e Odontologia . A FFCL surgiu como o elemento de integração da universidade, reunindo cursos nas diversas áreas do conhecimento. Ainda em 1934 havia sido criada a Escola de Educação Física do Estado de São Paulo, primeira faculdade civil de educação física no Brasil e que viria a ser incorporada pela USP anos depois. Na sequência foi criada a Escola de Engenharia de São Carlos - EESC e outras várias unidades foram sendo criadas pela universidade nos anos seguintes. Na década de 1960 a universidade passou a gradualmente transferir as sedes de suas unidades localizadas na capital para a Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira, em São Paulo, uma estratégia do regime militar em vigor no país de desarticular os alunos e professores, visto que algumas das principais organizações de oposição ao regime se constituíam de membros da universidade.

Além do político Armando de Salles Oliveira, um outro homem de grande importância na fundação da USP foi o jornalista Júlio de Mesquita Filho.

[editar] Estrutura

Este artigo ou secção não cita as suas fontes ou referências (desde junho de 2009)
Ajude a melhorar este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto ou em notas de rodapé. Encontre fontes: Googlenews, books, scholar, Scirus

Atualmente a USP é formada por 36 unidades de pesquisa e ensino, 24 das quais se localizam em São Paulo, cidade que abriga também a reitoria, um centro de práticas esportivas (CEPEUSP, o maior da América Latina), 4 museus, 2 hospitais (HU e HRACF) , o Centro Universitário "Maria Antônia" e diversos órgãos especializados da universidade. Além disso, se vinculam ou a ela se subordinam, para fins de ensino, pesquisa e extensão, diversos outros órgãos públicos do estado. Recentemente, a USP expandiu-se para um novo local em São Paulo, dando origem à EACH, localizada na Zona Leste de São Paulo, que iniciou suas atividades de graduação e extensão em 2002.A Cidade Universitária localiza-se na Zona Oeste do município.

[editar] Organização

A USP, assim como a maior parte das universidades latino-americanas, corresponde à idéia de "universidade" como um conjunto de escolas, institutos e faculdades autônomas, cada um deles responsável por uma área do conhecimento (as já citadas 36 unidades de ensino, pesquisa e extensão). A USP, assim como a maioria das universidades brasileiras, confere autonomia a suas unidades de ensino, pesquisa e extensão no que concerne à organização didática e definição curricular de cada um dos cursos, o que resulta muitas vezes em uma considerada excessiva fragmentação do ensino e da pesquisa e da desconexão entre o conhecimento produzido em cada uma das unidades.

Cada unidade está dividida em departamentos. Um departamento normalmente é responsável por um dos cursos oferecidos pela unidade ou por uma linha de pesquisa específica. No caso de unidades com apenas um ou dois cursos, os departamentos não ficam responsáveis pela totalidade do curso, mas por uma parte dele. Devido à já citada fragmentação e descentralização da universidade, é comum ver departamentos com perfis semelhantes em unidades diferentes, o que gera críticas quanto à eficácia dos investimentos públicos e duplicação de esforços.

[editar] Números da universidade (atualizado)

Conjunto residencial da Cidade Universitária em São Paulo (CRUSP)

[editar] População

Segundo dados do último anuário, conjunto de informações relevantes sobre o funcionamento e situação da instituição[17], a USP possui:

  • 86.187 alunos matriculados;
  • 54.361 matriculados na Graduação (1º semestre);
  • 25.433 matriculados na Pós-Graduação;
  • 13.165 dos pós-graduandos estão no Mestrado
  • 12.278 dos pós-graduandos estão no Doutorado;
  • 53,48% (46.090) de estudantes homens e 46,52% (40.097) de mulheres;
  • 5.434 docentes (dos quais 4.469 dedicam-se em tempo integral); e
  • 15.221 funcionários, em todas as funções.

[editar] Bibliotecas

A Universidade de São Paulo possui 42 bibliotecas instaladas nas unidades de ensino dos diversos campi. Juntas, elas formam um dos principais acervos bibliotecários do Brasil, com cerca de 7.052.084 unidades, entre livros, teses e periódicos[18]. Essas bibliotecas são geridas pelo Sistema Integrado de Bibliotecas (SIBi), que também é responsável pelo catálogo online das bibliotecas da USP (Dedalus).

O Dedalus é um catálogo global, que possibilita a consulta simultânea em todas as bibliotecas da Universidade ou pelo catálogo específico de cada biblioteca. Assim, o usuário é capaz de localizar a referência bibliográfica de qualquer item do acervo da USP. Alguns artigos já possibilitam o acesso à informações online, provindas de Revistas Eletrônicas, dinamizando as pesquisas.

Esse sistema representa um passo importante para a melhoria do acesso à informação e modernização do ensino superior público. Outro passo importante da USP, em conjunto com Unicamp e Unesp, é o de integrar os acervos das três universidades estaduais paulistas via a rede mundial de computadores. Tarefa tida como de extrema importância para o processo de internacionalização dessas.

Parte das teses e dissertações defendidas na Universidade de São Paulo está disponível para consulta na Biblioteca Digital de Teses e Dissertações. Nessa, estão disponíveis mais de 15.921 documentos de autoria dos estudantes e docentes de instituição. O usuário pode pesquisar o conteúdo desejado a partir de palavras-chave, além de consultar a relação dos materiais disponíveis por tipo (tese de doutorado, dissertação de mestrado ou tese de livre-docência), área do conhecimento (humanidades, ciências exatas e ciências biológicas) ou pela unidade responsável pelo trabalho[19].

[editar] Administração

Relógio de sol localizado na Praça do Relógio, Cidade Universitária.

A estrutura administrativa da USP tem na Reitoria o seu órgão central, assim como no Reitor a figura principal da Universidade. Subordinadas à Reitoria estão as quatro Pró-Reitorias, órgãos especializados em cada um dos campos de atuação da universidade:

  • Pró-Reitoria de Graduação (PRG)
  • Pró-Reitoria de Pós-Graduação (PRPG)
  • Pró-Reitoria de Pesquisa (PRP)
  • Pró-Reitoria de Cultura e Extensão (PRC)

Nos últimos anos tem se discutido a criação de uma Pró-Reitoria de Assistência Estudantil, assunto que segundo os críticos sempre foi considerado secundário para os dirigentes da Universidade.

[editar] Reitores

[editar] Graduação

A USP oferece atualmente 229 cursos de graduação[20], cada um deles subordinado a sua respectiva unidade, com exceção de alguns cursos interunidades, como, por exemplo, o curso de Informática Biomédica, oferecido pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto em conjunto com a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto. No primeiro semestre de 2004, foram oferecidas 3.225 disciplinas, as unidades básicas de ensino na USP. Os cursos de graduação são classificados pela Universidade em três grandes áreas: Humanidades,Ciências Biológicas e Ciências Exatas.

Ciências Biológicas



Ciências Exatas



Humanidades



[editar] Campi da USP

Cidade universitária Armando de Salles Oliveira, campus da USP na cidade de São Paulo. Em destaque na foto, a Praça do Relógio

[editar] São Paulo

Na Cidade Universitária Armando de Salles Oliveira está localizada a estrutura administrativa de toda a Universidade de São Paulo, nesse campus localiza-se a maioria das unidades de ensino, pesquisa e extensão da universidade, além dos órgãos centrais da USP, como o gabinete do reitor e as pró-reitorias. Fora da Cidade Universitária mas ainda na cidade de São Paulo estão localizados:

[editar] São Carlos

O Campus da USP de São Carlos[21] foi implantado em 1948 com a criação da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC). Porém, as atividades tiveram início, efetivamente, cinco anos depois, com a primeira aula proferida no dia 18 de abril de 1953, no prédio que hoje abriga o Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC), localizado na região central da cidade.

Campus da USP em São Carlos.

O crescimento da escola - tanto no número de alunos quanto no de atividades - forçou a transferência da unidade para um terreno maior, onde foi construído o atual Campus universitário. Na década de 70, a diversificação e o crescimento das atividades da Escola de Engenharia se multiplicaram, resultando em um transbordamento da divisão de então. Isso levou à criação de novas unidades de ensino: o Instituto de Ciências Matemáticas de São Carlos (ICMSC) e o Instituto de Física e Química de São Carlos (IFQSC). Mais tarde, em 1994, o IFQSC se divide, resultando na criação do Instituto de Física de São Carlos (IFSC) e do Instituto de Química de São Carlos (IQSC). Já no ano de 1998, o ICMSC muda de nome e passa a ser chamado de Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação (ICMC)[22].

Atualmente, essas quatro unidades de ensino - EESC, ICMC, IFSC e IQSC, somadas à Prefeitura do Campus Administrativo de São Carlos (PCASC), ao Centro de Informática de São Carlos (CISC), ao Centro de Divulgação Científica e Cultural (CDCC) e a outros órgãos/serviços, formam a USP-São Carlos.

A unidade já possui um segundo Campus, conhecido como Campus 2, criado em decorrência da estagnação da capacidade do Campus original e também de novos cursos. Foi criado em 2001, possui uma área de pouco mais de 100 hectares, e foi inaugurado oficialmente em 4 de novembro de 2005, ano em que passou a incorporar as atividades acadêmicas da Universidade na cidade.

Os Campi de São Carlos contam com uma população de 8.023 pessoas entre alunos de graduação e pós-graduação, professores e funcionários.

[editar] Ribeirão Preto

No Campus da cidade, são oferecidos 24 cursos (totalizando 1300 vagas oferecidas anualmente), distribuídos nas seguintes unidades[23]:

  • Escola de Comunicação e Artes de São Paulo (Departamento de Música de Ribeirão Preto);
  • Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto;
  • Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto;
  • Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade de Ribeirão Preto;
  • Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto;
  • Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto;
  • Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto;
  • Faculdade de Direito de Ribeirão Preto; e
  • Centro de Informática de Ribeirão Preto.

O Campus também conta a estrutura desejada para seu pleno funcionamento, como, por exemplo, uma prefeitura[24], centrais de tratamento odontológico, bibliotecas e o Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto - esse último vinculado à Faculdade de Medicina[25].

[editar] Piracicaba

O Campus de Piracicaba foi criado em 25 de junho de 1985. O Campus é constituído pela Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ), pelo Centro de Energia Nuclear na Agricultura (CENA), pela Prefeitura do Campus "Luiz de Queiroz"(PCLQ), pelo Centro de Informática (CIAGRI) e pela Unidade Básica de Saúde (UBAS).

[editar] Bauru

Entrada do Campus da USP em Bauru.

O Campus da USP em Bauru foi implantado em 24 de setembro de 1948 com a criação da Faculdade de Odontologia de Bauru.

A estrutura física do campus de Bauru inclui alojamento estudantil, berçário e maternal, centro cultural, centro de convivência, complexo desportivo e restaurante, localizados em uma área de 156.850 , integrado por uma comunidade de 1.500 pessoas, entre alunos, professores e funcionários.

[editar] Pirassununga

O Campus de Pirassununga é o maior campi da USP em extensão territorial, sendo, na realidade uma fazenda com área total de 22.690.337,770 de área e com 67.595,76 m² de área edificada, dividida pela Via Anhanguera entre os quilômetros 211 e 218.

A fazenda, que, em 1945, iniciou suas atividades como Escola Prática de Agricultura Fernando Costa, integrou-se à Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, em outubro de 1989, tornou-se campus da USP. Atualmente, ele engloba as seguintes unidades:

Além disso, o campus possui uma estrutura semelhante às cidades universitárias da USP e da Unicamp, com moradia estudantil, agências bancárias, restaurantes universitários, centros esportivos, de eventos e serviço de atendimento médico e odontológico.

[editar] Lorena

A Escola de Engenharia de Lorena (EEL-USP)[26] é a mais recente unidade da Universidade de São Paulo. Ela nasceu da transferência das atividades acadêmicas, de ensino e de pesquisa da extinta FAENQUIL - Faculdade de Engenharia Química de Lorena, criada em 1970 - para USP em 29 de maio de 2006. Lorena fica a 180 km de São Paulo.

Situada no Vale do Paraíba (SP), atende anualmente em média 1600 alunos, de várias partes do país. Oferece cursos de graduação em Engenharia Química, Engenharia Industrial Química, Engenharia Bioquímica e Engenharia de Materiais; e mestrado em Engenharia Química, mestrado e doutorado em Engenharia de Materiais, e em Biotecnologia Industrial. Possui também cursos de especialização em Engenharia Ambiental, Engenharia da Qualidade e Matemática, e ainda Ensino Médio e Técnico Profissionalizante em Química.

Referências

[editar] Ligações externas

[editar] Ver também

Outros projetos Wikimedia também contêm material sobre este tema:
Imagens e media no Commons
Ferramentas pessoais
Criar um livro