Urinoterapia

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A Urinoterapia é uma pseudociência que propõe como tratamento alternativo o uso da urina humana para fins medicinais e cosméticos. Exemplos de aplicação incluem a ingestão da própria urina ou massagem da pele com urina. Não há nenhum benefício cientificamente comprovado de tais técnicas para a saúde. [1][2][3][4][5]

[editar] Metodologia e argumentos a favor

A prática ganhou alguns adeptos entre esportistas como o lutador brasileiro Lyoto Machida e o mexicano Juan Manuel Márquez. O fisiologista Turíbio Leite de Barros, de renome internacional e antigo funcionário do São Paulo Futebol Clube, afirmou desconhecer qualquer benefício que a técnica pudesse trazer ao esporte e disse que ela é antifisiológica "porque o organismo elimina o que não lhe serve, e a urina é o nosso principal produto de excreção. Além de não trazer benefício, podemos pressupor até que cause prejuízo".[6]

Muitos relatos levam a crer que a primeira urina excretada após uma noite de sono é a ideal para a ingestão, visto que carregada de hormônios benéficos para o organismo e para o cérebro, são benéficos para o equilíbrio do cérebro e da memória.[carece de fontes?]

Relatos de ex-combatentes da Segunda Guerra Mundial apontam para o poder cicatrizante da urina, isto se dá porque há grande concentração de cortisona, o que a torna antisséptica, bactericida e cicatrizante, sendo excelente também para tratamento de queimaduras.[carece de fontes?]

Os japoneses e indianos já conhecem a prática da urinoterapia há milênios, sendo que os primeiros a utilizam inclusive como cosmético, supostamente rejuvenescendo a pele com a aplicação de urina.[carece de fontes?]

Existem depoimentos de náufragos que excederam os limites de sobrevivência marítima bebendo a própria urina e no deserto é comum os viajantes usarem a mesma para saciar a sede, na falta de água potável.[carece de fontes?]


Referências

  1. Christopher Middleton. "A wee drop of amber nectar", The Daily Telegraph, 2003-02-24.
  2. Gardner, Martin. Did Adam and Eve Have Navels?: Debunking Pseudoscience. New York: W.W. Norton & Company, 2001. 92–101 p. ISBN 0-393-32238-6
  3. Taking The Piss: Is urine drinking a good idea?. Correx archives.
  4. Robert Todd Carroll. The skeptic's dictionary: a collection of strange beliefs, amusing deceptions, and dangerous delusions. illustrated ed. [S.l.]: John Wiley and Sons, 2003. 391–394 p. ISBN 0471272426, 9780471272427 (also online version)
  5. Urine Therapy, Jeff Lowe
  6. Predefinição:Err (2011 [last update]). Lutadores bebem urina em preparação e abrem polêmica no boxe e MMA - 23/09/2009 - UOL Esporte - Lutas. esporte.uol.com.br. Página visitada em 23 de outubro de 2011.

[editar] Ligações externas

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