Usuário:PTJoel

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Sábado, 30 de Agosto de 2008
A editar os filmes 007

Identificação do Utilizador


  • Nome: Joel Teixeira dos Reis
  • Naturalidade: Suíça
  • Nacionalidade: Portuguesa.
  • Data de Nascimento: 23 de Abril de 1988
  • Idade Actual: 20
  • Residência Actual: Lamego - Portugal
  • Profissão: Estudante.
  • Tempos livres: Cinema, wikipédia (ai, não!), ginásio (claro! hipertrofia, haha!), música...
  • Línguas Faladas: Português Europeu, Francês padrão, Inglês Europeu e Russo em apredizagem.
Em relação à Wikipédia
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Índice

[editar] Reeditado a 100%

[editar] A reeditar a 100%

[editar] Artigos Criados

[editar] Sobre a Rússia

[editar] Queen

[editar] Diversos

[editar] Editorial

[editar] Tuguex

Quantas vezes já nos fartamos das nossas repartições públicas. Quantas vezes já fomos mal-tratados pelos nossos patrões? Quantas vezes vemos notícias de que altos empresários põe dinheiro ao bolso.

Apresento-vos os videos Tuguex que são emitidos no programa Sempre em Pé na RTP2. Trata-se de uma série de pequenos episódios de breves minutos de animação que retrata perfeitamente o modo de vida de um trabalhador português no sector terciário.

As personagens são os funcionários: Carla, a secretária, que é inocente mas não sabe fazer nada. Passa horas ao telefone e a falar com as amigas; o Bruno que é estagiário e faz tudo pelos outros; o Loverboy que é o engatão da empresa tarado e viciado em gajas; e a Tiazorra que é o típico das mulheres mais velhas do sector público. Também estão as chefias: o chefe que apesar de mandão não faz nada; e o mega-chefe que comunica por telefone as suas ordens.

Os funcionários são viciados no Messenger e no café. O chefe, apesar de pequeno, maltrata os seus funcionários. A Tiazorra está sempre com o período e queixa-se sempre.

Bem, fica aqui o cheirinho acerca destas animações. Podem ver no Youtube: www . youtube . com / watch?v=NHis_l4zGvU.

[editar] Deixar de Fumar

Caros utilizadores que querem deixar de fumar (ou que são fumadores, mas pensam em deixar o vício). Este texto é para vocês.

Como se sabe, o Decreto-Lei n.º 34/2007 de 14 de Agosto entrou em vigor a 1 de Janeiro de 2008. Essa lei de prevenção do tabaco tem como objectivo a protecção dos não-fumadores em recintos fechados tais como bares, cafés, discotecas, escolas, órgãos de soberania. Embora existem restrições, venho cá dar-vos conselhos e apoiar-vos a largar o vício.

Como todos sabem, o tabaco mata. Não vale a pena andarem com histórias, toda a gente sabe o poder maléfico do tabaco. Seja você português, brasileiro, angolano, guineense, timorense, moçambicano, são-tomé-principense (será assim?), cabo-verdiano, russo, chinês, francês ou norte-americano, o tabaco faz mal em qualquer parte do planeta e arredores. As substâncias químicas que compõe o tabaco são extremamente nocivas: nicotina, alcatrão (para fazer auto-estradas nos brônquios), isso mesmo! O mesmo alctrão usado para as estradas. Juntando mais um cocktail de 40'000 outras substâncias, vocês verão que, passados 24 horas após o último cigarro, terão uma outra sensão de vida. Não acredita?

Ora vejamos, a nicotina, como qualquer outra droga, é desintoxicada de forma gradual pelo corpo. Após 6 a 8 minutos do último cigarro, a tensão arterial volta ao normal. Passados 2 horas, comecem a sentir um melhor paladar. Após 24 horas, começa a tossir, a sentir dores de cabeça. Isto é o corpo a desintoxicar-se, a limpar-se. Forma-se muco e outros líquidos cheios destas porcarias. Por fim, ao fim de 1 semana, sentirão que andar custa menos e terão mais facilidade para respirar. E ao fim de 1 ano, tendo em conta que fumava um maço de cigarros Marloboro por dia a 3.15€, poupará 1149.75 euros. Imagina que fuma 3 maços de cigarros por dia...Hà muitas boas razões para largar os palitos.

A Lei 34/2007 visa a proibição do fumo em locais tal como cafés, bares, hospitais, etc., e segue uma das directrizes da União Europeia. Os estabelecimentos com menos de 100 m², podem optar por espaços fumadores ou não-fumadores. Porém, no primeiro caso, é necessário que seja instalado um potente sistema de exaustão de fumo que pode chegar aos 30'000 euros. Por fim, os espaços com mais de 100 m², podem dispor de espaço para fumadores até 30% da área total. Quem fuma num local proibido, paga até 750€.

Deixe de fumar pela sua saúde e pela sua carteira. Verá que é muito difícil mas que será compensatório para a sua vida e respeitará os outros que não fumam pois os não fumadores respiram também o monóxido de carbono e têm também altas probabilidades de contrair cancro.

Joel Teixeira dos Reis.

[editar] AO

Chegou a hora de actualizar esta secção. Como toda a gente sabe, parece que o Estado português conseguiu aprovar o maldito e horrendo Acordo Ortográfico. Muitas pessoas perguntaram-me porque estava contra e houve uma ou duas que me acusassem de nacionalismo exagerado. Eu respondo-lhes dessa maneira: Apesar de ter uma visão europeia e liberal, quando se trata do património de um Estado, é necessário a sua defesa e a sua projecção. Eu sei que o Português não é só nosso mas também sei que sou utilizador dessa mesma língua e é meu dever defender a variedade lusa presente na língua que identifica Portugal no mundo.

Passados alguns meses, pude aprofundar mais os meus conhecimentos em torno desta matéria. E o que posso concluir é que existem muito mais pessoas contra do que a favor. Como é que sei? Simples: ao investigar as entradas na Internet, ao ler as mais variadas crónicas de linguistas e deputados e ao ler a grande quantidade de opiniões, pode-se concluir que os portugueses não querem o Acordo. Tal como diz o tradutor João Roque Dias, clamamos nós em escrever 'ação' ao invés de 'acção'?.

Mas pensemos o seguinte. Os senhores que se dizem a favor das alterações não possuem nenhuma razão científica e linguística para essas mesmas alterações. Eu notei e noto, ao ouvir e ao ler as crónicas dos 'prós', um discurso mais político e sencionalista do que propriamente real e científico (Ai não sei quê países irmãos, Ai e tal a projecção). No programa Prós e Contras da RTP, uma senhora de origem africana disse que o Acordo ajudará na alfabetização dos povos pois a escrita tornar-se-á mais simples. Isto é uma simples estupidez e mostra que, afinal de contas, o acordo é para facilitismos. Eu nasci na Suíça e convivi com a ortografia francesa que é muitíssimo mais etimológica. Escrevem mysthère, pharmacie, aujourd'hui, etc. e nenhuma ex-colónia francesa nem o Canadá entrou em guerra com a França acerca disso, ou seja, toda a gente aprende aquela ortografia arcaica (e aí, sim! É mesmo arcaica!). Mas, no Português não! Temos que facilitar para os pobres meninos porque não sabem escrever em condições. Pois bem, façam o favor de investir melhor da educação e na escrita e não invetam estas pasmaceiras. Porquê? Porque quando estava a ter aulas na escola portuguesa na Suíça, tive que copiar muitos textos e redigir ditados para escrever bem e correctamente. Cada erro era uma grande chamada de atenção. Por isso, não me venham com esta desculpa descarada.

Mas continuemos e vejamos a grande falcidade. Diz o acordo que o principal objectivo é unificar a ortografia e projeccioná-la no âmbito mundial. Essa é de rir! De rir! Desde quando é que uma língua se diz ter uma única ortografia aceita duplas ou até triplas grafias? Não conheço outras línguas que tenham tal barbaridade! Chamam eles a isso unificar? Pois eu chamo a isso enganar tantos os portugueses como todos os outros povos porque na realidade isto é dizer o dito por não dito, mentir e arranjar argumentos falaciosos.

Porém, dizem aqueles senhores que se trata de uma estratégia para o Português. João Roque Dias afirma: É estratégico, sim. Mas para o Brasil. Que fique bem saliente que eu nada tenho contra o Brasil mas aqui, neste assunto é amigos, amigos; negócios à parte. Quem fica a ganhar? Portugal? Não acredito porque mesmo sendo o Português Europeu uma língua oficial da UE, não noto que tivéssesmos ganho alguma coisa. Os PALOPS e Timor? Coitados, têm mais que fazer! Então, resta o Brasil. E a resposta é clara: quem ganha é o Brasil. Este acordo que vai instruir uma ortografia única vai permitir ao Brasil meio caminho andado para a propagação da sua indústria editorial no mundo e o seu ambicioso lugar no Conselho de Segurança da ONU. E isto à custa de todos os outros países, mas sobretudo, Portugal. Este acordo é a sentença de morte do controlo que o país tem sobre a língua. Quando entrar em vigor, Portugal já não terá a sua particularidade e a sua variedade presente na língua dando assim ao Brasil total acção sobre a língua. Não nos esqueçamos que o Acordo seria inviável se Portugal não aderisse. Ao ler essa frase ainda pensei que pudéssemos ter controlo mas com os nossos governantes, estou completamente enganado e desiludido.

Agora, vejamos o campo linguístico. Diz o acordo que são abolidas as consoantes c e p em palavras onde essas letras são irremediavelmente (mentira!) mudas. Ora, sejamos francos e honestos, pode-se traduzir da seguinte maneira: agora, os portugueses vão escrever segundo a ortografia brasileira. Ponto final. Parágrafo. Estão a querer impor uma ortografia que não é nada compatível com a fonética do Português Europeu. Tal como diz a filóloga Maria Alzira Seixo, este acordo vai acabar com a função essencial destas consoantes que é abrir a vogal precedente. Como todos sabemos, o português europeu tende para a consonantização e o c e o p são essenciais como em electricidade e electromagnestismo. Eu não digo ele•tromagnetismo porque o c é semi-articulado. Eu não digo adução para a palavra adopção mas sim a - dó - ção. Escrever adoção é escrever na mesma lógica que adoçante. Que semelhança! Vejam quão estúpida é esta regra. Outro facto é Egipto. Poucos são aqueles que pronunciam o p. Mas ao dizer egípcio, eu digo o p. Então porque raio hà-de se tirar o p em Egipto? Só porque não é pronunciado? Isto é uma regra estúpida!

Tenham calma porque ainda existe mais estupidez para se constatar. Diz o incrível Acordo que são retiradas os acentos diferenciais como em pára, pêlo e jóia. Em pára passa a para. Hmm, imaginem então esta frase: Para para olhar, escutar e ouvir. Não ficaria melhor o acento? Claro que depois, o contexto entraria mas nos primeiros segundos é notória a falta de qualquer coisa. Para jóia, esta regra do Acordo vai entrar em conflito com a seguinte regra gramatical: o + i = oi e diz-se oi como em foi. Quando os miúdos irão aprender que o+i é oi não tardarão a entrar em confusão ao lerem joia ou até Troia. Mas que Cavalo de Tróia!. Por fim, e com os pêlos bem eriçados, iremos deparar-nos com esta situação: Pelos pelos passam inúmero substâncias. Enfim, sem comentários. Ainda para acabar com este parágrafo, também são retirados os acentos em vêem e lêem. Conclusão, os defensores dizem que serão simplificadas as regras na acentuação. Eu digo é que uma facilitação. Por favor não no mentem tão descaradamente! Nota-se logo que a razão é o facilitismo e, coincidência ou não, no Brasil, os jovens praticamente deixaram de utilizar a acentuação e além do mais, a versão brasileira do Português tem tantos acentos que estas regras vêm como uma lofada de ar fresco. Lá serão eliminados os acentos em palavras como idéia, platéia, abençôo e enjôo. Enfim, as razões estão bem à vista: responder aos interesses do Brasil de modo a facilitar e a remediar uma regra (a regra da acentuação, claro) que praticamente já não é usada pelos jovens. E mesmo a diérese (trema) é eliminada em palavras como tranqüilo que já não é usada no jornal Folha de São Paulo. Neste parágrafo o que há é uma injustiça.

Deixando o campo da acentuação, vejamos o seguinte: o Acordo propõe a eleminação do hífen em palavras como essas: "contra-regra" e "extra-escolar". Razões linguísticas e científicas para essas alterações?: zero. Retira-se o hífen em casos como hão-de e há-de. Mais uma vez, razões linguísticas: zero. Coincidência ou não, mais uma vez, no Brasil, as últimas duas palavras não levem hifen. O que eu quero dizer é que essas regras que inventaram sobre o hífen é apenas uma fachada ou, se quiserem, uma atenuante porque aquilo que o Acordo realmente quer é abolir o c e o p do português de cá.

Como se pode ver, os meus argumentos são linguísticos e científicos. Não me baseio em sencionalismos e em mentiras. Se querem o Portguês bem projectado, então invistam no idioma, numa melhor educação tanto aqui como nos outros países. Como é que uma língua dita internacional pode ter uma norma única se aceita duplas' ou triplas grafias? A língua vai cair no ridículo pois será a única que permite essas parvoíces! De todas as maneiras, sobre a votação no parlmento, devo dizer que faltou ouvir as pessoas certas como escritores, filólogos ou linguístas. De todos os deputados que votaram a favor, será que a maioria leu o texto? Duvido porque os deputados são para a política e não para a linguística. Não é um decreto-lei que me vai obrigar a escrever segundo uma norma que eu não aceito. Mas ficarei desiludido quando o nosso património desaparecer da língua só por causa de caprichos geo-políticos (Maldita hora em que apareceu a CPLP!). A língua é do povo! Clamamos nós em escrever "Ação" ao invés de "acção"? Não! Então para quê aquela treta? Um acordo cheio de erros, de ambiguidades, de parvoíces e de estupidez! Malaca Casteleiro, devias ter vergonha de ser Português! Agora faço esta pergunta: Algum daqueles políticos e acordistas perguntaram à parte mais importante que é o povo? Envergonhai-vos vós destas patetices!

Comentário de Miguel Sousa Tavares que escreveu para o Expresso e que completa a minha opinião:

(...): quando não têm mais nada com que se entreter para exibir a sua importância, os senhores da Academia das Ciências e os ministros dos Estrangeiros gostam de nos ameaçar com o acordo ortográfico, cujo objectivo único é por-nos a escrever como os brasileiros, assim lhes facilitando a sua penetração e influência nos países de expressão portuguesa. Como disse Vasco Graça Moura, o acordo é um "diktat" neo-colonial, em que o mais forte (o Brasil) determina a sua vontade ao mais fraco (Portugal). Alguém imagina os Estados Unidos a ditarem à Inglaterra as regras ortográficas da língua inglesa? Ou o Canadá a ditar as do francês à França ou a Venezuela as do espanhol a Espanha?

Dizem que isto vai facilitar a penetração da literatura portuguesa no Brasil, mas ninguém perguntou a opinião aos autores portugueses. Há quatro anos atrás, publiquei um livro no Brasil e, contra a opinião de alguns 'sábios' e as várias insistências da editora brasileira, o livro reza assim na ficha técnica: "A pedido do autor, foi mantida a grafia da edição original portuguesa". Apesar dos agoiros de desastre que essa teimosia minha implicaria, o livro vendeu até hoje cerca de 50.000 exemplares no Brasil. Perdoem-me a imodéstia, mas orgulho-me de ter feito bem mais pela nossa língua no Brasil do que todos esses que se dispõem a vendê-la como coisa velha e descartável.

[editar] Divisão em pt-pt e br-pt? Claro que sim!

Bem, isto agora é a continuação do que escrevi em cima. É sem dúvida importante tomar em consideração que, por muitas coisinhas lindas se diz sobre a unificação do português, há diferenças profundas nas duas variantes da língua. O acordo só se baseia na Ortografia mas não resolve outros problemas como os acentos, as palavras diferentes, as construções frásicas, o uso diferente do vocabulário, etc.

Bem, também é preciso notar que nesta wikipédia há demasiadas misturas entre o PE e PB tornando os artigos um pouco confusos e chatos. Uma das políticas da wikipédia é, quando não se encontra uma alternativa a uma palvra escrita numa variante que possa ser aceita por ambas as variantes, é necessário usar as horríveis barras "/" como em "polaco/polonês", "autocarro/ônibus", "videogame/jogo electrónico", etc., etc. Não esquecendo também a falta de respeito pela versão europeia do português quando se põe entre parêntesis as consoantes famosas por serem consideradas mudas como no caso de dire(c)ção, conta(c)to, a(c)to, Egi(p)to, etc.

Bem, uma wikipédia com todas estas diferenças descriminadas não é e não pode ser uma enciclopédia de verdadeiro valor já que a própria construção frásica pode ser considerada errada de um lado e correcta do outro. Eu até me rio quando leio uma das directrizes da Wikipédia quando diz "blá, blá, blá, em Portugal escreve-se "contacto" e no Brasil escreve-se "contato". Qual das duas é mais correcta? Ambas!" Bem, isso é um pouco estúpido dado que, se eu for ao Instituto Camõe" e perguntar se a palavra "contato" está correctamente escrita, eles diriam que não. Se for à Academia Brasileira de Letras perguntar se "contacto" está bem escrita, eles também diriam que não. Afinal, qual das duas é realmente correcta? Ponto do controvérsia...

Uma wikipédia também não pode ser considerada como tal se há certas frases em que de um lado está mais correcto e do outro nem por isso. Vai o seguinte exemplo: "Abre em uma nova janela." Primeiro, se eu apresentar isso nas minhas provas de português, teria um erro de construção frásica dado que a forma aceite é "abre numa nova janela." Outro é exemplo é "Este texto foi retirado de sua obra." Em Portugal, isto não é aceite dado que, segundo a gramática, é necessário concordar o artigo "de" com o complmentar directo "obra" ficando "Este texto foi retirado da sua obra."

Por fim, hà o vocabulário. Demasiadas palavras diferentes, demasiadas chatices, como nos casos dos países: "República Tcheca ou Checa", "Irão ou Irã", "Omã/Omão", "Islão/Islã", etc. Eu até fico impressionado quando certos brasileiro defendem que o Português escrito na versão carioca é mais correcta que a da portuguesa. Bem, não sei porque dizem "mouse", "show", "viedogame". Se é a versão mais correcta porque não usam palavras portuguesas?

É bom salientar que ao haver duas Wikipédias correspondentes a cada versão do Português, evitar-se-ia conflitos, correcções por parte de escritores anónimos que não sabem que a Wikipédia é utilizada pelos oitos países de Língua Portuguesa, daí que não estão concientes das diversas versões nelas escritas levando-os a violar a regra de "não muda de verão de A para B.".

Também é bom salientar que, ao dividir as Wikipédias, defende-se a variedade da língua mas em pontos diferentes não as misturando, deixando as versões evoluirem naturalmente.

E é também é bom notar que a proceder a tal acção, protega-se uma maneira de escrever, logo uma cultura, logo um país. Não quero dizer que no Brasil utiliza-se erroniamente as palavras pois o país (e não se diz "ele") decidiu proceder como tal.

Por isso, a divisão da Wikipédia em duas deve ser feita e é muito importante consevando assim uma maneira de escrever, uma maneira de falar, uma maneira de se expressar, uma maneira de expremir e uma maneira de transmitir os conhecimentos. Se já se criou a tugapedia.com então vejo que daqui a breve se cria finalmente a pt-pt.wikipedia.org e a br-pt.wikipedia.org.

Assim seremos uma Wikipédia correcta e sem qualquer tipo de problemas provenientes das diferenças.

Ferramentas pessoais