Usuário:Pedro Aguiar

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Este usuário remonta às origens da Wikipédia.
  • 25/10/2002 (data de registro)


Ficha técnica
  • E-mail: pedreco@gmail.com
  • ICQ: 7077191
  • MSN: peterklausz@hotmail.com
  • Skype: Pedreco
  • Telefone: +55 21 99240551
  • Nascimento: 29/12/1981
  • Cor preferida: Preto
  • Altura: 1,81m
  • Olhos: castanhos (dois)
  • Destreza: canhoto
PT Wiki Na Uiquipídia desde outubro de 2002 (antigo registro: Usuário:Aguiar).
EN Wiki Na Wikipedia desde 2002.

Pedro Aguiar é um conceito indefinido.

Durante os anos 1990, foi ditador de um país imaginário latino-americano, período em que gozou de grandes mordomias e total isolamento da cultura pop ocidental. No entanto, motivado pelo tédio, abandonou sua pátria e mudou-se para a Wikipedia, onde contribui com artigos sobre sua profissão, sua ideologia e seu gosto musical.

Índice

[editar] Micro-currículo

Formado em Jornalismo pela Universidade Federal do Rio de Janeiro, onde agora faço mestrado em Comunicação e Cultura. Ex-estudante de Cinema na Universidade Federal Fluminense e de Programação Visual também na UFRJ.

Mantenho a Rede de Pesquisas sobre Jornalismo Internacional desde agosto de 2005. Trabalhei como repórter de Internacional no Jornal do Brasil e fiz colaboração para a revista Carta Capital no Kosovo e para a Folha de S.Paulo em Istambul. Já fui estagiário e redator na agência EFE e, no ano seguinte, do jornal O Globo e da rádio CBN.

Trabalhei como roteirista profissional de TV (programa Rizoma, veiculado no Canal Universitário do Rio de Janeiro) e webmaster de alguns sites (como o Infância80, Vide Vídeo e LOSS).

No campo acadêmico, meus interesses de pesquisa são na área de Jornalismo Internacional e agências de notícias. Desde 2008 faço estágio em docência ministrando aulas dessa disciplina na UFRJ.

Escrevi o livro Jornalismo Internacional em Redes (Rio: Secretaria Especial de Comunicação Social da Prefeitura, 2008).

[editar] Colaborações na Wikipedia

Na Wikipedia (sem acento; pronuncio "uiquipídia"), colaboro principalmente nos verbetes relacionados a Comunicação e Jornalismo, incluindo biografias de alguns jornalistas (como William Waack) e especializações (como Jornalismo Internacional). Também criei e organizei as predefinições (tabelinhas laterais) para Comunicação, Jornalismo, Cinema, Política e Regimes de força.

Meu primeiro verbete criado foi Passatempo, mas me orgulho de ter sido o criador do verbete Jornalismo em [25 de outubro de 2002]. Sou o usuário nº 12 da Wiki lusófona, com meu antigo registro.

Mais recentemente, voltei a colaborar com meu tema de maior interesse, que é a Estética totalitária e, mais especificamente, o Realismo socialista. Em 15 de janeiro de 2005, traduzi do inglês o artigo sobre as Spetsnaz.

Também aproveito o tempo livre para traduzir alguns verbetes básicos (como Maçã), seja da versão em inglês, seja da em espanhol

Percebi recentemente que tenho mania com predefinições. Além de bonitas e ótimas para a navegabilidade, elas servem para organizar o conteúdo de determinado tema, muito mais do que as categorias. Quando se tem uma predefinição, pode-se visualizar mais facilmente quais artigos já existem e quais faltam para aquele assunto, e também mostrar ao usuário qual é o seu "universo de concorrência" dentro dos verbetes da Wikipedia. Ou seja, junta naquela caixinha tudo que diz respeito àquele assunto, facilitando a navegação e a edição. Pretendo agora criar predefinições para todos os temas que me interessam.

Tempo disponível para contribuição
Alto
Médio
Baixo
Nenhum

[editar] Geoficção, micronacionalismo e outros hobbies

Meu principal passatempo, desde a infância, é a Geoficção — a criação e elaboração de lugares imaginários, desde bairros, cidades, países, continentes, até planetas. É de minha autoria a Lista de países fictícios e verbetes correlatos. Fui criador de Porto Claro, o país fictício que deu origem às chamadas micronações na América Latina.

Algumas criações minhas:

  • Zarmut, Armátia e Rupécia (1990)
  • Porto Claro (1992)
  • Volkarina (1999)
  • Marraguasca (2002)
  • República de Santana (2003)
  • Merídia (2004)

Em alguns destes países, criei meus auto-memoráveis ditadores fictícios, como Peter Klausz, Mikale Smelnik, Eduardo Vasquella, Lorenzo Carbona e Vespasiano Max.

[editar] Obras de ficção

Embora não seja o principal talento - talvez sequer um talento -, há alguns trabalhos de ficção de minha autoria, a imensa maioria não publicada, merecendo registro em nenhum outro lugar senão uma gaveta empoeirada.

Roteiros de cinema (longa-metragem)

  • "O Menino e o Príncipe" (inconcluso), 2003
  • "Go West", 2002
  • "O Grande Líder", 2000
  • "Os Irmãos Normandos" (inconcluso), 1998

Peças de teatro

  • "O Juramento de Hipócrita", 1995
  • "O mundo está perdido", 1994
  • "Gut Gut", 1994
  • "Aladim", 1993
  • "Pretendentes", 1991

[editar] Meus homônimos

Já conheci pelo menos outros 5 "Pedros Aguiares" na minha vida. Cheguei até a estudar com dois deles, no primário e no segundo grau. Buscando pelo Google, consegui encontrar pelo menos outros tantos homônimos e quasi-homônimos:

[editar] Links externos

Ferramentas pessoais
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