Vasco de Lima Couto
Vasco de Lima Couto (Porto, 26 de Novembro de 1923 - Lisboa, 10 de Março de 1980) foi um poeta, actor, encenador, declamador e radialista português.
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[editar] Percurso
Estreou-se como actor em 27 de Março de 1947. Em 13 de Março de 1951 entrou para a Companhia de Amélia Rey Colaço - Robles Monteiro, a mais conceituada da época. Trabalhou também no Teatro Experimental do Porto, Teatro da Câmara - Estufa Fria, Teatro da Trindade e Teatro Experimental de Lisboa.
Foi para Angola onde colaborou em programas de rádio.
Regressou a Portugal em 1974. Trabalhou no Teatro da Cornucópia e na Companhia de Maria Matos.
Em 1975, gravou o seu segundo disco de poesia com poemas da sua autoria.
[editar] Homenagens
Em Constância existe um museu monográfico dedicado ao poeta, reunindo o seu espólio. A actual Casa Museu Vasco de Lima Couto é, desde os anos 70, propriedade de José Ramoa Ferreira, o Zé Brasileiro, português de Braga dos versos de Vasco de Lima Couto.
A Casa Museu Vasco de Lima Couto foi oficialmente inaugurada em 1981.
[editar] Obras publicadas
- Arrebol - 1943
- Romance - 1947
- Recado Invisivel - 1950
- Os olhos e o silêncio - 1952
- O Silêncio Quebrado - 1959
- Esta continua saudade... - 1974
- Bom Dia Meu Amor... - 1974
- Deixando discorrer os rios
- Canto de Vida e de Morte - 1981
[editar] Discografia
O single "Erotica" inclui os poemas "A voz perto de Mim", "O Futuro é Hoje", "Para ver se te Desprezo", "Pois", "Adolescente", "Felatio", "Posse" e "Realmente não". Os poemas são ditos pelo próprio autor e com música e acompanhamento de Duarte Costa.