Veado-mateiro
| veado-mateiro | ||||||||||||||
|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|---|
|
|
||||||||||||||
| Classificação científica | ||||||||||||||
|
||||||||||||||
|
|
||||||||||||||
| Mazama americana Erxleben, 1777 |
O veado-mateiro (Mazama americana), também chamado veado-vermelho, veado-pardo, catingueiro, guatapará, guaçupita, guaçuetê, suaçupita e suaçuapita,1 é uma espécie de veado que possui hábitos solitários e que ocupa áreas de mata desde o nível do mar até áreas elevadas de 5 000 metros, desde a porção central do México até o norte da Argentina. Morfologicamente, é a maior espécie do gênero Mazama, apresentando um aspecto robusto, com trinta a quarenta quilogramas de peso, dorso arqueado com altura entre 58 e oitenta centímetros e comprimento de noventa centímetros a 1,45 metros. A espécie vem gerando muita controvérsia no que tange aos estudos filogenéticos, pois demonstra divisões que podem caracterizar existência de vários táxons. Hoje, são descritos, pelo menos, sete citótipos diferentes de veados-mateiros, variando, o cariótipo, entre 42 e 53 cromossomos.
Etimologia[editar]
"Veado" originou-se do termo latino venatu, "caça morta".1 "Mateiro" é uma referência ao habitat típico da espécie, a mata. "Veado-vermelho" e "veado-pardo" são uma referência à cor de sua pelagem. "Guatapará" é um vocábulo de origem tupi.2 "Guaçupita" veio da junção dos termos guaranis gwa'su, "veado" e pi'tãg, "vermelho".3 "Guaçuetê" veio da junção dos termos guaranis gwa'su, "veado" e e'tê, "verdadeiro".3 "Suaçupita" veio do tupi suasu'pita, "veado vermelho".4
Galeria[editar]
-
Mazama americana no Pantanal
Referências
- ↑ a b FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 757
- ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.875
- ↑ a b FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.871
- ↑ FERREIRA, A. B. H. Novo Dicionário da Língua Portuguesa. Segunda edição. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1986. p.1 617