Veja

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Veja
Capa da edição 2259 de 7 de março de 2012
Slogan Veja, indispensável para o país que queremos ser.
Frequência semanal
Editora Editora Abril
Circulação Total: 1.191.803[1]
Categoria política
economia
cultura
ciência
tecnologia
País  Brasil
Idioma português
Formato 20,2 x 26,6 cm[2]
Fundação 11 de setembro de 1968
veja.abril.com.br

Veja é uma revista de distribuição semanal brasileira publicada pela Editora Abril às quartas-feiras. Criada em 1968 pelos jornalistas Roberto Civita e Mino Carta, a revista trata de temas variados de abrangência nacional e global. Entre os temas tratados com frequência estão questões políticas, econômicas, e culturais. Apesar de não ser o foco da revista, assuntos como tecnologia, ciência, ecologia e religião são abordados em alguns exemplares. São publicadas, eventualmente, edições que tratam de assuntos regionais como a Veja São Paulo, Veja Rio, Veja Brasilia e Veja BH. Com uma tiragem superior a um milhão de cópias, sendo a maioria de assinaturas, a revista Veja é a de maior circulação nacional.[1]

História[editar | editar código-fonte]

Primeiros anos[editar | editar código-fonte]

Capa da primeira edição da Revista Veja, lançada em 11 de setembro de 1968

A Veja é marcada por uma linha editorial alinhada à direita política, apesar de não assumir que tenha uma inclinação política. Em 11 de setembro de 1968, foi lançada a primeira edição da revista. Tendo como manchete de capa "O Grande Duelo no Mundo Comunista", trazia entre outras, as seguintes matérias: "Rebelião na Galáxia Vermelha", "A Romênia Quer Resistir", "Checos Têm Esperancas". Em sua página 20, no editorial, trazia publicado: "VEJA quer ser a grande revista semanal de informação de todos os brasileiros".[3]

Em dezembro de 1975, a revista publicou reportagem afirmando que cientistas haviam conseguido obter slides inéditos de Nessie, o monstro do lago Ness, suficientemente claras para identificar a suposta criatura como um plesiossauro, extinto há 70 milhões de anos. Veja dedicou seis reportagens ao monstro, citando supostas evidências científicas de sua existência em cinco delas. Na última reportagem, admitiu que o monstro era uma fraude.[4]

Década de 1980-90[editar | editar código-fonte]

Em abril de 1983, a revista publicou, em sua seção de ciência, uma reportagem afirmando que pesquisadores alemães, da cidade de Hamburgo, haviam criado um processo inédito que permitia a fusão de células animais e vegetais, culminando com um produto híbrido de carne bovina e tomate, capaz de crescer em árvores e apelidado de "boimate". A reportagem se baseou em informações de teor humorístico do periódico britânico New Science, sem perceber que se tratava de uma brincadeira de 1º de abril.[5] O jornal O Estado de S. Paulo desmentiu as afirmações da publicação em 26 de junho daquele ano[6] . A revista publicaria uma nota no mês seguinte[7] , desmentindo a matéria original, corrigindo o equívoco e pedindo desculpas aos leitores.

Em 25 de abril de 1992, a revista publicou uma entrevista exclusiva com Pedro Collor de Mello (irmão do então presidente Fernando Collor de Mello), em que o entrevistado denunciava irregularidades de desvio de dinheiro público em uma suposta parceria com Paulo César Farias. Essa entrevista desencadeou uma série de novas denúncias e investigações culminando com o impeachment e a renúncia do presidente da República.[8]

2005-2008[editar | editar código-fonte]

Apesar de fundada nos anos 60 como uma revista de tendências centristas e centro-esquerdistas (na medida em que o regime de censura imposto pela ditadura militar permitisse), a partir dos anos 90 VEJA passou a se tornar gradativamente alinhada a ideias tradicionalmente associadas ao liberalismo econômico e às políticas de direita.

Em 14 de maio de 2005, reportagem da revista teve papel relevante na eclosão de outra crise política de grandes proporções, quando divulgou a transcrição de um vídeo em que se flagrava, com uma câmera escondida, o então funcionário dos Correios Maurício Marinho explicando a dois empresários como funcionaria um esquema de pagamentos de propina para fraudar licitações. Tal esquema envolveria o deputado Roberto Jefferson, e sua denúncia serviu de ignitor para que este deputado deflagrasse o chamado escândalo do mensalão.

No segundo semestre de 2005, por ocasião do referendo sobre a proibição da comercialização de armas de fogo e munições, a revista publicou a reportagem Referendo da fumaça, em que apresentava a seus leitores sete "razões" pelas quais deveriam votar "não" à pergunta "o comércio de armas de fogo e munição deve ser proibido no Brasil?". Veja justificou a sua opção afirmando que a consulta popular pretendia "desarmar a população e fortalecer o contrabando de armas e o arsenal dos bandidos".[9] A jornalista Barbara Gancia, colunista da Folha de S. Paulo, criticou abertamente a posição da revista, afirmando que o argumento da reportagem de que o desarmamento é um dos pilares do totalitarismo "não só tenta vincular de forma sub-reptícia a campanha pelo desarmamento à agenda do PT [...] como ecoa a ladainha alarmista da direita truculenta." Gancia também acusou a revista, na mesma ocasião, de possuir interesses não declarados na defesa pelo "não", questionando "por que a revista não nos contou que a empresa à qual pertence paga aluguel de cerca R$ 1 milhão à família Birmann, da construtora homônima, que vem a ser proprietária do prédio que serve de sede da Editora Abril e também, veja só, da CBC, a Companhia Brasileira de Cartuchos?".[10]

Em maio de 2006, o grupo Abril, mantenedor da revista, anunciou a sociedade com o Naspers, grupo de comunicações sul-africano.[11] O grupo africano passou a deter 30% do capital da Abril, incluindo a compra dos 13,8% que pertenciam aos fundos de investimento administrados pela Capital International, desde julho de 2004.[12]

2009-2012[editar | editar código-fonte]

Em 2009, a revista Veja liberou o acesso a informação de todas as suas edições, agora digitalizadas, em um projeto realizado com a parceria do Bradesco.[13] Em setembro de 2010 a revista publicou uma reportagem que denunciava a ministra-chefe da casa Civil, Erenice Guerra, por agir em conjunto com sua família num esquema torpe de tráfico de influência, sendo que Erenice era o braço direito de Dilma Rousseff quando esta era ministra da Casa Civil.

Em abril de 2012, a revista Carta Capital publicou matéria, baseada em informações da Polícia Federal, afirmando que Policarpo Júnior, diretor da sucursal de Veja em Brasília, manteve mais de 200 ligações telefônicas com o bicheiro Carlinhos Cachoeira, então preso sob a acusação de envolvimento com o crime organizado. Em um dos grampos captados pela Polícia Federal, Carlinhos Cachoeira, em conversa com o araponga Jairo Martins, responsável por filmar um pagamento de propina que culminou no escândalo do mensalão, afirma ter repassado à revista Veja todos "os grandes furos do Policarpo". Segundo Carta Capital, "a relação, se exposta em toda sua extensão, poderá trazer à tona não somente os métodos pouco jornalísticos usados pela semanal da Abril para fazer reportagens a partir de um esquema clandestino de arapongagem, mas a participação da revista na construção do escândalo do mensalão."[14] Conforme o portal Rede Brasil Atual, o deputado federal pernambucano Fernando Ferro, do Partido dos Trabalhadores, acusou a revista de tentar abafar a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para apurar a conexão entre Carlinhos Cachoeira, políticos, empresários e jornalistas. Ferro também acusou Veja de associação com o crime organizado e afirmou que deseja convocar Roberto Civita, presidente do Grupo Abril, para prestar esclarecimentos sobre as conexões entre a revista e Carlinhos Cachoeira.[15]

Reinaldo Azevedo, jornalista da Veja, defendeu em seu blog a revista afirmando que a relação de Policarpo com Cachoeira é de fonte-jornalista, e que os grampos da PF haviam captados apenas duas ligações entre ambos e não duzentas.[16] . Reportagem da Carta Maior, entretanto, afirma que o delegado federal Matheus Mela Rodrigues disse ter interceptado, somente na sua operação, 42 ligações entre Policarpo Júnior e Cachoeira.[17] Eliane Cantanhêde em 10 de maio de 2012 questionou uma suposta "aliança entre Fernando Collor e o PT para transformar a CPI do Cachoeira em CPI da imprensa". A colunista de política do jornal Folha de São Paulo defendeu os jornalistas afirmando que a imprensa fez o seu papel e que as demissões de ministros provam a culpa. [18] [19] .

Em seu blog pessoal, Reinaldo Azevedo ecoou artigos do jornalista Fábio Pannunzio[20] e do sociólogo Demétrio Magnoli[21] onde são feitas revelações potencialmente embaraçosas, até então desconhecidas de boa parte do público, quando Mino Carta, dono da revista Carta Capital, trabalhou na revista Veja à época da ditadura nos anos 70. Com base em arquivo digital público da própria Veja, Pannunzio e Azevedo expuseram o apoio de Mino Carta ao regime militar nos anos em que foi empregado de Roberto Civita, atual Presidente do Conselho de Administração e Diretor Editorial do Grupo Abril.[22]

Os dois jornalistas relembram primeiramente palavras de Paulo Henrique Amorim, amigo pessoal de Mino Carta desde a época do regime militar, em que afirma que a redação da revista era feita sem a influência de Civita, dando a entender que tudo o que foi publicado à época era a visão pessoal e particular de Mino Carta.[23] A partir daí, Azevedo e Pannunzio recuperaram diversos editoriais escritos por Carta apoiando explicitamente a ditadura militar, através de elogios rasgados e subservientes aos seus integrantes e do suporte à repressão contra o que chamava de "terroristas" e "subversivos" da luta armada. Em seus textos, Mino Carta chamava os militares de "único antídoto de seguro efeito contra a subversão e a corrupção", estas por sua vez definidas como realidades "nascidas e criadas à sombra dos erros voluntários e involuntários de líderes civis". São apresentados vários artigos em que Mino ironiza os presos políticos, faz elogios à Junta Militar e prega a adoção da pena de morte, do banimento ou da prisão perpétua para os terroristas.

Em reposta indireta a Reinaldo Azevedo, Fábio Pannunzio e Demétrio Magnoli, Mino Carta se mostra indignado, a ponto de fazer alusões a palhaços de circo em referência aos primeiros, acusando-os de "caluniadores" e "detratores da moral alheia", e relembra a necessidade de apoio ao regime militar com críticas veladas sublimares à época. Em momento algum ele nega o que escreveu, mas acusa a descontextualização de suas frases e textos frente à realidade e às necessidades da época em questão. Um tipo de "Ame-o ou deixe-o" como reproduzido pelo próprio em referência elogiosa ao infame slogan do governo militar sobre o Brasil. Segundo Reinaldo Azevedo: "É evidente que a imprensa estava sob severa censura em 1970, mas [...] se era proibido criticar, não era obrigatório elogiar."

2012-atualmente[editar | editar código-fonte]

Em maio de 2012, Veja acusou o ex-presidente Lula de ter proposto um acordo ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes visando obter o adiamento do julgamento do mensalão para 2013, em troca da blindagem do ministro na CPI que investiga a organização criminosa de Carlinhos Cachoeira. A proposta teria ocorrido no escritório do ex-ministro Nelson Jobim, na presença deste. Lula também teria dito, segundo Veja, que pretendia acionar o presidente da Comissão de Ética Pública da Presidência, Sepúlveda Pertence, ligado à ministra do STF Cármen Lúcia, para que ala apoiasse a estratégia de adiar o julgamento para 2013.[24] Questionado pelo jornal O Estado de S. Paulo a respeito do episódio, Jobim desmentiu as declarações de Mendes, negando que o ministro e o ex-presidente tenham ficado sozinhos em algum momento e que tenham conversado sobre o mensalão. Sepúlveda Pertence também negou ter sido procurado por Lula para interceder junto a Cármen Lúcia.[25] Posteriormente, Gilmar Mendes declarou: "O presidente tocou várias vezes na questão da CPMI. Desenvolvimento da CPMI, o domínio que o governo tinha sobre a CPMI e tudo mais. [...] Não houve nenhum pedido específico do presidente em relação ao mensalão. Manifestou um desejo.[...] Ele não pediu a mim diretamente. Disse: ‘O ideal era que isso não fosse julgado’." Lula afirmou que o teor da conversa apontado por Veja é inverídico e afirmou estar indignado com as acusações.[26] A revista CartaCapital classificou as acusações de Veja como "mais um exemplar de contra-golpe ensaiado para sair do foco das investigações da CPI, desmentido no mesmo dia por um dos personagens citados na apuração."[27]

Críticas e controvérsias[editar | editar código-fonte]

A revista se posiciona muitas vezes, ao coordenar sua linha editorial com alguns dos setores conservadores da direita política brasileira, o que a faz alvo de críticas por alguns setores da sociedade e personalidades, como os jornalistas Luis Nassif em seção especial de seu blog[28] e o próprio Mino Carta, em diversas edições de sua revista, a CartaCapital.[29] [30] [31] [32] [33] [34] Ambos travam disputas judiciais com a revista e seus colunistas (em especial, Diogo Mainardi) em relação às acusações feitas por ambas as partes.

Em agosto de 2010, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concedeu ao Partido dos Trabalhadores (PT) direito de resposta a ser veiculado pela Veja. A decisão do TSE se deve à publicação da reportagem "Índio acertou no Alvo", sobre as declarações do deputado Índio da Costa acerca das supostas ligações entre o PT e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC) e o narcotráfico.[35] Sobre a concessão do direito de resposta, o ministro Hamilton Carvalhido afirmou que "há uma linha tênue que separa o legítimo direito de exercer a liberdade de imprensa e seus abusos".[36] A medida foi criticada por juristas como Miguel Reale Júnior, Ives Gandra Martins, Paulo Brossard, Oscar Vilhena Vieira e Carlos Velloso. Para Reale Júnior, "dizer a verdade não constitui crime se a intenção não é ofender mas narrar um fato - mesmo que esse fato venha em desfavor do prestígio social de uma entidade, como um partido político", enquanto para Ives Gandra a revista teria expressado sua opinião, "um direito seu", e teria feito "a análise de um fato, o que é legítimo dentro dos princípios da liberdade de imprensa." Para Brossard "os fatos publicados são de notoriedade incontroversa", "fatos públicos e graves" que teriam sido "noticiado fartamente"; já Vilhena Vieira afirmou que o caso "confirma uma tendência de restrição ao direito à informação e à liberdade de expressão no Brasil", e que Veja "tinha o direito de publicar a reportagem".[37]

Em outubro de 2014 a sede da Editora Abril foi atacada por diversos manifestantes, após a revista publicar uma matéria de capa afirmando que tanto Dilma Rousseff quanto Luiz Inácio Lula da Silva sabiam do escândalo envolvendo desvios financeiros na Petrobras.[38] [39] [40] O ato também gerou o direito de resposta.[41] [42]

A revista também já foi alvo de processos judiciais por partidos PCdoB[43] [44] [45] e PT[46] [47] [48] e também por diversos políticos; entre eles, Erenice Guerra,[49] [50] Luciana Genro,[51] [52] José Genoino,[53] [54] Roberto Marques,[55] [56] [57] Orestes Quércia,[58] [59] [60] Yeda Crusius,[61] Luiz Marinho,[62] [63] [64] Vicentinho,[65] [66] [67] [68] Renan Calheiros[69] [70] e Luiz Gushiken.[71] , sendo que exceto os que ainda estão em curso, foi condenada em alguns deles e absolvida em outros.

Colunistas[editar | editar código-fonte]

Slogans[editar | editar código-fonte]

  • VEJA, indispensável para o que você quer ser. (2011)
  • VEJA, indispensável para o país que queremos ser. (2009)
  • Quem lê Veja entende os dois lados. (2004)
  • Indispensável. (1998)
  • Os olhos do Brasil.
  • A revista mais lida e comentada do Brasil.
  • Veja e leia. (1968)

Ver também[editar | editar código-fonte]

Wikiquote
O Wikiquote possui citações de ou sobre: Revista Veja

Referências

  1. a b Tabela Geral de Circulação.
  2. Tipos de Encartes Site Oficial da Revista. Visitado em 09/06/2010.
  3. (11 de setembro de 1968) "O Grande Duelo no Mundo Comunista". Veja (1). Visitado em 25 de junho de 2011.
  4. A capa caiu Veja. Visitado em 7 de julho de 2010.
  5. Portal Imprensa, "A imprensa entre o "furo" e a "barriga", 24 de setembro de 2007
  6. A nova fronteira científica do boimate JusBrasil. Visitado em 7 de julho de 2010.
  7. (6 de julho de 1983) "Correção" (em português). Veja (774): 12. Editora Abril.
  8. Impeachment de Collor faz 20 anos; relembre fatos que levaram à queda (28 de Setembro de 2012). Visitado em 28 de Julho de 2014.
  9. Referendo da fumaça, Veja, 5 de outubro de 2005.
  10. [https://acesso.uol.com.br/login.html?dest=CONTENT&url=http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff1410200504.htm&COD_PRODUTO=7 Deu a louca na revista "Veja"?, Folha de S. Paulo, 14 de outubro de 2005.
  11. Naspers journalists apologise for Apartheid
  12. Revista Veja, 5 de setembro de 2006, "O Grupo Abril, que edita VEJA, tem desde a sexta-feira passada um novo sócio, o grupo sul-africano Naspers, em Observatório da Imprensa, 10 de setembro de 2006
  13. Acervo Digital da Revista VEJA
  14. FORTES, Leandro. O Brasil de Cachoeira. Carta Capital. São Paulo: Confiança. Ano XVII, nº. 693, 18 de abril de 2012.
  15. Para deputado, revista Veja é “o crime organizado fazendo jornalismo” Rede Brasil Atual. Visitado em 18 de abril de 2012.
  16. Há 2 ligações entre Policarpo e Cachoeira, não 200! Leiam o que dizem dois delegados da PF Portal Veja. Visitado em 14 de maio de 2012.
  17. Mansur, Vinícius. Demóstenes, Cachoeira e a Veja Originalmente publicado por Carta Maior, republicado por Minuto Notícias. Visitado em 14 de maio de 2012.
  18. Fatos e fitas (só para assinantes) Jornal Folha de São Paulo. Visitado em 14 de maio de 2012.
  19. Fatos e fitas - reprodução de artigo do Jornal Folha de São Paulo. Visitado em 14 de maio de 2012.
  20. Bajulação, ausência de crítica, subserviência e propaganda da ditadura. Era assim a Veja de Mino Carta e PHA em 1970
  21. ‘Os bons companheiros’, um artigo de Demétrio Magnoli
  22. Nunca ninguém elogiou a ditadura com tanto entusiasmo, denodo e servilismo como Mino Carta. E posso provar o que digo, é claro!
  23. A Veja odeia o Brasil, porque o dono é um perdedor
  24. PSDB quer interpelar Lula sobre cerco ao STF Veja. Visitado em 28 de maio de 2012.
  25. Jobim nega pressão de Lula sobre STF para adiar julgamento do mensalão Estadão. Visitado em 28 de maio de 2012.
  26. Lula nega ter sugerido para ministro protelar julgamento do mensalão G1. Visitado em 28 de maio de 2012.
  27. Lula não ficou sozinho com Gilmar Mendes, diz Jobim CartaCapital. Visitado em 28 de maio de 2012.
  28. O Caso Veja, de Luis Nassif
  29. Canal da Imprensa. Visitado em 24 de Março de 2012.
  30. A escalada do muro, por Mino Carta
  31. Enfim, quem é radical?
  32. Não é preciso combater à sombra.
  33. Patética mídia nativa, por Mino Carta
  34. Mino Carta: "Hoje (a Veja) é um desastre total. É um bando de facínoras."
  35. PT e Farc: até os EUA duvidaram de denúncia da Veja, acessado em 28 de agosto de 2011
  36. TSE concede ao PT direito de resposta na Revista Veja, O Globo, 2 de agosto de 2010.
  37. Erro de citação: Tag <ref> inválida; não foi fornecido texto para as refs chamadas Resposta
  38. Prédio da editora Abril é pichado durante protesto contra revista 'Veja'
  39. Sede da editora Abril é depredada
  40. Sede da Abril é pichada em protesto contra reportagem da 'Veja'
  41. Direito de resposta, acessado em 26 de outubro de 2014
  42. Resposta do direito, A fragilidade da liberdade de expressão durante as eleições
  43. Protocoladas ações do PCdoB contra revistas Época e Veja
  44. As ações do PCdoB contra Veja e Época, Minuto Notícias
  45. As ações do PCdoB contra Veja e Época
  46. PT processa editora Abril por reportagens de "Veja"
  47. PT processa Veja em valor ainda não calculado
  48. PT diz que vai processar 'Estado', 'Veja' e promotor
  49. Erenice anuncia processo contra a Veja
  50. Ex-ministra da Casa Civil desiste de processo contra Revista Veja
  51. Luciana Genro irá processar revista Veja por reportagem mentirosa
  52. Luciana Genro irá processar revista Veja por reportagem mentirosa
  53. Revista Veja não tem de indenizar José Genoino
  54. Justiça nega pedido de Genoíno - Sentença reconhece que genuína atividade jornalística não dá ensejo à indenização
  55. Bob Marques, amigo de Dirceu, perde ação contra Veja
  56. Ação indenizatória - Roberto Marques, com o processo na íntegra
  57. Amigo de José Dirceu perde ação contra Veja
  58. Improcedência de ação movida por Orestes Quércia contra a Editora Abril
  59. Improcedência de ação movida por Orestes Quércia contra a Editora Abril
  60. Justiça nega pedido de indenização de Orestes Quércia à revista Veja
  61. Yeda decide processar VEJA por danos morais
  62. TJ/DF - Revista Veja é condenada a pagar R$ 50 mil de indenização a ex-presidente da CUT
  63. Editora Abril é condenada por danos morais a Luiz Marinho
  64. Editora Abril é condenada a indenizar Luiz Marinho, ex-presidente da CUT
  65. Vicentinho ganha direito de resposta na revista Veja
  66. Vicentinho ganha processo contra Veja, ABCD Maior
  67. Vicentinho ganha direito de resposta na revista Veja, Petista também entrou com ação por danos morais contra a publicação
  68. Vicentinho derrota Veja na Justiça
  69. Renan Calheiros perde processo contra revista Veja, Jurídico em Tela
  70. Processo na íntegra
  71. Gushiken fracassa em novo processo contra a Veja

Ligações externas[editar | editar código-fonte]