Vernon Schillinger

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Vernon Schillinger é uma personagem da série de televisão norte-americana Oz, representado pelo o ator J. K. Simmons.

A dublagem brasileira ficou a cargo do falecido Newton da Matta.


Na série[editar | editar código-fonte]

Prisoneiro 92S110. Condenado em 21 de outubro, 1992, por agressão em primeiro grau. Sentença: oito anos, com possibilidade de condicional em 5. Condenado em 1998 por conspiração para homicídio e sentenciado a 10 anos adicionais sem possibilidade de condicional.


Vernon Schillinger é o líder da Irmandade Ariana em Oz. Ele comete agressões em diferentes graus de sadismo sexual a vários detentos de Oz, especialmente ao colega de cela Tobias Beecher, a quem molesta frequentemente. Em um ataque de ódio motivado pelo consumo de heroína, Beecher fere um dos olhos de Schillinger com um caco após destroçar uma porta de virdo, embora não conseguido cegá-lo. A rivalidade entre os dois segue mesmo Beecher tendo mudado o seu comportamento. Posteriormente, ambos tentaram melhorar o relacionamento que tem por meio dos enfrentamento promovidos pela irmã Peter Marie. A hostilidade entre os dois, porém, permaneceu até o fim da série.

Schillinger também comete diversos atos de estupro durante a série contra outros presos brancos, como o retardado mental Cyril O'Reily, mas, ironicamente, mantendo o ódio aos homossexuais. Seu pai o ensinou tudo o que ele sabe sobre a ideologia da supremacia branca, o racismo e o ódio a minorias étnicas, e Schillinger promove insultos e agressões a negros, judeus, hispânicos, árabes e italianos por toda a série. Muitos dos membros da Irmandade Ariana são presos por crimes de ódio ( como James Robson, Mark Mack e Wolfgang Cutler, entre outros) e seguem suas ordens para matar outros detentos, provando que os arianos em Oz são uma ameaça legítima para o restante da população carcerária.

Schillinger tem um grande número de importantes questões familiares durante toda a série: odeia o próprio pai; seus filhos são viciados em drogas, algo que Schillinger abomina, levando-o a proibir o consumo entre todos os arianos de Oz, algo em que é sistematicamente obedecido por eles; repudiou sua irmã por se casar com um judeu; sua nora é prostituta e teve um bebê que poderia não ser sua neta. Somente com uma análise de sangue, mais tarde, provou que a criança é mesmo filha de seu falecido filho Hank. Porém, com a morte da nora em um acidente com o ônibus que levava parentes de prisioneiros a Oz, ele acaba não conhecendo a neta, que é levada para o convívio dos avós maternos.

Além de Beecher, Schillinger tem questões com outros presos:


- Uma grande rivalidade com Kareem Said, líder dos muçulmanos, surge não só pelos ataques promovidos pelos arianos contra o grupo religioso e pela condenação aos estupros cometidos por Schillinger, mas também por Said defender Beecher, especialmente das tentativas de Schillinger de arruinar a condicional do maior rival. Wolfgang Cutler, para provar que merece ser parte dos arianos, propõe a morte de Said, mas acaba falhando.


- O prefeito Wilson Loewen, espécie de padrinho de Schillinger e amigo da família, é preso e levado para Oz após ser condenado por participar do assassinato de duas meninas negras em 1963. Schillinger promete protegê-lo e deixar Beecher em paz quando descobre que ele salvou a vida do prefeito durante um almoço em que Loewen havia se engasgado. Porém, acaba sendo humilhado por Loewen na enfermaria do presídio, que diz que Schillinger não fazia jus a ser um ariano e o envergonhava. O prefeito é degolado na mesma noite, e, apesar de não ser o responsável, Schillinger não lamenta.


- James Robson se torna o braço direito de Schillinger em Oz e também um amigo. Quando, ao ter de fazer uma cirurgia para tratar um problema na gengiva, Robson tem implantado um pedaço da gengiva de um cadáver de um negro, Schillinger hesita em expulsá-lo da Irmandade, mas é pressionado por um dos líderes arianos de fora do presídio, que o considera um impuro. Ele, então, expulsa Robson e admite a entrada de Franklin Winthrop, que antes era estuprado pelos arianos, na Irmandade. Somente quando Robson mata Wolfgang Cutler Schillinger permite que ele retorne.


Último capítulo de Oz[editar | editar código-fonte]

No último capítulo da sexta temporada de Oz, Exeunt Omnes, Schillinger recebe a visita da irmã que lhe diz que o pai de ambos está morrendo. Ele também recebe dela uma foto da neta no seu aniversário de um ano de idade.

Schillinger é assassinado por Tobias Beecher durante a encenação da peça "Macbeth" para os detentos, em uma armadilha preparada por Chris Keller, que deu a Beecher uma faca verdadeira em vez de uma faca cenográfica.


Curiosidade[editar | editar código-fonte]

  • Schillinger tem uma forte objeção à pronúncia errada do seu sobrenome, que, segundo ele, deve ser "Schllin[g]er" (pronunciado ao som do dígrafo 'gu' na língua portuguesa), por ser de origem alemã, e não "Schillin[j]er", como normalmente se pronunciaria na língua inglesa.


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