Via Show

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Via Show

Via Show é uma casa de espetáculos, localizada no município de São João de Meriti - RJ, no Km 167 da Rodovia Presidente Dutra, sendo seu principal ponto de referência o Shopping Grande Rio.

História[editar | editar código-fonte]

Na década de 90 em Duque de Caxias, foi inaugurada a Turnê Discoteca ao lado da delegacia de Polícia 59ºDP, inaugurada por Ruyter. Em seguida a Turnê foi fechada e foi inaugurada a Pirâmide Music Hall no mesmo lugar. Chegou a ser considerada a danceteria mais frequentada no Rio de Janeiro e até foi especulado por uma astróloga Mãe Diná que seus alicerces iriam cair, o que não aconteceu. Mas por opção dos sócios, a casa de shows foi fechada pois, Ruyter e seus sócios já haviam alcançado seu objetivo que era inaugurar a maior casa de espetáculos do Brasil na época, a Via Show, que comportaria em seu interior mais de 11.000 (onze mil) pessoas.

A casa foi inaugurada no ano de 2002 [1] , na época representando uma brusca redução de público para outras casas de shows, mas principalmente sua vizinha, a tradicional Rio Sampa, que até então era a única na Rodovia Presidente Dutra. Por estar localizada próximo a saída da Linha Vermelha, a Via Show além de trazer novas tecnologias e grandes nomes da musica também teria se tornado mais acessível para os moradores de todo o Rio e Grande Rio do que sua principal concorrente, que é localizada no à alguns quilômetros mais distante, no Km 177 da rodovia, na altura de Nova Iguaçu

Letreiro na entrada principal.

Violência[editar | editar código-fonte]

Assim como todo o estado do Rio de Janeiro sofria com a crescente violência em uma certa época, a Via Show também sofreu com a ação de criminosos [2] [3] , geralmente envolvendo crimes de lesões corporais, sequestro, roubo, latrocínios e homicídios, os malfeitores agiam na "saída" (fim das apresentações noturnas) da casa, a exemplo de um crime ocorrido no ano de 2003, quando 8 (oito) policiais teriam sequestrado e matado 4 (quatro) pessoas, que haviam acabado de sair da casa de espetáculos. Um dos jovens teria supostamente sido confundido pelos policiais com um meliante, e espancado. Logo após as outras vítimas também foram sequestradas e levadas para uma localidade conhecida como Parada Morabi, Imbariê - Duque de Caxias, onde foram encontradas mortas três dias depois. Todos os acusados já foram condenados pelo Conselho de Sentença da 4a Vara Criminal de Duque de Caxias a mais de 60 (sessenta) anos de prisão, tendo as partes interposto Recurso e aguardam o resultado do julgamento em liberdade.[4] [5] .

Referências

Ligações externas[editar | editar código-fonte]