Videoconferência

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Videoconferência entre militares em 2006.

Videoconferência é uma tecnologia que permite o contacto visual e sonoro entre pessoas que estão em lugares diferentes, dando a sensação de que os interlocutores encontram-se no mesmo local. Permite não só a comunicação entre um grupo, mas também a comunicação pessoa-a-pessoa.

Arquitetura[editar | editar código-fonte]

Essa comunicação é feita em tempo real e existem vários sistemas interpessoais de videoconferência que possibilitam isso. Além da transmissão simultânea de áudio e vídeo, esses sistemas oferecem ainda recursos de cooperação entre os usuários, compartilhando informações e materiais de trabalho. Em geral os equipamentos de videoconferência (terminais ou CODECs) disponíveis no mercado possuem capacidade de estabelecer uma comunicação ponto a ponto, e para que vários pontos se conectem simultaneamente é preciso utilizar um equipamento denominado MCU (Multiponto Control Unit). O funcionamento da MCU assim como de outros componentes necessários a videoconferência são especificados pelo padrão H.323 e SIP. Também é possível estabelecer uma conexão entre varios pontos utilizando a tecnologia de conexão Multicast. O Multicast é pouco utilizado por ser uma tecnologia de rede que não esta presente na Internet apenas em redes privadas e fechadas.

Um ambiente comum de videoconferência é composto de uma sala dotada de uma câmera especial e alguma facilidade tecnológica para a apresentação de documentos. Atualmente, com o avanço dos processadores (cada vez mais rápidos) e a compressão de dados, surgiu um novo tipo de videoconferência, a conferência desktop. Nela não é necessário salas especiais e muito menos equipamentos ultra modernos: a interação é feita por uma webcam e um microfone simples. A compressão/descompressão e todo o resto são efetuados por software que deve estar instalado em uma máquina padrão [1] .

Vantagens[editar | editar código-fonte]

OSANTOS, Neri dos. Educação à distância e as novas tecnologias de Informação e Aprendizagem - Consultado em 4 de maio de 1998</ref>:

  • Economia de tempo, evitando o deslocamento físico para um local especial;
  • Economia de recursos, com a redução dos gastos com viagens;
  • Mais um recurso de pesquisa, já que a reunião pode ser gravada e disponibilizada posteriormente.

Além destes aspectos, os softwares que apoiam a realização da videoconferência, em sua maioria, permitem também, através da utilização de ferramentas de compartilhamento de documentos:

  • Visualização e alteração pelos integrantes do diálogo em tempo real;
  • Compartilhamento de aplicações;
  • Compartilhamento de informações (transferência de arquivos).

Pessoal x Profissional[editar | editar código-fonte]

Softwares gratuitos aproveitam a onda das webconferências e oferecem o serviço de videochat, como é o caso dos famosos Skype (mais recomendado para uma webconferência ponto-a-ponto) , ooVoo e Mikogo. Com interfaces simples, o usuário é convidado a interagir com pessoas que também possuem o programa. Para o consumidor o custo do empreendimento se resume à compra da webcam.

Embora esses programas livres venham se aprimorando, eles ainda são mais indicados para uso profissional, uma vez que precisam da instalação de softwares e não garantem a qualidade do áudio e vídeo. Para um serviço mais especializado, algumas empresas apresentam soluções pagas com ofertas mensais.

Referências

Ver também[editar | editar código-fonte]