Vieira Portuense

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Vieira Portuense

Francisco Vieira, que escolheu o nome artístico de Vieira Portuense (Porto, 13 de Maio de 1765 - Funchal, 2 de Maio de 1805 (39 anos)) foi um pintor português, um dos introdutores do neoclassicismo na pintura portuguesa. Foi um dos dois grandes pintores portugueses da sua geração, juntamente com Domingos Sequeira.

Iniciou os seus estudos em Lisboa, continuando-os em Roma. Viajou por Itália, Alemanha, Áustria e Inglaterra antes de regressar a Portugal em 1800.

Contraiu tuberculose e mudou-se para a Madeira, onde morreu com apenas 39 anos.

Está representado no Museu Nacional de Arte Antiga em Lisboa e Museu Nacional de Soares dos Reis no Porto.

Não confundir este pintor com o maior nome da pintura barroca setecentista portuguesa, Francisco Vieira de Matos, mais conhecido como Vieira Lusitano ou Apeles Lusitano.

Obras[editar | editar código-fonte]

Pintura no Palácio Nacional de Queluz

Súplica de D. Inês de Castro[editar | editar código-fonte]

Obra de 196 por 150 cm, executada para o Palácio da Ajuda em 1802, o seu rasto perdeu-se desde 1807, altura em que foi levada para o Brasil pela Corte Portuguesa, tendo permanecido no Palácio de São Cristóvão, no Rio de Janeiro, até à proclamação da república no país, altura em que regressou à Europa.

Reapareceu em 2008 em Paris, sendo vendido em leilão por Pierre Bergé & Associes.

Foi comprado pelo estado português e por um empresário português, em 25 de Junho de 2008 por 210 mil euros.

Vai ser exposto no Museu de Arte Antiga, em Lisboa, podendo ao fim de um ano ser comprado pelo estado português.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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