Vilhena

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Município de Vilhena
"Portal da Amazônia"
"Cidade Clima da Amazônia"
"Eldorado Amazônico"
Bandeira de Vilhena
Brasão de Vilhena
Bandeira Brasão
Hino
Aniversário 23 de novembro
Fundação 23 de novembro de 1977 (37 anos)
Gentílico vilhenense
Padroeiro(a) Nossa Senhora Auxiliadora
CEP 76980-000
Prefeito(a) José Rover (PP)
(2013–2016)
Localização
Localização de Vilhena
Localização de Vilhena em Rondônia
Vilhena está localizado em: Brasil
Vilhena
Localização de Vilhena no Brasil
12° 44' 26" S 60° 08' 45" W12° 44' 26" S 60° 08' 45" W
Unidade federativa  Rondônia
Mesorregião Leste Rondoniense IBGE/2008[1]
Microrregião Vilhena IBGE/2008[1]
Municípios limítrofes Chupinguaia, Pimenta Bueno, Espigão d'Oeste (O) e Colorado do Oeste (S).
Distância até a capital
Características geográficas
Área 11 518,929 km² (BR: 115º)[2]
Área urbana 11 km² (BR: 287º RO: 8º) – est. Embrapa[3]
Distritos Vilhena (sede), Nova Conquista, São Lourenço, Perobal, Cascalheira, Vista Alegre e Santa Mônica
População 89 797 hab. IBGE/2014[4]
Densidade 6,765
Altitude 615 m
Clima Tropical com estação seca Aw
Fuso horário UTC−4
Indicadores
IDH-M 0,731 alto PNUD/2010[5]
Gini 0,450 est. IBGE 2003[6]
PIB R$ 1 109 445,514 mil (BR: 330º RO: 3º) – IBGE/2008[7]
PIB per capita R$ 16 218,78 IBGE/2008[7]
Página oficial

Vilhena é um município brasileiro do estado de Rondônia. Sua população, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) era de 89 797 habitantes em 2014, sendo assim o quarto município mais populoso do estado e o 33º mais populoso da Região Norte do Brasil. A cidade possui também o melhor IDH do estado de Rondônia e o 9º melhor da Região Norte do Brasil.

O município é conhecido como Portal da Amazônia por estar situado no local de entrada para a região Amazônica Ocidental e também é conhecida como Cidade Clima da Amazônia por ter uma temperatura menor, comparada a outras cidades da Região Norte. Nos tempos de sua colonização também recebeu a alcunha de Eldorado Amazônico. O termo fazia referência à cidade de Eldorado que, segundo a lenda de índios, seria feita de ouro maciço.

O nome "Vilhena" foi denominado por Cândido Rondon em homenagem ao engenheiro maranhense chefe da Organização Telegráfica Pública Álvaro Coutinho de Melo Vilhena. Este, em 1908, foi nomeado pelo Presidente da República Diretor Geral dos Telégrafos.

Geografia[editar | editar código-fonte]

Vilhena está localizada na porção sul-leste do estado, na microrregião de Vilhena e na mesorregião do Leste Rondoniense, numa área de baixo planalto, com uma pequena inclinação em direção aos cursos d'água.

Localiza-se a uma latitude 12º44'26" sul e a uma longitude 60º08'45" oeste, estando a uma altitude de 612 metros. Possui uma área de 11.519 km² representando 4,8% do estado, seu território tem como limite as cidades de: Espigão d'Oeste ao noroeste, Chupinguaia, Pimenta Bueno ao oeste e Colorado do Oeste ao sul.

O tipo de clima é o tropical com estação seca, quente e úmido, com friagens no meio do ano que chegam a 7 °C. Em 1975, durante a friagem, foi registrada a menor temperatura da história do estado de Rondônia, os termômetros marcaram -0,5 ºC e houve geada. O período chuvoso vai de setembro a maio. A temperatura média anual é de aproximadamente 23 °C. As precipitações pluviométricas anuais variam de 1.800 a 2.400 mm. A altitude elevada proporciona ventos constantes que mantém a sensação térmica baixa, mesmo com o céu aberto.

Gráfico climático para Vilhena
J F M A M J J A S O N D
 
 
334
 
31
21
 
 
304
 
30
22
 
 
312
 
30
21
 
 
199
 
32
21
 
 
67
 
32
19
 
 
27
 
30
17
 
 
12
 
31
16
 
 
17
 
33
18
 
 
93
 
33
19
 
 
179
 
33
22
 
 
216
 
33
22
 
 
283
 
32
21
Temperaturas em °CPrecipitações em mm
Fonte: Tempo Agora

Solo e vegetação[editar | editar código-fonte]

O solo é classificado como lato-solo vermelho/amarelo (LVA), com areia distrófica.

Grande parte é coberta por densa floresta equatorial, caracterizada pela mata de terra firme com árvores enormes sendo abundantes as madeiras aproveitadas, como: mogno, cerejeiras, itaúba, ipê, cedro e outros.

Além das florestas, cerrados e os campos limpos também fazem parte da vegetação, com tipos de vegetais característicos: a lixeira, a mangabeira, o pequizeiro, o pau-serra, o barbatimão, o cajueiro, dentre outros, para os cerrados; e plantas ásperas e duras, gramíneas e outras espécies, para os campos limpos.

Hidrografia[editar | editar código-fonte]

A Chapada dos Parecis, em Vilhena, constitui-se em um dos mais importantes centros dispersores de água do estado, nascendo os rios Iquê, Roosevelt (afluente do rio Aripuanã), Barão do Melgaço, Pimenta Bueno - Apediá, Vermelho, Ávila, Cabixi, Piracolino e Pires de Sá.

Cachoeiras
  • Salto Paraíso - Rio Iquê
  • Cachoeira Noite de Abril - Rio Tenente Marques
  • Cachoeira Uapuru - Rio Tenente Marques
  • Cachoeira Aprigio - Rio Tenente Marques
  • Cachoeira Quebra Cabo - Rio Roosevelt
  • Cachoeira Simplício - Rio Roosevelt
  • Cachoeira Centelhos - Rio Roosevelt
  • Cachoeira Pedro Cai - Rio Roosevelt
  • Cachoeira Quinze de Novembro - Rio Pimenta Bueno
  • Cachoeira do Rio Ávila - Rio Ávila (Balneário Vale do Ávila)

História[editar | editar código-fonte]

A história de Vilhena tem algo em comum com muitos outros municípios de Rondônia. Sua história teve início no começo do século XX, por volta de 1910, quando o tenente-coronel Cândido Mariano da Silva Rondon construiu nos campos do Planalto dos Parecis um posto telegráfico, ligando várias cidades entre Cuiabá e Porto Velho, e fazendo com que surgissem vilas ao redor.

A Comissão Rondon realizou a obra de ligação telegráfica entre Cuiabá e Santo Antônio do Rio Madeira, promovendo a ruptura do isolamento do oeste amazônico. Os trabalhos iniciaram no ano de 1907, no governo Afonso Pena, e foram concluídas em 1912 no governo Hermes da Fonseca. As picadas abertas na mata serviriam anos depois para a trilha da BR-029 (atual 364) e proporcionaram o surgimento de povoados que se transformaram em municípios do estado (Vilhena, Pimenta Bueno e Jaru). O ponto Final da linha telegráfica ultrapassou Santo Antônio do Rio Madeira e chegou a Porto Velho, em Rondônia. Em 1909, o tenente-coronel Cândido Mariano da Silva Rondon, que atuava como chefe da comissão e construção da linha telegráfica de Mato Grosso-Amazonas, liderou uma expedição de 42 homens por regiões amazônicas. Em determinado ponto, ergueu um acampamento, visando a realizar estudos sobre o ecossistema e o comportamento dos povos indígenas. Era ser desenhado o esboço do que viria a ser a cidade de Vilhena, no estado de Rondônia. O trabalho de Rondon seria completado alguns meses mais tarde com o estabelecimento de uma estação telegráfica, nas margens do Rio Piraculino. A região da atual cidade de Vilhena distancia-se cerca de cinco quilômetros desse rio. Tal região, porém, já havia sido desbravada cerca de 200 anos antes, quando bandeirantes como Antonio Pires e Paz de Barro denominaram a área como Chapadão dos Parecis. Concluída a obra da estação telegráfica, Rondon homenageou o antigo engenheiro chefe da Organização da Carta Telegráfica da República, Álvaro Coutinho de Melo Vilhena, falecido havia pouco tempo, batizando-a de Vilhena. Em 1910 a estação começou efetivamente a funcionar, atraindo moradores para a região.

Em 1938, o posto telegráfico de Vilhena tinha como habitantes apenas duas famílias. Abandonadas pela administração de linha telegráfica havia 8 anos, viviam da criação de bodes e cabras. Esse é o testemunho de Claude Lévi-Strauss, que relatou sua passagem pela região em seu livro Tristes Trópicos.

Durante quase 50 anos, foi o Posto Telegráfico da passagem do homem civilizado por esta região e, somente ao final da década de 1950, a sua presença tornou-se mais efetiva. No ano de 1959, o presidente Juscelino Kubitschek iniciou a BR-29 (Brasília/Acre), atual BR-364, que integrava a região Norte com as demais regiões do País. Vilhena é a entrada da Amazônia Ocidental, o que permite receber a denominação "Portal da Amazônia Ocidental", e teve seu povoamento caracterizado por vários fatores:

  • Fluxo migratório das regiões mais populosas do País (sudeste/sul) á procura de novas áreas para melhoria do desenvolvimento econômico.
  • A existência de um clima saudável, próprio da região do Planalto;
  • A riquezas das matas locais (muita madeira, hoje quase esgotada); e
  • A construção da verdadeira rodovia de interligação (Brasília/Acre): BR-364.

Em 1964, por meio do Ibra (Instituto Brasileiro de Reforma Agrária), e depois do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), ocorreu distribuição de terras da União a colonos dispostos a se fixarem na região. Este fator atraiu migrantes de todos os quadrantes do País. Nesta ocasião chegavam as primeiras cabeças de gado (80 reses) e instalavam-se o primeiro posto de gasolina, o primeiro hotel e restaurante, tudo propriedade do pioneiro Ferreira Queiroz. Após o golpe militar de 1964, chega o 5º BEC (Quinto Batalhão de Engenharia e Construção), para a conservação da estrada, tendo à sua frente o comandante Todeschini, que residia em Vilhena. Construiu-se a primeira igreja católica. Vilhena começa a se consolidar com a construção da atual rodovia BR-364. No início de 1960, o presidente Juscelino Kubitschek visitou a região para inaugurar a rodovia Brasília-Acre e vistoriar as obras da BR-364. Para tanto, uma pista de pouso teve de ser construída de forma urgente para receber o comitiva presidencial, atraindo número significativo de trabalhadores para a região. A pista passou a ser uma referencia para as operações do Correio Aéreo Nacional e para empresas como a Vasp e a Cruzeiro do Sul, que tinham dificuldades de implementar suas rotas amazônicas. Outro impulso vindo na esteira da construção da pista foi a instalação de um destacamento da Força Aérea Brasileira na região e um pequeno hospital militar.

A produção cafeeira na região começa a tomar impulso antes mesmo da criação do município. Em 1964, o governo federal incentiva um programa de colonização da região Amazônica. Assim, o Instituto Brasileiro de Reforma Agrária e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária iniciam a distribuição de terras federais a colonos, sendo que a extração e o beneficiamento de madeira rapidamente ganham impulso. Em menor grau, atividades agrícolas, como café e cacau, além da pecuária, também passam a ser desenvolvidas.

Muitos trabalhadores que vieram construir a pista de pouso e a rodovia fixaram-se na região e grande número de pessoas foi estimulado a buscar melhor sorte na nova cidade que se formava.

A energia elétrica era fornecida por geradores próprios e o fornecimento de água era feito por caminhões, com tambores abastecidos nas águas dos Igarapés. Próximo ao local, instalou-se, em 1966, a primeira serraria (Berneck), e iniciaram-se as obras da Embratel. Em 1968 instalaram-se a Delegacia de Polícia, a Caerd (Companhia de Águas e Esgoto de Rondônia) e a Ceron (Centrais Elétricas de Rondônia), atual Eletrobrás.

Em abril de 1969, Vilhena passou a Distrito de Porto Velho pelo Decreto nº 565, sendo criados o Cartório de Registro Civil e o Juizado de Paz, ocasião em que Vilhena possuía 160 casas. Novas indústrias passaram a ver a localidade com potencial de crescimento e a região começou a figurar como um polo de desenvolvimento industrial e comercial do estado. Em 4 de outubro de 1973, o Incra criou o Projeto Integrado de Colonização Paulo de Assis Ribeiro em áreas da Gleba Guaporé, a 100 quilômetros da vila de Vilhena, na mesma distância da rodovia BR-364, com sede na localidade de Colorado d'Oeste. Em 1973, o distrito de Vilhena teve seu primeiro administrador, Gilberto Barros Lima (20 de março de 1973 a 21 de junho de 1977), na época, fiscal do IBDF, ficou à disposição do Distrito. Na ocasião, esta localidade já contava com algumas avenidas: Marechal Rondon, Major Amarante e Capitão Castro, e também instalaram-se várias serrarias. Sua população era de aproximadamente 800 habitantes.

Devido ao clima ameno, presença de matéria vegetal na região e à localização estratégica, em Vilhena instalaram-se várias serrarias. O apogeu da madeira deu-se no ano de 1974.

A produção integral em Vilhena é de café conilon. Na região existem pesquisas sobre o desenvolvimento da cultura sendo realizadas pela Emater e pela Embrapa, sendo que esta última possui na cidade um campo experimental. Com a instalação do PIC Paulo de Assis Ribeiro (1974), com núcleo de apoio em Colorado do Oeste, ocorre um impulso populacional em Vilhena. Neste mesmo ano, instalou-se a pioneira seção eleitoral (104) no Distrito de Vilhena.

Política[editar | editar código-fonte]

Em 11 de outubro de 1977, o presidente da República Ernesto Geisel sancionou a Lei nº 6.448, que criou o Município de Vilhena. O governador de Rondônia, Humberto da Silva Guedes, nomeou e empossou o primeiro prefeito, Renato Coutinho dos Santos, que teve o final de sua gestão no dia 3 de março de 1980.

A Câmara Municipal de Vereadores de Vilhena foi criada em 1979 e pelo Decreto-Lei nº 7 de 1982 foi restabelecida.

Entre 1980 e 1983 Vilhena teve mais três gestões de prefeitos nomeados e, a partir de 1 de fevereiro de 1983, foram empossados o primeiro prefeito – Vitório Abrão – e os primeiros vereadores (tendo como presidente Luiz Flávio Zamuner) eleitos pelo voto popular.


Esta é uma lista de prefeitos e vice-prefeitos de Vilhena.

Nome Partido Início do mandato Fim do mandato Observações
1 Renato Coutinho dos Santos 23 de novembro de 1977 3 de março de 1980 Prefeito nomeado
2 Bonifácio Almodóvar 4 de abril de 1980 15 de maio de 1980 Prefeito nomeado
3 Arnaldo Lopes Martins 16 de maio de 1980 23 de março de 1982 Prefeito nomeado
4 Albino Afonso Wobeto 24 de março de 1982 31 de março de 1983 Prefeito nomeado
5 Vitório Alexandre Abrão PDS 1º de fevereiro de 1983 1987 Prefeito eleito
6 Élcio Carlos Rossi PDS 1988 31 de dezembro de 1988 Prefeito eleito
7 Lourivaldo Renato Ruttmann PTB 1º de janeiro de 1989 31 de dezembro de 1992 Prefeito eleito
8 Ademar Marcol Alfredo Suckel PFL 1º de janeiro de 1993 31 de dezembro de 1996 Prefeito eleito
9 Melkisedek Donadon PMDB 1º de janeiro de 1997 3 de abril de 1998 Prefeito eleito que renunciou o cargo
Heitor Tinti Batista PMDB 3 de abril de 1998 31 de dezembro de 2000 Vice-prefeito eleito no cargo de prefeito
10 Melkisedek Donadon PMDB 1º de janeiro de 2001 31 de dezembro de 2004 Prefeito eleito
Jandir Ferreira PTB 1º de janeiro de 2001 31 de dezembro de 2004 Vice-prefeito eleito
11 Marlon Donadon PTB 1º de janeiro de 2005 31 de dezembro de 2008 Prefeito eleito
Jandir Ferreira PTB 1º de janeiro de 2005 31 de dezembro de 2008 Vice-prefeito reeleito
12 José Luiz Rover, Zé Rover PP 1º de janeiro de 2009 31 de dezembro de 2012 Prefeito eleito
Jacier Rosa Dias PSC 1º de janeiro de 2009 31 de dezembro de 2012 Vice-prefeito eleito
José Luiz Rover, Zé Rover PP 1º de janeiro de 2013 Atual Prefeito reeleito
Jacier Rosa Dias PSC 1º de janeiro de 2013 Atual Vice-prefeito reeleito
  • Presidentes da Câmara de Vereadores:

Subdivisões[editar | editar código-fonte]

Distritos
  • Nova Conquista
  • São Lourenço
  • Perobal
  • Cascalheira
  • Vista Alegre
  • Santa Mônica
Reservas indígenas
  • Parque Aripuanã
  • Parque Tubarões
  • Posto Roosevelt

Economia[editar | editar código-fonte]

As principais atividades econômicas são a agricultura, pecuária, comércio e prestação de serviços. Oito agências bancárias funcionam na cidade.

O PIB da cidade é de R$ 1.109.446,00 e o PIB Per capita R$ 16.218,78.[8]

Composição econômica de Vilhena
Serviços
64,6%
Agropecuária
13,6%
Indústria
21,8%











Fonte: IBGE

Setor primário[editar | editar código-fonte]

Agricultura[editar | editar código-fonte]

Produção Agrícola[9]
Produto Quantidade (t)
Arroz 23.100
Café 11
Feijão 216
Milho 41.600
Soja 121.600
As plantações de soja invadiram o cerrado vilhenense.

Possui vastos campos de produção, principalmente na área agrícola, e também grandes canteiros de horticultura e produtos de viveiro, cultivo de hortaliças, legumes e especiarias hortícolas.

Embora muitas famílias e pessoas tenham deixado a zona rural, a agricultura ainda é um ponto fundamental no município.

A produção agrícola é bem diversificada, com plantações de milho, feijão, soja, arroz, trigo, dentre outros. Dentre estes produtos, destacam-se o arroz, o milho e a soja, que são comercializados pelos grandes e médios produtores locais, diretamente com as empresas do Centro-Sul do país. O município, atualmente é o maior produtor de soja e milho de Rondônia, com uma produção de 121.600 e 41.600 toneladas, respectivamente, e é também o segundo maior produtor de arroz do estado, superado apenas por Cabixi.[9]

A central de armazenamento da Cibrazem (Companhia Brasileira de Armazenamento), conta com dois depósitos, sendo um com capacidade de 4 mil toneladas e outro com 10 mil toneladas.

Os órgãos ligados à agricultura na cidade são a Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisas Agrícolas) e a Emater (Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural) que dão auxílio aos agricultores.

Dentre os órgãos financiadores da produção agropecuária, o principal é o Banco da Amazônia, administrador do FNO - Fundo Constitucional do Norte - com juros subsidiado pelo Governo Federal. O Banco da Amazônia é responsável por mais de 90% dos financiamentos realizados no setor Agropecuário Vilhenense.

Pecuária[editar | editar código-fonte]

Predominam no setor primário grandes e médios proprietários, que priorizam a criação de gado bovino de corte. Em 2005, o rebanho bovino teve uma contagem de 116.426 cabeças.[10] No entanto, esse rebanho já chegou a ser de aproximadamente 900 mil em 1991, porém, as pastagens aos poucos foram substituídas por plantações, principalmente para o cultivo da soja, fazendo com que a criação bovina deixe de ser a principal fonte de economia agropecuária. Na última vacinação contra aftosa no rebanho bovino da cidade, foram registrados mais de 99 mil cabeças de gado pela Agência de Defesa Agrosilvopastoril do Estado de Rondônia (Idaron).

Setor secundário[editar | editar código-fonte]

Indústrias (2000)
Tipo de indústria Porcentagem
Madeireira 46%
Mobiliária 16%
Construção 12%
Metalúrgica 9%
Outras 17%

Devido a escassez da madeira, o município procurou outras alternativas para conter o desemprego e uma delas foram as hidrelétricas, porém, mesmo com a baixa quantidade de madeira no mercado, a atividade ainda é significativa no setor industrial.

As indústrias de madeira se desenvolveram tanto no setor de exploração como no de construção, e acabaram atraindo indústrias de móveis, que tem interesse pela madeira extraída, como o mogno e cerejeira.

Recentemente, indústrias e fábricas, como o frigorífico Friboi e a fábrica de colchões Portal também foram responsáveis pela absorção da mão de obra excedente.

Incentivos tributários

Há incentivos para empresas que estão interessadas na implantação, ampliação, modernização ou então relocalização de suas unidades produtivas, como algumas vantagens nos seguintes tributos:

  • ISS - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza;
  • Taxas de Alvará de Localização e Funcionamento;
  • IPTU - Imposto Predial e Territorial Urbano;
  • Taxa de Contribuição de Melhorias;
  • Outros impostos ou taxas que eventualmente venham a ser criados.
Vigência

O prazo de vigência dos referidos incentivos será de 10 anos, podendo ser renovados por mais 10 anos, desde que seja requerido pelo beneficiário e aprovado pelo conselho.

Apoio técnico

Prestação de apoio técnico na elaboração de estudos e projetos de caráter geral bem como a participação preferencial nas linhas de financiamento e na execução de obras e serviços e demais benefícios priorizáveis pelo Conselho Municipal de Desenvolvimento, através do Fundo Municipal de Desenvolvimento.

Concessão de áreas

Concessão de áreas com infraestrutura que inclui a disponibilidade de energia elétrica, água, rede telefônica, abertura de ruas, serviços de topografia, demarcação e obras e serviços complementares, à indústrias interessadas em se instalarem na cidade.

Setor terciário[editar | editar código-fonte]

A cidade foi contemplada pela Embratur, por quatro anos consecutivos com o Selo de Potencialidade Turística. Suas belezas naturais e pelo fato de possuir uma infraestrutura para recepção de turistas (hotéis, restaurantes, aeroporto, rodoviária e comércio) a cidade recebe muitos turistas do Brasil e de outras partes do mundo. Contudo, tal potencialidade não é aproveitada ao máximo. Diversos locais da cidade que poderiam atrair turistas estão abandonados ou nas mãos de particulares.

Infraestrutura[editar | editar código-fonte]

Saúde[editar | editar código-fonte]

As condições físicas e sanitárias da rede de saúde são regulares, sendo comum o atendimento de doentes vindos de outros locais do cone sul do estado e cidades próximas do estado do Mato Grosso.

A situação da saúde do município é delicada, devido ao grande número de atendimentos realizados pela rede física, mantida exclusivamente pela prefeitura de Vilhena.

A rede de saúde pública é formada pelo Hospital Regional Adamastor Teixeira de Oliveira (Serviço U.T.I.) (fundação Sesp), Centro de Atendimento Emergencial Neo-Natal, vários postos e centros de saúde, dentre outros.

No entanto, a modernização do atendimento e a ampliação da rede física na área de saúde, têm sido o principal motivo para a procura da população de outros municípios, causando grandes problemas devido ao excesso de pacientes, pois o sistema de saúde público não consegue dar conta da demanda.

Educação[editar | editar código-fonte]

A rede pública teve investimentos na educação, como a criação de escolas, reformas, ampliações, contratações e investimentos na capacitação dos profissionais de educação para melhorar a qualidade de ensino. Vilhena possui o centro de reabilitação "Ensina-me a Viver", para crianças de jovens com dificuldades especiais.

Ensino básico, fundamental e médio

Dentre as escolas municipais, estaduais e particulares, destacam-se:

  • Escola Municipal Ângelo Mariano Donadon — pública ("ensino fundamental");
  • Escola Municipal Castelo Branco — pública (ensino fundamental);
  • Escola Municipal Marcos Donadon — pública (ensino fundamental)
  • Escola Estadual Álvares de Azevedo — pública (ensino fundamental e médio) (Prêmio Internacional / Washington-EUA - Prêmio de Referência em Gestão Escolar); (Prêmio Nacional: Prêmio Professores do Brasil- 2009 / Professora Nidiane Latocheski); (Prêmio Municipal: (Língua Portuguesa) Prêmio Rondon de Redação 1º e 3º Lugar/ IESA 2009 - 1º: André Luis Grégio),(Prêmio de Matemática Onda Sul FM, entre outros).
  • Escola Estadual de Ensino Fundamental Marizeti Mendes de Oliveira que tem o melhor IDEB (5.4) no Estado de Rondônia; e foi reconhecida em 2009 com o Prêmio Nacional de Referência em Gestão Escolar indo representar o Estado nos Estados Unidos da América.
  • Escola Estadual Machado de Assis — pública (ensino fundamental e médio);
  • Escola Estadual Marechal Rondon — pública (ensino fundamental e médio) (prêmios nacionais: Professor Nota 10 e Ciências no Ensino Médio);
  • Escola Estadual Maria Arlete Toledo — pública (ensino fundamental e médio);
  • Escola Estadual Zilda da Frota Uchôa — pública (ensino fundamental e médio);
  • Instituto Estadual de Educação Wilson Camargo — pública ("Ensino fundamental e médio").
  • Colégio Santa Lúcia Filippini — particular (Ensino infantil, fundamental e médio).
  • Cooperativa Educacional de Vilhena (Coopevi - Coc) — particular (ensino infantil, fundamental e médio);
  • Cursos Professor Vanks — particular (ensino médio e 9º ano)
  • Escola Evangélica Bom Pastor - POSITIVO — particular (ensino infantil);
  • Insolina Ruttmann / Sesi — particular (ensino infantil, fundamental e médio).
Ensino superior

Vilhena possui oito faculdades (presenciais e "à distância"):

  • Associação Vilhenense de Educação e Cultura (AVEC/REGES) — particular;
  • Centro Universitário Claretiano — particular;
  • Faculdade da Amazônia (FAMA/IESA) — particular;
  • Faculdade de Educação e Cultura de Vilhena (FAEV/UNESC) — particular;
  • Faculdade da Rolim de Moura (FAROL) — particular;
  • Faculdades Integradas Aparício Carvalho (FIMCA) — particular;
  • Universidade do Norte do Paraná (UNOPAR) — particular;
  • Universidade Federal de Rondônia (UNIR) — pública.
  • Universidade Paulista (UNIP) — particular;
Ensino Técnico e Superior

Transporte[editar | editar código-fonte]

Aeroporto
Vasp em Vilhena em 1989.

O Aeroporto Brigadeiro Camarão (BVH/SBVH) é administrado pela prefeitura municipal de Vilhena. Os serviços de navegação aérea são prestados pela Infraero com cerca de vinte profissionais que atuam como Operadores de Estações Aeronáutica, Técnicos em Informações Aeronáuticas, Profissionais de Meteorologia, Profissionais de Serviços Aeroportuários e Profissionais de Engenharia e Manutenção. Possui uma pista de dimensões internacionais com 2.600 metros de comprimento por 30 metros de largura (cabeceiras 03 e 21), possui equipamentos eletrônicos e luminosos de auxílio à navegação em pleno funcionamento tais como: VOR, DME, NDB, balizamento de pista, estação de comunicação VHF Frq. 125,90 MHz, Estação Meteorológica de Superfície Automática, Estação Meteorológica de Altitude. Pela sua localização geográfica, Vilhena é considerada um ponto estratégico para a aviação. Atendida por voos diários civis e militares, a cidade possui um dos poucos aeroportos do Estado, com capacidade para receber aeronaves de grande porte. Vilhena já foi servida pela VASP que inaugurou em 25 de maio de 1988 a rota Guarulhos/Vilhena, numa escala do voo para Belém, via Campo Grande e Cuiabá realizado pelo Boeing 737-200, rota essa extinguida mais tarde em um processo de reestruturação aérea da VASP. Logo Depois veio TAM e diversas outras companhias de menor porte. Hoje, o transporte aéreo do município é realizado pela empresa TRIP. O aeroporto Também possui um DTCEA-VH (Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Vilhena) do comando da Aeronáutica, Cindacta IV, subordinado ao Ministério da Defesa.

Rodovias

O município tem como acesso as rodovias BR-174, pavimentada apenas no perímetro urbano, e a BR-364, que corta o estado sentido Sul-Norte, ligando Mato Grosso à capital Porto Velho.

As principais empresas de transportes rodoviários intermunicipais e interestaduais que ligam a cidade a outras regiões do país são: Eucatur, Itamarati e Andorinha.

Comunicação[editar | editar código-fonte]

Jornal Impresso

  • Gazeta de Rondônia
  • Vilhena Notícias - www.vilhenanoticias.com.br
Televisão[editar | editar código-fonte]

Rádio[editar | editar código-fonte]

  • Rádio Meridional FM - 91,3 FM (Rede Meridional FM) [1]
  • Rádio Onda Sul FM - 94,9 FM
  • Rádio Vilhena AM - 1450 AM
  • Rádio Planalto AM - 1530 AM

Cultura[editar | editar código-fonte]

Nos últimos dois anos a Cultura em Vilhena está se desenvolvendo com mais rapidez, surpreendendo pela quantidade de interessados em diversas manifestações culturais como teatro, música e escrita. O 1º Festival de Música do Cone Sul realizado nas sete cidades do Sul de Rondônia e organizado por Vilhena foi considerado o maior evento musical do Norte do País, reunindo mais de 500 cantores, músicos e bandas com prêmios significativos para cada etapa local, bem como na final geral. Também o 1º Festival de Calouros do Cone Sul, também comandado por Vilhena, movimentou a população do Cone Sul que desejava mostrar seus talentos e receber por isso.

A Cidade possui também uma Orquestra Sinfônica criada em 2001, que executa diversos concertos clássicos e populares.

Além disso, a criação do Espaço JK, único espaço exclusivamente cultural e particular da cidade, representou significativo avanço para a obtenção de um local adequado e centralizado que se possam realizar discussões, debates, apresentações teatrais, exposições artísticas, shows de bandas locais, divulgação da literatura dos escritores da cidade e etc. Com intuito parecido, a livraria Café & Letras passou a desenvolver diversas ações culturais como o conto de histórias para crianças, promoções em livros e o Som das Sete, evento que reúne o melhor da Música Popular Brasileira em uma noite de descontração ao ar livre.

Há ainda certa movimentação na Prefeitura que prevê a criação de uma fundação de cultura no município, o que ajudaria o município a conseguir recursos a serem investidos, por exemplo, nos oito grupos de teatro que se mostram ativos na cidade. Destes, o Wankabuki, o Canaã e o Tempus são os mais expressivos, todos com projetos de peso em andamento, embora não disponham de espaço adequado para se apresentarem.

No que diz respeito aos locais reservados para apresentações teatrais, a Prefeitura Municipal de Vilhena, por meio da Secretaria Municipal de Planejamento elaborou um projeto de um centro de convenções que abrigaria um teatro, galerias de arte, oficinas de arte, biblioteca e sala de cinema. O início das obras estão previstas para 2011. Enquanto isso, o Ponto de Cultura Cone Sul Plural desenvolve, em parceria com acadêmicos do curso de Jornalismo da Unir (Universidade Federal de Rondônia), o projeto Hatisu - Ação Griô. A iniciativa pretende recuperar as origens históricas dos colonizadores do Cone Sul, que se estabeleceram em quilombos, vilas de pescadores, aldeias indígenas e acampamentos no Vale do Guaporé. Contudo, essa é apenas uma das muitas ações culturais criadas pelo Ponto de Cultura de Vilhena.

A ONG Beija-Flor também desempenha vital papel na cultura vilhenense disseminando a prevenção contra doenças sexualmente transmissíveis e a conscientização no que diz respeito à aceitação do grupo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis) pela sociedade e pelas autoridades.

Recentemente também foi criada, no jornal impresso de maior circulação e expressividade do Cone Sul, o Folha do Sul, de Vilhena, a editoria de Cultura, que semanalmente destaca os agentes culturais do município e suas atividades.

A prefeitura promove a Cultura por órgãos culturais como a Academia Vilhenense de Letras (AVL), Centro de Tradições Gaúchas (CTG), Fundação Cultura de Vilhena, Associação de Músicos de Vilhena, Centro de Treinamento (futura Casa da Cultura) e o Museu Marechal Rondon (atualmente abandonado).

A Academia Vilhenense de Letras (AVL), fundada em dezembro de 2002, é fruto da vontade e perseverança dos poetas Átila Ibáñez (01), Castro Lima (10), Dilma Lessa (04), Antônio Mantelli (13). As tentativas de implantar uma academia de letras na cidade de Vilhena, ao Sul de Rondônia, ocorreram desde a última década do século XX. O poeta Ibáñez via seu projeto diluir-se nas dificuldades e, principalmente no desinteresse da comunidade literária. E tentava outra vez. E mais outra. Finalmente, com a participação decisiva de Mário Mileo (03), Newton Pandolpho (02), Julio Olivar (11), José Leocádio (08), Débora Lessa (09), Jacyr Rosa (07), Nilson Ferreira (06), Ivanir Aguiar (12) e Scalercio Pires (05), surgiu, então, a Academia Vilhenense de Letras. Os patronos são Vinicius de Moraes (Cadeira 01), Ruben Braga (Cadeira 02), Carlos Gomes (Cadeira 03), Orígenes Lessa (Cadeira 04), Lauro Sodré (Cadeira 05), José de Alencar (Cadeira 06), Euzebio de Queiros (Cadeira 07), Manuel de Almeida (Cadeira 08), Pedro Lessa (Cadeira 09), Castro Alves (Cadeira 10), Drummond de Andrade (Cadeira 11), Manuel Bandeira (Cadeira 12) e Cecilia Meireles (Cadeira 13). Em 20 de março de 2004 foi eleita a poeta Núbia Rodrigues (07), em decorrência da renúncia do Acadêmico Jacyr Rosa. Em 8 de julho de 2006 a AVL teve seu Estatuto alterado para a criação de mais oito Cadeiras, sendo Patronos Vicente de Carvalho (Cadeira 14), Gonçalves Dias (Cadeira 15), Machado de Assis (Cadeira 16), Rachel de Queiroz (Cadeira 17), Álvares de Azevedo (Cadeira 18), Olavo Bilac (Cadeira 19), Guimarães Rosa (Cadeira 20), Fagundes Varela (Cadeira 21). Foram eleitos para as respectivas novas Cadeiras: Ana Claudia Vinter, Clóvis Brasil, Irondina Zoche, Genoli Kopp, Braz Divino, Gerino Alves, Edmar Ferreira e Valmir Flor. Por ocasião da renúncia de Nilson Ferreira foi eleito José Closs.

Visitas urbanas
  • Museu Marechal Rondon; onde se encontra o primeiro posto telegráfico da região (se encontra abandonado)
  • Zoológico Municipal (foi desativado)
  • Expovil - festa com duração de nove noites voltada para exposição da pecuária;
  • Festas Gauchescas no Centro de Tradições Gaúchas (CTG)

A população é composta por brancos, mestiços; índios; Os migrantes que se instalaram no município oriundos das regiões sul; sudeste; nordeste; e da Bolívia trouxeram uma diversidade cultural grande, contribuindo para o desenvolvimento comercial, industrial, sociolinguístico e outros.


Religião

A população é composta por cristãos em sua grande maioria (evangélicos e católicos).


Comidas Típicas
  • Massas diversas (pizzas, pães caseiros, macarronada)
  • Churrasco
  • Polenta
  • Comida árabe (esfirra, beirute, pão sírio)
  • Comida japonesa
  • Bebidas (chimarrão, tereré)
  • Peixes diversos
  • Saladas, frutas e legumes

Esportes[editar | editar código-fonte]

Vilhena possui o clube de futebol profissional Vilhena Esporte Clube, fundado no dia 3 de junho de 1991. Este disputa o Campeonato Rondoniense de Futebol desde 1992, sendo Campeão no ano de 2005, 2009 e 2010 e Vice-Campeão em 2006 e 2008. O Vilhena Esporte Clube, mas conhecido como VEC, já jogou 5 edições da Copa do Brasil, enfrentando grandes times como o Fortaleza, Ponte Preta, Atlético Paranaense, e Avaí, em todas as edições que o VEC jogou, foi eliminado na primeira fase.

O Estádio Portal da Amazônia é o único estádio do município, onde o Vilhena Esporte Clube realiza seus treinos e as partidas de competição.

Uma escolinha de Futebol do Botafogo, se instalou na cidade, onde irá treinar crianças entre 5 e 16 anos que ainda poderão ter a oportunidade de jogar no time carioca.[11]

Existem também a Associação Vilhenense de Voleibol - AVV e a Associação Vilhenense de Basquetebol - AVB, as duas têm grande representação no esporte amador estadual.

Possui ainda a AVFA - Associação Vilhenense de Futebol Americano, que administra o Vilhena Hunters, o primeiro time de Futebol Americano do estado de Rondônia.

  • Sociedade Esportiva Comercial
  • Sociedade Esportiva Industrial
  • Clube da Associação Atlética Banco do Brasil
  • Clube da Associação Atlética do Banco HSBC
  • Clube da Associação da Polícia Civil de Vilhena - Aspocivi
  • Clube da Associação dos Servidores da Ceron
  • Clube da Associação dos Servidores Municipais - Asmuv
  • Clube da Polícia Militar
  • Clube dos Estados
  • Clube dos Funcionários da Embratel
  • Estádio Municipal com Ginásio Poliesportivo

Referências

  1. a b Divisão Territorial do Brasil Divisão Territorial do Brasil e Limites Territoriais Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2008). Visitado em 11 de outubro de 2008.
  2. IBGE (10 out. 2002). Área territorial oficial Resolução da Presidência do IBGE de n° 5 (R.PR-5/02). Visitado em 5 dez. 2010.
  3. Urbanização das cidades brasileiras Embrapa Monitoramento por Satélite. Visitado em 30 de Julho de 2008.
  4. Estimativa populacional 2014 IBGE Estimativa populacional 2014 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) (1 de julho de 2014). Visitado em 29 de agosto de 2014.
  5. Ranking decrescente do IDH-M dos municípios do Brasil Atlas do Desenvolvimento Humano Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD) (2010). Visitado em 2 de agosto de 2013.
  6. Indice GINI Cidade Sat Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (2000). Visitado em 06 de agosto de 2011.
  7. a b Produto Interno Bruto dos Municípios 2004-2008 Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Visitado em 11 dez. 2010.
  8. IBGE. Título não preenchido, favor adicionar. Visitado em 12 de maio de 2011.
  9. a b IBGE, Produção Agrícola Municipal em 2005.
  10. Ibge, Pesquisa Pecuária Municipal em 2005.
  11. http://www.extraderondonia.com.br/modules/variedades/item.php?itemid=581

Ligações externas[editar | editar código-fonte]