Visão remota

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Visão remota (do termo original em Inglês Remote viewing (RV)) é a prática de se buscar impressões de um alvo distante e escondido da vista física, utilizando meios paranormais. O termo "remote viewing" foi cunhado pelos físicos e parapsicológos Russell Targ e Harold Puthoff do Instituto de Pesquisa da Universidade de Stanford.

Reivindicações dos defensores[editar | editar código-fonte]

A visão remota permitiria a um observador usar alguma capacidade paranormal para reunir informações de um determinado local, um objeto, lugar, pessoa, etc., que estaria longe da visão física do observador, preferencialmente separado do observador por uma grande distância. A "visão" seria a impressão pessoal adquirida pelo observador a respeito do assunto, e às vezes poderia ser registrada por outra pessoa. Seria semelhante a sensação que temos quando abrimos os olhos após uma noite de sono e tentássemos recordar sobre um sonho ocorrido durante este período. A visão remota clássica é feita em tempo real, embora alguns praticantes informem a possibilidade de cruzar a linha do tempo e ser remetido ao passado ou futuro também. Os defensores dizem que já existe prova experimental válida para esta técnica.

Os defensores argumentam que a visão remota se distingue de outras formas de clarevidência e que segue um protocolo experimental específico (ou alguma variante dele). O aspecto crítico comum a estes protocolos, os defensores contestam, é que o observador é cego no sentido ao alvo, e não terá que dar (ou ser negligente) a informação concernente a respeito do alvo que terá que ver.

A pesquisa original, de acordo com Russell Targ, o autor desta teoria, é considerada válida e aceita sob método científico, e está atualmente no nível de uma teoria em trabalho, mas não como fato considerado nem como alguma lei da natureza. Uma fraqueza do método é que exige uma resposta subjetiva dos assuntos envolvido na prova. Este ainda é considerado aceitável somente quando os resultados são considerados como produto final. Os resultados só alcançaram um nível significativo estatisticamente, querendo dizer que algumas vezes os resultados casuais tiveram o mesmo resultado, e como experiências usando o fator repetição não poderia haver exceçôes. Muitos aspectos aceitos pela ciência, incluindo áreas como a psicologia, estão neste mesmo nível de teoria em trabalho.

Ceticismo[editar | editar código-fonte]

Protocolos[editar | editar código-fonte]

História[editar | editar código-fonte]

Visualizadores Remotos[editar | editar código-fonte]

Referências[editar | editar código-fonte]

(em Inglês)

  • Courtney Brown, Ph. D., Remote Viewing : The Science and Theory of Nonphysical Perception. Farsight Press, 2005. ISBN 0976676214
  • David Morehouse, Psychic Warrior, St. Martin's, 1996, ISBN 0312964137
  • Jim Schnabel, Remote Viewers: The Secret History of America's Psychic Spies, Dell, 1997 , ISBN 0440223067
  • Paul H. Smith, Reading the Enemy's Mind: Inside Star Gate -- America's Psychic Espionage Program, Forge, 2005, ISBN 0312875150
  • Ronson, Jon, The Men who Stare at Goats, Picador, 2004, ISBN 0330375474 - written to accompany the TV series The Crazy Rulers of the World)
  • Buchanan, Lyn, The Seventh Sense: The Secrets Of Remote Viewing As Told By A "Psychic Spy" For The U.S. Military, ISBN 0743462688
  • F. Holmes Atwater, Captain of My Ship, Master of My Soul: Living with Guidance, Hampton Roads 2001, ISBN 1571742476
  • McMoneagle, Joseph, The Stargate Chronicles: Memoirs of a Psychic Spy, Hampton Roads 2002, ISBN 1571742255
  • Tim Rifat, Remote Viewing : What It Is, Who Uses It and How To Do It, Vision 2003. ISBN 1901250962

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

(em Inglês)