Vivo

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Vivo
Telefônica Brasil SA
Slogan Conexão como nenhuma outra.
Tipo Subsidiária da Telefónica
Indústria Telefonia móvel
Gênero Telecomunicações
Fundação 13 de abril de 2003 (11 anos)[1]
Sede Av. Eng. Luís Carlos Berrini, 1376, São Paulo
Áreas servidas  Brasil
Locais 4889 municípios (2012)
Presidente Paulo Cesar Teixeira
Empregados 100 mil (2012)
Produtos GSM, 3G , 3G PLUS , 4G , Vivo Speedy, Vivo TV, Vivo Fixo, VoIP, Vivo Valoriza, Machine to Machine, Streaming e eHealth
Descontinuadas:
Acionistas Telefónica
Valor
de mercado
Aumento US$ 10,2 bilhões US$ (2011)
Lucro Aumento R$ 4,452 bilhões (2012)[2]
Faturamento Aumento R$ 33,931 bilhões (2012)[2]
Antecessora(s) Telefônica Celular, Telesp Celular, Telebahia Celular, Telergipe Celular, TCO, NBT, Global Telecom e Telemig Celular. Telefônica e TVA
Página oficial Vivo.com.br

A Vivo S.A. é uma concessionária de telefonia móvel, telefonia fixa, internet banda larga e TV por assinatura do Brasil. Formada pela fusão de companhias de celular ex-estatais existentes no Brasil, foi fundada como uma parceria entre Portugal Telecom e a espanhola Telefónica, é comandada por esta última, após ter comprado a posição da primeira em Julho de 2010.[3] [4] Em 2011, possuía quase 70 milhões de clientes no país. Utiliza as tecnologias CDMA (Desativada em dezembro de 2012), GSM/EDGE, WCDMA/HSPA (3G), HSPA+ (3G Plus) e LTE (4G) nos celulares. Até o ano de 2007 utilizou a rede AMPS concomitantemente com suas redes TDMA e CDMA, até ser desativada para liberar espectro magnético no objetivo de implantar a rede GSM. É a operadora de telefonia móvel com maior quota de mercado[5] e maior número de clientes do Brasil.[6] Desde 15 de abril de 2012 todas as companhias da Telefónica no Brasil se tornam apenas Vivo, sendo a única marca da empresa no país tanto em telefonia móvel quanto em telefonia fixa, banda larga e TV por assinatura.[7] [8]

História[editar | editar código-fonte]

Formação[editar | editar código-fonte]

A Vivo atua no mercado brasileiro desde 13 de abril de 2003, quando foi finalizada a junção das operadoras de celular das empresas Celular CRT Participações S/A (que operava como Telefônica Celular), Tele Leste Celular Participações S/A (que, na Bahia e em Sergipe, operavam respectivamente como TeleBahia e Telergipe Celular), Tele Centro-Oeste Celular Participações S/A (que também detinha o controle da Norte Brasil Telecom S/A, que operavam, respectivamente como TCO e NBT), Tele Sudeste Celular Participações S/A, Telesp Celular Participações S/A e Global Telecom S/A com investimentos da Telefonica da Espanha e da Portugal Telecom, de Portugal até 28 de Julho de 2010. A partir da conclusão do processo de venda de 30% da Portugal Telecom para a Telefonica por cerca de R$ 17,2 bilhões, esta última se torna a controladora da empresa com 60%. A empresa comprou o restante de ações por meio da antiga Telesp que tinha Capital aberto na Bovespa.[9]

Compra da Telemig Participações[editar | editar código-fonte]

Em 3 de agosto de 2007 a Vivo anunciou a compra da Telemig Celular que também pertencente a ela a Amazônia Celular por R$ 1,213 bilhões de reais, incorporando 4,8 milhões de clientes.[10] Dois meses após a compra a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) aprovou a compra da Telemig pela a Vivo.[11] Posteriormente a Vivo vendeu a Amazônia Celular a Oi por R$ 120 milhões.[12]

Logotipo[editar | editar código-fonte]

Ficheiro:Rodape-esq-pop.jpg
Um dos bonecos da Vivo

O símbolo da empresa é um boneco semi-transparente sem expressão facial ou detalhe e que varia nas cores azul, verde, vermelho, laranja e púrpura, cada uma representando uma das empresas da junção que deu origem à Vivo.

Cobertura[editar | editar código-fonte]

A Vivo atua em todos os estados do país, tendo cobertura nacional, inclusive no nordeste onde terminou sua implantação de rede em 2008. Segundo estimativa da Anatel, a Vivo é responsável por mais de 30% do mercado de celulares no país. Somada a área de cobertura da operadora, 95% do território brasileiro é atendido pela Vivo.

Em janeiro de 2012, a operadora chega a 3.702 cidades do país, incluindo capitais.[13]

  • A Vivo tem a maior comunidade em número de clientes, conforme relatório de participação de mercado da ANATEL de 11/6/2012.

A Vivo está presente em todos os estados brasileiros com as tecnologias GSM e 3G. Em 2013, a Vivo iniciou a implementação da rede 4G.

Com a ampliação, a cobertura da Vivo atingi 94 municípios e detém 39 por cento do mercado de 4G no país, ou 973 mil clientes, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) divulgados pela companhia.[14]

Unificação da Telefónica[editar | editar código-fonte]

Todos os serviços prestados pela Telefónica no Brasil foram mudados para a marca Vivo no dia 15 de abril de 2012.[15] Com isto a empresa espanhola investiu na unificação R$ 120 milhões.[16]

Serão trocados 200 mil orelhões em locais estratégicos na região aonde a marca Telefônica era atuante.[17]

Tecnologia[editar | editar código-fonte]

Antes da unificação, algumas operadoras usavam a tecnologia CDMA e em 2007 adotou a tecnologia GSM que já foi implantada em todos os estados mais o DF e se tornando, assim, a única operadora que opera CDMA,TDMA e GSM no Brasil.[18]

Por ter um custo de manutenção mais caro, a tecnologia CDMA fica em segundo lugar na preferência dos clientes devido ao crescimento do GSM no Brasil, que gradualmente vem se tornando a tecnologia mais utilizada pelos brasileiros. Algumas áreas já contam com cobertura CDMA2000 (1xRTT), duas vezes mais veloz que a tecnologia GPRS dos celulares GSM.

A Vivo iniciou em Julho de 2005 a comercializar aparelhos 3G, utilizando a tecnologia CDMA 1x EV-DO. Esta é primeira implementação da terceira geração no Brasil. A cobertura EVDO está presente nos seguintes estados: Bahia (Salvador, Camaçari e Una), Distrito Federal (Brasília), Espírito Santo (Vitória), Paraná (Curitiba, São José dos Pinhais e Araucária), Rio de Janeiro (Rio de Janeiro, Niterói, Campos dos Goytacazes, Macaé, Rio das Ostras e Armação dos Búzios), Rio Grande do Sul (Porto Alegre), Santa Catarina (Florianópolis), São Paulo (São Paulo, Campinas, São Bernardo do Campo, Osasco, São José dos Campos, Barueri, São Caetano do Sul, Campos do Jordão, Sertãozinho, Ribeirão Preto e Franca). A expansão foi descontinuada junto da rede 1x RTT.

A adoção da tecnologia CDMA também causou a impossibilidade de roaming digital para os clientes CDMA da Vivo em Minas Gerais (cobertura CDMA disponível apenas na região coberta pela CTBC Celular) e nos estados do Nordeste (exceto Bahia, Maranhão e Sergipe). Outro grande problema são os altos índices de clonagem, uma vez que a Vivo opera conjuntamente a tecnologia analógica AMPS e CDMA, o que não acontece na tecnologia GSM. Porém, a tecnologia AMPS está em processo de desligamento, por determinação da ANATEL (Agencia nacional de Telecomunicações), no qual ela deverá ser totalmente desativada em todas as operadoras no futuro. A previsão da Vivo é de que pare de operar com CDMA em 30 de junho de 2012.[19] O espectro remanescente do AMPS, será utilizada como extensão de frequência na tecnologia WCDMA/HSPA, e utilizada para expandir a capacidade da sua rede 2,5G baseada em GSM/CDMA.

GSM[editar | editar código-fonte]

Nokia 3300 (GSM) utilizando o Vivo Chip no Distrito Federal.

A cobertura GSM da Vivo, no padrão EDGE,[20] já está disponível em todo o seu mercado de atuação, em 4.001 cidades brasileiras.[21] e já ocorre a venda normal de celulares pré-pagos e pós-pagos. A frequência utilizada pela operadora, 850/1900 MHz,[22] torna os aparelhos mais simples da Vivo – que são Dual-band– incompatíveis com as concorrentes, que operam a 900/1800 MHz.[23]

A campanha publicitária não foi dividida entre GSM e CDMA, pois a empresa acredita que o consumidor busque funcionalidade e não tipo de tecnologia.[24]

A empresa investiu US$ 1,08 bilhão na implantação da rede, que inclui a instalação de 6.992 estações rádio-base. O equipamento foi fornecido pela Ericsson e Huawei.[24] A Vivo também expressou interesse em oferecer o Vivo Play 3G para rede GSM, mas com velocidade inferior, devido às limitações da rede EDGE.[20]

Samsung G600

3G HSPA/WCDMA[editar | editar código-fonte]

No dia 11 de setembro de 2008 a Vivo lançou oficialmente sua rede 3G HSPA, que está presente em 2876 cidades, operando em 2,1Ghz, além de Belo Horizonte que também possui a rede 3G operando em 850/2100Mhz. Estão sendo disponibilizados os serviços de TV móvel, banda larga móvel e Vídeo Chamada. A lista de cidades atendidas está disponível no site oficial da empresa.

A terceira geração de celulares (3G) é a mais recente tecnologia utilizada por algumas operadoras com o objetivo de evolução da rede GSM/EDGE. A taxa de transferência de dados pode chegar até 14,4 Mbps, mas inicialmente na Vivo essa taxa pode chegar a 1 Mbps.

A rede 3G da Vivo é baseada na tecnologia HSUPA (High Speed Uplink Packet Access), que permite altas taxas de transferência tanto no upload quanto no download de arquivos.[25]

CDMA[editar | editar código-fonte]

CDMA (Code Division Multiple Access, ou Acesso Múltiplo por Divisão de Código) é um método de acesso a canais em sistemas de comunicação.

No Brasil, a tecnologia CDMA começou a ser usada no início de 1998 pela Telebahia celular. Atualmente as únicas empresas que atuam neste padrão tecnológico são a Vivo e a Embratel, sendo que a segunda utiliza a rede CDMA especialmente para serviços de telefonia fixa, por ter absorvido a tecnologia da Vesper.

Algumas das operadoras que se juntaram para criar a Vivo já operavam em tecnologia CDMA, o que foi decisivo para a escolha desta tecnologia para o restante das operadoras, que operavam usando TDMA.

Apesar do CDMA ser teoricamente mais avançado do que o GSM, permitindo velocidades de transmissão de dados mais altas, o custo dos aparelhos, a assimetria da área de concessão e o alto custo de manutenção das linhas fez com que a maioria dos consumidores optassem pelo GSM, sendo que a Vivo só veio a entrar neste mercado ao final de 2006.

Hoje a Tecnologia CDMA, ficou legada ao uso de acesso a internet banda larga, utilizando os serviços Vivo ZAP, e Vivo Flash, além de uso em tecnologias WLL.

Com esta tecnologia, a operadora foi a primeira do país a oferecer planos e pacotes de dados, na época que internet ainda era novidade no país, na época que a sua sucursal paulista, ainda era a TELESP, que seriam: Pacote de 2mb por 19,90 / 50mb por 85 R$ / 150mb por 150 R$ / 600mb por 300 R$ / E o ilimitado por 400 R$, no qual, estes pacotes já não são mais comercializados.[26]

Em julho de 2009, conforme dados da ANATEL apenas 5,88% dos acessos eram na rede CDMA, contra quase 12% no mesmo período no ano de 2008. Havia expectativa de desativar a rede CDMA da Vivo em 30 de junho de 2012.[27] Entretanto, a desativação foi adiada e ocorreu em etapas entre os meses de outubro e novembro do mesmo ano.

CDMA 1XEVDO (3G)[editar | editar código-fonte]

A Vivo foi a primeira operadora de telefonia móvel a implementar o 3G no Brasil, com a tecnologia CDMA 1xEVDO (Evolution-Data Optimized - "Evolução de Dados Optimizados"). É uma tecnologia de terceira geração (3G), desenvolvida pela Qualcomm, a partir da evolução da tecnologia CDMA1xRTT de "segunda geração e meia" (2,5G), possibilitando transmissão de dados a até 2,4 Mbps.

Esta tecnologia faz apenas a transmissão de dados, sendo que a voz continua sendo transportada pelo CDMA1xRTT, com isso além de liberar a tecnologia precedente para transportar livremente voz, ela permite transmitir uma alta capacidade de dados.

Hoje a Tecnologia CDMA para acesso à internet está em fase de desativação (phaseout), sendo utilizada por usuários que ainda não migraram para a tecnologia 3G HSPA e também no novo "Vivo Residencial", serviço de telefonia fixa que proporciona ao cliente levar consigo seu telefone fixo por toda a área de cobertura CDMA, tal qual um celular.

Conforme notificação da Vivo a seus clientes, até o dia 13 de novembro de 2009, 100% da rede CDMA EV-DO será desativada para liberação do espectro para o HSPA, no qual os clientes terão condições especiais para aquisição de equipamentos para a substituição.SUBSTITUIÇÃO DA REDE COM A TECNOLOGIA CDMA PELA GSM/3G. (em português) Vivo. Visitado em 30 de junho de 2014.

Resultados[editar | editar código-fonte]

Ano Receita Líquida (R$ bilhões) Lucro Líquido (R$ bilhões) Ebitda (R$ bilhões) ARPU (R$)
2012[28] 33,931 4,452 12,705 22,6
2011[29] 33,171 5,072 12,035 24,6

iPhone 3G[editar | editar código-fonte]

No dia 25 de Setembro de 2008, a Vivo iniciou a comercialização de seu iPhone 3G, com um lote de 200 mil aparelhos. O iPhone 3G funciona na rede 3G da Vivo, presente em 508 cidades do país. Os planos de dados 3G da Vivo atuais permitem uma velocidade de até 1Mbps.

Índices de Qualidade[editar | editar código-fonte]

Em 2009 a Vivo foi considerada pelo IDA (Índice de Desempenho no Atendimento) da Anatel como a melhor operadora móvel em qualidade e atendimento aos clientes.[30]

No ranking oficial de índice de reclamações da Anatel em 2008, considerando apenas operadoras de telefonia móvel, a Vivo ficou com desempenho melhor que TIM, Brasil Telecom, Oi, Claro, Telemig Celular (que foi comprada pela Vivo em 2008) e CTBC (respeitando a ordem da pior para a melhor). E tendo desempenho pior que Amazônia Celular e Sercomtel.[31] Esses dados de 2008 ainda consideram a Telemig Celular como empresa existente no mercado, mas já foi incorporada pela Vivo (Telemig Celular). E a Amazônia celular foi incorporada pela Oi.

Em 2011 a Vivo foi considerada pela Revista Você S.A. como a melhor empresa para se iniciar a carreira.[carece de fontes?]

Polêmicas[editar | editar código-fonte]

A política da Vivo de bloquear os celulares para que efetuassem downloads apenas pelos serviços deles, restringindo troca de dados por Bluetooth, cabo USB ou WAP fez com que a Vivo fosse criticada por alguns usuários avançados à época em que a tecnologia CDMA era a única utilizada pela operadora. Tais usuários preferiam a liberdade do GSM..[32] Recursos como tempo de gravação em vídeo também eram configurados pela operadora, muitas vezes abaixo da capacidade.

Posteriormente a Vivo passou a vender alguns aparelhos CDMA desbloqueados, como o Moto Q, o Motorola K1 e o Palm Treo 700wx.[33] A Vivo, assim como outras operadoras de telefonia fixa e móvel, suscitaram polêmica ao lançar o seu serviço de internet banda larga móvel (no caso da Vivo trata-se do serviço Vivo-ZAP) com um termo de adesão que proíbe o uso de voz sobre IP (VoIP), contrariando entendimento da Anatel sobre o tema,[34] que é o de que a prestadora do serviço de internet não pode proibir os usuários de utilizar qualquer tecnologia existente sobre a conexão.

É possível a utilização da rede de dados, sem a necessidade de assinaturas de pacotes, sendo que o preço do MB avulso, atualmente gira em torno de R$ 4,90 (aprox. US$2,68 com a cotação atual).

Hoje a empresa Vivo é alvo de ínumeras críticas e processos em relação a venda de planos por telemarketing, ao oferecer um plano diferente do negociado, resultando frequentemente em tarifas de proporções incabíveis, e negando em seguida o ressarcimento. A justiça entendeu como ato de má fé a prática, resultando em pagamento de inúmeras indenizações, por parte da ré.[35]

Serviços[editar | editar código-fonte]

Filial da Vivo, em Belo Horizonte.

Alguns serviços oferecidos pela operadora:

  • Vivo Direto (chamadas via rádio com tarifas reduzidas.)
  • Vivo Torpedo SMS (mensagens curtas de texto SMS, de 125 a 160 caracteres não-Unicode)
  • Vivo Foto Torpedo (mensagens multimídia, com som, foto e texto de até 1000 caracteres MMS)
  • Vivo Vídeo Torpedo (mensagem multimédia, com vídeo, MMS)
  • Vivo WAP (Internet via celular, WAP)
  • Vivo Flash (Internet banda langa no desktop com velocidade de 144kbps (CDMA 1x RTT), até 2.4mbps (CDMA EV-DO), ou até 236kbps na rede GSM EDGE). Serviço não mais comercializado
  • Vivo Co-Piloto (GPS no celular)
  • Vivo Internet 3G (acesso de dados via celular, ex: usar o celular para conectar-se a Internet em um notebook. Foi o primeiro acesso a internet Banda Larga celular ilimitado no Brasil.)
  • Vivo Tons e Imagens (download de toques e imagens para o celular) E pode ser utilizado tanto em planos pós pagos quanto em pré pagos da tecnologia GSM.
  • Vivo Agenda (preservação dos contatos do usuários em um banco de dados da rede, em caso de perda do telefone [é diferente do sistema de armazenamento de cartões GSM-SIM. Foi um serviço que não obteve muito sucesso, pelo fato de depender de aparelhos CDMA específicos.)
  • Vivo E-Mail (envio e recebimento de e-mail através do celular - através de MMS, WAP, SMS em alguns aparelhos ou através de serviços contratados)
  • Vivo Portal de Voz
  • Vivo Chat (SMS ou WAP)
  • Vivo ao Vivo (CDMA Operator Menu, um menu com os ícones personalizados da Vivo)
  • Vivo Messenger (Yahoo!, MSN e/ou ICQ via WAP, ou programas específicos em parceria com a Motorola)
  • Vivo Quiz (SMS ou WAP)
  • Vivo Play 3G (conteúdo de vídeos e músicas para Download ou Streaming)
  • Vivo Downloads (plataforma de serviços Brew para aparelhos CDMA e Java para os GSM/UMTS, que permite ao usuário baixar toques(CDMA), jogos, papéis de parede(CDMA) e aplicativos)
  • Internet banda larga 3G da Vivo (acesso a internet via tecnologia 3G)
  • Vivo Vídeo Chamada (Apenas para aparelhos WCDMA)
  • Vivo Avisa (Permite ao usuário manter-se informado de quem ligou, quantas vezes ligou e a data da última tentativa de chamada quando o seu celular estiver desligado ou fora da área de cobertura)
  • Vivo Twittando (Serviço de interação com a rede social Twitter através de Torpedos SMS)

Notas e referências

  1. Empresa Teleco Universo Celular. Visitado em 21 de fevereiro de 2012.
  2. a b (PDF) Resultados Consolidados Quarto Trimestre 2012, http://telefonica.mediagroup.com.br/pt/Download/808_Press_Release_4T12.pdf 
  3. Telefônica já comprou Vivo, diz El País (in Portuguese), http://info.abril.com.br/noticias/mercado/telefonica-ja-comprou-vivo-diz-el-pais-28072010-0.shl 
  4. Portugal Telecom aprova venda de fatia na Vivo (in Portuguese), http://info.abril.com.br/noticias/mercado/portugal-tel-aprova-venda-de-fatia-na-vivo-28072010-17.shl 
  5. Informações da Invertia.
  6. Numero de Clientes (em português).
  7. R7. Telefônica usará apenas a marca Vivo a partir de 2012 24/10/2011.
  8. G1. Serviços da Telefonica terão a marca Vivo a partir de 2012 24/10/2011. Visitado em 25/10/2011.
  9. Folha.com. Telefônica vai adotar marca Vivo até primeiro semestre de 2012 24/10/2011.
  10. Vivo compra Telemig e Amazônia Celular por R$ 1,213 bi Folha.com (3 de agosto de 2007). Visitado em 21 de fevereiro de 2012.
  11. Lorenna Rodrigues (23 de outubro de 2007). Anatel aprova compra da Telemig pela Vivo Folha.com. Visitado em 21 de fevereiro de 2012.
  12. Oi compra Amazônia Celular da Vivo por R$ 120 milhões Folha.com (20 de dezembro de 2007). Visitado em 21 de fevereiro de 2012.
  13. Sérgio Spagnuolo (13 de janeiro de 2012). Vivo chega a 3.702 cidades atendidas com telefonia móvel Reuters Exame.com. Visitado em 4 de abril de 2012.
  14. Vivo e Oi adicionam 29 municípios à cobertura de Internet móvel 4G Reuters info.abril.com.br/ (31 de maio de 2014). Visitado em 30 de junho de 2014.
  15. Telefônica unifica serviços no Brasil sob a marca Vivo Exame.com (3 de abril de 2012). Visitado em 4 de abril de 2012.
  16. Fernando Paiva (3 de abril de 2012). Telefônica/Vivo investe R$ 120 mi na mudança de marca Teletime Exame.com. Visitado em 4 de abril de 2012.
  17. Letícia Cordeiro (12 de abril de 2012). Vivo trocará 200 mil TUPs em São Paulo para abrigar nova marca Teletime. Visitado em 14 de abril de 2012.
  18. Release de Imprensa da Vivo. 21 de julho de 2006. URL acessada em 23 de janeiro de 2007. (em português).
  19. Vivo adia fim da cobertura CDMA para junho de 2012 (em português) (26-08-2011). Visitado em 03-06-2012.
  20. a b Carmen Lúcia Nery (14 de fevereiro de 2007). Vivo garante a portabilidade entre CDMA e GSM, mas não vai estimular migração COMPUTERWORLD. Visitado em 19 de fevereiro de 2007.
  21. Cobertura e Roaming, fonte: web-site da Vivo (em português).
  22. (com exceção de Minas Gerais, onde a frequência utilizada, é de 900/1800 MHz) Atendimento - Faq - GSM Vivo. Visitado em 19 de fevereiro de 2007.
  23. Felipe Cepriano (22 de outubro de 2006). Vivo GSM já começa mal… FelipeCN. Visitado em 19 de fevereiro de 2007.
  24. a b Vivo inicia venda de pós-pagos com GSM em março Portugal Digital (15 de fevereiro de 2007). Visitado em 19 de fevereiro de 2007.
  25. Plano de expansão da Vivo no Nordeste continua em 2010, afirma Joaquim Perúcio.
  26. iG cria provedor para acesso via celular (em português) Info Exame (5 de dezembro de 2002). Visitado em 21 de fevereiro de 2012.
  27. Vivo adia fim da tecnologia CDMA para junho de 2012 (em português) It Web (30 de agosto de 2011). Visitado em 03 de junho de 2012.
  28. G1 (25.02.2013). Telefônica/Vivo tem lucro de R$ 4,45 bilhões em 2012 (em Português). Visitado em 6.03.2013.
  29. (PDF) Resultados Consolidados Quarto Trimestre 2011, http://telefonica.mediagroup.com.br/pt/Download/686_Apresentacao_4T11.pdf 
  30. Título ainda não informado (favor adicionar) (em português). 29/04/2009 16:56 - Gláucia Civa - Jornalismo Digital
  31. Fonte: Website Convergência Digital, dados de setembro/2008 (em português).
  32. Carlos Cardoso (9 de janeiro de 2007). Vivo Confessa Bloqueio do Bluetooth Blog do Cardoso. Visitado em 13 de março de 2007.
  33. Cintia Baio (20 de dezembro 2006). Vivo começa a liberar uso do Bluetooth INFO Exame. Visitado em 13 de março de 2007.
  34. IDG NOW! (21 de novembro de 2005). Anatel muda posição: é contra proibição de VoIP Planetarium. Visitado em 17 de janeiro de 2008.
  35. Conjur (6 de setembro de 2013). STJ mantém condenação da Vivo por propaganda enganosa Conjur. Visitado em 13 de setembro de 2013.


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Ligações externas[editar | editar código-fonte]