Voo Swissair 111

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Voo Swissair 111
Sumário
Data 02 de setembro de 1998
Causa Incêndio devido a um problema elétrico causado por materiais inflamáveis presentes na aeronave
Local Oceano atlântico, próximo a Nova Escócia
Origem Aeroporto John Fitzgerald Kennedy, Nova York, Estados Unidos
Destino Aeroporto Internacional de Genebra, Suíça
Passageiros 215
Tripulantes 14
Mortos 229
Feridos 0
Sobreviventes 0
Aeronave
Modelo McDonell Douglas MD-11
Operador Swissair
Prefixo HB-IWF


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O McDonnell Douglas MD-11 da Swissair, idêntico ao que se acidentou em 1998.

O voo Swissair 111 fazia o percurso do Aeroporto John Fitzgerald Kennedy, em Nova York, ao Aeroporto Internacional de Genebra, na Suíça, utilizando um McDonnell Douglas MD-11.

Em 2 de setembro de 1998, o avião caiu na costa da Nova Escócia, matando todos os 229 passageiros e tripulantes.

Incêndio[editar | editar código-fonte]

Alguns minutos após a decolagem do Swissair 111, o copiloto do voo sentiu cheiro de fumaça e detectou o possível problema no ar condicionado da aeronave, o qual foi desligado.

Pouco tempo depois, o cheiro passou a ser mais notado, meso com o ar condicionado desligado.

A tripulação informou ao controle de tráfego aéreo que estava na condição 'Pan-pan-pan'.

A primeira reação da tripulação foi retornar ao [[Aeroporto Internacional John F. Kennedy]] e fazer um pouso de emergência.

Porém, a aeronave estava com os tanques de combustível ainda cheios, e realizar o pouso poderia ser arriscado.

A tripulação decide soltar combustível antes de pousar, mantendo constantemente comunicação com o controle de tráfego aéreo. A decisão do local onde poderiam sobrevoar e gastar combustível foi em um local próximo ao Oceano atlântico. Após pouco combustível, voltariam para o Aeroporto e realizariam o pouso.

Próximo ao Oceano atlântico, a aeronave perde contato com o controle de tráfego aéreo, e, após se incendiar, cai próximo a Nova Escócia, matando todos os 229 passageiros e tripulantes a bordo.

Investigações[editar | editar código-fonte]

Alguns meses após o acidente, os destroços da aeronave são finalmente retirados do local da queda.

A dificuldade de investigar o acidente por meio dos destroços da aeronave era grande, pois haviam milhares de fragmentos e peças do avião que não eram identificados e verificados.

Após alguns meses de investigação, os investigadores determinam a causa da queda como um problema elétrico causado pelo uso de materiais inflamáveis na aeronave.

Pouco tempo depois, iniciava-se um incêndio na cabine, ao qual a tripulação lutava para apagar com os estintores de incêndio da aeronave.

No incêndio, foi perdida a comunicação com o controle de tráfego aéreo nos últimos seis minutos de voo da aeronave.

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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