Voo Swissair 111

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Voo Swissair 111
28as - Swissair MD-11; HB-IWF@ZRH;14.07.1998 (4713082874).jpg
Aeronave envolvida no incidente
Sumário
Data 2 de setembro de 1998 (16 anos)
Causa Incêndio, levando a falha elétrica
Local Canadá Oceano Atlântico, perto de Nova Scotia
Origem Estados Unidos Aeroporto Internacional John F. Kennedy, Nova York
Destino Suíça Aeroporto Internacional de Genebra, Genebra
Passageiros 215
Tripulantes 14
Mortos 229 (todos)
Feridos 0
Sobreviventes 0
Aeronave
Modelo McDonnell Douglas MD-11
Operador Suíça Swissair
Prefixo HB-IWF
Primeiro voo 1991
O McDonnell Douglas MD-11 da Swissair, idêntico ao que se acidentou em 1998.

O Voo Swissair 111 era uma rota regular de passageiros, que partia de Nova York (JFK) até Genebra (GVA), e era operado pelo McDonnell Douglas MD-11. Em 2 de setembro de 1998, a aeronave caiu no Oceano Atlântico, próximo a costa de Nova Escócia, Canadá. As investigações apontaram que a queda do avião foi causada por um incêndio, que levou a falha elétrica.[1]

Aeronave[editar | editar código-fonte]

A aeronave era um McDonnell Douglas MD-11, número de série 48448, com registro HB-IWF, foi fabricado em 1991 e foi operado apenas pela Swissair. Ele tinha o título de Vaud, em honra do cantão suíço de mesmo nome. A aeronave acumulava um total de 36 041 horas de voo. Os três motores eram Pratt & Whitney 4462s. A cabine foi configurado com 241 assentos (12 na primeira classe, 49 na classe business e 180 na classe econômica).[2]

Tripulação[editar | editar código-fonte]

A aeronave tinha uma tripulação padrão, que consiste em um capitão, um copiloto e as 11 comissarias de bordo. O capitão era Urs Zimmermann, com 50 anos de idade e o copiloto era Stefan Löw, com 36 anos de idade. Ambos os pilotos eram experientes, com 10 800 e 4 800 horas de voo, respectivamente. O capitão também foi um piloto instrutor para o MD-11.[3] [4]

Voo e acidente[editar | editar código-fonte]

O vôo decolou de Nova York as 20:18 UTC-4 (00:18 UTC). A partir das 20:33 até as 20:47, a aeronave sofreu uma queda na frequência de rádio por treze minutos. A causa do escurecimento foi determinada como sendo um erro na afinação das rádios de comunicação.[5]

As 22:10 UTC-3 (01:10 UTC), voando ao nível de voo 330 (aproximadamente 33 000 pés ou 10 100 metros), detectou um odor estanho no cockpit. Achou que fosse fumaça do sistema de ar-condicionado, o que poderia ser facilmente sanado, apenas fechando a abertura do mesmo. Quatro minutos mais tarde, o odor e a fumaça agora poderia ser visível. As 22:14, o piloto declarou um Pan-pan e requisitou um pouso de emergência no Aeroporto Internacional de Boston, em Boston. O controle de tráfego aéreo ofereceu o Aeroporto Internacional de Halifax, Enfield, por ser mais próximo do local onde a aeronave se encontrava. A tripulação decidiu então colocar suas mascaras de oxigênio e iniciar a sua descida.[5]

As 22:20, o capitão informou que precisariam despejar combustível, para realizar um pouso com mais segurança. O controle de tráfego aéreo informou-o que o lugar mais seguro para se fazer isso era sobre o Oceano Atlântico. O capitão aceitou e se dirigiu para o local para iniciar o despejo de combustível. Seguindo a lista de verificação da aeronave, a tripulação desligou a energia desnecessária na cabine. Isso causou um vácuo na parte de cima da cabine, o que induziu o fogo a se espalhar pelo cockpit, fazendo com que o piloto automático parasse de funcionar. As 22:24 o capitão informou que deveriam voar manualmente. Dezessete segundos depois, o capitão declara Mayday e então pode se ouvir o copiloto sair de seu posto, para tentar controlar o incêndio. As 22:25, o gravador de dados da cabine havia parado de funcionar, seguido pelo gravador de voz. O transponder parou de funcionar na mesma hora. Foi registrada mais uma pequena aparição da aeronave no radar das 22:25 as 22:26. A ultima altitude registrada foi de 9 900 pés. As 22:31, a aeronave atingiu o oceano, impacto que dividiu o avião em mais de 2 milhões de peças.[6] [7]

Referências

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