Walking with Monsters

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Walking with Monsters
Caminhando com os Monstros (PT)
 Reino Unido
2005 • 30 min. min 
Género Documentário
Idioma Inglês
Gtk-paste.svg Aviso: Este artigo ou se(c)ção contém revelações sobre o enredo.

Walking with Monsters (em português, Caminhando com Monstros) é um documentário britânico da BBC sobre criaturas estranhas que existiram antes dos dinossauros, e que foi ao ar pela primeira vez em 5 de novembro de 2005

Dividida em três partes, Caminhando com Monstros acompanha a história das bizarras criaturas que dominaram o nosso planeta milhões de anos antes da Era dos Dinossauros, iniciando-se no Período Cambriano (há 550 milhões de anos), num local futuramente conhecido como Burgess Shales, quando e talvez onde surgiram os primeiros predadores que ocupavam o topo da cadeia alimentar, os bizarros "Anomalocaris". Aparecem dentes, garras, bicos e todo tipo de armas. Foi uma era de grande variedade, onde incontáveis criaturas nadavam, andavam e rastejavam na água, incluindo o Trilobite, que deu origem aos caranguejos e insetos, e o Haikouichthys, ancestral de todos as criaturas com espinha dorsal.

Durante o Período Siluriano (há 410 milhões de anos), as criaturas marinhas começam finalmente a realizar suas primeiras incursões em terra. Escorpiões-do-mar como o Brontoscorpio, foram o primeiro grupo a fazê-lo com êxito, mas o pequeno peixe encouraçado Cephalaspis já se arriscava a ficar alguns poucos minutos longe da água para ultrapassar obstáculos na sua longa jornada para o locais de acasalamento nos rios dos ainda inabitáveis continentes, longe dos terríveis predadores Cameroceras (um enorme molusco aparentado com os atuais polvos e lulas) e Pterygotus (um escorpião marinho com o tamanho de um crocodilo). Nessa mesma época uma pequena planta chamada Cooksonia já se arriscava em colonizar os inóspitos continentes.

A era dos escorpiões terminou no Período Devoniano (há 360 milhões de anos), quando os peixes se tornaram os principais predadores, ocorrendo o surgimento dos primeiros tubarões, como o Stethancanthus, mas estes animais ainda não haviam atingindo o topo da cadeia alimentar, ocupada pelo imenso peixe de barbatanas lobadas Hyneria. Alguns desses peixes se aventuraram por terra e encontraram o meio ambiente tão atraente que suas barbatanas endureceram e dedos cresceram em suas pontas, surgindo os primeiros anfíbios, como Hynerpeton.

As plantas finalmente conseguem fixar-se no solo durante o Período Carbonífero (há 300 milhões de anos). Esta foi uma época de pantanais densos, libélulas chamadas Meganeura com um metro de comprimento e enormes aranhas Mesothelae. O mais extraordinário de todos, porém, foi o Arthropleura – um animal que parecia uma centopéia de três metros, mas que se movia como uma anaconda. Esse ambiente úmido era dominado por anfíbios como Proterogyrinus, que eram os principais predadores desses pantanais, mas ainda eram dependentes da água para se reproduzirem, mas esse ambiente também era habitado por um pequeno vertebrado que se tornou independente da água para por seus ovos, Petrolacossaurus, um dos primeiros répteis.

Um novo grupo de plantas e animais dominou após a era glacial do Período Permiano (há 280 milhões de anos) e que acabou com os pantanais, levando ao fim a era dos anfíbios e insetos gigantes. Entre estes novos animais, répteis que podiam tolerar condições climáticas secas e frias. O rei dos répteis era o Dimetrodonte, um gigante com barbatanas que caçava bandos de Edaphosaurus, outro gigante de barbatanas, mas que diferente do Dimetrodonte, era um herbívoro pacífico, ambos dividindo espaço com Seymouria, um anfíbio ladrão de ovos.

Finalmente, durante a última parte do Período Permiano (há 250 milhões de anos), a terra havia se transformado em um planeta deserto, local onde viviam o herbívoro Scutossaurus (um possível ancestral das tartarugas), o predador Gorgonopsid(um terapsídeo, um "réptil-mamífero"), o anfíbio Rhinesuchus (que caçava como um crocodilo) e o pequeno habitante de tocas Diictodon, que presenciaram a maior extinção em massa jamais vista da história do planeta. Apenas cinco por cento dos seres vivos sobreviveram.

Chegamos então ao início do Período Triássico (há 248 milhões anos), nesta época, o lento e herbívoro Lystrosauros representava oitenta por cento dos seres vivos e enfretava perigos como Therocephalia, um terapsídeo predador e Proterosuchus, que apesar de lembrar bastante crocodilos em comportamentos e estilo de vida, é apenas um parente próximo dos ancestrais dos crocodilos atuais, que nessa época ainda eram animais terrestres (não foram retratados no documentário). Mas de todos os animais desta época, o mais incrível de todos é um pequeno lagarto quadrúpede que se alimenta de insetos chamado Euparkeria, capaz de correr em posição bípede quando assustado, por incrível que pareça, ele é o ancestral dos maiores animais que já viveram na Terra, os dinossauros.

Lista de espécies que aparecem neste documenmtário[editar | editar código-fonte]

Episódio 1[editar | editar código-fonte]

Episódio 2[editar | editar código-fonte]

Episódio 3[editar | editar código-fonte]

Ver também[editar | editar código-fonte]

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