Wet Dream

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Wet Dream
Álbum de estúdio de Richard Wright
Lançamento Maio de 1978[1]
Gravação 10 de janeiro a 14 de fevereiro de 1978, no Super Bear Studios
Gênero(s) Rock progressivo, rock instrumental, jazz fusion, new age
Duração 43:51
Formato(s) LP, fita cassete, cartucho, CD
Gravadora(s) Harvest, Columbia, EMI e Sony Music Entertainment
Produção Richard Wright
Cronologia de Richard Wright
Último
Último
Identity
(por Zee)
(1984)
Próximo
Próximo
Singles de Wet Dream
  1. "Drop in from the Top"
    Lançamento: 1978

Wet Dream é o álbum de estreia do cantor e compositor Richard Wright, mais conhecido por ter sido tecladista e um dos vocalistas da banda britânica de rock Pink Floyd. O disco foi produzido pelo próprio músico e lançado em maio de 1978.[1]

O projeto foi escrito durante um período difícil na carreira do músico, que enfrentava crises em seu casamento, além de ocorrer, nesta época, as primeiras crises graves dentro do Pink Floyd, relacionadas à turnê de divulgação do álbum Animals. Após o lançamento de Wet Dream, durante as sessões de The Wall, Richard foi demitido de sua banda.

O trabalho é majoritariamente autoral, exceto "Pink's Song" e "Against the Odds", escritas por Wright em parceria com sua esposa Juliette Wright. Maior parte do projeto contém músicas instrumentais, baseadas no jazz fusion e rock progressivo, estilo que o Pink Floyd também explorava. Segundo Richard, o disco é bastante pessoal, e as canções foram escritas durante uma temporada em que o artista passou na Grécia.

Mesmo sendo um projeto solo de um integrante do Pink Floyd, o álbum praticamente passou desapercebido pela mídia em geral, embora tenha sido lançado em vários países do mundo ao longo de 1978. Na década de 90, Wet Dream foi relançado em CD em países da América do Norte e na Rússia.

Antecedentes[editar | editar código-fonte]

Roger Waters e Richard Wright em apresentação do Pink Floyd, em 1975.

Em janeiro de 1977, o Pink Floyd havia lançado o álbum Animals, no qual evidenciou as primeiras discórdias no grupo. Num contexto social problemático e a ascensão do movimento punk, o resultado foi um disco agressivo e sombrio. Foi o primeiro trabalho da banda sem composições de Richard Wright, com Roger Waters escrevendo sozinho quase todas as músicas. David Gilmour ainda escreveu "Dogs", mas sua contribuição foi menor, por estar concentrado no nascimento de seu primeiro filho.[2]

A In the Flesh Tour foi igualmente problemática. Em alguns shows, Waters costumava chegar sozinho e ia embora pouco depois que as apresentações acabavam. Em uma ocasião, Wright voltou para a Inglaterra ameaçando deixar a banda.[2] Na visão de David Gilmour, a banda já tinha chegado ao seu auge e nada de novo seria interessante a se fazer.[3] Em julho de 1977, no último show da turnê no Estádio Olímpico de Montreal, um pequeno grupo de fãs barulhentos na primeira fila da platéia irritou Roger de tal forma que ele cuspiu em um deles. Ele não era a única pessoa que se sentia mal por tocar para públicos tão grandes: Gilmour chegou a se recusar tocar o habitual bis da banda.[3]

Após a turnê de Animals, a banda teve tempo livre para descanso. Enquanto Roger Waters concentrava seus esforços em ideias que, posteriormente dariam corpo ao projeto The Wall,[3] David Gilmour resolveu trabalhar um disco solo, no qual foi David Gilmour. Assim como ele, Wright, encorajado pela esposa[2] decidiu trabalhar sozinho em um álbum. Nesta época, o casamento do artista estava em crise, e todo este contexto acabou servindo como influência para o disco.[4] [5]

Animals foi um trabalho árduo. Não era um disco divertido de fazer, mas isso foi quando Roger realmente começou a acreditar que era o único escritor da banda. Ele acreditava que era só por causa dele que a banda ainda estava indo para frente, e obviamente, quando ele começou a desenvolver seu ego, a pessoa com quem ele tinha conflitos era eu.
Richard Wright, a respeito do álbum Animals.[2]

Concepção e desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

Em um projeto solo, você tem que estar em cima dele, o tempo todo, constantemente. Eu nunca estive no controle antes, totalmente, de modo que é uma das razões pelas quais fiz um álbum solo, para colocar-me neste tipo de situação e ver se eu conseguiria lidar com isso. Foi um desafio, porque é uma maneira tão diferente de fazer um disco, do que trabalhar com uma banda como nós, que compartilha a produção, e trabalha bastante em conjunto.

–Richard Wright, Melody Maker (1978)[4]

Segundo Richard Wright, todo o material que compõe o álbum foi escrito em Lindos, Grécia, onde ele estava passando férias com sua família.[2] Nesta época, o guitarrista David Gilmour também esteve na mesma localidade. Assim, a família de Wright e Gilmour manteve um contato maior e, ocorriam festas de lua cheia, consideradas bastante divertidas para os músicos. No entanto, houve relatos de que haviam muitas bebidas alcoólicas e drogas, uma espécie de "tentação" para instrumentistas de rock. Enquanto isso, o relacionamento conjugal de Richard se deteriorava.[6] Produzir Wet Dream foi um momento oportuno para o cantor, pois fazia certo tempo em que Wright não apresentava canções novas. O álbum, mais tarde foi definido como "muito pessoal", baseado nos sentimentos do compositor na época.[4]

Wright, por sua vez, evitou fazer um álbum com arranjos de teclado "extravagantes", como fez em Ummagumma, do Pink Floyd, porque sua inspiração estava voltada à um tipo de música mais calma. A maioria das letras, por sua vez questionam as suas raízes e a sua sensação de pertencimento. "Against the Odds", por exemplo, foi escrita numa vila onde o cantor estava passando as férias e que, posteriormente tornou-se sua segunda casa.[4]

"Pink's Song", ao contrário do que muitos supõem como desabafo em relação à banda, foi escrita sobre a governanta da casa de Richard, que na faixa foi apelidada de Pink e foi com o casal Wright para a Grécia, ajudando a cuidar dos dois filhos de Juliette e Richard. A canção "Waves", foi inicialmente, a única escrita com arranjos de saxofone, porém o cantor mudou de ideia nas durante as gravações do álbum.[4] [2]

O título do álbum, Wet Dream surgiu como uma combinação de dois aspectos inerentes ao álbum: wet, pelo fato do disco ter uma "sensação aguada", na visão de Rick, e dream pelas sensações que a música do Pink Floyd produz aos ouvintes mas, principalmente sobre a Grécia, retomando seus questionamentos acerca de seu pertencimento. O músico reconheceu que o nome soaria ambíguo, mas que se trata de um jogo de palavras que estava preso em sua mente.[4]

Gravação[editar | editar código-fonte]

Snowy White gravou as guitarras em Wet Dream.

Em janeiro de 1978, Wright iniciou as gravações do álbum no Super Bear Studios, localizado na França, logo após que David Gilmour desocupou o estúdio. O músico tocou com Snowy White, que trabalhara com o Pink Floyd na turnê anterior e executou as guitarras do disco de Rick. Para ele, era importante gravar num ambiente que o inspirasse confiança e tranquilidade, assim deu prioridade à instrumentistas nos quais mantinha certo contato. As sessões de gravação duraram cerca de um mês, e durante elas Richard realizou algumas mudanças em seu álbum.[4] [2]

Para a canção "Waves", o cantor recrutou o músico Mel Collins para tocar saxofone. Richard tinha um apreço muito forte por sax, tanto que músicos como John Coltrane, Miles Davis e Eric Dolphy eram seus favoritos, além de gostar de várias canções do Pink Floyd que apresentam sax. Segundo ele, a participação de Collins foi tão positiva que o músico resolveu incluir o saxofone em outras faixas do álbum.[4]

Ainda, para o álbum, Wright utilizou vários sintetizadores. Um deles, em especial na música "Mediterranean C" foi o Oberheim 4 Voice Polyphonic, um sintetizador vocal popularizado durante a década de 70. O tecladista também usou um piano elétrico clavinet, de modelo D6, no qual utilizava desde 1975, que foi bastante utilizado no álbum, principalmente nas faixas "Waves" e "Funky Deux". Também utilizou um piano rhodes Fender, um órgão hammond B-3, um piano acústico Yamaha e um sintetizador ARP String Ensemble.[7]

Projeto gráfico[editar | editar código-fonte]

A capa de Wet Dream foi produzida por Hipgnosis,[8] agência na qual produziu, até naquela época vários projetos gráficos de álbuns do Pink Floyd, como Atom Heart Mother, The Dark Side of the Moon e Wish You Were Here.[9]

A parte frontal do projeto mostra alguém sentado à beira de uma piscina, com uma taça contendo uma bebida ao lado. A versão em cassete de Wet Dream contém uma ilustração distinta, mostrando um homem na água. Na parte interna do álbum há uma foto de Rick nas mãos de uma pessoa, e desta vez a taça está deitada. Os créditos aparecem à esquerda inferior. O encarte não possui letras das músicas.[8]

Lançamento e recepção[editar | editar código-fonte]

Críticas profissionais
Avaliações da crítica
Fonte Avaliação
Allmusic 3 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar empty.svgStar empty.svg[1]
Car Stereo Review 4 de 5 estrelas.Star full.svgStar full.svgStar full.svgStar empty.svg[10]

Wet Dream foi lançado em maio de 1978 nos formatos LP, cassete e cartucho,[8] em vários países do mundo.[11] Pelo fato dos integrantes do Pink Floyd, como um todo optarem pelo anonimato, o álbum passou desapercebido pelo público em geral, que sequer identificaram que o trabalho em questão se tratava de um integrante da banda.[6] O lançamento da obra teve impactos diretos dentro do Pink Floyd, a começar pelo próprio baixista Roger Waters, que se surpreendeu pelas canções de Wright, mas chateou-se pelo fato do músico não tê-las mostrado para a banda antes de produzí-las em carreira solo.[2]

Ainda, naquele ano foi lançado um single promocional de Richard em parceria com David Gilmour. No A-side, "Drop in from the Top", e no B-side a canção "No Way", do álbum solo de Gilmour, lançado naquele mesmo ano, também gravado no mesmo estúdio de Wet Dream. O single foi lançado exclusivamente na França.[12]

O álbum recebeu duas resenhas da mídia especializada, ambas publicadas anos depois do lançamento do álbum. O Car Stereo Review analisou o disco em 1994, próximo ao lançamento de The Division Bell, relembrando que 1978 foi um ano agitado para os fãs de Pink Floyd. Segundo o resenhista Bill Wolfe, Wet Dream é sereno e agradável, e grande parte do êxito musical do disco se deve ao entrosamento de Wright, White e Collins. Destacando as faixas "Cat Cruise" e "Waves", o autor atribuiu quatro estrelas de cinco ao projeto.[10]

O Allmusic, por sua vez atribuiu três estrelas de cinco ao álbum, considerando que o trabalho, apesar de conter boas faixas é muito semelhante à música do Pink Floyd, principalmente em relação à época de The Dark Side of the Moon. O editor William Ruhlmann afirmou que, embora o disco traga o nome de Richard como artista solo, as canções deste álbum poderiam ter sido aproveitadas por sua banda. Assim, a tentativa de soar como um músico completamente independente não teve completo êxito, ao olhar do autor.[1]

Durante a década de 90, o disco foi relançado em CD pela One Way Records, um selo da gravadora Sony Music no Canadá e Estados Unidos.[13] Em 1997, o trabalho também foi relançado na Rússia.[14]

Estilo musical e temas[editar | editar código-fonte]

Lindos, local onde Richard escreveu as músicas de Wet Dream.

Grande parte do álbum possui forte influência do jazz fusion, estilo no qual muitas músicas de Richard eram pautadas. O trabalho é considerado por grande parte da mídia especializada como um disco bastante semelhante com álbuns do Pink Floyd[5] como The Dark Side of the Moon, pelo fato dos teclados do músico serem, durante um longo período na história do grupo como parte fundamental de sua música. Além disso, outro fato é que os músicos Snowy White e Mel Collins, nos quais participaram de turnês do Floyd estiveram dentre a ficha técnica de Wet Dream.[1]

"Mediterranean C", "Cat Cruise", "Waves", "Mad Yannis Dance", "Drop in from the Top" e "Funky Deux" são faixas instrumentais. Grande parte delas abrangem gêneros como o rock progressivo e o new age, preenchidas pelo sax de Collins. O disco, no geral possui uma atmosfera calma e lenta.[1] "Waves" e "Cat Cruise", por exemplo, utilizam o pedal abafador. "Summer Elegy", entre outras faixas do álbum remetem ao instrumental executado por Richard no álbum Wish You Were Here, porém sem seu lado mecanizado.[10]

"Summer Elegy", uma das canções de Wet Dream na qual Richard versa sobre seu casamento.

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"Alguma coisa tem que mudar
Nós não podemos continuar assim
Um ano a mais e mais inseguro
Para onde vamos daqui?
Muitas noites e dias
Eu tenho passado com você
Falando sobre o que deveríamos fazer
Eu não posso dizer
Nada está claro para mim mais"[8]

As interpretações vocais de Richard também acompanharam as canções, de forma calma, embora grande parte das letras demonstrem sua insatisfação conjugal, principalmente traduzidas nas músicas "Against the Odds" e "Summer Elegy", esta última com parte da letra citada acima.[1]

Legado[editar | editar código-fonte]

Rick escreve essas coisas singulares, mas as mantém em segredo e depois as coloca em seus álbuns solo, que ninguém nunca ouviu. Ele nunca as partilhou. Era algo inacreditavelmente estúpido.

–Roger Waters, sobre o álbum de Richard.[2]
Richard Wright em 2006, durante show de David Gilmour.

Por conta de Wet Dream, Richard Wright declarou-se renovado musicalmente para contribuir fortemente para o Pink Floyd futuramente. Na época em que o tecladista forneceu entrevista para a Melody Maker, a banda preparava-se para trabalhar nas fitas demo de The Wall, produzidas por Roger. A participação de Rick como produtor musical de seu próprio álbum solo acabou sendo uma experiência para seu trabalho no então futuro disco do Pink Floyd, no qual o músico insistiu trabalhar na produção musical juntamente com Roger e Bob Ezrin. No entanto, a participação de Wright, que procurava um crédito de produção para toda a banda não foi bem aceito, e causou atritos maiores dentre todo o conjunto.[2] [4]

As crises relacionadas ao casamento de Richard cresceram. Diferentemente de Mason, Waters e Gilmour, os filhos de Wright estavam mais velhos, e o tecladista sentia uma necessidade maior de acompanhá-los, além de ter começado a apresentar sintomas de depressão. O tempo para a gravação de The Wall era escasso, e as sessões no estúdio eram longas.[2] O tecladista não conseguia produzir sob pressão,[6] e numa destas situações de forte atrito, Roger Waters sentiu que Richard não estava disposto a contribuir para o disco, e o demitiu da banda. Porém, o músico recusou-se a deixar o grupo sem concluir o álbum, e continuou como músico contratado juntamente com Peter Wood e Fred Mandel. A sua saída do grupo não foi anunciada para a imprensa.[2]

Anos depois, após ter participado da turnê de The Wall e não ter seguido com o Pink Floyd, Wright lançou Identity em 1984, um projeto do tecladista com Dave Harris, intitulado de Zee. Não satisfeito com o resultado, o disco foi considerado pelo artista como um "erro experimental" que nunca deveria ter sido lançado. Richard também tinha críticas a Wet Dream, considerando as letras infantis e a produção amadora, mas, também levando em conta, num olhar retrospectivo de que há muita singularidade no trabalho em geral. O cantor finalmente estaria satisfeito com um álbum ao lançar Broken China em 1996, após considerar o resultado de A Momentary Lapse of Reason e The Division Bell, trabalhos que participou novamente com o Pink Floyd como relativamente fracos em comparação à sua criatividade pessoal e a do grupo em sua formação clássica.[15]

Wet Dream (meu primeiro álbum solo lançado em 1978) era um pouco amador. Não foi muito bem produzido e as letras não eram muito fortes, mas hoje, eu acho que há algo de singular nele. Atualmente, eu gosto dele.
Richard Wright sobre Wet Dream, em 1996.[15]

Faixas[editar | editar código-fonte]

Todas as faixas creditadas a Richard Wright.[8] Abaixo estão listados os respectivos compositores.

Lado A
N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Mediterranean C"   Richard Wright 3:52
2. "Against the Odds"   Richard Wright e Juliette Wright 3:57
3. "Cat Cruise"   Richard Wright 5:14
4. "Summer Elegy"   Richard Wright 4:53
5. "Waves"   Richard Wright 4:19
Lado B
N.º Título Compositor(es) Duração
1. "Holiday"   Richard Wright 6:11
2. "Mad Yannis Dance"   Richard Wright 3:19
3. "Drop in from the Top"   Richard Wright 3:25
4. "Pink's Song"   Richard Wright e Juliette Wright 3:28
5. "Funky Deux"   Richard Wright 4:57

Ficha técnica[editar | editar código-fonte]

Lista-se abaixo os profissionais envolvidos na produção de Wet Dream.[8] [7]

Banda
Equipe técnica
  • John Etchells - engenheiro de áudio
  • Patrick Jauneaud - assistente de áudio
  • Phil Taylor - equipamentos de áudio
Projeto gráfico
  • Hipgnosis - Design da capa e fotografias
  • Brimson - fotografias

Referências

  1. a b c d e f g Wet Dream - Richard Wright (em inglês) Allmusic. Visitado em 14 de dezembro de 2014.
  2. a b c d e f g h i j k l BLAKE, Mark. Nos bastidores do Pink Floyd (em inglês). [S.l.]: Évora. 456 pp. p. 242-291. ISBN 8563993348.
  3. a b c Mason, Nick. Inside Out: A Personal History of Pink Floyd (em inglês). Londres: Chronicle Books, 2005. 360 pp. p. 230-236. ISBN 9780811848244. Visitado em 4 de janeiro de 2015.
  4. a b c d e f g h i November 4, 1978, Pink Floyd: Rick Wright interview (em inglês) The Karl Dallas Archive. Visitado em 10 de dezembro de 2014. Cópia arquivada em 1 de janeiro de 2015.
  5. a b Hugh Fielder. Pink Floyd: Behind the Wall (em inglês). [S.l.]: MBI Publishing Company, 2013. 240 pp. ISBN 9781937994259.
  6. a b c The dreamis over... (em inglês) Mojo. Visitado em 2 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 31 de julho de 2014.
  7. a b Richard Wright & Pink Floyd: Keyboard, Synthesizer & Electronics Equipment (em inglês) Sparebricks.fika.org. Visitado em 2 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 13 de setembro de 2014.
  8. a b c d e f Wet Dream - album 1978 (em inglês) Hipgnosis. Visitado em 1 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2014.
  9. Pink Floyd (em inglês) Hipgnosis. Visitado em 1 de janeiro de 2015. Cópia arquivada em 1 de agosto de 2014.
  10. a b c Wolfe, Bill. (1994). "Richard Wright - Wet Dream - One Way Records" (em inglês). Car Stereo Review p. 100.
  11. Richard Wright - Wet Dream Discogs. Visitado em 2 de janeiro de 2015.
  12. Richard Wright / David Gilmour of Pink Floyd (em inglês) Discogs. Visitado em 21 de dezembro de 2014.
  13. Richard Wright - Wet Dream (em inglês) Discogs. Visitado em 2 de janeiro de 2015.
  14. Richard Wright - Wet Dream (em inglês) Discogs. Visitado em 2 de janeiro de 2015.
  15. a b Blake, Mark. Entrevista com Richard Wright. Interview Broken China. Agosto de 1996. (em inglês) Visitado em 30 de dezembro de 2014.