When God Was a Woman

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When God was a Woman (Português: Quando Deus era Mulher) é um livro lançado em 1976 pela historiadora Merlin Stone. Foi publicado antes na Inglaterra sob o título The Paradise Papers: The Suppression of Women's Rites, e traduzido para o francês como Quand Dieu était femme (SCE-Services Complets d'Edition, Québec, Canada) em 1978 e 1989.

Baseado no trabalho de Margaret Murray e Robert Graves, Stone populariza a o matriarcado pré-histórico e das civilizações antigas pagãs, descrevendo as sociedades antiga, abrangendo o Antigo Egito, como paraísos matriarcais destruídos pelo patriarcalismo Indo-Europeu. Ela conclui que os Hebreus, devido ao patriarcalismo que os caracteriza "devem ter sido Indo-Europeus", praticando misoginia e ódio à adoração da Deusa mãe na sociedade israelita, a qual ela conecta ao posterior desenvolvimento do Cristianismo.

Conteúdo[editar | editar código-fonte]

A autora é defensora da ideia de que na pré-história e nas civilizações antigas a religião baseava-se no culto à Deusa mãe; Stone analisa a história da criação do "Gênesis" sob uma perspectiva não-cristã. Para ela, a história é uma narrativa alegórica sobre a divindade hebraica Yavé suplantando a Deusa mãe, representada pela árvore da vida, e a religião hebraica suplantando este culto. Stone demonstra que o conhecimento proibido relaciona-se a sexo, sexualidade, e reprodução, especialmente o conhecimento de que os homens participam da reprodução e que a história descreve o processo pelo qual sociedades matriarcais tradicionais foram substituídas por sociedades patriarcais. Para Stone "o mito de Adão e Eva, tinha sido originalmente concebido para ser usado na contínua batalha levítica para suprimir a religião feminina." [p. 198].

Stone discute sobre várias religiões do Oriente Próximo, muitas das quais representavam a Deusa mãe por uma serpente e outras por uma simbologia de comunhão realizada pelo ato de comer uma fruta de uma árvore que crescesse perto do altar dedicado à Deusa. Esta primeira e única Deusa Criadora, também representava o Conhecimento, a Criatividade Humana, a Sexualidade, a Reprodução, os Novos Ciclos e/ou o Destino.

Ver também[editar | editar código-fonte]

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