Who's That Girl

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Who's That Girl
Quem é Aquela Rapariga? (PT)
Quem é Essa Garota? (BR)
 Estados Unidos
1987 • cor • 94 min 
Direção James Foley
Produção Rosilyn Heller
Bernard Williams
Roteiro Andrew Smith
Ken Finkleman
Elenco Madonna
Griffin Dunne
Haviland Morris
John McMartin
Bibi Besch
Género comédia
Música Stephen Bray
Cinematografia Jan de Bont
Edição Pembroke J. Herring
Estúdio Guber-Peters Company
Distribuição Warner Bros.
Lançamento 7 de agosto de 1987
Página no IMDb (em inglês)

Who's That Girl (br: Quem É Essa Garota? / pt: Quem é Aquela Rapariga?) é um filme americano de comédia romântica de 1987 escrito por Andrew Smith e Ken Finkleman, e dirigido por James Foley. Estrelado por Madonna e Griffin Dunne, o filme retrata a história de uma garota esperta, que é falsamente acusada de assassinar o namorado e é enviada para a prisão. Depois de ser solta, ela conhece um homem, que tem o dever de garantir que ela pegue o ônibus de volta para a Filadélfia, e o convence a ajudá-la a pegar os responsáveis ​​por sua prisão. Enquanto procuram o bandidos, eles se apaixonam um pelo outro.

O filme, lançado em 08 de agosto de 1987, acabou sendo um fracasso comercial e de crítica. Ele arrecadou US$2,5 milhões em sua primeira semana. O total mundial foi de cerca de US$7,3 milhões, sendo a maior parte proveniente de mercados europeus. Os críticos ficaram altamente decepcionados com o filme e com a direção de Foley. Alguns chegaram a chamá-lo de um dos piores filmes a serem lançados, enquanto outros acharam o ritmo cômico de Madonna um dos destaques.

No entanto, a turnê Who's That Girl World Tour veio a ser um sucesso comercial e de crítica, arrecadando um total de US $25 milhões, e foi apresentada diante de 1,5 milhões de espectadores. E a trilha sonora do filme, embora não tenha sido aclamada pelos críticos, desfrutou de sucesso comercial. Três das canções de Madonna foram lançadas como singles—a faixa-título, "Causing a Commotion" e "The Look of Love", e o álbum chegou a vender seis milhões de cópias no mundo todo.

Sinopse[editar | editar código-fonte]

Nikki Finn é uma jovem despreocupada, que está sempre vestida com jaqueta de couro e saia, com os lábios vermelho-fogo, cabelo cacheado platinado e falando com uma voz estridente. Um dia, seu namorado Johnny descobre dois homens roubando dinheiro de um fundo fiduciário e tira fotos do roubo. Johnny coloca as imagens em um cofre e dá a Nikki a chave, por segurança. Os ladrões pegam Johnny e o assassinam, então enquadram Nikki, colocando o corpo no porta-malas de seu carro. Nikki é condenado a sete anos de prisão.

Depois de quatro anos, a história apresenta o procurador fiscal Loudon Trott (Griffin Dunne) em um dia movimentado. Ele vai se casar com a filha de um dos homens mais ricos de Nova York, Simon Worthington. A noiva de Loudon Wendy Worthington (Haviland Morris) é uma mulher egoísta, que está mais envolvida com os planos de seu casamento do que com bem-estar de seu noivo. Loudon, por outro lado, tem uma série de tarefas que lhe foram confiadas pelo Sr. Worthington. Primeiro, ele tem que pegar um puma para um ativista de animais exóticos chamado Montgomery Bell (John Mills), depois pegar Nikki, e por fim ele tem que se certificar que Nikki pegue o próximo ônibus para sua cidade natal, Filadélfia.

Nikki, por sua vez, está determinada a pegar os verdadeiros ladrões e trazer a verdade á tona. Depois de conhecer Loudon, Nikki convence-o a levá-la às compras. Depois de levar um Rolls Royc ao em Harlem para comprar uma arma - e quase ser preso durante uma batida policial - ela explica sua história a Loudon que acredita que ela é inocente, e decide ajudá-la. Ela também está fugindo de um cafetão chamado Raoul (Coati Mundi) e seu lacaio Benny (Dennis Burkley), as pessoas que mataram Johnny. Somente depois de ficar dependurado pra fora de um carro destruído no último andar de estacionamento, é que ele diz a ela o banco e o número do cofre do namorado morto de Nikki.

Depois Nikki desaparece com o puma (que ela chama de "Murray"). Loudon visita o Sr. Bell para se desculpar por perder o animal, para descobrir que Nikki tinha entregue Murray e estava esperando por ele na casa do Sr. Bell. Este criou uma floresta amazônica brasileira cheia de animais em cima de seu telhado. Lá Nikki e Loudon - que haviam se tornado próximos um do outro em sua jornada - expressam seu amor um pelo outro, e Murray encontra uma parceira. Loudon leva Nikki à estação de ônibus na manhã seguinte, mas Nikki fica com o coração partido ao perceber que tem que voltar para a Filadélfia e deixar Loudon, que está prestes a se casar. Enquanto no ônibus, ela abre um envelope que está dentro da caixa de segurança e encontra as fotos que comprovam que o Sr. Worthington é um fraudador e que ele foi o cérebro por trás do roubo. Nikki invade o casamento, faz o Sr. Worthington ser preso e proclama seu amor por Loudon. O filme termina com Nikki e Loudon indo embora rumo ao pôr do sol em um ônibus para a Filadélfia, com Murray e sua parceira correndo atrás deles.

Produção[editar | editar código-fonte]

Desenvolvimento[editar | editar código-fonte]

"Eu era jovem, eu tinha vinte e oito anos. Então, ser dada a oportunidade de trabalhar em um filme da Warner Bros., com uma grande estrela foi atraente para mim por todas as razões erradas. Todo mundo tem um pouco de luxúria de Hollywood em si. A Warner Bros. me abordou porque eles sabiam que eu conhecia a Madonna e ela havia pedido que fosse eu, e eu fui convencido a fazê-lo. At Close Range foi um filme obscuro, e ir para a comédia era totalmente a direção errada. Mas eu não me importava."[nota 1]

—O diretor James Foley falando sobre por que optou em dirigir Quem É Essa Garota?[1]

O álbum de estúdio de Madonna de 1986 True Blue foi um sucesso comercial e de crítica, gerando cinco singles top-five, e vendendo mais de oito milhões de cópias no mundo todo, até o final do ano.[2] No entanto, sua carreira no cinema não estava sendo tão bem sucedida quanto ela esperava que seria. Após o sucesso comercial Desperately Seeking Susan, seu filme de 1986 Surpresa de Shanghai—onde ela estrelou com seu então marido Sean Penn—foi um fracasso de crítica e de bilheteria, o que levou Madonna a comentar que ela "sofreu para aceitar sua personagem em Surpresa de Shanghai, porque a inocência e a personalidade reprimida que eu era obrigada a retratar estava tão em desacordo com a minha própria personalidade."[3] Continuando a lutar por sua carreira no cinema, Madonna estava insegura sobre sua capacidade de escolher um bom roteiro, e os produtores de cinema ainda mais inseguros em apoiá-la.[3]

Madonna sentia que a comédia era mais seu repertório, e assinou para fazer um filme de comédia intitulado Slammer, escrito por Andrew Smith e Ken Finkleman. Ela queria fazer o papel de uma garota esperta chamada Nikki Finn, que acaba presa por um crime que não cometeu.[3] No entanto, em função da má publicidade em torno dela e Penn, e também do grande fracasso de Surpresa de Shanghai, Madonna teve que convencer os produtores Rosilyn Heller e Bernard Williams, bem como a Warner Brothers, que ela estava à altura do papel.[3] Além disso, ela queria um velho amigo, James Foley, dirigisse o filme. Foley já havia sido o padrinho de Penn em seu casamento com Madonna, e também dirigiu os clipes dos singles de Madonna "Live to Tell" (1986) e "Papa Don't Preach" (1986)[3] . Ele ficou extasiado em ter a oportunidade de fazer um grande filme, pois anteriormente ele só havia dirigido o filme de baixo orçamento At Close Range, estrelado por Penn.[1] Como o autor Andrew Morton ressaltou em sua biografia sobre Madonna, "a combinação de estrela de cinema duvidosamente talentosa e um diretor de cinema iniciante dificilmente garantiriam um sucesso de bilheteria, mas o filme recebeu sinal verde da Warner, que queria lucrar mais com o sucesso de Madonna."[3] Madonna disse: "Todos os executivos da Warner foram bem positivos sobre o projeto. Foi um processo—com os escritores—de aperfeiçoar o roteiro, tornando-o melhor."[1]

Elenco[editar | editar código-fonte]

A seleção para o filme começou assim que Madonna assinou o contrato. Griffin Dunne foi contratado para desempenhar o papel de Loudon Trott, um advogado cuja função era ajudar Nikki pegar um ônibus, depois que ela foi solta.[4] Inicialmente Madonna tinha pensado em pedir a Penn que fizesse o papel do detetive Bellson, mas Penn estava servindo uma pena de 60 dias na prisão, tendo violado a liberdade condicional que ele recebeu em 1986, por ter agredido um amigo de Madonna e atacado um figurante no set de At Close Range.[5] O papel foi para Robert Swan, seguido pela contratação de John McMartin, Haviland Morris e Bibi Besch como o sogro, a noiva e a sogra de Trott respectivamente.[6] A própria Madonna comentou que ela tinha muito em comum com a personagem Nikki. "Ela é corajosa e doce e engraçada e mal compreendida. Mas ela limpa o nome dela no final, e isso é sempre bom fazer. Eu estou continuamente fazendo isso com o público. Gostei do lado durão de Nikki e de seu lado doce. A dureza é só uma máscara para a vulnerabilidade que ela sente por dentro."[7] Também foi oferecido a Madonna o papel principal na comédia de Blake Edwards Blind Date fazendo par com Bruce Willis, mas ela o recusou em favor de Slammer.[8] Ela disse: "A coisa que eu tinha planejado fazer depois de Surpresa de Shanghai era Blind Date da Tri-Star. Era para eu ter a aprovação do diretor e do protagonista, mas eles não me disseram que já tinham contratado o Bruce Willis. Isso... simplesmente não deu certo. Mas eu estava realmente animada em fazer uma comédia de verdade, louca, então quando Jamie trouxe isso, foi como minha recompensa."[9] Coati Mundi, membro do Kid Creole and the Coconuts, e amigo de longa data de Madonna se juntou ao elenco para fazer o papel de Raoul, o inimigo de Nikki.[7] A figurinista Deborah Scott foi contratada para criar o guarda-roupa para o filme. Madonna, que visualizou a personagem de Nikki como uma loira, louca, tonta, começou a assistir comédias dos anos sessenta, em especial o trabalho de atores como Cary Grant, Clark Gable, Carole Lombard e Judy Holiday.[8] Ela pediu a Scott que criasse cômicas saias franzidas e com estilo tutu para a personagem, com meia-calça arrastão e maquiagem exagerada. Scott também desenhou um glamouroso vestido estilo Monroe para a cena de amor entre ela e Dunne.[10] [11]

Filmagem[editar | editar código-fonte]

As filmagens começaram em Nova York em outubro de 1986.[12] Havia uma enorme multidão em volta do local de gravação tentando chegar mais perto Madonna, sempre ela pisava no set. Mas Madonna era acessível, dando autógrafos para as crianças da equipe, juntando-se as piadas e, quando não ocupada, ela dançava em torno de um aparelho de som com o Mundi.[12] Quando as filmagens começaram, Madonna pedia cinco minutos para estudar o roteiro e a cena que estavam gravado; sua ideia de preparação para o papel não era estudada. Por exemplo, antes de uma cena em que ela precisava parecer em fôlego, ela fez uma série de flexões antes de entrar no set.[12] Sempre pontual e profissional no set, Madonna sentia que seus primeiros takes ficavam perfeitos e se recusava a aparecer para segundos ou terceiros takes.[12] Dunne observou que "[Madonna] gosta mais do primeiro take que grava. Acho que meu melhor é por volta do quarto. Ela sempre diz, 'Você conseguiu, você conseguiu,' e ela estava me deixando louco bem como sua personagem faria. Tivemos que fazer um acordo sobre qual take é o melhor." Uma vez Foley se apoiou em um dos joelhos e beijou os pés de Madonna, a fim de incentivá-la a fazer uma re-take. Depois ele observou: "Ela é muito instintiva, o é expresso é livre de análise".[12]

Madonna estava pronta para ser dirigida para o seu papel, contando com Foley para lhe dar todas as dicas.[1] Ele, por outro lado, sentia que em pessoa, Madonna parecia se transformar em um ser e corpo corpo totalmente diferentes. Ele acreditava que o processo era estranhamente evasivo e comentou que a transformação de sua persona parecia trabalhar de forma mais dramática nos clipes da Madonna.[1] "Você acharia que isso seria o atributo perfeito de ser ter para atuar na tela. Mas embora ela 'atue' muito bem às vezes, ela não aperta os botões certos nas horas certas durante o percurso do filme. O fracasso de Surpresa de Shanghai tinha deixado a sua marca, " disse Foley.[1] No que diz respeito as suas habilidades de atuação, Foley ressaltou o fato de que Madonna era muito rígida e atenta a cada detalhe, determinada a conseguir a imagem correta. "É provavelmente por isso que não ficou tão bom. Em Procura-se Susan Desesperadamente, quando ela não sabia o que estava fazendo, ela estava sendo natural e no seu melhor."[13]

Com a chegada de dezembro, a produção foi interrompida por alguns dias devido à queda de neve em Nova York. Madonna decidiu utilizar o tempo para na trilha sonora do filme e também começou a anotar idéias para sua próxima turnê.[12] Durante a gravação da faixa-título, Madonna decidiu mudar o nome do filme de Slammer para Quem É Essa Garota? pois sentiu que era um título melhor.[14] As filmagens começaram em janeiro de 1987, com uma cena envolvendo um puma. Mas, durante a segunda tomada, o puma acidentalmente escapou da gaiola, resultando na pausa das gravações por algumas horas.[12] Madonna permaneceu calma, mais tarde comentando o incidente como "extremamente assustador, mas fiz o meu melhor para manter minha compostura. Isso assustou os outros ainda mais."[8] Mundi sentiu que "ela tem um pouco dessa coisa perfeccionista nela. Ela não descansa. Ela tem o filme, e o álbum da trilha sonora, e também está planejando sua Who's That Girl Tour, fazendo todas essas coisas ao mesmo tempo!"[12] Em fevereiro de 1987, as cenas de Madonna já estavam gravadas mas ela decidiu ficar no set para assistir Foley e sua equipe trabalharem. Foley comentou que ter Madonna no set e não atuando era um "pé no saco", pois ela "não poupa principalmente no custo e ela sabia que a Warner tinha um cronograma apertado e restrições no orçamento. Eles ainda não confiavam em Madonna no que diz respeito a atuar. Diabos eles até deram uma maior percentagem do orçamento para a trilha sonora."[15] As filmagens terminaram em março de 1987, com a pós-produção continuando até julho de 1987. Durante o desenvolvimento do créditos de abertura, Madonna perguntou a Foley se eles poderiam colocar um desenho animado de sua personagem apresentando os créditos do filme. Foley gostou da idéia, e a Warner chamou o cartunista April March para criar o desenho animado.[16]

Lançamento e promoção[editar | editar código-fonte]

O filme foi lançado em 7 de agosto de 1987, nos Estados Unidos em 944 cinemas. A Warner Bros. não planejou uma pré-estréia, uma vez que acreditava que o apelo de Madonna atrairia os espectadores a vir ver o filme.[17] Uma festa de pré-lançamento foi realizada em 6 de agosto de 1987, na Times Square, em Nova York, onde Madonna chegou para promover o filme.[18] Uma multidão de quase 10.000 pessoas se reuniram para assistir a Madonna.[12] Como uma introdução para o dia, os jóqueis de rádio da estação de rádio de Nova York WHTZ tocaram músicas populares da Madonna na Square, em cima de uma plataforma criada para o evento.[19] A polícia fechou as ruas 43ª e 44ª, mas permitindo a passagem do tráfego através da Broadway e da Sétima Avenida de Manhattan.[19] Por volta das 6 da tarde, limusines começaram a chegar na Square, com celebridades e os atores do filme entrando na fanfarra. Madonna chegou com um vestido longo de paetê, decotado, com as costas expostas, e o cabelo curto que ela havia adotado para o filme.[12] Embora ela estivesse atrasada cerca de uma hora, o número da multidão continuava aumentando.[20] Pedindo a seus fãs educadamente que "Calem a boca para que eu possa falar", Madonna agradeceu a todos por terem vindo para a estreia de Quem É Essa Garota?. Ela falou sobre sua experiência de chegar na Times Square, oito anos antes, e disse: "Eu fiquei completamente impressionada. Dez anos depois, eu vejo todos vocês que vieram me ver, e eu estou completamente impressionada. Obrigada, e espero que vocês gostem do filme."[18] Dizendo isto Madonna desceu da plataforma, e caminhou para o Teatro Nacional. Joseph A. Cincotti do The New York Times observou que a maior parte da multidão estavam em seus últimos anos da adolescência e no início dos 20. Alguns seguravam cartazes e fotografias, mas ele notou que as aspirantes a Madonna estavam ausentes, as adolescentes que haviam imitado o visual inicial de Madonna composto de renda e couro.[18] Este foi um resultado da imagem mais madura de Madonna emTrue Blue.[12]

Para promover ainda mais o filme, Madonna embarcou na turnê de 1987 Who's That Girl World Tour. Foi a primeira turnê mundial de Madonna, chegando a Ásia, América do Norte e Europa. Musica e tecnicamente superior a sua turnê anterior Virgin Tour, a turnê Who's That Girl incorporou componentes multimídia para tornar o show mais atraente.[4] Madonna treinou-se fisicamente com aeróbica, corrida e levantamento de peso, para aguentar a coreografia e as apresentações de dança.[21] O palco era maior do que em sua turnê anterior, ladeado com quatro telões, projetores multimídia e um lance de escadas no meio. Leonard se tornou o diretor musical e encorajou Madonna a aceitar a ideia de reorganizar suas canções mais antigas e apresentá-las em um novo formato.[22] Madonna deu o nome a turnê de Who's That Girl, quando, durante os ensaios um dia, ela olhou para uma imagem gigantesca de si mesma, projetada em uma tela no palco, e refletiu sobre o quanto ela tinha mudado e sobre "quem era aquela garota na tela?".[23] O show consistia em sete trocas de roupa, com números de música e dança, teatro, abordando causas sociais—durante "Papa Don't Preach"—bem como um bis, que consistia da canção-título "Who's That Girl" e "Holiday".[11] [24] A turnê foi apreciada pela crítica, que comentou sobre a natureza extravagante do show e elogiou Madonna por sua dança, mudanças de figurino e ritmo dinâmico.[25] [26] [27] Who's That Girl foi um sucesso comercial, arrecadando um total de US $25 milhões tendo sido apresentada diante de 1,5 milhões de pessoas.[28] De acordo com a revista Pollstar, foi a segunda turnê de maior venda por uma cantora em 1987, atrás da turnê da Tina Turner Break Every Rule Tour.[4] [29]

Recepção[editar | editar código-fonte]

Recepção da crítica[editar | editar código-fonte]

"Quem É Essa Garota? não é o filme 'Totalmente Selvagem'. Não é nem sequer uma verdadeira volta as comédias malucas da década de 1930, embora evoque o filme de 1938 Levada da breca com Katharine Hepburn e Cary Grant, atribuindo um papel importante à um puma (Hepburn tinha um leopardo) que salva [Madonna e Griffin] de problemas toda vez que ela assobia. Como as comédias malucas, seu motor é uma mulher selvagem que transforma a vida de um homem certinho no tipo de confusão pela qual ele secretamente anseia. Mas essa prioridade fica no banco de trás da preocupação mais urgente do filme, o visual de Madonna. Em uma época onde a aparência e a arte são muitas vezes indistinguíveis, Madonna está em seu elemento. Ela é uma performer e uma personalidade forte—com seu penteado platinado e queixo protuberante, ela sugere um cruzamento entre Bette Midler e um ornamento de cabeça em arte deco—mas ela não é uma atriz. Ela não sabe interpretar ninguém que não seja Madonna."[nota 2]

—Jay Carr do jornal The Boston Globe avaliando o filme.[30]

O filme recebeu críticas negativas por parte dos críticos, e tem uma classificação de 23% no site agregador de crítica Rotten Tomatoes.[31] Vincent Canby do jornal The New York Times observou que Madonna, com seus próprios dispositivos e seu próprio ritmo sagaz, é uma comediante muito boa. "Quando o pragmatismo direto de Madonna não está sendo torcido em poses de adorável excentricidade, a atriz é sexy e engraçada e nunca, nem por um minuto sentimental. Às vezes ela se parece incrivelmente como Marilyn Monroe, mas a personalidade é sua, mais resiliente e mais conhecedora. Como o branco, anglo-saxão e protestante príncipe adormecido, o Sr. Dunne dá a performance cômica mais elegante de uma carreira que tem sido largamente subestimada pelo público. Embora ele parece ser coadjuvante de Madonna, é ele quem fornece ao filme sua espinha dorsal, mesmo em seus momentos mais ridículos. Ele pode muito bem ser um dos homens heterossexuais mais verdadeiramente sofisticados do ramo hoje em dia."[nota 3] No entanto, ele encerrou a crítica dizendo que o filme tinha poucas grandes gargalhadas.[32] Hal Hinson do jornal The Washington Post deu ao filme uma crítica mista, comentando que "Você pode não se sentir como se tivesse visto um filme. Você pode não saber bem o que acabou de ver" e que, embora ele tenha rido muito, o filme "é escandalosamente mal feito, mas não de forma rotineira". Hinson também criticou o trabalho de Foley, apontando que ele "não tem a habilidade de sustentar um filme estilo desenho animado."[33] Philip Wuntch do jornal The Dallas Morning News comentou que o filme é uma performance de comédia do desenho Patolino e Gaguinho; Madonna é ótima com as frases soltas. [ ...] Como estrela de cinema, Madonna pode ser um gosto adquirido. Mas uma coisa é certa: adquirir este gosto particular vai ser uma experiência agradável."[34] Jay Boyar do jornal Orlando Sentinel fez uma crítica negativa dizendo, "Felizmente para ela, Madonna sabe cantar, e pode usar isso para salvar a si mesma dessa desgraça de filme."[35]

Jamie Waylett da revista The Advocate foi mais crítico, dizendo que "Madonna apresenta a pior performance na memória recente como a heroína de uma tentativa de comédia maluca. Vendo-a tentar se parecer com Marilyn Monroe e falar como Betty Boop, porém, é um sinal claro de que este filme foi um desastre em sua produção. Ao mesmo tempo , parece inconcebível que alguém tenha se sentado e planejado algo tão ruim."[36] Carole Kass do jornal Richmond Times-Dispatch sentiu que já que "Madonna é o ídolo das adolescente. Se elas imitarem seu cabelo e sua maquiagem, essas 'aspirantes' que querem ser como Madonna e se vestir como Madonna podem até ficar bonitinhas. Mas, como uma personalidade popular, Madonna tem uma responsabilidade com seus fãs. E furto de lojas não é algo que deva ser encorajado. Fumar também não."[37] Dan DiNicola do jornal The Schenectady Gazette sentiu que "Quem É Essa Garota? não é simplesmente um filme terrível, é positivamente insuportável. É um filme sem uma cabeça ou um cérebro, um filme de tal estupidez crassa que não consegue nem te deixar irritado. Em vez disso, ele te faz morrer de tédio com seus chavões idiotas, suas pretensões de comédia. [...] É um projeto feito por vaidade, tão amadoramente produzido e concebido que faz você querer se encolher de vergonha. [...] Madonna não é mais que uma novidade."[38] Johanna Steinmetz do jornal Chicago Tribune elogiou a atuação de Dunne e disse: "Felizmente, o filme tem Griffin Dunne. Dunne, trabalhando em um domínio uma vez governado por Cary Grant, consegue ser certinho, ingênuo e vulnerável, mas nunca indigno como Loudon Trott, o advogado de Nova York."[39] Jean Rosenbluth da revista Rolling Stone foi dura com o filme, dizendo que "a pergunta posta pelo título do filme era Quem é essa garota? A resposta dada pelos recibos das bilheterias foi, infelizmente, 'A mesma que apareceu em Surpresa de Shanghai e nos fez morrer de tédio'."[40]

O filme recebeu quatro indicações ao Razzie Award, incluindo Pior Diretor do Ano, Pior Canção do Ano, Pior Roteiro do Ano e Pior Filme do Ano, e uma vitória para Madonna, na categoria de Pior Atriz do Ano.[41]

Recepção comercial[editar | editar código-fonte]

O filme foi lançado em um total de 944 salas, com mais 66 sendo adicionadas mais tarde.[42] Em sua semana de estréia, o filme arrecadou US $ 2,5 milhões (equivalentes a US $5,136,936 em 2014[43] ), tornando-se a décima maior bilheteria de filme daquela semana.[44] Na semana seguinte, ele teve uma queda de 60% nas vendas. O filme arrecadou um total de US $7,300 milhões (equivalentes a US $14,999,854 em 2014[43] ) a nível mundial, tornando-se um fracasso de bilheteria.[45] [46] Ele ficou na posição 97 na lista dos top 100 filmes de 1987.[45] Morton observou que apesar de "o talento cômico de Madonna ter sido reconhecido, os cinéfilos em massa, nos Estados Unidos, ficaram longe."[47] O filme foi melhor aceito nos territórios estrangeiros onde foi lançado, levando Madonna a se defender, fracamente, de que suas idéias eram melhores aceitas na Europa e no Japão, do que em seu país de origem.[47] Ela acrescentou, "Eu acho que o filme foi mal na América porque eu o ofusquei com a minha turnê. As pessoas ficaram confusas com a ligação entre o disco, a turnê e o filme porque todos eles tinham o mesmo título. Eu também acho que há pessoas que não querem que eu me saia bem nas duas áreas. Eu tive que lutar muito para conseguir algum respeito no mundo da música e agora eu acho que há algumas pessoas que acham que eu deveria ficar grata por esse respeito e ficar só na música."[48] Apesar disso, a Warner Bros. decidiu lançar o filme em VHS em 1 de novembro de1987, uma decisão não aprovada por Madonna.[49]

Foley aceitou o fracasso do filme dizendo, "Eu sabia que ele estava condenado antes mesmo das filmagens começarem. Um dia antes da primeira gravação, sentei-me no meu hotel e olhei para o roteiro pensando, 'Droga, queria poder re-escrever essa coisa toda.' Depois que o filme foi lançado, meu pai me ligou dizendo 'sabe que o The New York Times está chamando-o de pior filme do ano." Ele lembra que tanto ele quanto Madonna escolheram ignorar o fracasso do filme, e lembrou um incidente quando ele encontrou Madonna em um lobby do hotel. "Ela só olhou para mim uma vez e disse, 'Então é um fracasso, certo?' Essa é a única vez que ela mencionou o filme. Até Sean também nunca o mencionou na frente dela."[50] Em outro artigo do The New York Times, Vincent Canby observou que a verdadeira personalidade de Madonna é a de uma "jovem mulher, pragmática, astuta, conhecedora, uma artista de energia revigorante que ainda se parece muito com Marilyn Monroe, mesmo com o cabelo curto, mas que tem muito mais em comum com a acidez cômica, entusiástica, desembaraçada de Jean Harlow, de alguma forma solta nas ruas de Nova Iorque nos anos 80. " No entanto, ele sentiu que Quem É Essa Garota? não conseguiu retratar essa imagem, levando ao seu fracasso.[18] A primeira metade do filme mostrou uma personalidade diferente de Madonna, tentando ser cômica, que não foi aceita pelo público.[42]

Trilha sonora[editar | editar código-fonte]

A trilha sonora do filme foi lançada em 21 de julho de 1987, pela Sire Records, e contém quatro músicas da Madonna, e outras por seus colegas de gravadora Scritti Politti, Duncan Faure, Club Nouveau, Coati Mundi e Michael Davidson.[51] É considerada um álbum de Madonna pela Warner Bros. Records já que a maioria das músicas são cantadas por ela.[51] Madonna começou a trabalhar na trilha sonora em dezembro de 1986, e entrou em contato Patrick Leonard e Stephen Bray, ambos produtores de seu terceiro álbum de estúdio True Blue (1986). Ela precisava de músicas dançantes e calmas para a trilha sonora. A canção dançante, composta por Leonard, acabou sendo a faixa-título do filme; juntos, Madonna e Leonard também desenvolveram a balada "The Look of Love".[51] Mais duas canções foram compostas para o filme com Bray, a primeira sendo a música dançante "Causing a Commotion", e a outra sendo "Can't Stop", uma faixa inspirada na Motown dos anos 1960 e no grupo Martha and the Vandellas.[52]

Depois de seu lançamento, a trilha sonora de Who's That Girl recebeu críticas em sua maioria negativas dos críticos, que a chamaram de simples e incompleta, embora citando a faixa-título e "The Look of Love" como seus destaques.[53] [54] A trilha sonora foi um sucesso comercial, alcançando o top dez das paradas de álbuns dos Estados Unidos, Áustria, Canadá, França, Itália, Nova Zelândia, Suécia e Reino Unido, e chegando ao topo das paradas da Alemanha, e da parada Europeia de álbuns da Billboard.[55] [56] [57] [58] Em todo o mundo, o álbum vendeu seis milhões de cópias.[59] Três das faixas de Madonna foram lançadas como singles. A faixa-título tornou-se seu sexto single número um na Billboard Hot 100, fazendo dela a primeira artista a acumular seis singles número um na década de 1980, e a primeira artista feminina a conseguir tantos número um como artista solo.[60] "Causing a Commotion" foi o segundo single, e chegou ao número dois no Hot 100, e ao top ten nas paradas de outros países.[52] "The Look of Love" foi lançada apenas no mercado europeu, atingindo o top 10 no Reino Unido.[61] Uma outra faixa, " Turn It Up" foi um lançamento promocional nos Estados Unidos, alcançando o número 15 nas paradas dance.[62]

Notas

  1. No original: "I was young, I was twenty-eight. So, being given the opportunity to work on a Warner Bros. film with a huge star was attractive to me for all the wrong reasons. Everyone has a bit of Hollywood lust in them. Warner Bros. approached me because they knew I knew Madonna and she had asked for me, and was convinced to do it. At Close Range was a dark film, and going towards comedy was totally the wrong direction. But I didn't care."
  2. No original: "Who's That Girl is no 'Something Wild'. It isn't even a real throwback to the screwball comedies of the 1930s, although it evokes the 1938 Katharine Hepburn-Cary Grant Bringing Up Baby by allotting a major role to a cougar (Hepburn had a leopard) that extricates [Madonna, Griffin] from trouble every time she whistles. Like the screwball comedies, its motor is a wild woman who turns a stuffy man's life into the kind of shambles he secretly longs for. But that priority takes a backseat to the film's more urgent concern, the packaging of Madonna. In an era where packaging and art are often indistinguishable, Madonna is in her element. She's a performer and a strong personality—with her platinum hairdo and jutting chin, she suggests a cross between Bette Midler and an art deco hood ornament—but she's not an actress. She doesn't know how to play anyone who's not Madonna."
  3. No original: "When Madonna's no-nonsense pragmatism isn't being twisted into poses of lovable eccentricity, the actress is sexy and funny and never for a minute sentimental. At times she looks amazingly like Marilyn Monroe, but the personality is her own, more resilient and more knowing. As the WASP-y sleeping prince, Mr. Dunne gives the most stylishly comic performance of a career that's been largely underrated by the public. Though he seems to be Madonna's foil, he provides the movie with its backbone, even in its most ludicrous moments. He may well be one of the most truly sophisticated straight men in the business today."

Referências

  1. a b c d e f Lucy O'Brien. Madonna: Like an Icon (em inglês). E.U.A.: HarperCollins, 2007. 399 p. p. 29. ISBN 9780060898960 Página visitada em 8 de janeiro de 2014.
  2. Craig Rosen. The Billboard Book of Number One Albums: The Inside Story Behind Pop Music's Blockbuster Records (em inglês). Nova York, E.U.A.: Billboard Books, 1996. 434 p. p. 306. ISBN 978-0823075867 Página visitada em 8 de janeiro de 2014.
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