William Adama

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Predefinição:BSG Character

O Almirante William Adama é um personagem da série televisiva de ficção científica Battlestar Galactica de 2003, interpretado por Edward James Olmos. Nasceu em Caprica, filho de Evelyn e Joseph Adama. Este artigo também se refere ao personagem Adama dos seriados de 1978 e 1980.

Battlestar Galactica (2003)[editar | editar código-fonte]

Quando a primeira guerra contra os cylons começou, Adama servia como um piloto de Viper para o Exército Colonial. Ele era um talentoso piloto. Ganhou o apelido de "Husker", como visto no Viper MK II da minissérie de 2003. Serviu na Battlestar Atlantia como Tenente e lá ele completou a sua milésima aterrisagem. Quando a guerra acabou, Adama casou-se com sua amada Caroline Adama e com ela teve dois filhos, Zack e Lee Adama (apelidado Apolo).

Servindo numa fragata comercial, conheceu Saul Tigh, com quem criou uma grande amizade. Ele usou a influência de sua segunda esposa no Conselho de Defesa para reintegrá-los à frota militar e juntos avançaram de patente, até que Adama tornou-se comandante da Battlestar Galactica com Tigh como seu Executive Officer.

Seu filho Zack decidiu seguir os passos do pai e do irmão (Lee também se tornara um piloto bem-sucedido) e entrou na escola de aviação. Enquanto estava em fase de treinamento, Zack começou um relacionamento secreto com Kara "Starbuck" Thrace, sua instrutora de vôo. Infelizmente, ele não possuía a mesma habilidade de pilotar de seu pai e irmão. Ele teria falhado no treino de vôo básico, se não fosse por seu relacionamento com Kara; ela o aprovou baseada em seus sentimentos por ele, que tinha pedido sua mão em casamento. Como resultado disso, durante o vôo operacional, o Viper de Zack bateu. Zack morreu na hora. Essa tragédia criou uma barreira entre William e seu outro filho, Lee, que o culpou por conduzir Zack ao serviço militar e, conseqüentemente, levá-lo à morte. Foi nessa época que o Comandante Adama conheceu Kara e um forte laço formou-se entre eles, depois crescendo para uma relação de pai e filha.

Dois anos depois, Adama seria posto em um teste ainda mais difícil. Com o qüinquagésimo aniversário da Galactica, aproximava-se o fim de seu serviço e ela estava para virar um museu. Nesse momento, os cylons iniciaram um ataque surpresa sobre as Doze Colônias do Homem, destruindo toda a Frota Colonial e bombardeando os planetas com armas nucleares. Sendo uma antiga nave da primeira guerra cilônia, e devido a Adama manter várias doutrinas militares da primeira guerra, a Galactica estava praticamente invulnerável a ser vítima da infiltração dos cylons em seu sistema de computadores porque estes não estavam em rede. Adama também evitou um contato direto por rádio com os cylons até que as fraquezas dos computadores fossem indentificadas e corrigidas. Felizmente a Galactica possuia quarenta modelos Viper MK II a bordo, incluindo o caça pessoal de Adama. Esses MK II estavam a salvo da manipulação dos cylons devido à sua idade.

Adama tinha poucas escolhas e se viu forçado a evitar um confronto, já que a Galactica havia sido desarmada para a aposentadoria. A nave então dirigiu-se até o Ragnar Anchorage para rearmar-se. Ainda lá, a Galactica encontrou uma frota de naves civis com aproximadamente cinqüenta mil sobreviventes, incluindo a nova Presidente das Colônias, Laura Roslin, que implorou a Adama para abandonar o plano de lutar contra os cylons e, ao invés disso, conduzir os sobreviventes com segurança em busca de um novo lar, que o próprio Adama definiu como o distante planeta colonizado pela décima terceira tribo, a Terra. Ele concordou, achando que a sobrevivência da raça humana era mais importante e ordenou que a frota saltasse para além da linha vermelha (uma borda imaginária de saltos FTL conhecidos).

Pouco depois de a Galactica e a Frota Colonial descobrirem o planeta Kobol, Adama foi baleado por uma agente cylon a bordo da nave, a Tenente Boomer. Apesar da gravidade do estado em que se encontrava, ele sobreviveu.

Com a morte da Almirante Helena Cain, que surgiu na segunda temporada do seriado com a Battlestar Pegasus, Adama foi promovido a Almirante pela então Presidente Laura Roslin.

Adama é imensamente amado pela tripulação da Galactica e geralmente chamado carinhosamente de "O Homem Velho", mas não na sua frente. Sua popularidade entre a população civil da Frota Colonial provavelmente não é tão boa por causa de várias decisões controversas que ele tomou, como começar um golpe de Estado contra a Presidente Roslin e ocultar o fato de que os cylons adquiriram a capacidade de parecer com seres humanos.

Battlestar Galactica (1978)[editar | editar código-fonte]

Lorne Greene interpretou o Comandante Adama no filme de 1978 e na série subseqüente da ABC.

O Comandante Adama tinha uma filha, Athena, e um filho, Apolo, que também estrelavam a série. Sua esposa Ila e seu filho Zack foram mortos no ataque dos cylons às Doze Colônias do Homem.

Diferente da sua versão no remake, o Comandante Adama era um homem muito religioso, até messiânico. Sua visita ao planeta Kobol e o encontro com a nave Ship of Lights aumentaram a sua esperança de encontrar a Terra. Era também muito envolvido com política, pois formava o Quórum dos Doze.

Precedido por
Helena Cain
Almirante da Frota
(temporada 2.5+)
Sucedido por
Precedido por
desconhecido
Comandante da Battlestar Galactica
(temporada 0 - 2.5+)
Sucedido por

Referências