Williams F1
| Nome completo | Williams F1 Team |
| Sede | Grove, Inglaterra |
| Chefe de equipe | Frank Williams Patrick Head |
| Diretor técnico | Mike Coughlan |
| Site oficial | www.williamsf1.com |
| Temporada de Fórmula 1 de 2013 | |
| Pilotos | 16. 17. |
| Pilotos de teste | |
| Chassis | FW35 |
| Motor | Renault |
| Pneus | Pirelli |
| Combustível | Castrol |
| Histórico na Fórmula 1 | |
| Estréia | GP da Argentina de 1978 |
| Último GP | GP do Brasil de 2012 |
| Corridas concluídas | 569 |
| Campeã de construtores | 9 (1980, 1981, 1986, 1987, 1992, 1993, 1994, 1996, 1997) |
| Campeã de pilotos | 7 (1980, 1982, 1987, 1992, 1993, 1996, 1997) |
| Vitórias | 114 |
| Pole Position | 127 |
| Voltas rápidas | 131 |
| Posição no último campeonato (2012) |
8º (76 pontos) |
Williams F1, anteriormente Williams Grand Prix Engineering, é uma equipe de Fórmula 1 dirigida por Frank Williams e Patrick Head. A Williams foi fundada em 1977 e é uma das três grandes equipes de Fórmula 1, juntamente com a Ferrari e a McLaren.
Williams fundou a equipe como ela é atualmente, em 1977, depois de duas tentativas sem sucesso de administrar equipes de Fórmula 1 de mesmo nome.
A equipe obteve muito sucesso durante os anos 80 e anos 90, sendo uma das três únicas equipes da Fórmula Um a ter em seu currículo mais de 100 vitórias. Por isso, a Williams é considerada um membro do "Big Three" da F1 (os outros dois, Ferrari e McLaren). A equipe é famosa por dar mais importância ao Campeonato de Construtores do que de Pilotos. Antes do início dos anos de ouro da Ferrari (entre 1999 e 2004), A Williams detinha o recorde de Campeonato de Construtores, ao todo nove, contra oito da Ferrari e oito da Mclaren até a Temporada de 1999, quando foi igualada pela escuderia italiana e 2000 quando o recorde foi superado.
Índice |
História da equipe [editar]
Frank Williams já possuia sua própria equipe em 1977, somente depois, com Patrick Head, formou a equipe Williams Grand Prix Engineering, nome que volta a utilizar no campeonato de 2006 depois dos anos em que foi parceira da BMW. A equipe obteve a primeira vitória num carro próprio (com motores Ford) em 1979 no GP da Grã-Bretanha. O primeiro título mundial de pilotos veio em 1980 através do australiano Alan Jones.
Entre 1979 e 1984, quando os pilotos da equipe conquistavam vitórias comemoravam com uma garrafa de água, porque a equipe inglesa era patrocinada pela Saudia Airlines, uma empresa árabe e que segue as leis islâmicas e que não permitia que os seus patrocinados bebessem bebidas alcoólicas no pódio.1
Canon-Tactel 1985-1990 [editar]
Em 1985 a equipe Williams fechou acordo de patrocínio com a fabricante de câmeras fotográficas Canon e a empresa de tecidos Tactel, marcando o ingresso do piloto Nigel Mansell e a última temporada de Keke Rosberg. Esse período ficou marcado pela disputa do domínio interno na equipe entre os pilotos Nigel Mansell e Nelson Piquet nas temporadas de 1986, culminando na perda do título para o piloto Alain Prost com a conquista somente do título de construtores, e 1987, com título para Nelson Piquet juntamente com de construtores. Em 1988, a equipe passa a perder o apoio dos motores Honda ,fechando um acordo com a fabricante Judd, e Nelson Piquet transfere-se para equipe Lotus, sendo que em seu lugar, ingressa o italiano Riccardo Patrese. Comparada a temporada anterior, a equipe decaí seu rendimento devido aos motores Judd terem um péssimo performance, ficando em 7º colocação nos construtores.[carece de fontes]
A partir de 1989, Nigel Mansell transfere-se para equipe Ferrari e em seu lugar ingressa o belga Thierry Boutsen. A temporada se mostra muito mais equilibrada, graças ao apoio da fabricante Renault no fornecimento de propulsores, com uma pole-position de Riccardo Patrese no Grande Prêmio da Hungria e o vice-campeonato de construtores. Para 1990 a equipe de pilotos é mantida. Com o crescimento das equipes Benetton e Ferrari a equipe decaí seu rendimento finalizando a temporada com um 4º lugar nos construtores.[carece de fontes]
Canon-Camel 1991-1993 [editar]
A partir de 1991 a equipe Williams passa a fechar o contrato de patrocínio com a fabricante de cigarros Camel, marcando também o retorno de Nigel Mansell. A temporada de 1991 se mostra uma evolução comparada a de 1990 visto o pesado investimento em recursos eletrônicos para os seus carros, conjuntamente com a evolução dos propulsores Renault. A disputa acirrada entre Nigel Mansell e Ayrton Senna marca essa temporada, sendo que um erro, contudo, cometido pelo britânico no Grande Prêmio do Japão lhe privou do título de pilotos consagrando a equipe vice-campeã de pilotos e campeã de construtores. Entretanto, a temporada de 1992 marca o retorno do domínio da equipe com uma larga margem de vitórias do britânico Nigel Mansell, com domínio da suspensão ativa e dos motores Renault, garantindo finalmente seu título de campeão de pilotos de forma antecipada e o vice-campeonato para Riccardo Patrese, além do título de construtores. Em 1993 Nigel Mansell sai da equipe para ingressar na categoria CART e Riccardo Patrese anuncia sua ida para equipe Benetton. Nos respectivos lugares ingressam o frances Alain Prost e o britânico Damon Hill. A temporada é novamente marcada pelo domínio da equipe Williams, havendo contudo uma disputa acirrada entre os pilotos Ayrton Senna e Alain Prost, além da disputa de construtores com as equipes McLaren e Benetton. Alain Prost, contudo, sagra-se tetra-campeão, anunciando sua saída definitiva da categoria. A equipe finaliza campeã de pilotos e construtores e encerra o patrocínio com a Canon e a Camel.[carece de fontes]
Rothmans 1994-1997 [editar]
O ano de 1994 ficou marcado pela contratação de Ayrton Senna e sua morte no GP de San Marino, ao volante de um carro da Williams. Frank Williams, Patrick Head e Adrian Newey (Os dois últimos projetaram o carro) foram processados, mas não foram condenados. A fase mais vitoriosa da Williams acabou em 1997, em grande parte pela perda dos motores Renault, que saíram da Fórmula 1. Nas temporadas de 1998 e 1999 com os motores não-oficiais da Renault, Mecachrome e Supertec respectivamente, a Williams conquistou 3° e 5° lugares nos construtores, sem chances de alguma vitória.
Década de 2000 [editar]
Motores BMW [editar]
Em 2000 a equipe muda de fornecedora de motores, que a partir de então passa a ser a BMW. Neste ano a Williams faz uma temporada regular conquistando 36 pontos e o 3° lugar nos construtores.
Para 2001 com o carro mais desenvolvido junto com o motor BMW, a equipe quebra um jejum de 4 anos sem vitórias na F1, com a vitória de Ralf Schumacher no GP de San Marino, faz 80 pontos e repete o 3° lugar da temporada anterior.
Nas temporadas de 2002 e 2003 conquista o vice-campeonato de construtores. Em 2004, Patrick Head faz um projeto revolucionário, mas o carro não se mostra competitivo e frustra as expectativas de título da equipe que pelo menos encerra a temporada com uma vitória de Juan Pablo Montoya no GP do Brasil, e essa foi a última temporada da dupla Montoya e Ralf pela equipe. Para 2005 Mark Webber e Nick Heidfeld são contratados, fazem uma temporada regular, mas a Williams e a BMW rompem.[carece de fontes]
Motores Cosworth [editar]
Com o rompimento da Williams com a BMW, em 2006 a Cosworth vira a nova fornecedora de motores. A equipe faz uma péssima temporada conquistando apenas 11 pontos e o 8° lugar no construtores. A dupla de pilotos é Mark Webber e o estreante Nico Rosberg.
Motores Toyota [editar]
Em 2007 fecha acordo para ter os motores Toyota pelo menos até 2009. Com a parceria com a Toyota, a equipe se reergueu do fracasso de 2006, formando uma nova dupla de pilotos com Alexander Wurz substituindo Webber, que foi para a RBR, e mantendo o alemão Nico Rosberg. O ano foi bom, com a equipe fazendo um pódio com Wurz, no acidentado GP do Canadá, e um total de 33 pontos e o quarto lugar no campeonato de construtores, após a desclassificação da McLaren. No último GP do ano, o do Brasil, o japonês Kazuki Nakajima assumiu a vaga de piloto titular deixado por Wurz, que havia anunciado sua aposentadoria no GP anterior.
Após a consistente temporada de 2007, a Williams entra em 2008 apontada como quinta força da categoria, atrás de Ferrari, McLaren, BMW Sauber e Renault. O início foi promissor, com Nico fazendo logo na estréia da temporada um pódio, e Nakajima chegando em sexto. Porém já na segunda etapa a equipe vai muito mal com Nico em 12° e Nakajima em 15°. Nas corridas seguintes a equipe perdeu posições para Renault e Toyota e até para STR e RBR no campeonato, e continuou decepcionando ao ter o seu melhor resultado dois sétimos lugares e chegar na maioria das vezes abaixo da décima colocação. No entanto a equipe conquistou um pódio novamente com Nico em 2º e Nakajima em 8º no histórico primeiro GP noturno de Cingapura. Ao término da temporada, a equipe ficou na oitava colocação do campeonato de contrutores com 26 pontos, 17 de Nico e 9 de Nakajima.
Em 2009 manteve os pilotos Rosberg e Nakajima; e como pilotos de testes o alemão Nicolas Hülkenberg também foi mantido, sendo contratado o jovem angolano Ricardo Teixeira. Foi uma temporada consistente e ligeiramente melhor que 2008. Com 34.5 pontos, a equipe terminou em sétimo lugar, embora as boas corridas de Rosberg se contrapunham com as fracas atuações de Nakajima, que não marcou nenhum ponto.
Em 20 de novembro a equipe anunciou a venda de parte minoritária da equipe a uma companhia de investimentos austríaca liderada por Toto Wolff.2 3
Década de 2010 [editar]
Para a temporada de 2010 a equipe contratou Rubens Barrichello, de 37 anos, para pilotar o novo carro com o motor Cosworth, juntamente com o novato piloto alemão Nico Hülkenberg, de 22 anos, campeão da GP2 em 2009 e até então piloto de testes. Para piloto de testes, o finlandês Valtteri Bottas foi confirmado na equipe em 29 de janeiro de 2010.4 A equipe terminou o mundial em sexto lugar no campeonato de construtores e Frank Williams chegou a afirmar que a equipe não ficou satisfeita com o desempenho do modelo FW32.5
Em 2011 a equipe confirmou Rubens Barrichello6 e Pastor Maldonado7 como pilotos titulares e a manutenção de Valtteri Bottas como piloto de teste.8 A temporada de 2011 foi a pior da história da Williams, a equipe terminou o campeonato atrás de todas as equipes competitivas da categoria, ficando a frente apenas das pequenas Hispania, Virgin e Caterham.
Ainda em julho de de 2011, a equipe anunciou que voltaria a utilizar motores Renault para a temporada de 2012.9 10
Em 17 de Janeiro de 2012, o piloto brasileiro Bruno Senna foi anunciado como titular para a temporada 2012, assumindo a vaga de Rubens Barrichello.11 A equipe obtém melhores resultados no início da temporada e volta a conquistar uma pole position e vitória, com o venezuelano Pastor Maldonado no GP da Espanha.
Pilotos [editar]
Pela equipe Williams passaram vários pilotos famosos na F1, como Alain Prost, Nigel Mansell, Nelson Piquet, Keke Rosberg, Ayrton Senna e Damon Hill.
O último piloto a conquistar um título de pilotos, pela equipe, foi o canadense Jacques Villeneuve em 1997.
Em 1983, Ayrton Senna testou um carro da Williams, mas Frank Williams não pôde contratá-lo porque já tinha um acordo firmado com os pilotos titulares para 1984.12 13
Títulos Mundiais de Pilotos [editar]
| Campeonatos | Pilotos | Temporadas |
|---|---|---|
| 1 | 1980 | |
| 1982 | ||
| 1987 | ||
| 1992 | ||
| 1993 | ||
| 1996 | ||
| 1997 |
Títulos Mundiais de Construtores [editar]
| Campeonatos | Pilotos | Temporadas |
|---|---|---|
| 4 | 1986, 1987, 1992, 1994 | |
| 3 | 1993, 1994, 1996 | |
| 2 | 1980, 1981 | |
| 1980, 1981 | ||
| 1986, 1987 | ||
| 1996, 1997 | ||
| 1 | 1992 | |
| 1993 | ||
| 1994 | ||
| 1994 | ||
| 1997 |
*Temporada em andamento.
'== Resultados da equipe na temporada atual ==
*Classifficação após penalização de 5 segundos por infração das regras do safety-car. Negrito = Pole position. Itálico = Melhor volta da prova. Ret = Não completou a prova. - = Classificado pois completou 90% ou mais da prova. ½ = Foram dados a metade dos pontos. A corrida foi interrompida pelo mau tempo. Desc = Desclassificado da prova. Referências
Ligações externas [editar]
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