WordPress

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Configuração padrão do WordPress
Desenvolvedor Matt Mullenweg
Ryan Boren
Donncha O Caoimh
Lançamento
Última versão 2.8 (10 de Junho de 2009; há 4 semanas e 3 dias)
Versão de teste ()
Plataforma
Escrito em
Idiomas
Sistema Op.
Estado do desenvolvimento
Gênero sistema de gerenciamento de conteúdo
Licença GPL
Tamanho
Website WordPress.org

WordPress é um sistema de gerenciamento de conteúdos na web, escrito em PHP e corrido em MySQL, especialmente para a criação de blogs. WordPress foi criado a partir do já desaparecido b2/cafelog e é hoje, junto com o Movable Type, o mais popular na criação de Weblogs. As causas do seu rápido crescimento são, entre outras, seu tipo de licença (de código aberto), sua facilidade de uso e suas características como gerenciador de conteúdos. Criado por Ryan Boren e Matthew Mullenweg, é distribuído sob a GNU General Public License sendo gratuito.

Índice

[editar] Características

  • Gera XML, XHTML, e CSS em conformidade com os padrões W3C
  • Gerenciamento de ligações integrado
  • Estrutura de permalink amigável aos mecanismos de busca
  • Suporte extensivo a plug-ins
  • Categorias aninhadas e múltiplas categorias para artigos
  • TrackBack e Pingback
  • Filtros tipográficos para formatação e estilização de texto corretas
  • Páginas estáticas
  • Múltiplos autores
  • Suporte a tags (desde a versão 2.3)

[editar] História

O b2, precursor do WordPress, também foi escrito em PHP e com uso de MySQL por Michel Valdrighi, que agora é um desenvolvedor colaborador do WordPress. Apesar de ser o sucessor oficial desse sistema, outro projeto, b2evolution, está também em desenvolvimento ativo.

Criado em 2003, o WordPress era um esforço conjunto entre Matt Mullenweg e Mike Little para criar um fork do b2.[1]

Em 2004 os termos de licença do seu concorrente Movable Type foram trocados por seus desenvolvedores, e grande parte de seus usuários migraram para o WordPress - causando um crescimento contínuo em sua popularidade.[2]

[editar] Versões

Interface de Administração do Wordpress

As versões do WordPress recebem nomes de conhecidos músicos de Jazz. Sua versão 1.0 recebeu o codinome Mingus, de Charles Mingus.

O WordPress 1.5 foi lançado em meados de Fevereiro 2005 e seu codinome foi Strayhorn, de Billy Strayhorn. Foram adicionadas uma série de novas implementações vitais. Uma delas foi a capacidade de gerenciar páginas estáticas. Isto permite que páginas de conteúdo sejam criadas e gerenciadas fora da cronologia normal do blog e foi o primeiro passo além do simples software gerenciador de blog para ser um CMS completo. Outra foi o novo sistema de temas/templates, que permite aos usuários ativar ou desativar skins para seus sites. O WordPress foi equipado com um novo template padrão (codinome Kubrick, de Stanley Kubrick[3]) montado por Michael Heilemann.

Sua versão 2.0 foi lançada em Dezembro de 2005 e recebeu o codinome Duke, do pianista e compositor de jazz Duke Ellington. Nessa versão foram incluídos o rich edit de textos, ferramentas melhores de administração, upload de imagens, criação de artigos mais rápida, sistema de importação aperfeiçoado, e o back-end foi completamente modificado. O WordPress 2.0 também trouxe vários aperfeiçoamentos para desenvolvedores de plugins.[4]

Em 22 de Janeiro de 2007, outra atualização foi lançada, WordPress 2.1, com o codinome Ella da vocalista de jazz Ella Fitzgerald. Além de corrigir falhas de segurança, esta versão incluiu uma interface redesenhada e ferramentas de edição avançada, (incluindo auto-salvamento e correção ortográfica), novas opções de gerenciamento de conteúdo e várias otimizações de código e banco de dados.

[editar] Vulnerabilidades

Durante o mês de Janeiro de 2007, vários importantes blogs de Otimização para sistemas de Busca, bem como outros blogs comercias menores que usavam o Adsense foram o alvo de um ataque com um exploit do WordPress [5]

Uma vulnerabilidade isolada em um dos servidores do site do projeto permitia que fosse introduzido um código em forma de back door em vários downloads do WordPress 2.1.1. A versão 2.1.2 corrigiu esta brecha na segurança; um aviso enviado conjuntamente com o lançamento alertou a todos os usuários que deveriam atualizar seus sistemas imediatamente.[6]

Você deve estar alerta em relação a sítios que usam exploits em temas, como este: Wordpress layouts

[editar] WordPress MU

O sistema suporta apenas um blog por instalação, apesar de que múltiplas cópias paralelas podem ser rodados a partir de diferentes diretórios, se configurados para utilizar diferentes tabelas no banco de dados.

O WordPress MU é um fork do WordPress criado para permitir a existência de vários blog simultâneos em apenas uma instalação. Ele torna possível a qualquer pessoa que tenha um sítio, hospedar sua própria comunidade de blogs, além de controlar e moderar todos eles a partir de apenas um painel de administração. Comunidades expressivas que usam o MU são o WordPress.com e a Universidade de Harvard.[7]

[editar] Desenvolvedores

O desenvolvimento do WordPress é liderado por Ryan Boren e Matt Mullenweg. Mullenweg e Mike Little foram os co-fundadores do projeto.

Entre os colaboradores no desenvolvimento estão:

  • Dougal Campbell
  • Mark Jaquith
  • Alex King
  • Donncha O'Caoimh
  • Michel Valdrighi

Apesar de ser desenvolvido em grande parte pela sua comunidade, o WordPress é associado com a Automattic, onde alguns dos principais desenvolvedores do WordPress são funcionários.[8]

Em parte desenvolvido pela comunidade, o WordPress tem entre estes os WP testers, um grupo de pessoas que testa os lançamentos voluntariamente. Eles tem acesso aos nightly builds, versões Beta e Release Candidates. Atualizando a essas versões, eles podem encontrar e reportar erros em uma lista de emails especial, ou na ferramenta Trac do projeto.

[editar] Além de um sistema de publicação de blogs

Através do uso de um misto de páginas estáticas, artigos do blog, plugins e temas, o WordPress é comumente estendido para oferecer mais do que é esperado de um blog. Comparado a outros CMS com mais funcionalidades, o WordPress é mais fácil de ser instalado e configurado, e plugins e temas grátis estão disponíveis para a maioria das funcionalidades que os usuários esperam. [1]. Tipicamente um certo número de páginas estáticas com o conteúdo usual de um sítio são criadas e as funcionalidades de blog são utilizadas para apresentar notícias e outras ligações a cada intervalo de tempo. [2]

[editar] WordPress.com

Alem do WordPress normal que roda em servidor próprio, existe também o serviço WordPress.com, onde você pode criar um blog gratuitamente, sem ter que contratar um serviço de hospedagem e instalar o WordPress no mesmo. É um dos concorrentes do Blogger, da Google. Apesar de ele se atualizar automáticamente, ao contrário do WordPress em servidor próprio, onde o dono do site tem que atualizar manualmente ( nas versões atuais, existe um aplicativo que atualiza sem precisar deletar tudo no FTP, mas mesmo assim precisa de alguem pra atualizar o mesmo ), ele possui algumas restrições, como não poder colocar outros templates a não ser os permitidos, não aceita aplicativos Adobe Flash externos sem ser de certos lugares, não permite instalação de plugins e entre outras coisas. Mesmo assim, é recomendado a usuários leigos que não desejam tentar instalar o WordPress em um servidor, apesar de vários serviços de hospedagem terem suporte a um autoinstalador do mesmo.

Referências

[editar] Ligações externas

Ferramentas pessoais
Criar um livro