Iansã

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Iansã, ou Oyá, é um orixá cuja figura, no Brasil, é sincretizada com Santa Bárbara, católica.

Oyá, a deusa do Rio Niger,[1] é representada com um alfange e uma cauda de animal nas mãos, e com um chifre de búfalo na cintura.

Na mitologia iorubá, Xangô casou-se com três de suas irmãs, deusas de rios: Oyá, Oxum, deusa do rio Osun e Obá, deusa do rio Obá.[1]

Nas lendas provenientes do candomblé, Iansã foi mulher de Ogum e depois de Xangô, seu verdadeiro amor. Xangô roubou-a de Ogum.

O nome Iansã é um título que Oyá recebeu de Xangô. Esse título faz referência ao entardecer, Iansã pode ser traduzido como a mãe do céu rosado ou a mãe do entardecer. Ao contrário do que muitos pensam Iansã não quer dizer a mãe dos nove. Xangô a chamava de Iansã pois dizia que Oyá era radiante como o entardecer ou como o céu rosado e é por isso que o rosa é sua cor por excelência.

Na liturgia da umbanda, Iansã é senhora dos eguns, os espíritos dos mortos, menos cultuados no Candomblé.

Na umbanda a guia de Iansã é de cor laranja (coral) e no candomblé é vermelha. No candomblé também é chamada de Oyá. Seu dia da semana é quarta-feira e sua saudação é Eparrei.

Mitologia iorubá[editar | editar código-fonte]

Obatalá, deus dos céus, e Odudua, deusa da terra[Nota 1] se casaram, e tiveram dois filhos: Aganju e Iemanjá. Aganju e Iemanjá se casaram, e tiveram um filho, Orungan. Orungan se apaixonou pela própria mãe e, aproveitando a ausência do pai, a violentou. Desta união nasceram quinze orixás ou santos, entre os quais Xangô e Oyá.[1]

Ver também[editar | editar código-fonte]

Notas e referências

Notas

  1. Assim com na mitologia grega, temos o casamento do Céu (Urano) com a Terra (Gaia).

Referências

  1. a b c A. B. Ellis, Yoruba-Speaking Peoples of the Slave Coast of West Africa (1894), Chapter II, Chief Gods [em linha]

Ligações externas[editar | editar código-fonte]

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