Zélio Alves Pinto

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Zélio Alves Pinto
Zélio Alves Pinto em 2012
Data de nascimento 20 de Fevereiro de 1938 (76 anos)
Local de nascimento Caratinga, Minas Gerais

Zélio Alves Pinto (Caratinga, 20 de fevereiro de 1938) é um pintor, jornalista, artista gráfico, escritor, caricaturista e ilustrador brasileiro. É um dos fundadores do jornal O Pasquim, do Salão Internacional de Humor de Piracicaba (SP, 1974), do Salão Internacional de Humor Gráfico das Cataratas do Iguaçu (PR, 2003), e irmão do cartunista e escritor Ziraldo.

Como autor literário, coordenou a edição de alguns livros, como Cadernos Paulistas, História e Personagens, Bayer, Noventa Anos de Brasil, O Humor no Brasil de Hoje e Vinte Anos Pagando o Pato; e escreveu as ficções Sem Sahida, O Navegador e o Príncipe, O Homem dentro do Poste. Como artista gráfico e jornalista promoveu a reforma editorial e gráfica em diversos jornais e revistas no país e nos anos 1970 enquanto promovia a reforma gráfica na Folha de S.Paulo e produzia programas na TV Cultura (A Arte de Fazer Rir e Cultura em Questão), coordenou a edição do Salão Mackenzie de Cartum e Quadrinhos e a criação do Salão Internacional de Humor de Piracicaba que se prepara para comemorar sua 40ª edição. Foi diretor dos Museus do Estado de São Paulo onde criou o Sistema Estadual de Museus e traçou a política estadual para as instituições oficiais. Coordenou a construção da sede do Arquivo do Estado e atuou como secretário adjunto de Cultura no Estado de São Paulo. O crítico e pesquisador Enock Sacramento lançou recentemente o livro "Zélio: 50 Anos de uma Aventura Visual" onde recupera a carreira do artista e jornalista desde seus tempos, nos anos sessenta em Minas, até os dias atuais reproduzindo cerca de 500 imagens criadas pelo artista em sua carreira.

Em 31 de março de 2011, Zélio, seu irmão Ziraldo e mais 9 pessoas foram condenados por improbidade administrativa na realização, em 2003, do primeiro Festival Internacional do Humor Gráfico das Cataratas do Iguaçu (Festhumor) e no “Fantur - Iguassu dê uma volta por aqui”, em ação movida em 2006 pelo Ministério Público Federal. A ação relata que o dinheiro público municipal e federal foi mal utilizado porque, segundo a sentença, para o primeiro Festhumor, houve contratações sem licitação e pagamentos em duplicidade, que corresponde a remuneração dupla pelo serviço prestado uma vez. O processo relata ainda desvio de verba no Fantur, que foi uma ação promovida pela Secretaria de Turismo de Foz do Iguaçu para levar jornalistas e cartunistas para cidade, com todas as despesas custeadas pela prefeitura. Os réus podem recorrer da decisão.[1] [2]

Zélio vive em São Paulo, é casado com a escritora Ciça e tem três filhos.

Referências

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