Zara (loja)
| Zara S\A | |
|---|---|
| Tipo | Privada |
| Fundação | 1975 |
| Sede | Província da Corunha, Espanha |
| Fundador | Amancio Ortega, Rosalía Mera |
| Produtos | Têxtil |
| Página oficial | www.zara.com |
A Zara é uma rede de lojas de roupas e acessórios para o público feminino, masculino e infantil fundada por Amancio Ortega e Rosalía Mera.1 Pertence ao Grupo Inditex, que também detém outras marcas como Massimo Dutti, Pull and Bear, Oysho, Bershka, Stradivarius, Uterque, Kiddy's Class além da Zara Home (presente em alguns países).
Na Espanha, a Zara está sediada em Arteixo, província da Corunha, na Galiza, onde a primeira loja foi aberta no ano de 1975. As transações financeiras da empresa estão por conta de uma subsidiária holandesa Zara Mercken.
A primeira loja fora de Espanha foi inaugurada no ano de 1988, na rua de Santa Catarina, na cidade do Porto, em Portugal. Atualmente, a Zara é provavelmente a rede de lojas de roupas em mais rápido crescimento, possuindo 1.540 lojas em 78 países, tendo inaugurado uma nova loja a cada três dias, em 2000.2
O património de Rosalía Mera, em 2010, foi avaliado pela Forbes em 2,85 mil milhões de euros.1
Índice |
Zara no Brasil[editar]
No Brasil, a Zara é presidida por Enrique Huerta González - que pertencia à rede Stradivarius em Hong Kong - e possui 39 lojas espalhadas em todo o território nacional. Sua sede administrativa e centro de distribuição estão localizados em Alphaville, Barueri, na Região Metropolitana de São Paulo, onde também exporta mercadoria para as lojas do Chile e Uruguai.
A maior parte dos produtos ofertados em suas lojas são importadas porém por causa das dificuldades no processo de Comércio Exterior, passou a valer-se de fornecedores locais.
No dia 16/08/2011 o programa de televisão A Liga, em uma reportagem sobre trabalho escravo, denunciou que empresas texteis terceirizadas pela Zara, em São Paulo-SP, utilizavam trabalho equivalente à escravidão, o que passou despercebido pela auditoria interna da empresa por 3 anos, segundo a assessoria de imprensa.
Zara e o trabalho escravo[editar]
Ainda que a auditoria da empresa, por anos, não tenha detectado o emprego de trabalho escravo ao longo da cadeia produtiva, a situação não passou despercebida pelo Ministério Público do Trabalho que propôs - ao inves da aplicação imediata de sanções - a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta, TAC. O gesto amistoso do MPT é uma forma negociada de a empresa sinalizar que estará se adequando a legislação trabalhista brasileira, porém a empresa se negou a assinar o termo. O TAC tinha 47 cláusulas e obrigava a Zara a pagar R$ 20 milhões por danos morais. O valor seria destinado a programas que visam melhorar a vida do trabalhador. Além disso, o termo pede o fim das subcontratações e das "quarteirizações" --a terceirização da terceirização—nas oficinas que prestam serviços à empresa e a responsabilidade da Zara sobre sua cadeia de produção.
Galeria de presidentes[editar]
- Pedro Janot (atual presidente da Azul Linhas Aéreas)
- Enrique Huerta Gonzalez (oriundo da rede Stradivarius)
Referências
- ↑ a b Chinesas em peso entre as mais ricas do Mundo 17 de junho de 2010, Jornal de Notícias. Página visitada em 17 de junho de 2010
- ↑ Zara cria 'disque-denúncia' de trabalho escravo, Yahoo