Diferenças entre edições de "Colesteatoma"

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O '''Colesteatoma''' constitui uma [[patologia]] [[Benignidade|benigna]] caracterizada pela proliferação do epitélio, que acomete geralmente a [[Ouvido médio|orelha média]], podendo com a progressão, em alguns casos, comprometer o [[canal auditivo externo.]]<ref>{{Citar web|url=http://www.gazetamedica.pt/index.php/gazeta/article/view/143/91|titulo=Visualização de Colesteatoma do Canal Auditivo Externo: Caso Atípico de Apresentação Bilateral|acessodata=2018-08-21|obra=www.gazetamedica.pt|lingua=pt-PT}}</ref>, ou a [[Ouvido interno|orelha interna]]<ref>{{Citar periódico|ultimo=Costa|primeiro=Sady Selaimen da|ultimo2=Rosito|primeiro2=Letícia Petersen Schmidt|ultimo3=Dornelles|primeiro3=Cristina|data=2008-07-16|titulo=Sensorineural hearing loss in patients with chronic otitis media|url=https://link.springer.com/article/10.1007/s00405-008-0739-0|jornal=European Archives of Oto-Rhino-Laryngology|lingua=en|volume=266|numero=2|paginas=221–224|doi=10.1007/s00405-008-0739-0|issn=0937-4477}}</ref>. Sua origem pode ser classificada como [[Doença congênita|congênita]]<ref>{{Citar web|url=http://oldfiles.bjorl.org/conteudo/acervo/acervo.asp?id=1638|titulo=BJORL - Brazilian Journal of Otorhinolaryngology|acessodata=2018-08-21|obra=oldfiles.bjorl.org}}</ref> ou [[Adquirido|adquirida]]<ref>{{Citar periódico|ultimo=Maria|primeiro=Olsen, Julia|ultimo2=Andrade|primeiro2=Quintanilha Ribeiro, Fernando de|ultimo3=Mariana|primeiro3=Mieko Mendes Yasui,|ultimo4=Taylor|primeiro4=Ribeiro dos Santos, Ivan|data=2015-12-01|titulo=Avaliação da perda auditiva no colesteatoma adquirido primário e secundário|url=http://www.rborl.org.br/pt-avaliacao-da-perda-auditiva-no-articulo-X2530053915449954|jornal=Brazilian Journal of Otorhinolaryngology|lingua=pt|volume=81|numero=6|issn=2530-0539}}</ref>.
'''Colesteatoma''' é uma alteração destrutiva de uma parte da membrana mucosa do [[ouvido médio]] que passa a ser [[tecido epitelial]].


== Sintomas ==
“O Colesteatoma não é apenas pele em lugar errado, mas uma estrutura tridimensional apresentando um crescimento independente, substituindo e recobrindo o revestimento mucoso da orelha média, reabsorvendo osso e tendendo a recidivar após a sua remoção.”Maccabe
Os sintomas decorrem da localização e extensão das lesões, podendo ser assintomáticos ou originar [[otorreia]], [[otalgia]], [[perda auditiva]], [[vertigem]], [[Paralisia facial|paralisia facia]]<nowiki/>l, complicações intracranianas, entre outros.

== Diagnóstico ==
O diagnóstico fundamenta-se no exame clínico por meio da [[Otoscópio|otoscopia]], sendo que exames de imagem como a [[tomografia computadorizada]] e a [[Ressonância Magnética|ressonância magnética]] também podem ser realizados, a fim de detectar a extensão da lesão e de possíveis complicações, como a [[osteólise da cadeia ossicular]]<ref>{{Citar periódico|ultimo=Ávila|primeiro=Ana Flávia Assis de|ultimo2=Aburjeli|primeiro2=Bruna de Oliveira Melim|ultimo3=Moreira|primeiro3=Wanderval|ultimo4=Motta|primeiro4=Emília Guerra Pinto Coelho|ultimo5=Ribeiro|primeiro5=Marcelo Almeida|ultimo6=Diniz|primeiro6=Renata Lopes Furletti Caldeira|ultimo7=Ávila|primeiro7=Ana Flávia Assis de|ultimo8=Aburjeli|primeiro8=Bruna de Oliveira Melim|ultimo9=Moreira|primeiro9=Wanderval|data=2013-8|titulo=Imaging evaluation of middle ear cholesteatoma: iconographic essay|url=http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0100-39842013000400247&lng=en&nrm=iso&tlng=pt|jornal=Radiologia Brasileira|volume=46|numero=4|paginas=247–251|doi=10.1590/S0100-39842013000400012|issn=0100-3984}}</ref>.

== Tratamento ==
O tratamento é geralmente cirúrgico, porém, em determinadas situações em que a cirurgia não pode ser realizada, o colesteatoma pode ser tratado de forma clinica paliativa.<ref>{{Citar web|url=https://docplayer.com.br/71745485-Tratamento-cirurgico-do-colesteatoma-em-criancas-e-adolescentes-analise-de-200-pacientes.html|titulo=Tratamento Cirúrgico do Colesteatoma em Crianças e Adolescentes. Análise de 200 Pacientes - PDF|acessodata=2018-08-21|obra=docplayer.com.br}}</ref>
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Revisão das 20h29min de 21 de agosto de 2018

Colesteatoma
Cholesteatoma
Especialidade otorrinolaringologia
Classificação e recursos externos
CID-10 H71
CID-9 385.32
DiseasesDB 2553
MedlinePlus 001050
eMedicine ped/384 ent/220
MeSH D002781
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O Colesteatoma constitui uma patologia benigna caracterizada pela proliferação do epitélio, que acomete geralmente a orelha média, podendo com a progressão, em alguns casos, comprometer o canal auditivo externo.[1], ou a orelha interna[2]. Sua origem pode ser classificada como congênita[3] ou adquirida[4].

Sintomas

Os sintomas decorrem da localização e extensão das lesões, podendo ser assintomáticos ou originar otorreia, otalgia, perda auditiva, vertigem, paralisia facial, complicações intracranianas, entre outros.

Diagnóstico

O diagnóstico fundamenta-se no exame clínico por meio da otoscopia, sendo que exames de imagem como a tomografia computadorizada e a ressonância magnética também podem ser realizados, a fim de detectar a extensão da lesão e de possíveis complicações, como a osteólise da cadeia ossicular[5].

Tratamento

O tratamento é geralmente cirúrgico, porém, em determinadas situações em que a cirurgia não pode ser realizada, o colesteatoma pode ser tratado de forma clinica paliativa.[6]

Referências

  1. «Visualização de Colesteatoma do Canal Auditivo Externo: Caso Atípico de Apresentação Bilateral». www.gazetamedica.pt. Consultado em 21 de agosto de 2018 
  2. Costa, Sady Selaimen da; Rosito, Letícia Petersen Schmidt; Dornelles, Cristina (16 de julho de 2008). «Sensorineural hearing loss in patients with chronic otitis media». European Archives of Oto-Rhino-Laryngology (em inglês). 266 (2): 221–224. ISSN 0937-4477. doi:10.1007/s00405-008-0739-0 
  3. «BJORL - Brazilian Journal of Otorhinolaryngology». oldfiles.bjorl.org. Consultado em 21 de agosto de 2018 
  4. Maria, Olsen, Julia; Andrade, Quintanilha Ribeiro, Fernando de; Mariana, Mieko Mendes Yasui,; Taylor, Ribeiro dos Santos, Ivan (1 de dezembro de 2015). «Avaliação da perda auditiva no colesteatoma adquirido primário e secundário». Brazilian Journal of Otorhinolaryngology. 81 (6). ISSN 2530-0539 
  5. Ávila, Ana Flávia Assis de; Aburjeli, Bruna de Oliveira Melim; Moreira, Wanderval; Motta, Emília Guerra Pinto Coelho; Ribeiro, Marcelo Almeida; Diniz, Renata Lopes Furletti Caldeira; Ávila, Ana Flávia Assis de; Aburjeli, Bruna de Oliveira Melim; Moreira, Wanderval (agosto de 2013). «Imaging evaluation of middle ear cholesteatoma: iconographic essay». Radiologia Brasileira. 46 (4): 247–251. ISSN 0100-3984. doi:10.1590/S0100-39842013000400012 
  6. «Tratamento Cirúrgico do Colesteatoma em Crianças e Adolescentes. Análise de 200 Pacientes - PDF». docplayer.com.br. Consultado em 21 de agosto de 2018 
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