Álamo (empresa)

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Álamo
Logotipo da Álamo.
Razão social Álamo Laboratório de Cinematografia e Som Ltda.
Estúdios de dublagem
Slogan Versão brasileira: Álamo
Atividade dublagem
Fundação 1972
Encerramento agosto de 2011
Sede São Paulo,  Brasil
Área(s) servida(s)  Brasil
Produtos dublagem, mixagem e legendagem[1]
Website oficial alamodub.com [ligação inativa]

}} Álamo foi uma empresa brasileira de dublagem, fundada em 1972 pelo britânico Michael Stoll, ex-técnico de som da Companhia Cinematográfica Vera Cruz,[2] e sediada na cidade de São Paulo. Conhecida por ser uma das maiores empresas do ramo do país, foi em 1995 a primeira da América Latina a gravar filmes com som Dolby Stereo.[3] Seu proprietário e presidente à época do fechamento era Alan Mark Stoll, filho do fundador.[4][5][6]

Por sete anos, a Álamo funcionou em uma casa na Rua Major Sertório, na Vila Buarque. Em 1979, transferiu-se para um prédio na Rua Fidalga, nº 568, na Vila Madalena, permanecendo lá até o seu fechamento.[7]

O dublador Sílvio Navas revelou em uma entrevista[qual?] que saiu da empresa por causa da decisão de colocar técnicos para escalar dubladores, um anacronismo do ponto de vista do profissionalismo da dublagem.[carece de fontes?]

O ator e dublador Orlando Viggiani foi o coordenador da Álamo de 1972 até 2002, quando Wendel Bezerra tornou-se coordenador, permanecendo até 2011 (fim da Álamo).[carece de fontes?]

Em 11 de maio de 2011, após quase quarenta anos de atividade, a empresa anunciou o encerramento das atividades.[8] O motivo seria a acirrada concorrência de empresas menores, o que estaria causando uma crise de operações interna.[4] Com isso, a Álamo encerrou suas atividades em agosto de 2011, após cumprir todos os trabalhos e gravações que já haviam sido agendados. [4]

Referências

  1. Estúdios Álamo. «Serviços». Consultado em 26 de julho de 2011. Arquivado do original em 17 de maio de 2011 
  2. Estúdios Álamo. «Álamo, uma história de inovações». Consultado em 19 de maio de 2011. Arquivado do original em 13 de abril de 2011 
  3. Estúdios Álamo. «Saber mais». Consultado em 19 de maio de 2011. Arquivado do original em 11 de janeiro de 2010 
  4. a b c Sacchitiello, Bárbara (7 de junho de 2011). «Álamo fechará as portas em agosto». Meio & Mensagem. Consultado em 26 de julho de 2011 
  5. Calderari, Juliana (30 de janeiro de 2010). «Versão Brasileira...». Revista da Cultura. Consultado em 26 de julho de 2011. Arquivado do original em 24 de junho de 2011 
  6. Estúdios Álamo. «Equipe». Consultado em 26 de julho de 2011. Arquivado do original em 18 de maio de 2011 
  7. Xavier, Mauricio (25 de julho de 2014). «Antiga sede do Estúdio Álamo será demolida em 2015». Consultado em 28 de agosto de 2016 
  8. Henshin. «Estúdio Álamo encerra suas atividades». Consultado em 19 de maio de 2011. Arquivado do original em 26 de maio de 2011  |urlmorta= e |datali= redundantes (ajuda)

Ligações externas[editar | editar código-fonte]